Paperweight
5 Body Say
Notas iniciais
— Ai meu Deus, eu não estou acreditando no que eu estou vendo.
Jane acordou com uma voz conhecida interrompendo seu sono. Ainda acordando, ela lembrou onde estava e com quem ao sentir a mão do Kurt em sua cintura, mas antes de prestar atenção em mais qualquer coisa a voz continuou falando.
— Parece que eu estou em um episódio de Gossip Girl. — Ele completou.
Jane abriu os olhos imediatamente ao reconhecer a voz.
— Você já viu aquele episódio de Gossip em que Dan e Serena dormem juntos na praia? Você e Stu me lembraram ele. Eu estou quase achando que me droguei e estou delirando.
Jane cutucou Kurt para que acordasse imediatamente.
— O que faz aqui, Rich? — Ela disse confusa enquanto se sentava, avistando o ex detento de pé na sua frente na praia com um celular na mão e fones de ouvido com roupas de esporte. O sol sequer tinha nascido ainda.
— O que eu faço sempre? Todos os dias pouco antes do sol nascer eu venho correr aqui. Você que resolveram fazer amor no meu quintal. — Ele disse com sua maneira cínica como sempre.
Jane riu de nervoso.
— Seu quintal? — Ela perguntou.
— Eu estou morando não muito longe daqui, mas não é isso que interessa aqui agora. — Ele completou, olhando para Jane e Kurt.
Jane olhou pra Kurt que estava sério também já sentado ao seu lado olhando para Rich, mas antes que Kurt pudesse dizer algo mais ele continuou.
— Eu fico feliz em ver vocês dois juntos. Eu já não aguentava mais essa novela mexicana. Estou vendo que estão até experimentando sexo em lugares novos. Na praia não é tão legal porque tem muita areia. — Ele continuou, sem se importar com a incredulidade que Jane e Kurt se olhavam e olhavam pra ele. — Já na cozinha é bem legal. Acho que você e o Stu iam gostar. — Ele terminou olhando pra eles.
— Cale a boca, Rich. — Kurt disse desconfortável enquanto se levantava e dava a mão a Jane para que ela se levantasse.
— Oh Stu, estamos longe do FBI. Você pode ser mais legal comigo, uh? Eu já cumpri minha pena e tudo. Podemos até ser amigos.
Jane não pode não rir.
— Sua garota me acha divertido. Está vendo? — Ele riu olhando pra Jane. Ela decidiu entrar na dança.
— Depois de noites como essas eu acharia até a Samara do O Chamado divertida.
Rich riu e Kurt olhou para Jane que também ria.
— A conversa está começando a ficar interessante. Se bem que é muito difícil aguentar você me fazendo inveja já que o Stu nunca toparia um ménage comigo. — Ele falou olhando pro Kurt que estava vermelho. — Mas eu devo ir e deixar você acordar de um modo mais romântico. Felicidades!
Ele voltou a correr na praia antes que Jane e Kurt dissessem algo mais. Kurt ainda parecia um pouco sonolento.
— Eu juro que espero voltar a dormir, acordar e ver que isso foi só uma alucinação. — Ele falou olhando pra Jane. — A parte de reencontrar Rich assim, claro.
Jane sorriu com humor.
— Quem sabe assim ele nos deixa em paz, não? — Ela argumentou.
— Vendo por esse lado. — Ele completou mas antes que pudesse falar mais algo ela o beijou de maneira quente.
— Podemos aproveitar pra voltar pra casa? — Ela pediu e ele acenou com a cabeça.
Logo eles estavam de volta ao quarto. Kurt havia ido arrumar o que tinha pegado ontem e Jane estava tomando banho. Ele adentrou no quarto e relembrou das duas últimas noites. A primeira havia sido espetacular, e a noite que ainda acabava tinha sido ainda mais maravilhosa simplesmente pela presença dela com ele, pela conversa e por eles terem contado estrelas juntos.
Jane saiu do banho e ele foi. Quando ele saiu, Jane estava sentada na cama mexendo no celular. Ela pousou o celular no criado mudo após colocar as janelas pra fechar e logo Kurt estava só de cueca branca deitado ao seu lado. Ele adentrou no edredom e logo a olhou. Ela estava com um pijama simples de seda vermelho. Ele não era quente, mas ele a sentiu tão quente. Ele se aproximou de maneira devagar, mas ela logo avançou, dando um beijo super lento, querendo provar de cada centímetro de sua boca naquele momento. Ele se arrepiou com o toque lento porém seduzente de seus dedos desenhando algo sob suas costas e ele logo também estava beijando-a com toda vontade que existia entre eles.
— Eu amo você. — Ele disse exprimindo tudo que estava sentindo.
Não só pelo sentimento do prazer, mas também pela felicidade que ela dava a ele, que ele nunca havia provado antes e que sabia que não seria capaz de provar com outra pessoa. Ela colou ainda mais o corpo no dele, sentindo todo o seu corpo falar o quanto ele a amava e desejava.
— Eu também amo muito você. — Ela disse sussurrando, voltando a beijá-lo, mas antes que pudesse fazer mais qualquer coisa ela rolou pra cima dele.
Ele sorriu, beijando-a ternamente e ela beijou e cheirou seu pescoço, sentindo o quanto ela queria explorar cada centímetro do corpo dele e dar a ele o mesmo prazer que ela sentia em estar ali com ele. Enquanto beijou seu peitoral, ele brincou com as alças de seu pijama e logo ela estava sentada sobre ele, ajudando ele a tirar sua blusa. A mão dele foi instantaneamente apertar o mamilo dela, fazendo ela se contorcer de prazer. Ele passou a acariciá-la ainda mais enquanto ela fazia carinhos com sua boca pelo corpo dele. Ele só queria poder retribuir a tudo que ela estava fazendo ele sentir. Ela logo havia deixado ele nu.
Ele via estrelas com o que ela fazia. Ele se sentia no céu, como se estivesse voando.
— Você é perfeita. — Ele sussurrou quando começou a gemer e ela continuou chupando-o com uma maestria que levava ele a um prazer que ele ainda não conhecia.
Ele estava pulsando, muito perto de explodir, quando ele fez carinho em sua nuca e ela voltou pra cima dele. Beijando-o com uma força que quase fazia deles dois um só. Suas pernas estavam emaranhadas e seus lábios colados. Ele colou a mão dela na dele, desejando nunca mais soltar e com a outra passou a brincar com seu short. Urgente por ela porém, ele tirou rapidamente o short dela, o que a faz sorrir e antes que ela pudesse dizer mais algo eles haviam voltado a se beijar e ele estava com alguns de seus dedos sob o íntimo dela. Ele brincava com eles com uma urgência mas sutileza que fez ela se remexer de prazer. Ele a deixou no ápice da sensibilidade, mexendo no clítoris dela e a deixando ainda mais molhada. Ela passou a beijá-lo com mais agressividade dessa vez e quando estava começando a interromper os beijos para gemer ele se colocou em cima dela.
Eles já estavam suados, transpirando não só suor, mas muito tesão e ternura entre eles. Suas respirações ofegantes se trocavam e ambos se olharam, sorrindo como nunca haviam sorrido um pro outro. Ela sussurrou algo que ele não entendeu, mas logo depois acariciar sua cintura ele entrou dentro dela. Ela remexeu de uma maneira tão sexy quanto ele terminou de se colocar dentro dela.
— Você é maravilhoso. — Ela sussurrou de olhos fechados, parecendo aproveitar-se ao máximo do momento e ele se curvou para beijá-la, mas ele logo passou a remexer dentro dela.
Ao se mover, ambos voltaram a gemer. Se a noite passada havia sido incrível pra ela, ela não sabia nem mesmo descrever essa noite. Esse momento. Ela sentia como se o corpo dela tivesse se derretendo em prazer. Sentir o membro de Kurt dentro dela, entrando e saindo de maneira tão urgente, ouvindo a voz dele sussurrando coisas gostosas pra ela. Ela sentia que estava no paraíso. Ele estava se sentindo no céu. O gemido dela e os movimentos dela sob ele fazia ele se sentir flutuando. Quando ele cansou, ela passou a se movimentar ainda mais forte e ambos passaram a gemer ainda mais alto. Logo, ele estava jorrando prazer sob ela. Aquilo a preenchia tanto. Fazia ela se sentir com mais vida. Ela se entregou ainda mais, rebolando rapidamente nele e logo ela sentiu-se explodir. Seu corpo parecia ter criado vida própria, tremendo-se de prazer.
Ainda mais suados, eles se abraçaram e ainda com respiração ofegante eles voltaram a se beijar. Kurt descansou ao seu lado, mas ele continuou acariciando ela.
— Oh Deus. — Ela sussurrou e ele a olhou com um sorriso super genuíno. — Você não quer dormir, não é? — Ela perguntou.
Ele a olhou com malícia.
— Nunca foi minha prioridade. — Ele respondeu
Ela sorriu pra ele.
— Nós podemos ir tomar banho. — Ela sugeriu também com malícia nos olhos.
— Algo me diz que você quer mais do que tomar banho no chuveiro. — Ele disse sorrindo.
Ela levantou-se, puxando o braço dele no sentido do banheiro. Ambos ainda estavam nus.
— Eu amo quando você lê meus pensamentos.
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