Pansy Parkinson
1 Único
Notas iniciais
Nunca vi muitas coisas ou li sobre a Pansy, sei que ela é uma personagem pouco amada e secundaria, mas ela é intrigante no meu ponto de vista.
Espero que aproveitem um pouco desses desvaneios.
Pansy Parkinson era uma garota como qualquer outra, loira de olhos expressivos e altura mediana, tinha um corpo de dar inveja, sangue puro residia na casa da Sonserina.
Como eu disse normal, tinha sentimentos, gostava de dar risada com seu grupo de amigos, mesmo sendo a garota no meio de um bando de meninos, nutriu um sentimento tão forte por Draco Malfoy, coisa que o mesmo achava nojento nos primeiros anos.
Quando ela entrou para seu terceiro ano, passou a mandar indiretas para o loiro, que agora já estava mais ciente de que coisas envolvendo língua e garotas era algo maneiro, ela era o que todo o garoto sonserino que prezava uma linhagem limpa poderia querer linda, de família conhecida e o mais importante sangue puro, mas Draco não quis estragar o que ele chamava de amizade confortável, afinal se algo desse errado quem iria ajuda-lo em feitiços? Ou ficar ao lado dele pacientemente escutando reclamar de Potter ou de como a Grifinoria não era uma casa digna, cheia de traidores do sangue simpatizantes de trouxas?
Claro que Pansy tinha seus defeitos, fora criada em uma família que prezava as mesmas coisas que o Malfoy, ela tinha aquela visão do mundo que sempre seria melhor que qualquer sangue ruim, mas ao mesmo tempo não achava certo a maneira como Draco insistia fazer drama para chamar a atenção, sempre soube que ele era meio carente, que a única pessoa que dava alguma mínima atenção a ele era sua mãe, por isso ela mesma vivia atrás do loiro dispondo seu carinho a ele, se preocupando e o ajudando sempre que era requisitada, afinal ela sabia em algum momento ele teria que aceitar e vê-la de uma maneira mais romântica.
Em seu quarto ano ela finalmente conseguiu a chance de ser vista com ele de maneira amorosa, ele seria seu acompanhante para o baile, não tinha sido um convite muito espetacular, ele apenas tinha proferido a seguinte frase no café da manhã “Pansy, nos iremos ao baile juntos, tudo bem?” e obvio que ela aceitou, afinal era um convite dele, o coração dela chegou a dar uma pequena parada e ela o encarou sorrindo e disse “Claro Draco.” tiveram uma noite relativamente divertida, mesmo com as piadas de mau gosto de Malfoy e seu desaparecimento em algum momento da festa, ela aceitou tudo isso ela o amava.
No quinto ano teve a chance de ficar mais uma vez ao lado do mesmo, compartilhando as noites da monitoria e foi numa dessas noites que Parkinson foi beijada por ele, foi nessa noite que ela esqueceu que deveria sempre aparentar ser uma boa moça e o levou para uma sala vazia, foi assim que eles começaram a ter algo a mais, talvez amizade colorida?
Seu sexto ano foi o melhor ou pior dependendo de seu ponto de vista, eles estavam num relacionamento aparentemente sério, mas o pai de Draco o tinha colocado no meio de algo que provavelmente ele não quisesse estar ela sabia, no fundo ele também tinha coração, foi por isso que ele aceitou o que lhe foi designado, a mãe dele estava em perigo. Então ela fez o que toda a boa garota faria o ajudou, escutou suas lamentações e lhe fez cafuné para que dormisse, esperava ele acordada durantes as madrugada em que ele sairá para dar um jeito na situação como ele dizia.
No sétimo ano a guerra estava proclamada, é claro que em algum momento aquilo tudo atravessaria os portões da escola de magia e bruxaria, estava tudo um caos, eram “detenções” se é que assim podia ser denominado aquela brutalidade que os alunos não simpatizantes de artes das trevas eram submetidos, mais uma vez ela se fez silêncio, ficou na dela, apenas dando atenção e carinho a pessoa que tinha relativamente um dedo em tudo que estava acontecendo, rolavam boatos por todos corredores Draco Malfoy tentara sim matar Dumbledore, ela não aceitava, mas compreendia seus motivos. Eles passaram claro bons momentos juntos, ela o amava era claro a quem olhava em seus olhos, mas ele rompeu tudo nas férias de natal, sem explicações sem arrependimentos. E mesmo com seu coração partido ela o amou.
Quando a guerra por fim tinha atravessado os portões de Hogwarts, quando ela finalmente viu Harry Potter no salão comunal e as palavras de Voldemort soando, ela mesma pediu para que entregassem o mesmo, com medo, ela sentiu-se apavorada com o que poderia acontecer ali, não com todos, mas com quem ela se importava Draco e a si mesma. Foi assim que ela tomou a atitude que a fez ter um fim de vida tão cedo.
Todos da Sonserina tinham liberdade para fugir, na verdade todos ali estudantes, ela teria fugido, aparatado para junto de sua família, mas lembrou de Draco, mesmo com o coração quebrado ela se importava com ele, voltou para procura-lo, correu em quase todos os corredores tumultuados pela guerra atrás do loiro de olhos cinzentos, mas num desses corredores ela não foi mais capaz de desviar dos feitiços lançados de um lado para o outro, não se sabe que feitiço nem que lado que a atingiu, ela não sentiu dor, só escuridão e antes que tudo fosse varrido se sua mente ela só pensou “Draco fique bem.”
Como foi dito Pansy era uma garota comum, que cometeu apenas um pequeno erro de amar, sim ela tinha todos os defeitos já lidos e vistos antigamente, mas todos temos algum, como disse Sirius Black todos temos luz e trevas dentro de nós, o que importa é o lado no qual decidimos agir, isso é o que realmente somos. A luz de Pansy era Draco Malfoy, foi por ele que ela morreu.
Notas finais
Espero falar com vocês em breve, comentario é sempre util pois a opiniao de voces é muito importante para mim. ♥
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