Notas iniciais
Aqui ele conhece melhor seu novo amor...
Mas seu antigo pesadelo ainda se escondia por detrás das moitas da floresta...

~ Capítulo 2 ~

~ Conhecendo a paixão ~

Fazia tempo que eu a estava encarando... Fazer o que? Estava eu apaixonado?

Ela me nota a olhando... Mas eu me incho e faço pose para chamar a atenção dela para mim, mas ela nem liga! Ela me vê ri, e sai desfilando gloriosamente e me fazendo babar de tanta paixão.

Nem sabia ainda o que fazer, mas tinha que conhecer o ambiente novo para me acostumar com as "pandicas" que poderia encontrar por lá... Fazer o que eu era um garanhão na minha terra... Por que eu não seria aqui também? Tem sentido...

Comecei a andar de peito inchado no meio de todos os que estavam lá, até que me deparo com o fim de uma grade, realmente a sela era bem grande!

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Continuando a exploração junto ao mato da jaula, eu estava andando e de repente vejo...

Aquela panda do começo, junto a outro panda macho! Aquilo me deixou muito irritado! Aquela coisinha fofa com uma mané qualquer... Era comigo que ela deveria estar trocando abraços e beijos de afeto...

Mas então eu me irritei para valer! Meu sangue ferveu e só me segurei para não atacá-lo, quando notei uma bando de pandas fêmeas passando pela minha frente e me paquerando...

Quando já estavam em uma posição distante de mim, eu não me segurei mais... (Naquele momento eu não poderia passar uma primeira má impressão sobre mim para as belas damas da jaula dos pandas, por isso não pulei nele...).

Saltei na frente dela e separei os dois com um arranhão no braço do macho, que fez ele cair no chão e com o susto sair correndo com medo de mim.

Quando me virei para receber os meus "parabéns'', recebi um chute da panda. Ela me olha nos olhos e me diz:

– Seu bobo! Ele é meu irmão! Estava pedindo para ele pegar bambu nos comedouros para mim — põe as mãos na cabeça.

Eu fico confuso e pergunto a ela:

– E porque você não vai pegar? — me levanto.

– Não gosto do número de pandas machos que tem lá... São repugnantes e nojentos — e se vira para ir embora.

Mas eu não deixaria uma dessas passar, e a intercepto com o argumento:

– Mais o maior perigo está aqui! — e abro meus braços.

Ela bufa de raiva e pula em cima de mim brava, e começa a me bater loucamente e sem parar.

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Sem entender nada eu a paro a tempo de ela não me matar...

Ela tinha me cortado com as unhas e me mordido na cabeça e nos braços. Depois de segurá-la eu a solto e rolando ela cai de pé, e termina sua aparição me dizendo bem grossa:

– Se me atrapalhar de novo... Não vou mais pegar leve nos meus arranhões! — e aponta para meu coração.

Eu fiquei sem entender o que ela tinha me dito, mas preferi deixá-la ir, para poder continuar vivo até o dia de voltar para minha amada casa.

Sentia a cada segundo mais saudade de casa... Nem pensava direito mais em nada que pudesse encontrar naquela "prisão", mas sim, nas minhas profundas diverções com amigos e... Família.

Em certo momento, eu paro para pensar sobre o que todos estariam fazendo agora na minha ausência no bando do "Bambleiros do Norte"...

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– Na floresta -

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A grande noiva foi a procura de Marus (o panda que estava narrando até agora), horas antes dos preparativos do casamento... Mas ao saber de uma amiga que "ele tinha fugido para longe"... Ela só olha para o céu e promete a si mesma:

– Sua morte está próxima... Ou não me chamo... Pandina Bambu...

• Continua •

| Cap. 3 — 03/04/13 |

Notas finais
Comentem meus leitores amados...
Ou um panda vai atrás de vocês...
kkkkk.... Brincadeira...