Paixão E Provocação.
2 Capítulo 2
Notas iniciais
Agora vamos ao que realmente enteressa...(kkkk)
Grissom desprendeu-lhe o sutiã, liberando lentamente os pequenos e lindos seios. Usou a propria peça para provocá-la passando-a pelos mamilos que já estavam deliciosamente intumescidos. Sara gemeu e arqueou o corpo na direção dele. Grissom percebeu no semblante dela a frustração que estava sentindo com a barreira que ainda existia entre ambos. Ele também sentia a necessidade de não haver absolutamente nada entre eles.
Sara que neste momento estava com as mãos entre os cabelos grossos e sedosos de Grissom, mudou seu foco e levou as próprias mãos com a intenção de retirar a calcinha, a única peça existente e que impedia que seus corpos tivessem total contato. Mais Grissom a fez parar, pois ele amava fazer essa parte. Grissom percorreu com as mãos a semi – nudez de Sara, numa atitude possessiva. Ele conhecia cada centímetro daquele belo corpo, mais nunca se cansava de explorar tudo novamente como se fosse a primeira vez. Grissom afastou a boca para beijar o caminho de descida pelo corpo de Sara, e ela contorcia-se levemente, ele mordiscava-lhe a pele num furor e em seguida acalmava-a com a língua, e depois repetia tudo de novo e de novo. Grissom voltou sua atenção aos delicados seios de Sara, sua boca tomou posse de um mamilo ereto, enquanto os dedos se apossavam do outro, sentindo-a gemer e se contorcer. Ele sabia que o que estava fazendo era tortura, mais ele queria provocá-la ao máximo, só iria tomar pose totalmente do corpo dela quando a visse no seu limite. Dos seios Grissom continuou mordiscando-lhe um caminho que o levou ate o ventre de Sara, ele passou muito tempo atuando na barriga plana, ele conhecia muito bem cada zona erógena dela. E ele sabia muito bem que sua barriga era um esses pontos. Ele tinha consciência do quanto ela já estava enlouquecida de desejo. Ele queria dar a ela o máximo de prazer possível. Ele finalmente começou a tirar o ultimo pedaço de seda que cobria os segredos femininos.
-Por favor, Gil... Eu... Eu preciso de você agora! – Gemeu Sara elevando os quadris para que ele a desnudasse totalmente.
-Eu também preciso de você minha querida... Mais do que você possa imaginar.
Grissom puxou-lhe a calcinha e Sara cooperou para livrar-se da peça. Logo em seguida, ela afastou as pernas numa atitude convidativa. Sua Sara era um completo deleite para seus olhos. Essa mulher linda e sensual que não tinha medo de entregar-se ao mais completo prazer era toda dele! E ele quase não podia acreditar na sorte que tinha. Grissom aproximou-se dela, acomodando-se entre suas longas pernas, e ambos estremeceram de prazer quando ele desceu o corpo sobre o dela para um contato de corpo inteiro. O calor produzido pelo encontro dos dois corpos era uma sensação maravilhosa. Com um rouco gemido Sara arqueou a pélvis, querendo uma união total.
Com uma precisão incrível, Grissom penetrou as profundezas úmidas numa única e poderosa estocada. Grissom apossou-se dos lábios de Sara e tomou deles o gemido que ela dera ao ser penetrada de tal maneira. Grissom tinha total consciência do seu tamanho, e muitas vezes tomava cuidado para não ir tão fundo, e dava-lhe tempo para que seu corpo de adaptasse a ele. Mais havia momentos como o de agora, quando ambos estavam enlouquecidos de paixão, quando ambos ansiavam sentir um ao outro, esse detalhe ficava completamente esquecido, pois ambos só queriam saciar o desejo, a fome que tinham um pelo outro. Ele sentiu quando ela desceu as mãos para segurar-lhe as nádegas e mantê-lo bem fundo.
A posse era completa e totalmente mútua. Nesse momento ele pertencia totalmente a ela, assim como ela a ele. O ritmo que estabeleceram ainda não era o suficiente para toda a paixão que o tomava, e ele estabeleceu um ritmo mais forte, mais frenético, mais feroz. Ambos estavam tomados por uma paixão quase selvagem. Sara o acompanhava a cada movimento, balançando os quadris sob o corpo dele para aumentar a fricção no seu ponto especial. Cada movimento era de um prazer indescritível, e uma tortura maravilhosa.
Grissom sussurrava palavras sensuais e sedutoras, querendo fazê-la aproximar-se cada vez mais do momento cataclísmico. Ele também não estava muito longe de atingi-lo. Ele mal conseguia respirar, seu coração parecia querer bater fora do peito, ambos tremiam levemente. Ele estava se segurando para não alcançar o ápice antes dela, porque para ele, ela vinha em primeiro lugar, era tudo por ela e para ela. Antes de experimentar a força total do seu próprio prazer, ele queria sentir o dela primeiramente. Ele a fitou, os olhos cheios de desejo e luxuria centrados nela.
-Venha minha querida... Quero de presente o seu prazer...
-Oh Gil... Eu estou... Estou tão perto, mais eu não, não estou conseguindo, eu...
-Ah, consegue querida, acredite.
Ele a penetrou bem fundo, tocando em um ponto que aumentou o intenso prazer dez vezes mais. Depois ele decidiu provocá-la um pouco mais. Retirou-se quase completamente de dentro dela provocando-a ao roçar o membro ereto com a extremidade arredondada da entrada sensível de Sara. Ela gemeu, e ele repetia a combinação de estocadas,entrando e saindo. Ele a sentiu estremecer num sinal visível de que estava quase lá. E quando ele fez menção de sair novamente, ela contraiu-se internamente prendendo-o onde estava
-Oh Gil, pare de provocar... – ela disse ofegante.
Ela arqueou o corpo embaixo dele, elevando a ambos, ele já podia sentir os primeiros espasmos dela, suas paredes musculares internas contraindo-se avisando-o de que ela estava a cada segundo mais perto e mais perto. Então finalmente ela atingira o ápice, seu corpo inteiro sacudindo pelas contrações musculares tão fortes e seu corpo inteiro convulsionou. Sara gritou, a garganta rouca com a força do grito, e ele também deu um grito poderoso quando seu corpo imenso estremeceu sobre o dela. Mais Grissom evitou seu clímax, levando-a a outro quase imediatamente, e depois forçando pequenos orgasmos adicionais dos músculos dela ainda contraídos, até que ele finalmente desmoronou por cima dela, com a respiração igualmente irregular.
Por vários minutos eles ficaram em silêncio total, exceto pela respiração entrecortada de ambos. Depois Grissom virou a cabeça para o lado de Sara e beijou-lhe a orelha.
-Foi incrível querida. Você é incrível! Se sempre que me afastar de casa, for recebido assim, acho que vou providenciar outra palestra o mais rápido possível — Sara virou-se de modo a ficar com a metade do corpo sob o dorso de Grissom.
-Nem se atreva! Eu detestei cada minuto que você esteve fora. Lembre-me de nunca mais incentivá-lo a aceitar ir a qualquer lugar sem mim. Pergunto-me onde eu estava com a cabeça quando pensei que eu poderia viver um dia se quer longe de você.
-Humm, então sentiu saudades NE? – Ele a provocou.
-Senti... Senti saudades a cada batimento do meu coração. Essa cama é tão fria sem você, esse apartamento é tão sem vida sem você. Eu me perco de mim mesma sem você! Por isso Sr. Gilbert, palestras longe de casa, nunca mais!
-Eu amo você, sabia Sra Grissom? Eu também não quero nunca mais sentir essa sensação horrível que se apossou de mim a cada minuto dessa longa semana. Não quero nunca ais acordar pela manhã e não vê-la ao meu lado, não poder sentir o calor do seu corpo, ser presenteado a cada instante com seu lindo sorriso. O seu sorriso é o combustível para minha alma, você sabe disso querida. Não quero nunca mais depois de um dia de trabalho ter que voltar para um lugar vazio e sem vida. Ter você na minha vida, finalmente fez a parte do meu coração que sofrera por tanto tempo de solidão ser completamente preenchida. Eu jamais quero sentir esse vazio novamente. Essa semana foi um pesadelo que quero esquecer. Por isso palestras fora da cidade novamente, somente se minha linda e amada esposa puder acompanhar-me!
Sara o fitou por um longo momento em silencio, Grissom sentia que ela podia enxergar-lhe a alma, tamanho era a intensidade com que ela sempre o fitava.
-Eu o amo Gilbert.
-Eu também a amo minha querida.
Ficaram um longo tempo se fitando, Grissom acariciando os macios cabelos de Sara.
-Querida o que você acha de sairmos e comermos alguma coisa?
-Humm... Na verdade o que eu gostaria mesmo de fazer agora é tomar um banho. Tenho a sensação de que sai de uma maratona e meu corpo está grudento e suado. Mais tarde quem sabe, podemos sair.
Grissom dirigiu-lhe um olhar intenso. A chama do desejo reacendendo.
-Parece uma boa idéia, minha querida. Além do mais sou especialista em lavar seu belo corpo.
Grissom não deu a Sara a chance de protestar. Ele saiu da cama, ficou de pé e alevantou num único movimento.
Já a meio caminho do banheiro, Sara resolveu falar em tom de provocação:
-Posso tomar banho sozinha.
-Mais por que o faria, se estou com tanta vontade de fazer isso por você? – Em seguida ele a beijou, pondo um ponto final na tentativa de Sara de voltar a provocá-lo.
Se o ato de amor na cama fora quase selvagem e muito sensual, o banho foi uma aula de caricias suaves. Quando voltaram para a cama ambos estavam saciados e sonolentos. Grissom deitou-se puxando o corpo de Sara para junto a ele, repousando a cabeça dela em seu peito e ambos adormeceram. Sair para comer alguma coisa era o que menos importava nesse momento. Só queriam dormir juntinhos sentindo novamente o que eles haviam sido privados por uma semana, que era sentir o calor do corpo um do outro.
#FIM.
Notas finais
Obrigada pelo tempinho de vcs!
Até a próxima!
Bjus!!
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