Painting Flowers

4 Dia 2 - Everthing Has Changed


Notas iniciais
Oh, céus!
Mil, um milhão de desculpas por esse atraso imperdoável! >_
Eu posso explicar, juro que posso!
Passei três semanas doente e ainda por cima estou em época das ultimas provas e testes então... AH! EU SINTO TANTO >_
É imperdoável, eu sei!
Na verdade, eu nem queria postar o capitulo pela metade, mas já tá meio grandinho e também não queria demorar mais nem um dia!
Muito obrigada a todos que esperaram e também ao kibadynamic, pela preocupação ^^

Canadá olhou para o telefone em sua mão, ansioso, e decidiu tentar mais uma vez. Pela quinta vez, para dizer a verdade. Aquilo já estava deixando ele, que costumava ser um poço de paciência – se comparado ao seu irmão -, irritado e um tanto quanto preocupado. Ele discou o número tão conhecido e esperou.

E esperou...

E continuou esperando...

“Sua chamada está sendo encaminhada para a caixa postal e estará sujeita a cobrança após o-“

Matthew desligou impaciente, e passou a mão pelos cabelos loiros. Àquela altura a situação já estava saindo do nível profissional. Ele queria saber o que tinha acontecido com Inglaterra para simplesmente não atender todos os seus telefonemas! O britânico sempre atendia, sempre! Nunca precisava tentar uma segunda vez... Quem dera uma quinta.

Talvez ele estivesse doente por causa da crise. Nah, ele duvidava. Seria preciso algo muito mais grave para abater Arthur e mesmo assim não seria ruim o suficiente para deixa-lo inabilitado a atender ao telefone. E também achava improvável que o mais velho tivesse saído para a cidade ou coisa parecida, pois as ligações tinham sido em horários bem espaçados. O suficiente para Arthur ter saído e voltado.

Sem decidir tentar uma sexta vez– pois tinha certeza de que seria ignorado novamente -, Matthew decidiu ligar para a única pessoa que conseguia imaginar numa hora daquelas. Para seu alívio, não precisou esperar mais que alguns segundos para ser atendido:

- Allo?

- Francis, bonjour. É o Canadá. – disse, orgulhoso por conseguir fazer sua voz soar mais alta e confiante pelo telefone. Sério, poupava-lhe muito trabalho.

- Oh, Matthieu! – O sotaque francês veio forte e animado, saudando-o com felicidade como era de costume. Matthew quase conseguia ver o homem dando um de seus charmosos sorrisos e se inclinando em sua direção (caso estivessem se falando pessoalmente), enquanto conversavam. – Como vai, mon petit?

- Bem, e você?

- Ótimo, agora que consegui falar com você. – A cantada barata fez Matthew revirar os olhos. – Não esperava essa surpresa! Está planejando me visitar? Ou só estava com saudades da minha voz? É compreensível, não nos falamos há tanto tempo. – divagava com certa frustração.

- Hum... Na verdade, eu gostaria de sua ajuda em algo. – confessou incomodado.

Canadá definitivamente não gostava de pedir coisas a Francis. Ele sempre acabava sendo cobrado mais tarde, e de modos que o envolviam indo até a França para fazer alguma coisa a pedido – chantagem — do mais velho. O “alguma coisa” podia variar muito... Desde uma simples visita ou passar uns dias viajando pelas cidades mais distantes com o outro, geralmente com vinhedos incluídos. Mas independente do que fosse, terminava sempre da mesma forma: Os dois ofegantes em uma cama e um certo chefe canadense bastante irritado com a abrupta falta de seu funcionário.

Uma risadinha sacana foi o sinal que Matthew precisava para saber que o outro compartilhava seus pensamentos – mesmo que de um ângulo muito mais agradável -, então Francis prosseguiu:

- Pour vous, quelconque chose. ¹ O que deseja, mon cher?

- Eu... Preciso falar com o Arthur, meu chefe pediu. Mas eu já liguei dezenas de vezes pra ele e nada! Só queria saber se você tem alguma ideia do que aconteceu.

- Ora, L’Anglaterre tirou férias, achei que soubesse. – declarou surpreso.

Férias? Arthur não tirava férias, assim, do nada! E, tirando ou não, isso nem de longe explicava por quê ele não atendia suas ligações.

- E ele viajou, por acaso? – o canadense disse, desacreditado.

- Acho que sim. Devo ter ouvido algo do tipo.

A calma no modo como Francis falava só deixava Matthew ainda mais desconfiado. O francês podia ser tranquilo, porém nem de longe ficaria daquela forma ao saber que seu namorado só havia telefonado para saber sobre o britânico. Pelo contrário, ele estaria bem frustrado e reclamaria sobre o fato a cada segundo. Então não era necessário ser um gênio para perceber que havia algo por trás daquilo. E Matthew tinha quase certeza de que Francis era um dos mais envolvidos.

- Sabe onde ele está pelo menos? Assim não chegarei ao meu chefe com as mãos abanando. Bem... Não completamente.

- Oui, oui. L’Anglaterre deve estar no Estados Unidos. E por favor, Matthieu, não me pergunte o por quê. – interrompeu. — Eu não sou a babá daquele arruaceiro. – disse com desdém.

- Sei disso, Francis. – suspirou. Ao menos aquela atitude era normal de França. – Mais alguma coisa?

- Se você insiste eu adoraria...

- Já que é assim, tenha um bom dia. – cortou-o.

- Ah...! Você está tão cruel comigo hoje, mon petit. – replicou Francis, fingindo-se de manhoso.

- Desculpe, mas eu estou no trabalho. – Canadá respondeu com mais suavidade — Outra hora, quem sabe.

- Certamente outra hora. – uma risada charmosa e, sem dúvida, muito maliciosa veio do outro lado da linha. – Tenha um bom dia, Matthieu.

- Ah, sim... Francis?

- Oui?

- Isso não contou como um favor.

Mesmo se sentindo um pouco culpado com a grosseria, Canadá desligou antes que Francis pudesse retrucar ou tentar mudar o rumo da conversa novamente para algo pessoal que, sem dúvida, faria o canadense corar até as orelhas. Entretanto, a culpa veio de um modo ou de outro. Pois Matthew estava tão afobado que esquecera de perguntar se o francês sabia o celular de Inglaterra.

Suspirando, Canadá discou o número familiar e foi atendido prontamente por uma voz risonha:

- Acho que isso eu vou poder considerar um favor, mon cher.

Arthur rolou na cama, tentando aproveitar o conforto dos lençóis por mais alguns segundos. Há muito já estava acordado, deixando somente seus olhos descobertos o suficiente para visualizar a chuva que batia insistentemente na janela. Geez, era quase como se aquele maldito tempo o seguisse! O dia anterior estava perfeito, não fazia o menor sentido...

Contudo, também não fazia sentido que Inglaterra ainda estivesse ali. Deveria ter voltado. Deveria estar em casa naquele exato momento. Por que diabos ele tinha que aceitar, tão sem pensar duas vezes, só por que América pedira?

Certo, então talvez Arthur não continuasse na cama só para observar a chuva ou por preguiça. Na verdade, estava mais para algo como “tentar-adiar-o-encontro-com-Alfred-o-máximo-possível”... Suspirando, o inglês admitiu para si mesmo o quão infantil e idiota aquilo era. Uma hora ou outra teria de levantar e encarar a realidade: Ainda ficaria cinco dias em Nova York e era impossível evitar um encontro com o americano – ainda mais em sua própria casa.

As imagens da noite anterior ocuparam seus pensamentos. Não só o jantar tinha sido até que divertido, como também o caminho de volta. Pensando bem... Eles passaram a noite inteira conversando animadamente. E... Tinha sido bom, não é? Então por que estava com medo de começar mais um dia que poderia ser tão feliz quanto o anterior? Os novos pensamentos varreram a maioria das preocupações da mente do britânico que, com um ímpeto de coragem, levantou-se da cama. Sem se dar tempo para voltar atrás, Arthur saiu do quarto de hóspedes ainda de pijama.

Como o aposento era o primeiro do corredor, assim que deu dois passos Inglaterra já possuía uma vista quase completa da cozinha e da sala. Ele pôde ver claramente as generosas porções de comida – e com isso pode-se dizer torradas, ovos, bacon e biscoitos – que enfeitavam a mesa em conjunto com a tão conhecida rosa do dia anterior. Arthur esforçou-se para ignorar aquele ultimo fato – ele já tinha decidido não se importar, não é? – e se concentrou em acompanhar com os olhos o um tanto sonolento americano que acabava de sair da cozinha.

Alfred estava sem os óculos e, assim como o britânico, ainda de pijamas, com os cabelos loiros totalmente bagunçados, além de, óbvio, uma caneca de café fumegante em uma de suas mãos. O maior, percebendo a presença de seu convidado, virou a cabeça só o suficiente para lhe saudar com um sorriso grogue, porém brilhante.

- ‘Morning.

- Good Morning. – Arthur respondeu acompanhando-o até a mesa. – Café da manhã?

- Yeap! Feito especialmente por mim. – gabou-se antes de tomar um longo gole de sua caneca.

- Da pra notar...

O britânico analisou mais uma vez tudo que se encontrava disposto sobre a mesa e fez uma careta. Ele até conseguia entender como Alfred podia consumir aquelas montanhas de alimentos calóricos ao longo do dia, mas... Até de manhã? Sério? Bom, pelo menos as torradas e os biscoitos pareciam... Normais o suficiente para não tamparem as artérias de Arthur com gordura – como se isso fosse acontecer, de uma forma ou de outra... Ah, as deliciosas vantagens de ser uma nação.

- Acho que sobrevivo. – brincou Inglaterra. Pois, apesar de tudo mais, ainda havia o fato de que Alfred tinha feito aquilo para os dois. Ele tinha pensado no britânico! Em seu convidado! Arthur sabia melhor que ninguém o quão mal educado e egoísta o americano podia ser, então devia considerar aquilo, ao menos, como um presente bastante especial.

- Só não tem chá. – informou. – Passei um inferno para fazer ontem e você nem tocou! Hoje faça você mesmo. – Arthur lembrou-se de acrescentar “infantil “ e “mimado” a lista.

- Certo, certo... Eu já me desculpei, céus! – revirou os olhos.

Enquanto Inglaterra ia para a cozinha procurar o bule, as xícaras e os chás nos armarinhos, Alfred aproveitou para continuar a conversa da sala – uma das vantagens de se ter um apartamento pequeno.

- Iggy, você vai me ajudar a arrumar as coisas para o Halloween. – Não era uma pergunta, nem uma ordem. Era mais como se América soubesse que aquilo fosse acontecer de uma maneira ou de outra, entretanto quisesse a opinião do mais velho.

Arthur começou a ferver a água enquanto colocava o bule em cima da bancada, junto de uma caneca – nem um pouco apropriado para tomar chá, entretanto não havia achado a xícara do outro dia – com um sachê de chá preto em seu interior.

- Claro, por que não? Você bem sabe que os meus dias das bruxas sempre são melhores que os seus. – provocou. – Talvez esse ano, com a minha ajuda, você consiga algo de bom.

Um suspiro exasperado foi muito bem ouvido pelo britânico, que riu baixinho.

Uma ligeira explicação: As nações se dividiam em dois grupos durante as festas de Halloween, os daqueles que faziam festas de verdade, e aqueles que preferiam o bom e velho terror, com casas mal assombradas e tudo que tinham direito. Enquanto Arthur se divertia usando seus castelos abandonados ou casas velhas para decorá-las e – com alguma ajuda das fadas – enchê-las de monstros e assombrações, Alfred era um dos melhores dando festas à fantasia. A decoração também era excelente e durava a noite inteira, estendendo-se até o fim da madrugada. Ambos eram excepcionais em suas “categorias” e faziam o favor de fingirem desprezar a do outro. No fim, era só mais um motivo bobo para se gabarem e implicarem.

O americano jamais iria admitir o quão assustadoras eram as casas mal assombradas do britânico, e Inglaterra nunca ia dizer em voz alta o quanto as festas de Halloween de América eram incríveis.

- Não fique se achando, old man. As suas cabanas empoeiradas e cheias de monstros de borracha nem se comparam as minhas festas. – desdenhou.

- Isso é o que você pensa. Nem sei como pode chamar aquele monte de trapos barulhento e escuro de festa. Alias, não negue a verdade só porque tem medo demais dos meus fantasmas. Esse é o objetivo, right?

Arthur reprimiu a vontade de gargalhar, ele conseguia imaginar pelo silêncio que pairou no ar a cara estática e vidrada do loiro. Era impossível haver outra pessoa/nação no planeta que tivesse mais terror de espíritos do que Alfred – um dos motivos para ele detestar ir aos dias das bruxas que eram oferecidos por Noruega, Romênia ou Inglaterra.

O britânico desligou o forno e despejou com cuidado a água fervente dentro do bule, que em seguida passou para a caneca. O cheiro de chá que ele tanto gostava logo chegou aos seus sentidos, invadindo-lhe com uma sensação agradável, quase que de conforto. Tinha certeza que funcionava da mesma forma com Alfred e seu café ou seus hambúrgueres.

Pegando com cuidado a caneca quente, Inglaterra voltou para a sala, ainda aguardado uma resposta do outro.

Por outro lado, Alfred parecia muito mais interessado em devorar alguns ovos e bacon, mantendo até mesmo a cabeça abaixada em direção ao seu prato. Arthur manteve um olhar inquisidor cravado no maior enquanto enchia seu prato com algumas torradas, começando a comer também. Não tinha dito nada demais, mas será que Alfred tinha ficado chateado de alguma forma?

- América? – arriscou após alguns minutos de silêncio incômodo.

Uns grunhidos incompreensíveis escaparam pela boca cheia do americano. Mas não era preciso ser um gênio para saber que ele havia dito algo como “O que foi?”, e mesmo se não fosse, Inglaterra prosseguiu do mesmo jeito:

- Está irritado?

Daquela vez, Alfred tirou os olhos de seu prato e encarou a nação inglesa. Não havia mais nenhum sinal do sono ou de sua expressão infantil de quando estava discutindo sobre algo idiota. Pelo contrário, ele estava terrivelmente sério quando disse:

- Não fale comigo, você está do lado dos fantasmas.

Ficaram se encarando por alguns segundos, quietos. Então Arthur desabou. Ele começou a rir, um riso genuíno, uma gargalhada que somente América – e certas vezes, Japão – conseguia arrancar dele. Alfred muito menos ficou chateado com sua reação, só permitiu-se dar um sorriso contido antes de continuar comendo, ainda observando o menor.

Tinha sido uma coisa tão estúpida e sem sentido que Inglaterra nem sabia por que estava rindo tanto. No fundo, sabia que se sentiria um idiota mais tarde por causa disso. Esse era um dos inúmeros efeitos que América tinha sobre si – o fazia se sentir idiota, o fazia fazer coisas idiotas e pior, o fazia sentir coisas idiotas.

Antes que conseguissem retornar a conversa, ou só antes mesmo do inglês acabar de rir, um som agudo e eletrônico ecoou abafado do quarto de hóspedes, calando Arthur no mesmo segundo e roubando a atenção de Alfred.

- O que é isso? – inquiriu o mais novo.

- Acho... Acho que é o meu celular. Um segundo. – Inglaterra levantou-se sem mais uma palavra, ou risada, e entrou em seu quarto provisório, deixando tudo que estava fazendo para trás.

América permaneceu em silêncio, sozinho na sala, sem voltar a tocar em seu prato ou em sua caneca. Seus olhos e ouvidos estavam atentos ao quarto de visitas. Ele tentava captar algumas palavras ou significados da conversa ininteligível que não passava de burburinhos para quem estivesse fora do aposento, mas é óbvio que falhava miseravelmente.

Ei! O americano não estava se intrometendo no espaço pessoal do outro, claro que não! Ele só estava... Curioso. E um tanto quanto irritado por terem sido interrompidos logo quando estava conseguindo fazer o britânico ficar mais confortável em sua casa.

Passaram-se alguns poucos minutos antes dos sons cessarem e Arthur sair novamente, dessa vez com um envelope pardo grosso em mãos, porém com uma expressão que dizia que nada demais tinha acontecido. Entretanto, também não era a expressão risonha e incontida de antes.

- Quem era? – inquiriu Alfred acompanhando com os olhos o outro sentar-se à sua frente.

- Canadá. – diante daquilo o americano arqueou uma sobrancelha, mais interessado. Que diabos seu irmão poderia querer com Inglaterra? Notando aquilo, o britânico continuou com sua explicação: — Matthew estava me procurando há um tempo. Mas acontece que eu, bem, estou aqui e ele não tinha como saber. – confessou um tanto embaraçado – Seu chefe só pediu para falar comigo sobre algumas coisas. Nada demais, só melhor se resolvido logo.

- Hum... E o que é isso na sua mão? — voltou a perguntar, um pouco desapontado por Arthur parecer estar voltando ao seu modo “trabalho”.

- Eu tinha esquecido ontem. Meu chefe me pediu para te entregar pessoalmente, por isso eu vim. – Com um sorriso amarelo e um leve rubor cobrindo suas bochechas, Inglaterra estendeu o pesado envelope para a outra nação, que jogou-o em cima do sofá com pouco caso tão rápido quanto o havia pego. – What the fuck, Alfred? – exclamou Arthur, irritado.

Aquilo poderia ser algo importante – e deveria, já que tinha que ser entregue pessoalmente – e aquele pirralho tratava como se fosse um... um... simples pedaço de lixo! Pior, tratava como se fosse nada! Depois de todos aqueles séculos ele ainda não entendia o significado de compromisso e trabalho, bloody hell?

Todos os seus futuros protestos e reclamações foram interrompidos pelo alvo dos próprios:

- Artie, eu não te chamei pra ficar comigo pra falarmos sobre negócios. Seriously? A gente fala disso todo mês! Você é mesmo um velho, não é? Quero dizer, estamos de “férias”! Vamos aproveitar, depois discutimos essas coisas chatas, ok?

O corpo de Arthur voltou a relaxar e ele pousou suas mãos em sua caneca. Por mais que fosse difícil admitir, Alfred estava dolorosamente certo. E muito menos o britânico podia negar dois fatos: Primeiro, ele estava exausto de trabalhar, farto, de saco cheio, tudo que era possível; Segundo, ele queria aproveitar aqueles dias junto do americano, por mais arriscado que fosse.

Então, com um sorriso suave, Arthur acenou com a cabeça, concordando, e como resposta ganhou um dos famosos sorrisos ofuscantes de Alfred.

- Great! Podemos ver o negócio da festa amanhã, o que você quer fazer hoje? – perguntou empolgado.

Notas finais
A musica é, obviamente, Everthing Has Changed - Taylor Swift e Ed Sheeran
Tanto em honra a minha magnífica e paciente beta, quanto pelo refrão que é bem semelhante a situação atual do Artie e do Al ^^
Podem me xingar pela demora, apontar QUALQUER erro, ou falar que ficou horrível, sério, depois dessa eu mereço '-'
Logo, logo o próximo vai estar aqui!
Espero que tenham gostado ^^