Pai? Eu?
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Pov. Percy
Annabeth me chamou para conversar em seu apartamento, amanhã irá fzer um ano que estamos juntos, depois que saimos do acampamento sua mãe deu um carro e um apartamento para ela, e meu pai deu m carro para mim.
Cheguei ao predio dela, o porteiro interfonou e ela disse que eu poderia subir, entrei no elevador e apertei o botão, cheguei lá e apertei a campainha.
Ela abriu a porta vestindo uma calça jeans e camiseta branca.
–Oi Percy — ela me comprimentou desanimada.
–Oi...- dei um selinho nela- O que foi?
–Precisamos conversar- ela disse- Entre.
Entrei meio apreensivo, quando um filho de Atena, ou a própria Atena diz isso, salve- se quem puder.
Sentei no sofá que ficava em frente a TV, ela passou a chave na porta.
Oh-oh, pensei.Ela se sentou na minha frente, colocou o cabelo atrás da orelha, como sempre faz quando está nervosa.
–Percy...Eu nem sei como te falar.
Engoli em seco.
–O que houve? -perguntei.
Ela começou a chorar, peguei suas mãos.
–Ei, ei, o que foi?
–Percy- ela enxugou suas lagrimas, seus olhos estavam grandes como de personagens de mangá- Eu...Eu...
–O que? -perguntei apreensivo.
Ela respirou fundo.
–Eu estou gravida.
Demorei um segundo para entender o que ela disse.
Eu estou gravida. Essa palavras martelavam em minha mente.
–Mas como? — perguntei- sempre nos protegemos.
–Percy, se voce não quiser eu entendo, eu posso...
–Nem pense nisso- falei, ela olhou em meus olhos- Pai? Eu?Essa é a melhor noticia que já ouvi.
Abri um largo sorriso, ela deu um pequeno sorriso.
Me levantei e a peguei pela cintura, a girei em 360°.
A beijei, ela agarrou em meus cabelos, segurei em sua cintura fazendo ela ficar mais perto de mim.
Ouvimos umas batidas na porta, olhamos assustados, peguei contracorrente, Annabeth foi até a porta e abriu-a.
Adivinhe quem entrou? Acertou quem disse minha mãe.
Ela entrou feito um furacão.
–Percy- ela gritou- porque saiu sem avisar, eu estava no banho e quando sai voce não estava em lugar nenhum.
–Mãe é que...
–Espero que tenha um bom motivo para isso.
–E tenho- falei recuando um pouco, pois nunca vi minha mãe assim.
–Diga- ela falou com as mãos na cintura.
Dei um sorriso timido:
–Eu vou ser pai.
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