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2 II - First Date


Notas iniciais
Oii oiii gente! Aqui estou eu de novo, com um capitulo fresquinho pra vocês. este aqui é sobre o primeiro encontro deles, como eles se sentiram, ou o que sentiram quando se viram pela primeira vez. Escrevi td hoje e não revisei, então se tiver algum erro, por favor me avisem! Obrigaada a querida da Cath Locksley Mills pelo comentário no capitulo anterior. Migaa, você sabe o quanto seu apoio e sua opinião sao importantes pra mim, então espero sinceramente que goste! Booa leitura a todos!

Então tá. Tudo que Regina tinha que fazer era abrir a porta e entrar na taverna. Não podia ser uma tarefa tão difícil, certo? Errado. Aquela simples junção de gestos de girar a maçaneta, empurrar a porta e passar pelo vão aberto estava se provando ser uma meta bem mais complicada do que a morena imaginara que seria.

Já fazia um minuto inteiro que ela estava parada ali, sentindo o metal frio da maçaneta da porta contra sua pele, mas simplesmente não conseguia se obrigar a dar o passo seguinte, seu corpo paralisado enquanto sua mente mais parecia um redemoinho de pensamentos desordenados, um mais maluco que o outro, todos provocados pelas emoções conflitantes que sentia naquele momento.

Atrás daquela porta de madeira haviam muitas possibilidades, um pequeno infinito de incertezas que faziam a morena se sentir tonta e perdida. O que o destino reservava para ela no fim das contas? Será que toda aquela história sobre um novo amor realmente poderia dar certo e ela conseguiria ser feliz de novo? Se esse não fosse o caso, estaria ela preparada para sofrer uma nova decepção, uma nova perda?

Por de trás destes e de muitos outros questionamentos que turvavam sua mente, restava a esperança. Um pequenino e quase insignificante fiozinho de esperança, que fora crescendo dentro dela desde que Tinker Bell apresentara aquela possibilidade de que houvesse alguém no mundo que pudesse ama-la. Era a aquela esperança que o coração de Regina se agarrava com todas as forças, lutando contra a mente da morena, que insistia em lembra-la de todos os horrores e tristezas pelas quais ela havia passado tão recentemente.

As dúvidas ainda estavam ali, falando em sua cabeça, fazendo com que Regina se perguntasse como seria, não somente se tudo saísse errado, mas também se as coisas acontecessem como a fada verde previra. E se ela realmente encontrasse o amor de novo? Como seria sua vida? Será que o amor seria capaz de apagar todas as cicatrizes de seu coração, cura-la de suas feridas? Seria o amor suficientemente forte para fazê-la abdicar de seus planos de vingança e poder?

Para a maioria das perguntas que zuniam em sua mente feito um enxame de abelhas, Regina não conseguia encontrar nenhuma resposta naquele momento. Para a ultima delas, no entanto, a resposta surgiu em sua mente tão cristalina quanto a água de uma cacheira. Sim, claro que o amor seria capaz de afasta-la de suas atuais intenções. Ela tinha certeza que ter seu coração novamente preenchido de amor seria capaz de fazer com que as sombras da tristeza e o desejo de vingança fossem afastados.

Regina foi afastada de seus devaneios pela voz de Tinker Bell, que percebendo a indecisão da morena, voltava a falar com ela, incentivando-a a seguir em frente: — Vamos Regina! Entre lá de uma vez! O que está esperando? Não está pensando em desistir, está? Por favor, se estiver com essa ideia na cabeça, desista dela. Você não pode deixar a chance de ser feliz lhe escapar tão facilmente!

As palavras da fada verde ressoavam em sua mente, mas Regina continuava parada de frente para a porta de madeira da taverna, sem coragem para mover um único musculo que seja.

Seu maior desejo naquele momento era responder para Tinker que ela estava sendo ridícula ao disser que ela estava pensando em desistir, mas a verdade era que aquelas palavras jamais poderiam deixar sua boca. Sim, ela com certeza estava pensando em desistir, em deixar toda aquela história sobre um novo amor para trás e fugir dali tão rápido quanto suas pernas permitissem, é claro que estava. Mas ainda assim...algo a impedia de concretizar esse desejo desesperado de fuga.

Curiosidade sobre o que iria acontecer a seguir? Talvez. Ou então um ardoroso desejo de uma nova chance, de uma cura para o seu coração ferido...Fosse qual fosse o motivo, a verdade era que a morena não conseguia obrigar seu corpo a se mover, nem para entrar de uma vez na taverna, nem para sumir dali. Então ela continuava exatamente onde estava, parada com a mão na maçaneta, tentando organizar seus pensamentos confusos e suas emoções conflituosas.

— Regina, me escute. – a fada voltou a falar, exasperada ao se dar conta da falta de ação que tomava conta da morena. – Sei que devem estar passando milhões de coisas pela sua cabeça, sobre como vai ser ou o que aconteceria se você simplesmente se virasse e fosse embora, mas acredite no que eu digo, se você desistir agora vai ser muito pior do que se entrar lá e descobrir o que te espera. Você não me parece o tipo de pessoa que lida bem com remorso...imagine como será se, daqui a alguns anos você olhar para trás e se arrepender amargamente por ter fugido, por não ter nem ao menos experimentado?

Os argumentos de Tinker pareceram surtir algum efeito em Regina, que pareceu finalmente despertar do estado letárgico no qual se encontrava. A fada tinha toda razão. De nada adiantaria ela continuar ali parada, perdida em seus pensamentos. Estava na hora de agir, de tomar as rédeas de sua vida, e era exatamente isso que ela iria fazer.

— Você tem razão Tinker. Quanto mais eu penso, mais confusa estou ficando. Chega de pensar, preciso começar a agir. – com aquelas palavras, Regina respirou fundo e girou a maçaneta, abrindo a porta para o lado de dentro, o cheiro de álcool e mofo chegando a ela quase que instantaneamente.

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A cerveja desceu por sua garganta com um gosto metálico e amargo, fazendo com que ele sentisse seu estomago embrulhar, e seu primeiro pensamento foi que se realmente quisesse tomar algo de qualidade deveria ter procurado outro lugar, e não aquela taverna imunda.

Infelizmente para ele, no entanto, aquela cerveja ruim e barata, tão espessa quanto a lama, era tudo que seus parcos recursos podiam provir no momento, e, portanto, ele teria que se contentar com ela mesmo.

Se fosse em outra ocasião, um outro dia, um dia que tivesse sido um pouco melhor que aquele, com toda a certeza ele não teria ido parar ali, mas dadas as circunstancias, até que a situação não era tão ruim quanto poderia ser.

Sim, o roubo planejado para aquela tarde havia saído terrivelmente errado. E sim, ele era o único culpado por toda aquela confusão ter acontecido, mas depois de tudo pelo que passara nas últimas horas, realmente não podia reclamar do lugar no qual se encontrava. Com certeza era bem melhor que as grades das masmorras.

Robin of Locksley, ou simplesmente Robin Hood, como era popularmente conhecido por aquelas terras, sentiu a fadiga e o cansaço se instalando por seus músculos, a mente saturada por todas as coisas que haviam acontecido a ele naquele dia.

Por mais que tentasse, simplesmente não conseguia entender o que tinha dado errado. Parecia o plano perfeito...uma distração criada para surpreender quem passasse, do tipo que chama atenção de cada um dos presentes, e então ele conseguiria roubar uma grande carga que estava sendo armazenada, uma quantidade de suprimentos que poderia ajudar a tantos....mas algo dera errado. Eles estavam sendo esperados, alguém os delatara, e mesmo que não tivesse tido culpa direta no que acontecera, era assim que se sentia, culpado por não poder ajudar a quem precisava, culpado por ficar ali, afogando suas frustrações na bebida.

A porta da taverna foi aberta, uma lufada de ar frio invadindo o aposento. O loiro se virou para olhar quem havia chegado, esperando encontrar apenas mais um homem cansado do dia de trabalho ou um bêbado que trançava as pernas enquanto caminhava a procura de apenas mais uma gota de cachaça, mas o que seus olhos encontraram estava bem longe de suas expectativas.

Parada na porta, com uma expressão de determinação estampada em seu rosto, havia uma mulher. Uma moça jovem e muito bonita, a pele morena e os olhos castanhos emoldurados por longos cabelos castanho-escuros, que caiam a suas costas como uma cascata.

Sem que Robin tivesse sequer consciência do que estava acontecendo, seu olhar se prendeu ao encantador castanho que emanavam dos olhos dela, seu coração se acelerando com a intensidade daquele olhar.

Quem era ela? Quem era aquela morena estonteante que o encantava de forma tão avassaladora na primeira troca de olhares? Ele tinha certeza de que não a conhecia, nunca a tinha visto antes. Afinal, se algum dia a tivesse encontrado, com toda a certeza não teria se esquecido.

Naquele momento, toda a preocupação e a culpa que sentia a poucos segundos atrás pareceram sumir como um passe de mágica, desaparecendo enquanto eram substituídos pela visão daquela morena, que ainda se encontrava parada a porta, parecendo encara-lo com tanta fixação e intensidade quanto ele a encarava.

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A distancia que separava o balcão do bar da porta na qual Regina ainda continuava parada não era grande, nada mais do que 20 passos, mas naquele momento lhe parecia uma longa e pesarosa caminhada.

Seus olhos ainda estavam presos a imensidão azul que eram os olhos dele, o homem da tatuagem de leão que ela vira pela janela da taverna, e ali, perdida na imensidão azul daquele olhar, ela sentiu suas pernas fraquejarem e seu coração se acelerar, parecendo pular de alegria.

Aquilo era uma loucura, uma loucura completa. Ela nunca o havia visto na vida, não sabia nada sobre ele, nem mesmo como se chamava, e ainda assim, sentia que poderia ficar ali para sempre, apenas fitando aqueles intensos e profundos oceanos azuis, perdida como um naufraga em alto mar, mas sem nenhuma necessidade de ser resgatada.

Antes que ela conseguisse se forçar a se mover, a caminhar ao encontro dele, o loiro se moveu, levantando-se do banco no qual estivera sentado até que ela aparecesse, seus olhos ainda presos aos dela, e começou a caminhar, aos poucos cobrindo a distancia que os separava.

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Robin não sabia o que estava fazendo, não era como se obedecesse a um comando racional, de ir a algum lugar planejado. Não, o que o fizera se levantar fora o puro instinto, a necessidade de chegar mais perto dela, ter certeza de que se tratava de alguém real, e não de uma ilusão criada pela bebida que ingerira.

Aproximou-se devagar, sem saber o que iria dizer quando finalmente estivesse perto o suficiente para uma conversa. Sentia sua garganta seca, um nó de nervoso se formando na boca de seu estomago. Como aquilo era possível? Como uma mulher que ele nunca vira, com quem nunca trocara nem uma única palavra podia mexer com ele daquela forma?

Ele não conseguia encontrar uma explicação, seu coração sendo tomado pela forte necessidade de se aproximar, de conhecê-la, saber tudo que pudesse sobre ela. Enquanto ele andava, seu lado racional se debatia, tentando faze-lo parar. Afinal, o que ele estava fazendo? O que ela pensaria daquela atitude? Um homem que não conhecia que se apresentasse do nada, parecendo fascinado por ela? Mesmo que eles estivessem em um outro lugar, e a luz do dia, ele tinha plena convicção de que aquela seria uma situação no mínimo estranha. Como ela iria reagir a sua tentativa de aproximação? Ele não tinha como prever.

Faltavam poucos passos agora, ele já estava bem perto, e a cada passo que dava seu coração se acelerava mais, martelando em seu peito de forma desgovernada, como se quisesse romper aquela barreira.

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Seus olhares permaneciam conectados, o castanho se misturando perfeitamente ao azul. Regina sentia seu coração descompassado e a respiração acelerada. Todos os questionamentos de alguns minutos pareciam ter sido feitos a eras atrás. Tudo que ela conseguia ver naquele momento era a profundidade daqueles olhos azuis, e além deles, o belo loiro de sorriso contido e sincero que caminhava para ela, agora a poucos passos de distancia.

Tudo parecia estar acontecendo em câmera lenta em sua mente, contrastando com a ebulição que acontecia dentro de seu corpo, dentro de seu coração. Ela sentia que seu corpo acordava de um longo sono, um período de inverno no qual tudo que ela fora capaz de sentir fora a dor e a tristeza. Era como se a primavera renascesse dentro de si, um enxame de borboletas de repente desesperadas para sair se movendo em seu estomago.

Então era isso? Tinker Bell estava certa e ela ainda tinha chances de ser feliz? O pensamento rodou em sua mente enquanto ela permanecia parada na porta, a espera que ele finalmente chegasse. É claro que, ela poderia encurtar o caminho dele se começasse a andar, mas a verdade era que não sabia se era capaz de colocar um pé na frente do outro naquele momento. Simplesmente sentia-se sem forças, como uma flor arrebanhada pelo vento e que não consegue nada em que se firmar.

O momento de fascínio entre os dois foi quebrado de repente, e Regina sentiu-se sendo atirada ao chão com a força de um encontrão. Ainda esparramada no chão de madeira da taverna, paralisada pelo susto, a morena virou a cabeça para ver quem a empurrara, e deu-se encarando um velho de cabelo e barba grisalhos que agora caminhava em sua direção, trôpego pela bebida.

— Des....des...desculpe, senhorita. Deixei-me ajuda-la. – falou o velhote em uma voz esganiçada e tremula, as palavras saindo emboladas por conta da enorme quantidade de álcool que ele provavelmente havia ingerido aquela noite.

— Não precisa, obrigada. – respondeu a morena, tentando o máximo que conseguiu se afastar da mão que ele lhe estendia, sem conseguir reprimir um calafrio de medo e repulsa que a atingiu com a aproximação do velho bêbado, que agora ostentava nos lábios um sorriso malicioso, os olhos passeando pelo corpo de Regina como se pudesse devora-la com o olhar.

— Ora, mas o que é isso menina tola? Só estou tentando ajuda-la a ficar de pé. – o velho falou novamente, fazendo um movimento de aproximação como se quisesse pegar no braço dela. Assustada, Regina se retraiu, encolhendo-se para longe daquele toque asqueroso.

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— Ela disse que não precisa. Você por acaso é surdo? – Robin se viu erguendo a voz para o velho bêbado que importunava a morena que tanto lhe chamara a atenção. Sem nem parar para pensar nas implicações de suas palavras, ou mesmo de seus atos, o loiro colocou seu corpo entre a moça e o bêbado, em uma atitude protetora.

O velho não respondeu, apenas fitou seu oponente com um olhar hostil, parecendo avaliar qual eram suas reais chances caso decidisse comprar uma briga. Parecendo decidir-se pelo obvio de que muito provavelmente terminaria com vários ferimentos, ele se afastou em um andar cambaleante na direção do bar.

Ao vê-lo se afastar, Robin se virou para encarar a morena, que durante seu pequeno confronto com o bêbado conseguira se por de pé novamente. Por um momento seus olhares se encontraram novamente, e ele nada conseguiu dizer, perdido na confusão castanha e enigmática que eram os olhos dela.

Por fim, depois de alguns segundos de silencio, ele pareceu se lembrar como se fazia para falar e se dirigiu a ela, repentinamente curioso sobre como seria o som da voz daquela morena encantadora.

— Você está bem? – perguntou simplesmente, fazendo o possível para transmitir o máximo de tranquilidade e segurança em sua voz, embora sentisse o nervosismo subir por todo o seu corpo.

— Estou sim, graças a você. Obrigada por me ajudar. – foi a resposta da morena, que abriu um pequeno e luminoso sorriso, fazendo com que, mesmo que não conseguisse entender o que estava acontecendo, Robin sentisse seu coração se aquecer e sua respiração se soltar, aliviado com as palavras que ouvia.

— Não tem que agradecer nada. Eu não iria permitir que aquele velho babão tocasse em um fio de cabelo seu, tenha certeza disso. – falou o loiro, sem saber ao certo de onde aquelas palavras vinham.

Ele mal a conhecia, não sabia nem mesmo o nome dela, e ainda assim, o sentimento de proteção era algo instintivo, como se fosse à coisa mais natural do mundo, como se eles não fossem estranhos um para o outro. Por um momento, pareceu a Robin que ele a conhecia a anos, e que faria qualquer coisa para protege-la.

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Aquelas palavras fizeram com que Regina sentisse seu coração saltar de alegria, feliz em ver o carinho que estava presente nas palavras do loiro que estava a sua frente. Aquela era decididamente uma situação estranha, e ela não conseguia decidir como agir, como se portar.

Parecia que, ao cruzar seu olhar com o dele todo o restante desaparecera, tudo sumira, deixando um espaço vazio que rapidamente fora preenchido pela imagem do loiro forte e de sorriso doce. Ela não conseguia explicar, não conseguia entender direito o que estava sentindo, mas a verdade era que sim, ela sentia algo forte na presença dele, uma ligação instantânea e inexplicável, que a fazia se sentir forte e vulnerável ao mesmo tempo.

— Eu sei que não, e agradeço por isso. Posso perguntar o seu nome? – as palavras saíram dos lábios de Regina, fáceis e certas, como se sempre estivessem ali, apenas esperando o momento certo para que fossem ditas.

— Eu sou Robin. Robin Locksley. E você é? – a resposta dele chegou aos ouvidos dela poucos segundos depois, e por um momento ela pensou em como queria que ele a conhecesse. Iria se apresentar como a filha de um príncipe? Ou apenas como ela era de verdade, apenas e simplesmente Regina?

Não, sem realmente saber ou se importar com a razão disso, ela se deu conta de que queria que ele a conhecesse como ela era, e não por títulos ou honrarias. Com esse pensamento em mente ela respondeu o que havia sido lhe perguntado com uma única palavra: — Regina.

— É um prazer conhece-la, milady. – foram as palavras dele para ela, tendo em seguida pegado uma de suas mãos e levado aos lábios em um gesto cortês e delicado, que fez a morena sentir um arrepio percorrendo todo o seu corpo.

Notas finais
E então, o que acharam? Como será a relação deles daqui pra frente? o que vocês esperam?? Aguardando ansiosamente por reviews!! Beijooos