PROJETO Z.W
2 Cárcere de Privado
O Governo nos obrigou a não sair de casa, eu não vou ficar aqui dentro nem por um minuto já fiquei muito tempo nesta casa, exatamente a 3 dias, vou saindo da casa lentamente e noto que não fui o unico a fugir de casa, só que minha malandragem dura pouco quando noto que estamos cercados, isso mesmo, toda minha rua está cercada, com grandes grades alta o bastante para não conseguirmos pular e impossivel de escalar
Noto que um aglomerado de pessoas estão rodeando alguns militares, vou correndo até eles.
— Senhoras e senhores, temos um aviso oficial do presidente, gostariamos do silencio de todos
O Silencio não é imediato e o policial tem que gritar novamente para todos prestarem atenção;
— Obrigado. Disparou ele
— Estamos lidando com algo que não conhecemos, o vírus KD10 sofreu mutações e tivemos que isolar alguns locais da cidade, gostariamos a todos que não tentem pular a cerca nem danifica-la, estas cercas estão protegendo vocês contra o vírus, evitem contato com qualquer coisa de fora da cerca.
Ele não fala nada, e nos observa, seus olhos vão varrendo a multidão e pousa em mim, seu olhar frio. Os olhos deles logo voam de mim e vão parar nos meus pais que vão chegando logo atrás de mim
— O que houve? Pergunta minha mãe
— Um vírus atacou e não podemos sair daqui até eles resolverem
— Por isso não podiamos sair de casa, muito estranho, tem algo a ver com o KD10?
— Sim, ou algo do tipo.
Meu pai pigarreia atrás de mim quando vê o soldado se aproximando
— Olá, sou o coronel Marth, o seu filho deve ter falado o motivo de toda as cercas
— Sim senhor. falou meu pai
— Espero que entendam. Obrigado.
— Sim senhor, entendemos, só gostaria de saber o real motivo.
— Bem, vamos apenas dizer que o vírus transformou algumas pessoas em monstros, por favor não comente com ninguém. Sussurrou ele
— C...Claro, como assim monstros? Falou meu pai
— O Vírus afeta o cerebro fazendo com que as pessoas infectadas passem a ser agressivos e canibais. falou o militar
— Eu sou cientista, eu posso ajudar com alguma coisa? responde meu pai
— Bem, me acompanhe por favor.
Meu pai vai seguindo o coronel, minha mãe entra em casa e eu fico sentado no meio fio.
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