Notas iniciais
Desculpa a demora, tivemos pouco contato nas férias, mas estamos aqui de novo.
Desculpa pela demora mesmo, e pelos erros de ortografia.
Boa leitura.
Comentem gente, todas nós ficamos mais felizes quando comentem.

P. D. V. Patricia

- Vamos filha, acorda. — Falou minha mãe entrando no quarto, ainda estava com sono. — Hoje você vai para Darkness. — E eu dei um pulo da cama com isso.

- Verdade, vou tomar banho. — Falei e entrei no banheiro escutando a minha mãe rir.

Tomei um banho super gostoso, e eu estava super nervosa e tomar um banho me acalmou um pouco, só por 10 minutos. Desci e tomei um belo café, afinal, não sei quanto tempo vai demorar até chegar lá. Subi e acabei de me arrumar, nada de mais, só conferi se estava tudo certo.

Desci e encontrei a minha mãe sentada no sofá me esperando e esperando o meu pai, acho que ele tinha ido pegar alguma coisa lá no quarto deles, mas eu não escutei nada quando passei de lá. Me sentei no lado da minha mãe e fiquei vendo o documentário, estava falando de um acidente de transito no outro lado da cidade.

Quando finalmente o meu pai desceu entramos no carro e partimos para o sul, onde ficaríamos longe do acidente, ainda bem. Fomos nas primeiras horas escutando musica, sem falar nada, só algumas vezes meus pais começavam a falar sobre coisas que eu ainda não entendia, então ficava olhando a paisagem passar.

- Patricia, entramos chegando. — Falou meu pai.

- Legal. — Falei animada, olhando para frente sorrindo.

Mais alguns minutos se passaram e quando finalmente chegamos, eu acho, passamos por um parque e paramos logo a frente de um carro estacionado.

- Filha, você tem que entrar naquele parque onde vai ver placas ou uma moça dando as informações. Com certeza vai ter alguma coisa como sobrenaturais perigosos, você vai para o outro lado. Depois você segue até achar uma placa dizendo "Sobrenaturais que podem oferecer seus próprios conteúdos", você vai para o outro lado e coloca isso no objeto que vai aparecer. — Falou me explicando tudo e me deu um pote com um sapo, aqueles que usamos em poções.

- Só isso? Depois entro na Darkness e procuro o meu dormitório? — Perguntei para conferir.

- Isso, mande uma mensagem quando estiver tudo calmo. — Pediu papai e eu concordei com a cabeça.

- Boa sorte filha. — Falou minha mãe e me deu um grande abraço e um beijo, dei um beijo no meu pai e sai do carro com a mala.

Andei até a porta do parque e vi a placa em cima da porta "Parque Surnaturel" eu não sei o que isso significa. Quando olhei para baixo de novo, vi um menino que abaixou a cabeça junto comigo, e eu o conhecia.

- Edmundo? — Perguntei.

- Patricia? — Perguntou junto comigo.

- O que faz aqui? — Perguntamos juntos, de novo.

- Vou estudar na escola. — Respondemos juntos e começamos a rir.

- Não sabia que você vinha para cá. — Falei ainda rindo.

- Meu tio convenceu o meu pai. — Falou. — Vamos entrar? — Perguntou dando um braço como se ele estivesse me levando para um baile.

- Claro. — Respondi e segurei o braço dele.

Entramos e começamos a conversar sobre o que achávamos da escola. Fomos andando até quase o final do parque onde tinha uma placa dizendo:

"Sobrenaturais perigosos á direito, outros a esquerda"

- Acho que vou para a direita. — Falou Edmundo dando um sorrisinho.

- Tchau, nós nos vemos mais tarde. — Falei e cada um foi para um lado.

Andei por um caminho, fiquei pensando o que eu faria com o sapo, que eu tinha escondido quando sai do carro. Andei mais alguns minutos até achar outra placa. "Sobrenaturais que podem fornecer seus próprios conteúdos" e tinha uma seta para a esquerda, foi para o outro lado como minha mãe tinha falado para eu fazer.

Andei mais alguns segundos até achar uma porta escrita: "Passagem de sobrenaturais" Abri a porta e entrei em uma sala, olhei em volta e tinha uma porta de elevador com uma caixa no lado onde tinha "coloque o conteúdo aqui". Era uma casa bem velha, mas poderia ser usada sem problema.

Fui até a caixa e coloquei o sapo dentro da caixa, e esse sumiu depois de alguns segundos. Mais alguns segundos e a porta do elevador abriu, entrei e apertei no botão S, que significava sobrenatural. Logo depois o elevador começou a descer, mas muito rápido e tive que me segurar para não cair.

Em 30 segundos o elevador para e a porta abre, mostrando um lugar que tinha uma moça com muitas chaves atrás de si. Tentei arrumar a minha roupa e o cabelo e sai do elevador, fui até a moça em frente ao balcão.

- Nome. — Ela pediu sem olhar para mim.

- Patricia Mordai. — Falei, ela virou para as chaves e pegou o número 17.

- Seu quarto é esse, sai pela porta. — Falou e apontou para a porta.

Fui até a porta e sai, já estava dentro da escola. Olhei de um lado para o outro e sai para o único corredor que tinha. Fiquei procurando alguma coisa para me dar uma dica de onde deveria ir, e achei uma placa falando que atrás da porta ficava os quartos ou chalés como estava escrito.

Atravesse a porta e vi mais a frente um lugar aberto, pode ser considerado o jardim ou coisa assim. Andei pelo pequeno corredor que levava até o jardim e pude ver uma porta onde deveria ficar os chalés. Fui até ela e a abri encontrando um corredor com varias portas por ele.

Fiquei andando pelo corredor até achar a porta com o número 17 na frente. Entrei e encontrei um quarto bem aconchegante, com três camas e um armário médio para colocar alguma coisa. Olhei pelo quarto e tinha mais uma porta para onde era o banheiro, e dele tinha saído uma menina.

Ela era alta e muito pálida, tinha o cabelo escuro, um marrom um pouco mais claro que os outros, olhos verdes claros que pareciam brancos dependendo da luz que tinha no lugar, um corpo super bonito com belas curvas.

- Oi, Marina Jonas, prazer. — Falou me dando um abraço, que simpatia.

- Oi, Patricia Mordai. — Falei dando um sorriso para ela.

- Você é o que? — Perguntou se referindo ao poder sobrenatural.

- Sou uma bruxa. — Respondi ainda sorrindo.

- Sou vampira. Pega uma cama. — Falou e se sentou na que estava perto do armário.

Fui até a que ficava mais perto da janela e coloquei minha mala perto da cama e me sentei na cama, ela era macia. Gostei daqui, depois mando uma mensagem para o papai.

P. D. V. Edmundo

Me separei da Patricia e fui até onde tinha uma porta. Entrei e desci a escada que se encontrava lá, chegando em frente a uma balcão que tinha um moço olhando uma lista. Cheguei perto dele e ele me olhou, apertou os olhos e depois voltou ao normal.

- Lobisomem, é? Nome, por favor. — Pediu como ele sabe que sou lobisomem.

- Edmundo Carter. — Falei e ele olhou na lista. — Como sabe que sou um lobisomem? — Perguntei enquanto ele procurava a chave do meu quarto.

- É um dom que eu tenho. — Falou e virou para mim. — Seu quarto é o 44, é só seguir pelo corredor que vai aparecer uma porta escrita "Chalé" em cima, é só entrar e achar o seu quarto. — Me informou sorrindo.

- Obrigado. — Agradeci e como resposta ele assentiu com a cabeça.

Sai da porta e segui o corredor como ele tinha falado, logo achei a porta. Segui por outro corredor e sai ao ar livre, segui até o lugar onde era para ser os quatros e segui até o quarto 44. Abri a porta e tinha um sátiro andando de um lado para o outro.

- Acabei de chegar e já perdi alguma coisa. — Falou e parou de olhar quando me viu parado na porta. — Oi, Lino. — Falou e levantou a mão.

- Edmundo. — Falei e olhei para a mão que ainda estava levantava. — Ha, é para tocar. — Falei e bati a minha mão na dele, que deu um sorriso enorme. — O que estava procurando? — Perguntei depois que coloquei o minha mala na cama que seria minha.

- Um livro, eu preciso desse livro. — Falou e eu o vi em cima da cama.

- Aquele? — Perguntei e apontei para cama.

- Esse mesmo. Obrigada. — Falou pegando o livro, e eu ri disso.

Ele tinha olhos verde-escuros e cabelos encaracolados castanho-claros,usava uma blusa verde.

Me sentei na cama e peguei o livro que minha mãe me deu, claro sem meu pai não sabe. Era "Como controlar seu lado maligno perto da sua namorada — Guia de auto-ajuda". Eu não tenho namorada, mas ajuda muito com as outras pessoas.

Depois de alguns minutos entrou um zumbi no quarto.

–Oi. — Falou apenas depois de entrar no quarto

–Oi, cara. Eu sou Lino. — Respondeu o Lino erguendo a mão para um "toca aqui". Ele ficou olhando para ela como se o Lino foce louco

Lino fez uma uma cara de ofendido e murmurou algo como "credo, cara grosso" e virou para a cama de novo. Fiquei na minha, fingi que não tinha o cara entrar no quarto e continuei a ler o livro, só olhei quando ele olhou para mim.

- Oi, eu sou Edmundo. — Falei dando um sorrisinho e ele ficou em silencio me olhando. — Qual é o seu nome? — Perguntei devagar demais para soar simpático.

Qual é? Eu nunca tinha falado com um zumbi ou visto um, e quando falo parece que ele não entendeu, não me culpem por isso.

- Mapril. — Respondeu apenas e fez uma careta, acho que ele não gostou da minha atitude.

- Olha, desculpa se pareceu grosseiro, mas é que nunca vi um zumbi e muito menos falei, não sei como agir. — Falei tentando me desculpar.

- Tudo bem, eu entendo. — Respondeu dando um mini- sorriso.

- Obrigado. — Respondi mais aliviado, não queria estar brigado com o meus companheiros de quarto, que futuramente podem ser meus amigos.

- Então, se eu te irritar você vai me morder? — Perguntou sorrindo.

- Não. — Falei rindo.

- Lino. — Falou Mapril e Lino ficou de frente para ele, serio. Mapril levantou a mão do mesmo jeito que ele tinha feito antes.

Lino olhou para a mão dele e deu um sorriso e tocou na mão dele, e todos rimos, vai ser divertido.

Notas finais
Espero que tenham gostado.
Comentem o que acharam.
Obrigado por lerem.