Notas iniciais
Olá, pessoas que de alguma forma chamei a atenção para ler essa história. Finalmente criei coragem para escrever algo que a tanto tempo queria. Espero agradar vocês e não decepcionar.
Boa leitura ♥

Era uma manhã fria em Viena, como na maioria dos dias nessa época do ano, e eu realmente preferia esse clima, que juntamente com a chegada do natal faria a combinação perfeita para a maioria das pessoas que se aglomeravam nas ruas em busca dos últimos preparativos de suas ceias. Eu me questionava sobre o motivo dessa empolgação toda nas ruas incrivelmente lotadas no centro da cidade, afinal, era só o natal. Pessoas iam e vinham sem se importar com quem estava ao seu lado, falando em seus telefones, discutindo o que comprar, que decoração iriam usar, completamente alheias. Em um café eu me encontrava aquecido, em corpo, observando uma moça de longos cabelos loiros, impecavelmente alinhados, de um rosto agradável aos olhos, muito bonita eu diria, mesmo sendo dona de um nariz um tanto grande para um rosto de formato tão delicado. Ela conversava ao telefone com alguém, enquanto bebericava algo em sua xicara –Que tom de vermelho eu deveria escolher para a toalha de mesa? –Alguém a respondeu do outro lado da linha a fazendo pensar melhor –Certo, talvez fosse melhor o verde musgo –A moça dos cabelos loiros mudou a feição rapidamente para alegria quando avistou alguém se aproximando. – Depois eu falo com você, até mais. – Desligou o telefone sem nem aguardar uma resposta. Chegou ao seu lado um homem alto de cabelos grisalhos, com um olhar cansado aparentemente. Se curvou sobre ela e lhe beijou a testa em uma demonstração, acredito eu, de carinho. – Bom dia, minha filha. Desculpe a demora, fiquei preso no transito. –A mulher simplesmente sacudiu a cabeça em sinal negativo e disse –Não tem problema nenhum, papai. –O homem sorrio singelo –Você já pediu algo?

Eles embarcaram em uma conversa animada sobre final de ano onde, ao que parece, viajariam juntos no ano novo. A pergunta que não quer calar é onde eu entro nessa história toda, seria eu só um louco cuidando da vida alheia? Louco, talvez, mas o motivo de eu estar aqui é bem simples, ou não. Aquela moça ali sentada era Mayla Hoffman, conversando animadamente com a pessoa que para seu azar me trazia ali hoje, seu pai Ary Hoffman empresário e presidente de uma das maiores empresas de bebidas da Europa.

Quem sou eu? Eu sou Nikolaus Einsam o homem designado a matar o senhor Hoffman e essa é a minha história...

Notas finais
E aiii, o que acharam? Me digam nos comentários!!!
(Por favor não deixem de comentar)
Estou ansiosa para a opinião de vocês.
Beijocas e até a próxima.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.