Notas iniciais
Esses capítulo saiu bem mais longo que o anterior; com masi cenas, detalhes e pessoas diferentes.
Espero que gostem tanto quanto eu!
OBS: Se tiver muitos erros ortográficos/gramáticos, me avisem e me perdoem, eu dei uma revisada bem por cima, mas eu passei o dia trabalhando nesses capítulo.
Boa leitura!

“Quando eu disse que a diretora mandou trazer todas as minhas bagagens, eu não pensei que seria tudo mesmo. Sabe, tudo? Minhas roupas estão TODAS aqui. Desde as minhas vestes da antiga escola, até meu pijama de verão. Até os espelhos do meu armário, minha maquiagem, minhas meias. Tudo mesmo. Com o diferencial de que as coisas foram milimetricamente limpas e arrumadas, e que de um jeito um pouco assustador, lembram meu quarto.

“Mesmo com tudo isso, eu ainda me sinto meio – deslocada. Será que um dia eu vou me sentir em casa? Isso aqui é tão diferente! E eu não consigo deixar de sentir falta deles...”

Annita fez uma pausa nos seus devaneios. Encarava a grande janela, sentada em uma espécie de pequeno sofá que estava logo em baixo da mesma. Suspirou.

–Justo poções a primeira aula...- disse ao apoiar a cabeça na beirada da janela. Era um enorme quarto; a cama de dossel de cortinas brancas fazia com que o lugar parecesse ainda mais amplo, claro... e vazio. Tinha um banheiro logo a direita da mesma janela onde estava sentada. Olhando da porta, o único ponto brilhante de luz no quarto era ela.

–Ah, eu vou me arrumar... Não que eu tenha outra coisa pra fazer – murmurou ela. Uma mania irritante que ela desenvolveu de uns meses pra cá.

Foi enquanto escovava os dentes que ouviu uma barulho de asas no quarto. Assustada foi verificar o que era, e se deparou com uma coruja castanha, de olhos verdes enormes. Ela não esperava uma carta numa hora dessas. A maioria das pessoas nem tinha acordado direito, e a diretora não tinha mais motivos para lhe mandar uma carta.

–Bom, vai ver ela se esqueceu de pedir algum livro, ou coisa do gênero.

Mas quando pegou a carta, o remetente a surpreendeu.

–Monitoria de Hogwarts. – leu em voz alta – Poxa vida. Por essa eu não esperava. – e abriu o envelope.

“Cara Srta. Boderdad,

Seja bem vinda a Hogwarts! Nós, do corpo de monitoria, desejamos uma boa chegada e experiência aqui na escola. A Srta está sendo convidada à participar do programa de monitoria de matérias, como já lhe foi dito. Pensando nisso, o corpo docente decidiu aceitar nossa proposta, e lhe concedemos a nomeação de monitora de Hogwarts, se a Srta aceitar, claro.

Aguardamos ansiosamente sua resposta, esperançosamente positiva. Mais uma vez, sinta-se bem vinda.

Atenciosamente,

Do Corpo de Monitoria de Hogwarts

Monitora Chefe de Hogwarts Molly Weasley II”

A menina ficou encarando a carta por mais 20 minutos, até se dar conta de que estava atrasada para terminar de se arrumar. Saiu às pressas do quarto, calçando os sapatos.

–Monitora... me convidaram para ser monitora... – disse, pasma – Uau.

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Correndo pelos corredores com as vestes que os elfos haviam deixado para ela em cima de sua cama, sabe-se lá quando, a menina se dirigiu às masmorras para sua primeira aula do dia.

–Tomara que o professor não seja um cavalo como a megera que me dava aula no Brasil. – murmurou olhando pedaço de pergaminho com seu horário.

Distraída, esbarrou em um corpo um pouco mais alto que o seu, e fez a pessoa derrubar os livros. Encabulada, se abaixou para ajuda-la à pegá-los.

–Me desculpe – começou sem graça. – Eu estava olhando o horário e não percebi que vinha alguém.

–Tudo bem – disse o garoto com a voz baixa. Isso fez Annita olhar para cima para vê-lo melhor. Um garoto alto, magricela de olhos verdes. – Não é como se eu chamasse muita atenção, mesmo – disse sorrindo. Se levantaram e se encararam ambos sem graça. – Sabe, — começou ele – nunca te vi por aqui nesse horário. De que casa você é? – quis saber ele.

“Pronto. Hora da estrangeira se apresentar.” Pensou ela.

–Bem, eu também não sei. – disse ela, rindo – Eu cheguei agora em Hogwarts. Estava procurando a sala da minha primeira aula, na verdade.

O garoto sorriu compreensivo. Mostrou a direção da aula e foi para o outro lado.

–Obrigada! – disse acenando. Ele sorriu e acenou de volta, encabulado. – Esse menino fica mais vermelho que bunda de neném espalmada. – Comentou Annita, indo em direção à aula.

Indo na direção indicada, já podia ver a sala de aula no fim do corredor, com diversas pessoas conversando na frente. Sentou-se em uma das janelas mais próximas, pegou um pergaminho e escreveu uma carta em resposta à recebida mais cedo.

“Cara Monitora Chefe,

Não tenho certeza se sou a pessoa mais indicada para um cargo desses, uma vez que sou uma aluna recém-chegada, e muito menos estou cursan—“

Annita se interrompe quando percebe que tem uma sombra em cima de seu pergaminho. Quando olha para cima, um par de olhos cinzentos à encara.

–Posso te ajudar? – perguntou ela, incomodada.

–Você não devia estar na sua aula? Todos entraram já faz alguns minutos. – disse o garoto. “Intrometido.”, concluiu ela.

–E você também não deveria estar na sua? – perguntou por impulso. Depois se arrependeu. O garoto não estava sendo rude, nem nada. Só curioso. E ela odiava isso.

–Desculpe. – disse ele simplesmente, fazendo-a se sentir um traste.

–Ah, tudo bem, me desculpe você. Ah, na verdade, sim, eu estou atrasada, ainda bem que me lembrou. Eu perdi a noção do...

–Eu não pedi um resumo da sua ópera. Só levanta e vai para a aula, não? – Disse ele simplesmente. Curiosamente, seu rosto não expressava rudeza, ou desgosto. Ele só dizia as coisas simplesmente. Virou às costas e seguiu na direção da mesma sala.

Annita bufou de impaciência. “Que grosso!”. Olhou para o seu pergaminho com interesse. “Bem, se eu fosse monitora... Não custa nada tentar, não?”. Voltou a escrever, agora com pressa, pois o barulho na sala já estava reduzido, o que indicava que o professor começara a falar.

“Cara Monitora Chefe,

Não tenho certeza se sou a pessoa mais indicada para um cargo desses, uma vez que sou uma aluna recém-chegada, e muito menos estou cursando o sexto ano. Porém, acredito eu, que não custa nada tentar.

Eu adoraria ser útil como monitora.

Encantada,

Annita Boderdad.”

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Batidas leves foram ouvidas na porta no fundo da sala, chamando atenção do velho professor.

–Pode entrar – disse o homem encarando a porta intrigado. Uma menina apareceu ali. Jamais a tinha visto ante. – Posso ajudá-la?

–Ah... – começou a garota – Na verdade senhor, vim assistir à aula. Desculpe-me pelo atraso, tive certa dificuldade em achar a sala. – disse a menina, corando.

–Minha cara, acho que não te vi antes na minha aula. Você seria?

–Annita Boderdad, senhor.

“Ah, sim, a brasileira!”, pensou o velho. Abriu um sorriso leve e convidativo, acenando às bancadas, para que ficasse a vontade.

–Faça-se à vontade senhorita. – disse ele – Bem, continuando... De todos os ingredientes presentes em suas bancadas...- continuou o homem com sua aula.

Mas o som da voz dele deixara de ser importante quando ela sentia aqueles milhares de pares de olhos em cima de sua nuca, enquanto se ocupava em sentar no banco mais longe possível dos outros alunos.

“Meu Deus!, parem de me olhar! Que irritante!”, pensou ela, levantando os olhos determinada a ignorar os olhares. Aos poucos os olhos se voltaram para o professor barrigudo, o qual dava uma risada de uma piada tosca envolvendo rabo de rato.

Annita rabiscava seu caderno quando reparou em uma pessoa praticamente jogada em cima de um jornal, algumas bancada à frente da sua. A foto do jornal chamou sua atenção, não porque era chocante, mas pelo fato de não se mexer. “Um jornal trouxa”, pensou; “O que ele faz com isso?”.

Curiosa, a menina se inclinou um pouco para ver a manchete da matéria, infelizmente se fazendo ser notada pelo garoto que segurava o jornal. Suas vestes eram assim como as dela, pretas, com o diferencial de que os detalhes, as cores e o brasão nela indicavam que ele estava na Corvinal. O menino a encarou, e quando a reconheceu de alguns minutos mais cedo, deu um sorriso debochado. Bufou, balançou a cabeça e virou para frente.

“Corvinal o cacete. Esse moleque é metido demais.”, concluiu. Balançou a cabeça e voltou sua atenção para a bancada.


A aula se passou sem grandes problemas; a menina era muito boa em poções, apesar dos desentendimentos que tinha com a antiga professora. Slughorn dava uma abertura muito maior para os alunos, e isso a deixou instantaneamente relaxada. “Fica muito mais fácil aprender assim”. No fim, o professor pediu que ela esperasse um minuto após o horário, e assim ela fez.

Enquanto o velho arrumava os armários no fim da sala, o garoto da Corvinal de mais cedo parara na frente dela.

–Hm? – bufou Annita – Posso ajudá-lo em alguma coisa?

–Hm... – imitou ele – Meu nome é Scorpius... Malfoy. O seu é...?

–...Oi? – perguntou com um riso de leve – você realmente não sabe iniciar uma conversa, não é? Ou uma amizade, ou se impor menos.

O Menino riu também, esperando ela responder e fazendo-a revirar os olhos. “Tem louco até na Inglaterra, Deus que me perdoe.”

–Ah, ok. Meu nome é Annita; Annita Boderdad.

–Novata. – concluiu. – O que faz nessa aula?

–Estudando, obviamente. – ela já estava começando a ficar incomodada com o interrogatório. – Você é muito estranho, garoto. E sabe,... seu nome não me é estranho.

–Provavelmente não. Bem até. – virou as costas e se foi. “Crendeuspaitodopoderoso. O que é que foi isso?”, pensou. Suspirou exasperada e voltou a guardar o material. Logo, o professor a chamou.

–Srta Boderdad, não? – começou – Seja bem vinda a Hogwarts. A Diretora McGonagall deixou a nós, professores, a par de sua vinda para esta escola.

–Ah!, sim senhor, muito obrigada, mesmo. – respondeu a menina sem graça

–Estou inclinado a dizer que a senhorita irá gostar muito deste lugar, sabe. Ele é único, assim como a senhorita. São poucos os brasileiros que vem para Hogwarts nos dias de hoje. Além do mais, — continuou — soube que suas notas são exemplares. A senhorita não terá dificuldades em brilhar nessa escola.

–Oh!, bem, muito obrigada Prof Slughorn. – agradeceu ela- Se bem que brilhar... não é muito a minha – adicionou baixinho, para ele não ouvir.

–Bem! Não quero prender a srta aqui, certo? Aposto que tem outras aulas também!

–Ah, é, aham! – disse ela se retirando as pressas – Até, professor! Obrigada! – Bateu a porta atrás de si.

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–Hm... – disse Annita andando por um corredor desconhecido – Agora, onde é o corujal? – se perguntou ela, encarando um corredor mais à frente, por onde passaram no exato momento, um casal falando alto e dando risada, com toneladas de envelopes nas mãos. – Por ali! – disse ela satisfeita.

Seguindo o casal disfarçadamente, Annita chegou em uma espécie de torre aberta bem alta, na qual via uma sujeira enorme de titica de coruja por todos os lados. Procurou uma coruja qualquer, até que uma prendeu sua atenção. Era agitada, gordinha e cinzenta, cheia de pintinhas, com olhos âmbar grandes que a encaravam com energia.

–Essa mesmo! – escolheu a garota. A coruja, de bom grado, subiu em seu braço e esticou a perninha para que ela pudesse amarrar a carta nela. – Você é mesmo uma corujinha muito fofa. Queria ficar com você, sabe? – A coruja piou em resposta – Isso, eu sei fofinha! – e riu.

Esticou o braço, passou a mão pela cabeça da coruja e a deixou ir.

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“Oi de novo, caderno. É, caderno, porque me recuso a ter um diário. Enfim; depois da aula eu respondi à carta da monitoria, e ela me mandou outra de volta, me explicando o que e tenho que fazer. Em três dias vou passar pela apresentação oficial, seleção de casa e blá, blá, blá. Vou ser anunciada monitora durante o jantar, e aposto que isso vai causar uma polêmica. Mesmo no Brasil, alunos antes do sexto ano não costumam ser eleitos para monitoria. E uma vez que eu vou passar pela seleção de casa, acho que uma casa vai ter um monitor a mais. Vai saber.

“Outra coisa intrigante: esbarrei com um garoto muito tímido hoje, que foi surpreendentemente gentil comigo. Espero que eu possa fazer amizade, não quero ficar o resto do curso sentando sozinha nas mesas e bancadas. Não conversei com quase ninguém, a não ser quando o professor de adivinhação, um centauro, que diga-se de passagem era um colírio para os olhos, nos fez deitar no chão da sala e eu acabei por esbarrar em uma menina. Ela foi muito gentil, e depois de descobrir que eu era nova na turma, me convidou para jantar com ela na mesa da Grifinória.

“Fora isso, só um loucão que veio falar comigo na aula de poções mais cedo, e uma conversa mínima com o Prof Longbottom, me perguntando como estava sendo meu dia. São todos bem gentis aqui, aposto que meus pais adorariam essas pessoas; eles amavam lidar com o mundo bruxo, uma novidade incrível para um trouxa.”

Annita terminou de escrever, e dirigiu-se para o banho. Saindo de lá, encontrou no seu quarto a mesma coruja que havia enviado para a monitora umas vezes mais cedo, com uma carta em sua pata. A caligrafia não era a de Molly.

“Venha jantar, novata. Vamos ver se você se enturma.

Ps: não se assuste, eu estava no corujal quando você pegou essa coruja.

Scorpius Malfoy”

–Esse garoto com certeza, tem problemas. – disse ela jogando a carta na cama. Porém estava interessada em como as pessoas pareciam dispostas a conhecê-la – Hunf... – bufou ela – Isso eu também não entendo direito.

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Annita desceu as escadas depois de se arrumar; preferiu tomar um banho antes do jantar. Então decidiu adiantar o dever de poções e dar uma olhada na matéria de adivinhação. Não tinha como adiar, os estômago dela já rugia, e ela queria mesmo, conversar com alguém.

Chegando no saguão principal, que parecia ser o único lugar que ela conseguia achar sem precisar de orientação, ela procurou pela mesa onde a menina estaria. Mesmo com toda a enrolação, a garota estava sentada, com um livro, uma pena e diversos pergaminhos em volta do seu prato semi-tocado. “Acho que ela esperou por mim. Que doce”, pensou.

Annita caminhou até a garota, que não percebeu sua aproximação. Depois de alguns segundos se preparando mentalmente, chamou a menina:

–Olá – disse hesitante. A menina na mesa olhou pra ela surpresa, e sorriu.

–Olha só, você veio mesmo! – disse a menina de cabelos volumosos – Que bom! Achei que você teria desistido.

–Quase – comentou Annita de volta, sentando-se ao lado da garota após ter sido convidada. – Eu dei uma olhada na matéria, adiantei uns deveres sabe.

–AI, sei. Nossa, você não sabe como aquele anão velho do Flitwick consegue passar tantos feitiços de uma só vez – comentou a menina – Ele quis que nós fizemos uma pesquisa de três feitiços usados em casa, e todos devem conseguir fazer os três que acharam. Amo ele. – completou com sarcasmo.

–Na verdade, não sei mesmo – disse Annita – Eu não tive aula com ele ainda. – deu um sorriso sem graça.

–Nossa, deixa que eu te passo tudo! Aqui estão minhas anotações, dessa semana. – disse ela pegando um rolo que devia ter pelo menos três metros de comprimentos – Sorte sua, que você só perdeu duas semana de aula, sabe.

–É, ainda bem. – disse assustada olhando para o rolo – Obrigada...

–Rose, me chamo Rose Jean Weasley. E você é Annita, não é?

–Sim, isso. – respondeu – Obrigada Rose, você é muito gentil. – segundos depois, um estalo praticamente audível se passou pela cabeça da garota. – Você não seria parente da monitora-chefe, seria? – perguntou interessada.

–Molly? É minha prima. Na verdade, um dos milhares parentes que eu tenho Hogwarts – e riu.

O jantar se passou calmo, com algumas risadas aqui e ali, até que algo chamou a atenção de Annita; o corvinal passara do lado de sua mesa, com mais umas três ou quatro pessoas, e acenara para ela.

–Rose? – chamou Annita.

–Sim?- respondeu a outra, curiosa.

–Quem é aquele? – disse apontando para o garoto.

–Ah! – compreendeu Rose – Aquele é Scorpius Malfoy.

–Não, o nome dele eu sei porque ele se apresentou hoje mais cedo. Quero saber se ele toma alguma poção pra controle psíquico.

–Oi?? – perguntou Rose, sem saber se ria ou se ficava preocupada.

–Ele veio falar comigo mais cedo. É que, além de muito esquisito, o nome dele não me soa estranho.

–Ah, tá! – entendeu a outra – O Malfoy é excêntrico, mas não é ruim. É estranho, mas não é ruim. Por outro lado, se você leu “A Guerra de Hogwarts – O Lado que Ninguém Viu” da Rita Skeeter, esse deve ser o motivo de você conhecer o sobrenome dele. Ela cita o pai dele como um ex-comensal da morte. – explica Rose, já com a expressão mais séria.

–Isso... O pai dele é Draco Malfoy, então? – perguntou pasma

–Sim. Mas não se deixe levar; — emendou Rose – Rita Skeeter é uma sensacionalista, e já escreveu diversas baboseiras sobre qualquer pessoa no mundo.

–Pois é; e continua com um público razoável. – e continuaram o jantar.

Annita subiu para seu quarto com os braços lotados de rolos de pergaminho e um sorriso no rosto; “Ao menos conheci uma pessoa interessante hoje”.


Notas finais
Espero que tenham aproveita o capítulo! Eu não sei se vou ter força de espírito para postar todo dia, é OBVIO que não, mas eu estou mesmo empolgada com esse projeto, então enquanto me sobrar energias, eu vou continuar escrevendo!
Obrigada e, novamente, se eu errei alguma coisa, ou vocês tiverem alguma opinião sobre essa fic, por favor, façam reviews, eu morros de vontade de saber o que as pessoas estão achando de tudo isso!
Beijão!