Outro mundo A.S
1 Ela entrou na casa do terror!
Notas iniciais
Em certo dia, A estava fazendo um trabalho junto com suas colegas de classe, logo percebeu que já estava tarde, então decidiu ir embora, pois seria perigoso andar pelas ruas à noite. No meio do caminho começou a sentir frio, olhou ao seu redor e viu que não havia praticamente ninguém na rua, apressou seus passos e ao chegar a uma esquina, teve que escolher duas opções de rua, uma que não havia ninguém e outra que haviam dois rapazes numa calçada, pensou rapidamente e seguiu adiante da rua sem ninguém, de repente viu um rapaz aparentemente muito bonito, e, de longe percebeu que ele abriu o portão de grade de uma casa abandonada e entrou rapidamente, logo estranhou a atitude, pois ninguém teria a tamanha coragem de entrar naquela casa porque todos diziam que era assustadora, tanto que nomearam a casa como “A casa do terror” por conta de alguns acontecimentos sobrenaturais.
Por segundos pensou em seguir para sua casa, mas resolveu entrar naquela casa por curiosidade em saber o que o rapaz foi fazer lá. Estava com um pouco de medo, mas com uma coragem maior, abriu a porta da casa que parecia uma mansão antiga, encontrou uma imensa escuridão e uma porta dourada que iluminava o ambiente, só que, a porta estava aparentemente muito distante e não daria tempo do rapaz entrar lá e concluiu que seria um fantasma, pois se lembrou do que as pessoas diziam a respeito daquele lugar, saiu rapidamente daquele local e foi para casa pensando no que viu.
No dia seguinte acordou cedinho para ir à escola, lá, em meio ao intervalo contou para seu melhor amigo B que deu uma vontade louca de seguir um jovem que na verdade estava mais pra um fantasma, pelo menos foi o que ela achou, ele começa a rir, mas logo disse que via uma garota de branco quase todas as noites andando pelas ruas a noite que parecia mais um fantasma do que humana pela sua aparência.
Quando as aulas acabaram decidiram ir até a casa assustadora para ver o que aquela porta poderia levar, não muito corajosos ficaram minutos discutindo quem ia à frente, enfim, A, decidiu ir. Quando abriu a porta ela não viu nada demais, apenas alguns móveis velhos e acabados e muita poeira como se há muito tempo, muito tempo mesmo alguém entrou lá. Ela estranha, pois estava totalmente diferente do que viu, afirmou que tinha visto uma porta dourada, como se através dela tivesse tesouros. Mas preferiu acreditar que foi imaginação ou um sonho. Voltando para casa B, do nada começa a ficar estranho diante de A, que logo percebeu que ele queria falar alguma coisa importante para ela então o pressionou.
Um pouco desajeitado e tímido ele faz com que ela volte à atenção dele..
—olhe diante dos seus olhos e responda uma pergunta sendo bem sincera. Diz ele.
Curiosa, pergunta-lhe o que serias ficando mais nervosa do que ele.
—Há um tempo eu estou gostando de você, mais que amigo e eu quero te fazer uma pergunta. Você quer namorar comigo? Disse com certo nervosismo.
Surpresa, emocionada e triste responde que não sentia paixão por ele, e que via como amigo, quase como irmão, apenas!
Entristecido, sai às pressas para casa sem dizer nada, deixando-a confusa. Sentindo-se culpada ela preferiu seguir para casa invés de ir atrás dele. Chegando em casa viu que não havia ninguém e logo começou a dançar, cantar e fazer coisas se sentindo livre, foi à cozinha e preparou um lanche bem caprichado, deixou em cima da mesa coberto e foi tomar um banho bem caprichado se sentindo uma cantora profissional, lá ela começou a pensar no seu amigo, o quanto foi triste e ruim a situação.
Lamentou por não sentir o mesmo e não saberia como seria daqui para frente depois dessa. Terminou de se arrumar, pegou seu lanche e foi para o sofá assistir uns desenhos, em determinado tempo ela ouviu um barulho em seu quarto e seu coração disparou, foi até lá para ver o que era com uma faca na mão, quando abriu a porta lentamente viu um garoto sentado na sua escrivaninha mexendo em seu notebook e começou a gritar.
Revirando os olhos ele pediu calma e tentou dizer que não era uma pessoa do mal que ia leva-la para um lugar amarrada e depois tirar seus órgãos ou coisa do tipo. E sim apenas um garoto normal que estava lá por causa dela. Ela perguntou o que fazia ali e quem era. Pedindo sigilo e compreensão ele explicou que o que ela fez foi muito arriscado, que não deveria ter o seguido e entrado naquela casa e a partir do momento em que viu aquela porta ela tinha que entrar em um jogo, que não poderia sair facilmente.
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