Notas iniciais
Demorei, mas cheguei e já cheguei phudendo... Não, não sou eu que chega assim, arrombando o Naruto. Todo mundo sabe quem é, não sabe? - corro léguas de distância de um loiro enfurecido querendo me matar. Apois negada, depois de três séculos, outro capítulo e para quem não lembra, esse tem o patrocínio do Mr. Catra. Então corra léguas que o tema dessa capítulo não é outro senão... Não direi, leia para saber!

Não conseguiam acreditar que haviam acreditado na desculpa esfarrapada que deram. Sasuke dissera que levaria Naruto para conhecer a “nova Konoha”, enquanto as crianças brincavam na mansão Uchiha. Mas claro que não fizeram tour pela vila. Usaram da supervelocidade para chegar às entranhas da Floresta da Morte, onde havia uma cabana escondida que Sasuke usava para estudos proibidos dos pergaminhos que Naruto lhe deixara.

Ninguém sabia a existência de tal lugar e nem saberiam, assim esperava o Uchiha sorrindo ao ver o imóvel. Rapidamente chegaram e a pressa se apossou dos corpos de ambos, como se fossem demônios desesperados pela luxúria.

Sasuke não sabia se abria a porta, se abraçava Naruto, se beijava o corpo de seu dobe, se fazia tudo ao mesmo tempo, se vigiava para saber se estavam sendo seguidos. Era tanta coisa e nada importava, só o homem na sua frente que não se soltava de seu pescoço. Entraram rapidamente na cabana abandonada e Naruto só teve tempo de selar todo o lugar, para que intrusos não interrompessem aquele ato de loucura.

Na pequena sala, o único cômodo ali, os dois separam-se do ósculo só para começar outro.

–Você não tem noção da quantidade de força que eu vou usar... – murmurou Sasuke beijando as costas nuas de seu dobe com devoção, enquanto retirava apressadamente as calças dele – Droga, Naruto, como é que você me faz uma coisa dessas?! Desaparecendo por quase dez anos da minha vida! – Sasuke encheu suas mãos com as nádegas macias de seu loiro – Vai, fica logo de quatro para mim antes que eu te derrube no chão!

Naruto nada disse. Só riu e ajoelhou-se, deitou um pouco o rosto no chão, para poder assistir ao desespero do moreno, e empinou bem o traseiro. Sasuke arfou com a visão tão sonhada do cú de seu dobe. Lambeu lentamente a entrada, reativando suas memórias palatares e sugou com vontade, provocando risos sensuais em Naruto. Não demorou muito para que Sasuke se desfizesse de sua camisa e logo libertasse seu pênis, que reclamava por seu lugar de direito no corpo do homem sorrindo para si.

–Empurra de uma vez. – Naruto sorriu como só fazia quando sentia o desejo assassino pulsar em suas veias – Não precisa de preparo, só manda ver. Eu quero gritar desesperadamente de dor o seu nome quando você estuprar insanamente a minha próstata.

Sasuke sorriu a la Gato de Cheshire e lambeu os lábios. Naruto aprendera a falar putaria para estimular o sexo e isso deixava o ego de Sasuke na estratosfera. Riu malignamente roçando sua glande no reto do dobe. Aquele lugar parecia virgem.

–Masoquista gostoso do caralho. – Sasuke encaixou-se entre as pernas do menor e se empurrou com todo o seu vigor para dentro dele, sentindo seu membro ser estrangulado pelas carnes quentes – Puta que...! Mas que...! Droga de...! Ah...! – mal conseguia organizar um pensamento completo dado ao nirvana que sentia.

Grunhiu, rosnou e arranhou toda a pele da bunda de Naruto, tentando exprimir qualquer forma de dizer que estava sentindo-se pleno. Sasuke respirou fundo e continuou arranhando a pele de seu dobe, como um gato sedento por carinho.

Naruto ficara estático, anestesiado pela dor de ser rasgado ao meio por aquele corpo. Tinha que confessar: sentira falta de transar com Sasuke, sentira falta da alegria que o teme conseguia emanar em seu corpo durante o ato, sentia falta de estar submisso aos desejos pecaminosos daquele atual homem. Ardia, latejava, pulsava, queimava, mas Naruto não se importava: dava tudo para sentir aquela dor que o Uchiha lhe provocava.

–Ma-Mais... – sua voz quase não teria sido ouvida, se todos os sentidos de Sasuke não estivessem em 100% com a chegada de seu dobe. Sasuke se moveu com força, indo fundo outra vez. O sangue escorreu pelas coxas torneadas de Naruto e ardência despontou como se houvessem jogado álcool na ferida exposta. Não se permitiu conter o grito – SASUKE!!! – a cada estocada o nome era pronunciado tão alto que o voo desesperado das aves que viviam na mata ao redor da cabana era embargado – SASUKE!!! SASUKE!!! SASUKE!!!

O moreno investia com toda a brutalidade que conseguia reunir, rosnando como um animal selvagem, estapeando as nádegas de Naruto a cada golpe no interior dele. Só tinha certeza de duas coisas: uma, teria que estar em casa com Naruto antes do jantar, segunda, os dois teriam que usar jutsu de cura quando terminassem.

A voz máscula de Naruto era um estimulante auditivo poderoso para Sasuke, que movia seu quadril de olhos fechados, apreciando cada sensação em sua essência mais profunda. Os arrepios elétricos do corpo do dobe era transmitidos sumariamente para o teme de tal maneira que lhe provocava espasmos. Sasuke lentamente abriu os olhos e viu o rosto retorcido de Naruto empurrando as madeiras do chão, os olhos azuis enormes clamavam por atenção e a boca carnuda, sendo mordida pelos alvos dentes, lhe fazia um inegável pedido.

O Uchiha engoliu em seco e saiu de dentro de Naruto, só para colocá-lo em seu colo e fazê-lo galopar dolorosamente em seu pau. Ambos gemiam de prazer mesclado com a dor intensa do ato feito com brutalidade, os olhos derramavam algumas poucas lágrimas que nenhum dos dois sabia dizer de que eram, as bocas nervosas não suportaram mais a distância e se uniram num fôlego só, completando a obra.

Finalmente o tão esperado beijo. Beijavam-se como se no ato de se separar fossem morrer. Só se soltaram quando já não havia como buscar ar para continuar.

Naruto agarrou-se aos espessos cabelos negros e se deixou levar. Não sabia se era ele ou se era Sasuke que se movia, dada à sincronia perfeita dos corpos. Eram eternos amantes no fim das contas. Fitou aquele Uchiha que parecia velho demais, abatido pela lamúria da saudade, a angústia da incerteza e o sofrimento do abandono.

Beijou-o com amor, com paixão, com carinho, com todos os sentimentos que guardara para aquele momento especial. Teve que soltar aqueles lábios tão apaixonados para gritar de tesão quando Sasuke atingiu a sua próstata sem piedade.

–Aí mesmo Sasuke!!! – gritou de novo, sem vergonha alguma – Depois... De tanto anos... Você ainda lembra... Onde é!!! – mal sabia o que fazer com a própria cabeça: se pendia para frente, para os lados, se a deitava no ombro largo de Sasuke. Apenas apertava os fortes tríceps com suas mãos para que seu corpo não caísse de vez do colo dele.

–Eu conheço cada centímetro do seu corpo, usuratonkashi! Podem passar mil anos e eu ainda vou saber tudo sobre você!!! – beijou-o com fogo para acalmar as lágrimas.

Apesar de querer continuar fodendo indefinidamente daquele jeito, Sasuke não queria que Naruto sofresse tanto, pois ele lhe parecia tão virgem agora, como fora na primeira vez.

Sasuke o deitou no chão e quase dobrou o corpo de Naruto ao meio, para poder meter bem fundo e sugar os mamilos rosados que chamavam a sua atenção. Mamou ali como uma criança ávida pelo leite materno e em seguida mordeu impiedosamente, quase arrancando fora a pele bronzeada. Levantou o olhar e encontrou os olhos suplicantes de Naruto: não era para parar, mas para que continuasse por outros pontos. Sasuke abocanhou cada ponto que sua boca conseguia alcançar, fazendo rubro sangue de Naruto escorrer pela pele suada.

A primeira rodada se encerrou com Sasuke afundando seu punho na madeira por causa de um soco, de tão louco que fora o orgasmo de ambos.

Naruto respirou fundo e colocou Sasuke ao seu lado, melecou seus dedos com seu próprio esperma espalhado por sua barriga e levou os dedos ao seu ânus, estimulando-o mais uma vez enquanto se colocava de três sobre o corpo suado de Sasuke. O outro não perdeu tempo: segurou ambos os pênis entre as mãos e começou uma torturante masturbação, fazendo o menor se contorcer ao beijar seus lábios e sugar sua língua.

Naruto estava perdido nos próprios gemidos abafados e nos pensamentos turvos.

Soltaram-se e Naruto ocupou-se de marcar com a mesma ferocidade o corpo de seu, ele riu ao pensar na palavra, de seu homem, como podia estando naquela situação. Sasuke molhou bem dois dedos seus e enfiou juntamente no ânus do dobe, movimentando diferentemente dos outros que já trabalhavam por ali.

Ele arfava só por ver o rosto de Naruto enrubescido de prazer.

–Sasuke... – ele gemeu choroso – Senti tanto a sua falta...

Ambos retiraram os dedos da entrada do menor e se abraçaram com força. Naruto afundou o rosto na curva calorosa do pescoço de Sasuke e chorou como criança, quando foi colocado abaixo do corpo do Uchiha e a fricção dos membros duros e expostos iniciara com seu rebolar necessitado. Eles encostaram as testas e os olhos se encontraram.

–Nunca mais me deixe. – ordenou Sasuke com a voz baixa – Ouviu? Nunca mais!

–Mas e... Hinata...? E... os seus filhos? E o povo... de Konoha?

–Hinata sempre soube a quem pertencia o meu coração e meus filhos só precisam saber a verdade depois que tiverem suas próprias famílias para cuidar. – Sasuke lambeu os lábios feridos de Naruto – Ninguém vai saber dessa felicidade... Ela é só nossa! – penetrou lentamente, fazendo a voz de o menor ser engolida por um espasmo e a cabeça se contorcer para trás – Você é meu, só meu e eu mato quem interferir no que é meu!

Sasuke capturou os lábios de seu amante, devolvendo-o o fôlego.

Naruto se desvencilhou rapidamente daqueles lábios e fitou as aquelas orbes negras sedutoras. Queria ser tragado, sugado completamente por aqueles dois buracos negros que lhe amavam tanto. Sasuke prendeu os cabelos loiros entre seus dedos e começou a estocar com muita força, obrigando Naruto a gritar e chorar novamente.

–Chore de desejo! Chore e implore por mais! – ordenava o moreno.

–Mais forte! Mais fundo! – gritava o loiro – Eu imploro, Sasuke – os olhos azuis realmente imploravam e a voz embargava – Me faça seu completamente!

Aquele pedido fora enviado diretamente dos céus para os ouvidos de Sasuke. Ele sorriu e deitou-se de lado juntamente com Naruto, ergueu uma perna do dobe com uma mão e com a outra deu sustentação a cabeça, afundou seu rosto na clavícula exposta e marcada e deixou carinhos ali enquanto empurrava para dentro de Naruto. Esse, por sua vez, só conseguiu emaranhar seus dedos nos cabelos de Sasuke e deitar o rosto no braço que lhe esperava.

Naruto abafou seus ruídos glotais no braço forte que lhe sustentava, ao passo que Sasuke tapava sua boca com o ombro de seu amante, apenas assistindo seu pênis entrar e sair repetidas vezes do interior agradável de Naruto. Fitaram-se. Estava próximo. Beijaram-se com cumplicidade e no ato o orgasmo apaixonado.

Um ficou de bruços, com o traseiro expelindo esperma, enquanto o outro de barriga para cima tentava recompor sua respiração. Fitaram-se e naquela rápida troca de olhar constataram que ainda não era suficiente. Sasuke consultou rapidamente seu relógio: tinham tempo para mais, mais o quanto desejarem ter. Olharam-se outra vez. Sasuke sorriu intencionalmente para o dobe, que logo entendeu a mensagem: moveu para cima do corpo dele, deixando sua ereção cair entre os lábios ávidos do Uchiha, enquanto buscava com sede a dele.

Sincronizaram os movimentos de vai-e-vem, ora rápidos ora lentos, mas não ficaram naquela posição por muito tempo, Sasuke queria mais e Naruto dava constantes sinais de permissão. Sentou-o de costas para si gostosamente em seu pau bem lubrificado pela saliva do dobe e iniciou uma masturbação compensatória no pênis molhado.

Moveu-se lentamente, sendo mais gentil e distribuindo vários carinhos pelas costas marcadas por arranhões e mordidas anteriores.

–Naruto, com calma agora... Nós temos tempo...

Ouviu o riso baixo e maníaco. Naruto recostou sua cabeça no ombro de Sasuke e o fitou, movimentando as sobrancelhas uma única vez. É um usuratonkashi masoquista mesmo, confirmou mentalmente Sasuke.

–Eu quero olhar nos seus olhos enquanto me fode com toda essa lentidão deliciosa... – Naruto rebolava na mesma velocidade que Sasuke investia – Não pare de olhar para mim, a única pessoa na Terra que realmente sabe como te enlouquecer.

Sasuke riu do sadismo daquelas palavras.

–Só você para me fazer isso...

–Eu tenho poder sobre você, ainda que não queira admitir, Uchiha. – Naruto enxugou suas lágrimas e empenhou-se em cavalgar para Sasuke. – Gosta disso, não é? Pode passar milênios, e você vai continuar amando isso!

–Idiota traiçoeiro gostoso do caramba. – riu-se Sasuke assistindo aquele galopar nervoso enquanto masturbava o menor na mesma velocidade – Não existe ninguém que submeta tudo o que você é que não seja eu! Sou o único que pode te dominar, eu sou o único que sabe exatamente o que fazer para ter dobrar.

–Teme! – Naruto colocou-se quatro e chamou Sasuke de volta.

Poderiam ter ficado o dia inteiro, a noite inteira, a semana toda naquela luxúria que se converteu em amor, mas havia um jantar esperando por ambos no fim daquele dia. Teriam outras oportunidades, assim julgavam a cada beijo trocado durante as investidas vigorosas. Apertaram-se com tanta força com o orgasmo que Sasuke não percebeu que sufocou Naruto numa chave de pescoço até o loiro desmaiar em seus braços.

Sasuke levou Naruto até a pequena cama, onde em outros dias ele descansava de seus estudos rigorosos e exaustivos, ali vestiu uma calça e em seguida vestiu a calça de Naruto nele. Deitou-se na cama, envolvendo o corpo desmaiado num carinhoso abraço.

O menor e mais magro adormecera por causa do golpe, mas exibia uma face relaxada. Sasuke beijou a curva do pescoço de Naruto, seguindo para o ombro e voltando para o rosto, recostou a face ali e adormeceu sorrindo. Fora o suficiente para se acalmarem por hora, por hora ratificou o Uchiha descansando ao lado do Uzumaki.

Minutos depois acordou. Ambos ainda estavam ali, deitados. O maior vestiu ambos e tomou o menor nos braços, levando-o para a cama que havia no canto da cabana. Naruto dormia profundamente, tranquilo e sem exibir as marcas do tempo. Sasuke deitou-se ao seu lado, mas não conseguiu adormecer novamente, observando longamente o homem que dormia.

–Será que algum dia eu vou te ter completamente...? — sussurrou praticamente para si, temendo tocar o rosto de seu dobe e ele acordar — Será que... — sorriu, triste e conformado — Provavelmente não... — tornou-se sério outra vez e suspirou — Mas vou fazê-lo... Nem que eu te mate...

Notas finais
Heitah... Alguém sentiu a ameaça? Eu senti! Não o mate Uchiha! Bora galera! Comigo! Não o mate Uchiha ou eu dou na sua cara ! ò_ó