Outra História: e se... vol.2

23 Voltando para os eixos


Notas iniciais
Desculpem a demora, mas segue um capítulo especial, onde tudo muda, eu acho... Espero que gostem.

Naruto, Sasuke e o ser estavam sentados na sala da antiga mansão Uchiha. O loiro estava quieto, perto de Sasuke, sentindo seus olhos arderem por causa do esforço constante em tentar enxergar. Ele estava atento às energias e aos sons da casa: aquele lugar lhe era muito familiar, de modo que acabou por sorrir ao se recordar dos dias tórridos que tivera ao lado de Sasuke antes de se separar dele aos quinze anos. O moreno percebeu o mínimo sorriso sacana de Naruto e ficou pensando o que estava se passando na cabeça dele.

Olhou em volta e relembrou-se da sua juventude e com ela, os tempos indecentes do início da “relação amorosa” dos dois. Suspirou e sorriu de lado, no mesmo estilo que Naruto, pois provavelmente eles pensavam a mesma coisa. O ser a frente deles percebeu aqueles sorrisos, mas não entendera o motivo daquele comportamento.

–O que houve? – o ser perguntou.

–Digamos que essa casa guarda muitas memórias do nosso passado. – Naruto comentou sem tanto interesse, sem erguer o olhar para ver a face sacana que Sasuke fizera – Mas isso não importa, não agora...

–Exato. – comentou Sasuke, respirando fundo para se conter e tentar afastar os pensamentos pervertidos que lhe apossaram subitamente na sua cabeça – Primeiramente, quem é você?

Os dois sentiram que o ser sorriu, apesar de não conseguirem ver o rosto. Num gesto lento, ele baixou seu capuz, revelando uma cabeleira branca longa, espetada e uma face que só podia repassar a quantidade longa de anos que aquela pessoa vivera. Sasuke franziu o cenho e deixou-se estar perplexo. Não podia ser, aquele homem não poderia estar vivo.

–Uchiha Madara. – Naruto o cumprimentou com um aceno de cabeça.

–Uzumaki Naruto. – ele retribuiu com o mesmo gesto.

–Como é possível que você esteja vivo?! – Sasuke bateu os punhos na mesa – Deveria ter morrido com o jutsu de espaço-tempo! O que deu errado, Naruto?!

O loiro sorria.

–Nada, Sasuke, nada.

–Então o que...

–Seu amante resolveu me dar o pior de todos os castigos, talvez a maior de todas as humilhações. – Madara comentou – Ele me deixou viver para assistir de perto a ruina dos meus planos. Você e eu, Sasuke, somos os últimos Uchihas do mundo.

–Como é? – a agonia de Sasuke aumentou com o semblante de derrota de Madara e o riso doentio, porém baixo, que Naruto emitia ao seu lado. – E todas aquelas pessoas?

–Posso contar, Naruto? – o loiro assentiu ainda sorrindo – Pois bem... Prepare-se para ouvir, talvez, a história mais fatídica da sua vida, meu jovem. – Sasuke respirou fundo e piscou lentamente. Madara sorriu e fechou os olhos – Acho que se lembra bem do dia em que seu clã fora assassinado, antes de Naruto voltar no tempo, não é? – ele assentiu – Acontece que quando Naruto retornou com Obito, e não com você, ele modificou os fatos que envolviam Obito, de modo que a história tomou um curso completamente diferente partindo daquela noite em questão... Antes de vocês retornarem no tempo, o que todos sabiam fora que Obito controlara a Kyuubi e mandara dar fim a todos os Uchihas. O que não sabiam era que eu controlara os famosos gennins para que eles matassem os pais de Naruto e assim o garoto crescesse em ódio, como uma bomba relógio... Tudo corria com os planos se você, Sasuke, não tivesse ensinado ao Naruto sobre o sharingan. Ele descobriu o que acontecera com os pais, com os gennins, com Obito e com você, decidindo, então, que a única maneira de resolver isso tudo era retornando no tempo e me matando.

–Mas ele não lhe matou e nem matará agora. – o loiro assentiu – Por quê?

–Em posse do total poder da kyuubi, Naruto roubou meus poderes, deixando apenas a carcaça oca em minhas órbitas do que um dia foram os meus sharingans e enviou para seu eu do futuro, este que vemos agora. – Madara apontou para o rosto de Sasuke – Todos os selos, todos os ensinamentos, tudo o que você tem, teve ou terá, partiu do pressuposto que um dia Naruto viajou para o passado, testando os seus próprios jutsus, e foi modificando lentamente o futuro. – ele arregalou os olhos, revelando o negro de sua íris – Condenou-me e condenou-se, pois uma vez que ele interferiu no clã, iniciou uma guerra incalculável.

–Uma guerra? Esta guerra fora por sua culpa, Naruto?

–De certa forma. – o loiro suspirou – Eu deixei o clã Uchiha impossibilitado de usar seus poderes, inviabilizando seus corpos, de modo que ficaram a mercê de outros clãs para a vingança. Eu só queria que apenas você, Sasuke, pudesse usar seus olhos, mas... Fugiu do controle de qualquer um.

Madara tossiu e pigarreou.

–Por causa disso, outros shinobis mataram os Uchihas e roubaram seus olhos para si, ativando uma forma defeituosa de sharingan, aprenderam jutsus da natureza do fogo e começaram a vestir o leque do clã. Não são Uchihas verdadeiros... Os olhos são passados adiante toda vez que alguém morre, uma vez que não está no sangue deles terem o sharingan.

–Uchihas falsos. – ele comentou – Então realmente meu clã não existe mais.

–Não, ninguém mais restou, exceto eu e você. – Madara se ergueu com dificuldade e foi até um canto da sala, retornando com uma katana embainhada nas mãos – Tenho esperado todos esses anos por seu acordar, para que possa dar fim a esses impostores...

Assim que Madara terminou de proferir aquelas palavras, ele se retirou para seus aposentos, deixando Naruto e Sasuke a sós. O loiro sentiu o ar ficar pesado à medida que o chakra do Uchiha entrava em colapso. Agora os dois eram órfãos, estavam pé a pé e tudo por sua própria culpa, isso Naruto meditava, quieto num canto perto da porta que dava acesso ao jardim, sentindo o chakra de Sasuke passar por si de vez em quando. Eu deveria ter voltado até aquele dia da morte do javali. Se ele não me conhecesse, não teria perdido a própria família. Essa é uma verdade irremediável e provavelmente alguma pessoa tola esteja usando os olhos de seus entes queridos para causar um mal sem razão.

Naruto ouvia Sasuke embainhar e desembainhar sua katana inúmeras vezes. Ele está em dúvida quanto ao que fará agora, pois por mais que sejam falsos, ainda é o clã Uchiha, pois, de alguma forma grotesca, eles conseguem usar o sharingan. O loiro virou lentamente o rosto e viu Sasuke sentado perto de uma mesa, com a katana sobre ela e com o rosto apoiado em uma das mãos. Desespero. Isso não é típico dele.

Devagar, sem se fazer ouvido, Naruto saiu da mansão Uchiha e foi para o meio da rua. Alguém precisava fazer alguma coisa: uma guerra teria que ser finalizada, aquelas pessoas precisavam morrer por causa de seus crimes e falhas precisavam ser reparadas. Já era hora daquele mundo ver um pouco de paz. Ao longe, as primeiras pinceladas do amanhecer davam uma coloração fatídica àquele dia, sugerindo o que iria acontecer.

Kura-sama, está me ouvindo?

Sim, Naruto, como sempre. Eu estou sempre lhe ouvindo.

O loiro sorriu enquanto desabotoava sua camisa laranja. Retirou suas sandálias e ativou seus apetrechos de combate: suas luvas e suas botas especiais, fazendo uma quantidade notável de chakra fluir. Naruto saltou alto e só pousou sobre uma antena.

Converse com as outras bijuus... Preciso da opinião delas. A sua será o Voto de Minerva.

Sobre o que você quer que eu converse com meus irmãos e minhas irmãs?

Quero saber se tenho autorização para exterminar novamente um clã usando os poderes das bestas de cauda. Eu quero acabar com o tormento de Sasuke da única maneira que conheço, mas não farei isso sem o parecer e o apoio de vocês.

Falarei com eles.

Naruto colocou-se de cócoras observando aquela vila que um dia fora seu lar. Diminuiu sua presença até se tornar praticamente invisível. Não queria que Sasuke lhe encontrasse antes de terminar o que pretendia fazer. Viu aquelas pessoas abusando dos poderes que jamais deveriam pertencer a eles e suspirou irritado. Ninguém era digno de usar um sharingan, exceto um Uchiha. Nem mesmo seu ex-sensei Kakashi.

Naruto?

Sim, Kura-sama.

Faça o que tem que fazer. Sua família está com você. Faça oito clones, para que meus irmãos e minhas irmãs possam assumir o controle e eu ficarei com você, assim acabaremos mais rapidamente com essa limpeza. Se há uma coisa que eu odeio mais que Uchihas são os falsos Uchihas... Vamos fazer arte, Naruto!

O loiro saltou e girou no ar, fazendo seus clones praticamente surgirem ao seu redor com o giro e demorou-se flutuando ali, sobre os prédios mais altos. Observou cada clone que lhe cumprimentava: cada olhar mudara para os olhos das bijuus que estavam assumindo o controle e provavelmente seus olhos também mudaram. Respirou fundo e concentrou-se em posição de lótus, enquanto deixava seu corpo cair em queda livre aos rodopios.

Lá embaixo, a movimentação de pessoas se intensificara. Todos sentiam presenças ameaçadoras vindas do alto e corriam buscando meios de se preparar para o impacto, no entanto não imaginavam que algo como aquilo aconteceria. Primeiro três clones pousaram no meio da rua, abrindo buracos abaixo de seus pés, tinham, respectivamente, uma, três e duas caudas, rugiam e sacudiam com forças suas caudas, destruindo o que estava ao alcance e espetando-as nas pessoas. Depois, mais três caíram sobre prédios residenciais, colocando-os a baixo, correndo como feras do meio da poeira que se levantara, saindo na ordem de seis, quatro e cinco caudas, atacando as pessoas com as garras das mãos e dos pés. Em seguida, deslizando pelas ruas, como se surfassem no próprio vento, perseguindo o outro lado da vila, vieram mais dois clones, oito e sete caudas, lançando raios para todos os lados, explodindo os corpos desavisados como se fossem de papel.

Por fim, como se fosse uma bomba expansiva de ar, pousou o original bem ao centro da vila, arrancando as pessoas de seus esconderijos e derrubando as estruturas mais frágeis ao alcance de sua onda de vento veloz. Silêncio, aquele mesmo que acontece quando o mar retrocede antes de lançar sua fúria em forma de onda sobre a terra. Naruto se virou sorrindo e se colocou de quatro no chão, lançando suas caudas para frente e para dentro da terra, caçando cada pessoa ao seu alcance.

Os shinobis tentaram revidar, mais aquelas eram bestas reais, selvagens, perigosas, malignas, sem um pingo de alma ou de consciência. A pior de todas, aquela que controlava todas as outras oito, rindo doentiamente, não fazia outra coisa senão causar ainda mais destruição e morte para quem estivesse em seu caminho. Como se fosse o indício do apocalipse, as palavras proféticas de Madara ecoavam pela Konoha em chamas.

“Um dia vocês se depararão com o próprio diabo e ele lhes fará viver o inferno antes de morrerem, tudo para que purguem de seus crimes”.

–Purguem!!! – gritava Naruto sempre que um prédio explodia – Que suas almas queimem, que seus olhos ceguem e que os portões do inferno se abram!!! Purguem!!!

A onda de ventos chegou aos cantos mais remotos de Konoha e para além dela, levando os gritos e o cheiro da morte por onde passava. Tão logo as bijuus foram libertadas, Sasuke percebeu que algo de ruim iria acontecer, disparando de sua casa para o cerne do caos com sua katana em mãos. Por que Naruto estava usando os poderes das bijuus? O que estava acontecendo? Quanto mais ele corria, mais sangue ele via espalhado pelas ruas.

Enfim chegou ao centro e lá se deparou com Naruto sentando em algo que parecia ser um resto de telhado. Ele estava sem camisa e com suas luvas e suas botas ativadas. Muito chakra era emanado de seu corpo, apesar de ele estar tranquilo, de modo que toda madeira que estava por perto dele começava a reagir, criando folhas, flores, raízes e crescendo como árvores retorcidas. Sasuke se aproximou confuso e percebeu que Naruto soprava uma como de ramen instantâneo com dois rachis improvisados entre os dedos. Ele se mostrava muito animado em fazer aquela refeição, mesmo que o cheiro de carne pobre queimada impregnasse o ar. Sasuke pigarreou e o loiro o fitou.

–Sim? – Naruto sorriu – Quer um pouco? – o outro negou – Então o que foi? Você está com uma cara de bunda’ttebayo.

–O que porra foi que você fez aqui?!

Naruto olhou em volta e vez uma cara de “Não é óbvio?”.

–Matei todo mundo. – falou simplesmente e engoliu um punhado de macarrão.

Sasuke deixou sua katana cair e colocou as mãos na cintura, sem saber o que dizer a ele e depois de muito olhar e franzir as sobrancelhas, chegou a conclusão de que era melhor não dizer nada, afinal seu dobe era seu dobe.

–Que bagunça... – disse por fim.

–Deixa que o povo que morava aqui antes limpe tudo isso! – Naruto retrucou de boca cheia.

Sasuke coçou seus cabelos e sentou-se ao lado dele.

–O que vamos fazer agora? – acabou por perguntar quase a si mesmo, aproveitando a paz que se instaurara com o silêncio. Só era quebrado pelo barulho de Naruto engolindo o macarrão, que quase provocou risos em Sasuke se antes ele não tivesse se irritado, pegado o copo e lançado longe, deixando Naruto com cara de desolação. – Eu te fiz uma pergunta.

–Mas era o meu café da manhã... – o menor choramingou fazendo um bico tão infantil que praticamente impulsionou Sasuke a beijá-lo. Beijou com furor, praticamente ditando o que queria naquele momento, afagando indecentemente Naruto entre as pernas. Os dois se fitaram e o menor entendeu as intenções nada puritanas – Eu ainda preferiria o meu ramen. – falou cruzando os braços e as pernas emburradamente.

Sasuke riu daquela postura e se levantou, puxando Naruto pela cintura e o colocando sobre seus ombros largos. Desceu daquela estrutura e correu em determinada direção.

–Vamos ver o que você me diz depois que eu estiver dentro de você! – falou o mais sacana que sua voz rouca, já excitada, conseguia reproduzir. Correu rápido para a mansão, deixando completamente de lado o cenário mordido que se instaurara.

O loiro mal teve tempo de perceber quando já fora jogado no piso da sala, apenas sentia ser sugado com furor depois que suas calças foram brutalmente puxadas para baixo. Sasuke estava mais selvagem que o de costume, mais faminto, mais desejoso, e por mais que lhe causasse dores, Naruto adorava quando ele agia assim. Ele apoiou-se nos cotovelos e começou a mover seus quadris, rebolando lentamente, empurrando-se cada vez mais para dentro da garganta ávida de Sasuke. Arqueou-se completamente quando sentiu que ia gozar.

E o outro acelerou o processo, desejoso pelo sêmen do menor, e quando o obteve arfou extasiado, sentindo-o escorrer garganta adentro. Naruto estava completamente corado e ofegante no chão, dada a falta de preparo psicológico para o ato. Sasuke sorriu e engatinhou até que seu corpo estivesse a altura do dele, para que eles pudessem se beijar.

–Vou te preparar só depois que me fizer gozar. – ditou o maior com a voz imperiosa, fazendo Naruto estremecer-se completamente de arrepio – Como pretende fazer isso, porque eu quero te beijar durante todo o processo.

Naruto riu e se virou rapidamente de bruços, deixando o outro confuso, principalmente depois de ter sua cabeça bruscamente puxada para baixo e sentir a bunda macia do loiro imprensar seu membro contra seu abdômen. Beijaram-se, primeiramente com movimentos contidos e profundos, enquanto o loiro retomava seu lento rebolar. Sasuke sorriu e abraçou Naruto com um braço, sustentando aquela posição com o outro, e se concentrando em sentir seu pau sendo massageado pelas nádegas de Naruto.

–Mais rápido? – o menor indagou dando um rápido beijo nos lábios do outro enquanto ele assentia convictamente – Eu sabia. – Naruto riu e acelerou a felação, fazendo Sasuke gemer com seus lábios presos aos dele. Não demorou a que ele gozasse em suas costas e sobre sua bunda durante um beijo intenso de língua.

Os dois ofegaram-se e Sasuke cumpriu sua palavra, usando o próprio sêmen derramado para alargar o ânus de Naruto, empurrando seus dedos com calma e precisão. Não queria acertar o ponto de seu dobe, pelo menos não com os dedos. Chupava cada mamilo com devoção enquanto sentia as paredes internas de Naruto relaxarem com os movimentos.

–Pena nós não termos camisinhas. – Sasuke comentou enquanto posicionava melhor Naruto diante de si para só então roçar sua glande no reto do menor. Ele sorriu ao ver o ânus se contrair e se dilatar com aquele estímulo – Você mal vê a hora, né? Já está piscando!

Naruto riu e deu uma leve empinada em seu traseiro, como se pedisse que Sasuke começasse logo a se mover, coisa que não passou desapercebida por ele e que rapidamente atendeu ao pedido de seu dobe. Moveu-se devagar, arfando de tesão ao sentir as contrações anais de Naruto lhe pressionarem e lhe engolirem a cada empurrão.

–Assim, dobe... Isso mesmo... Você sabe como eu gosto... – ele falava enquanto distribuía beijos por todas as costas coradas do menor.

–Sei bem... – Naruto gemeu – Eu sei que você odeia camisinha porque gosta de me sentir... – o loiro foi erguido do chão e sustentado pelas mãos grande de Sasuke, que o fazia subir e descer em seu pau pulsante – Está ficando maior! – o loiro colocou-se suas mãos atrás da nuca do maior e o fitou com desejo – Mais fundo, por favor...

Sasuke não conseguia falar, sua voz era consumida pelo calor que emanava do corpo do seu dobe, apenas assentiu rapidamente e virou Naruto, colocando as pernas dele em cada lado da sua cintura e permitindo que o loiro galopasse do jeito que mais gostasse. Beijaram-se com desejo e saudade, como dois soldados veteranos de guerra que agora vivam seu intenso amor sem se importar com mais nada. Algumas estocadas depois, os dois gozaram, fazendo Naruto cair estirado no piso e Sasuke por cima dele.

–De novo... – o menor murmurara, para deleite de Sasuke – Mas me leva para cama...

Dois minutos depois, Sasuke enterrava-se com tanto vigor dentro de Naruto que achava que iria parti-lo ao meio, somado a isso o outro rebolava inconscientemente, buscando sempre mais do maior, beijando a pele mais próxima de seus lábios com carinho e desejo.

–Me engravida, Sasuke! – Naruto gemeu ao ser virado de bruços e sentir-se invadido de novo por seu homem – Me preenche e me faça gerar de novo uma criança! Faça-me seu, completamente seu, Sasuke!

O maior o abraçou com força, metendo com tanta força que o barulho dos corpos se chocando se sobressaia aos gritos luxuriosos de Naruto.

–Você sempre foi, sempre será e sempre é meu Naruto! – ele murmurou rouco – Quanto aos filhos... – Naruto foi virado novamente: seus olhos lacrimejavam, sua entrava estava vermelha e inchada, tal como seus mamilos e boa parte de seu pescoço e seus lábios. Sasuke lambeu os dedos e passou ali, fazendo Naruto se retrair e arfar. Ele se curvou calmamente sobre o corpo de seu dobe e no ato foi penetrando-o, obrigando o menor a gemer a cada centímetro que entrava em seu corpo. Uma vez completamente dentro, Sasuke voltou a estocar com velocidade, acertando inúmeras vezes o ponto sensível de Naruto – Você não vai me escapar de novo, dobe, e eu vou te fazer ter quantos filhos eu achar necessário!

Notas finais
E aí?