Out Of The Woods Dramione

1 Are we in the clear yet? In the clear yet? Good!


Notas iniciais
Fic feita com muito amor e carinho! Aproveite! Ouçam OOTW da TayTay https://www.youtube.com/watch?v=JLf9q36UsBk

Looking at it now
It all seems so simple
We were lying on your couch
I remember

Ela estava no esconderijo deles, no horário deles.

O último quarto do corredor do Caldeirão furado, às 3 da manhã.

Numa hora daquelas, Harry e Ron estavam dormindo, era o seu horário de vigília à noite e caso acordassem e não vissem a morena, a sua desculpa era que havia um barulho mata adentro.

Mas o que ela fazia naquele quarto escondido, no breu que era aquela parte do corredor, era tão errado.

O loiro sempre a esperava, fugia das paredes claustrofóbicas da mansão, sabia que não tinha nada de pequeno naquela casa, mas as paredes escuras tinham o poder de deixa-lo com falta de ar.

Eles sempre se encontravam para descarregar as tensões, nunca haviam dito as sagradas três palavras um para o outro. Talvez por medo ao que significaria, por medo ao futuro que aquelas três palavras traçariam.

Toda noite ele reparava o quão cansada ela estava, reparava as feições de alívio ao finalmente deitar num colchão decente, reparava como estava magra e pálida, o quanto as maçãs rosadas de seu rosto pareciam cada vez mais pálidas. Aquilo a estava matando.

Porém toda vez que tocava aquele corpo pequeno e ao mesmo tempo tão grande, sentia que queria tocá-lo pelo resto de sua vida.

Mas como o faria? Como lidariam com tudo?

Ela sorriu ao vê-lo, os cabelos castanhos e volumosos estavam presos num rabo de cavalo mal feito às presas.

Ele olhou-a nos olhos, vestia uma camisa de mangas azul escura e calça jeans escura, estava frio lá fora, e sabia que ela não tinha todo o aquecimento e conforto que ele tinha na mansão.

Ele levantou da cama, deixando a marca de seu corpo no lençol branco.

Abraçou-a, ela vestia um moletom de lã e uma jaqueta masculina que parecia engoli-la.

Beijou seus lábios rosados levemente, querendo dizer as três palavras através daquele beijo.

O que ele fazia era egoísta, estava pondo a vida dela em perigo, estava condenando-a a um futuro nas sombras.

Ela notou que o beijo dele era pesaroso.

—Algo errado, Draco? -pergunta de olhos fechados, suas testas se tocavam.

—Hermione... não podemos... não podemos fazer isso. Eu...

—Não complete essa frase, Draco. Por favor- pediu quase suplicando e ele descolou sua testa olhando nos olhos da morena.

—Isso é errado. É egoísta. Hermione não podemos fazer isso. Eu te... Hermione, não chore- ele limpou a lágrima dela- eu não vou voltar mais, Hermione viva sua vida, você é luz, eu sou escuridão. Hermione... você merece alguém que te de a vida que você sempre quis, alguém que te ame independente de tudo, do seu sangue, da sua família. Alguém que ame seu jeito de sabe tudo e rata de biblioteca tanto quanto eu.

Hermione... você merece o mocinho. Eu sou o vilão preconceituoso e nojento, embora incrivelmente lindo- ela da um sorrisinho de lado- Hermione, nunca vão aceitar, eu não quero te afastar dos seus amigos e te condenar a ser uma Malfoy.

Eu não quero que você viva nas sombras numa mansão assustadora.

A verdade é que eu nunca poderei te dar um natal digno dos Weasley, nunca poderei te dar esperança. Não poderei te proteger dos olhares indiscretos, dos comentários que você estaria traindo o lado bom.

Hermione, eu não posso te proteger de mim mesmo.

—Draco se eles forem realmente meus amigos, vão aceitar uma hora ou outra, Draco... você sabe que eu... que eu nunca liguei e nunca ligarei para olhares indiscretos e comentários maldosos a meu respeito.

—Hermione os olhares indiscretos são porque você é amiga de Harry Potter. Eu não sou Harry Potter. Eu sou Draco Malfoy, o cara que lhe chamou de sangue ruim a sua vida toda, a barata nojenta, asquerosa e abominável.

E os comentários maldosos são minha culpa. Hermione eu não posso fazer isso a você. Eu... eu... eu vou indo. Boa sorte no que quer que você esteja fazendo com Potter e Weasley. Se cuide, por favor- ele olhou nos olhos dela marejados de lágrimas.

Numa última tentativa de fazê-lo muda-lo de ideia, puxou para um beijo cheio de paixão e saudade, as mãos dela acariciavam o cabelo dele. As mãos fortes dele apertavam sua cintura puxando o corpo da morena para perto.

Terminaram o beijo ofegantes.

—Adeus- ele saiu do quarto aparatando logo em seguida.

Ela sentiu seu chão cair e caiu no chão chorando. Uma parte de si tinha ido com ele, ela chorava.

—Eu te amo- sussurra para si mesma, tarde de mais.

...

Harry e Ron notavam o como ela estava triste ultimamente, porém se empenhando mais em proteger os três.

Eles haviam sido descobertos, Hermione azarara a face de Harry, e logo foram capturados.

O bafo de Greyback atingia as narinas de Hermione deixando-a nauseada.

Infelizmente, foram parar no salão dos Malfoy. Draco surpreendeu-se ao ver a amada jogada no chão.

Seu coração havia apertado mas as feições continuaram frias.

Os gritos dela eram de quebrar o coração, ele queria se jogar na frente dela e protege-la da sua tia e de todo mal, mas não o fez. Ela olhou para ele suplicando para que não fizesse nada, e ele se culpou por ter obedecido o olhar da morena.

Agradeceu mentalmente a Dbby por ter derrubado o lustre e sem que ninguém visse, pulou para pegar a morena e tira-a de perto do lustre que caía praticamente em cima dela, caindo apenas alguns estilhaços de vidro arranhando a pele do seu braço.

Ao sentir as mãos de Draco a segurando sentiu-se muito melhor, estava com a visão embaçada.

—Fique comigo-suplicou Draco- fique comigo Hermione, eu te amo- então ele disse as três palavras proibidas.

—Draco... -ela passa a mão delicadamente, bem fraca no rosto dele- eu amo você.

—Potter!- ele chama atenção do moreno- leve-a para longe daqui.

—Obrigado, Malfoy- diz pegando a morena nos seus braços e correndo para junto de Dobby, infelizmente, Bellatrix joga uma adaga, seria eternamente grato à Dobby.

Hermione sentiu a areia molhada entre os dedos, se apoiava em Rony para não cair e lamentava profundamente a morte de Dobby, que estava nos braços de Harry Potter.

...

Fleur estava ajudando-a a se limpar, ajudou Hermione a entrar na banheira de água quente e saiu para buscar roupas limpas.

Hermione via a água tomar uma coloração marrom avermelhada devido à sujeira e ao sangue, não tomava um bom banho há semanas.

Fleur tirava os cacos de vidro enquanto enchia a banheira com água limpa, para Hermione ficar completamente limpa. O braço de Hermione ardeu quando Fleur passou um algodão com alguma poção para impedir infecções. Fleur olhou para Hermione com pena.

—Sinto muito- disse ainda com sotaque enquanto penteava os cabelos molhados da morena.

—Tudo bem- Hermione diz mais para si mesma do que para Fleur.

—Descanse- Fleur da um beijo maternal na testa de Hermione e a faz deitar na cama, ajeitando as cobertas e deixando o quarto numa temperatura nem muito quente nem muito fria, para que Hermione dormisse.

O corpo todo de Hermione doía, até o contato da camisola branca de cetim de Fleur machucava.

...

Harry e Ron foram visitar ela.

—Não devia estar descansando? -pergunta Harry.

—Não consigo me concentrar em dormir.

—Devia tentar. Fleur está fazendo sopa, quer?

—Estou sem fome.

—Mas vai comer mesmo assim- diz Fleur entrando no quarto- precisa se alimentar, está fraca. Os dois, chispem daqui- diz com olhar duro para os dois, que se despediram da amiga e saíram do quarto.

—Fleur, se eu te contar uma coisa, promete que ficará em segredo?

—Claro- diz lançando um Abafiato no quarto.

—Eu... eu amo uma pessoa. Mas não posso amá-lo.

—Ele seria um comensal

—Sim- Fleur olha pesarosa- É Draco Malfoy.

—OH, Hermione...

—Mas ele sente o mesmo, eu sinto. Ele terminou para minha “segurança” E vi o quanto ele queria me ajudar, mas aquilo só poderia piorar as coisas, e, ah, ele me salvou do lustre.

—Bom, se realmente ama, corra atrás. Mas, eu recomendo que espere a poeira baixar, foque na sua recuperação- ela deixa a tigela na cômoda- tome a sopa. Melhore logo.

Hermione seguiu o conselho e tomou a sopa, e quando o cansaço a abateu, entregou-se ao sono.

...

A mansão estava uma bagunça, e Voldemort enfurecido.

Draco trancou-se no quarto enquanto seus pais recebiam uma bronca do Lord das Trevas, estava angustiado, com medo do que poderia ter acontecido com sua Hermione.

O que faria era arriscado, mas iria fazer.

Invadiu seus sonhos.

Ela estava sentada nos jardins de Hogwarts, observando o lago serena.

—Hermione

—Draco! — ela correu, pulando nele e abraçando-o, ela usava um vestido leve de verão, florido e descalça.

—Eu sinto tanto- tocou-a no rosto com olhar pesaroso.

—Não sinta, eu não queria que tivesse feito nada, não o culpo.

—Eu...

—Draco, eu te amo mas isso é um risco, não queria que esse sonho terminasse mas é arriscado e não podemos correr mais perigo. Vamos esperar a poeira baixar, logo estarei melhor. Cuidado, Draco. Você mora naquele ninho de comensais, estar comigo é uma sentença de morte.

—Hermione, eu te amo.

—Eu também te amo, Draco- então ela o beija- se cuide, meu amor.

—O mesmo para você, meu amor.

...

Hermione acordou pela manhã e as dores ainda eram presentes, não tanto quanto antes mas ainda lá. Olhou para o “MudBlood” suspirou pesadamente e foi ao banheiro tomar seu banho.

Vestiu uma calça preta de moletom quentinha e uma regata branca e leve.

Ela desceu e Fleur quase protesta para que voltasse para a cama mas Hermione a interrompeu.

—Eu tenho um plano.

—Hermione, você está maluca? Estamos dormindo em camas decentes pela primeira vez em meses! Estamos comendo comida decente, Hermione! Você foi torturada! Vamos sumir por um tempo.

—Cada dia aqui é um perigo para Fleur e Gui, Rony.

—É, olhando por esse lado...

—Vocês ficarão aqui o tempo necessário- interrompe Gui.

—Perdão mas meu plano é invadir Gringotes, precisamos fazer isso o mais rápido possível.

...

Neville levava-os até a Sala Precisa.

Enquanto Snape chamava os alunos para o Salão Principal.

Draco estava apreensivo, olhou para Gina que estava inquieta e olhando para o lado, a ruiva não sabia disfarçar.

Ele respirou fundo, ignorou o discurso de Snape e esperou que alguém entrasse pela porta. E entraram, Harry Potter voltara ao lar.

Tudo estava uma bagunça, Draco correra para perto de Hermione, que lhe olhou nos olhos, interrompeu o papo sobre estratégias com Harry e Ron e beijou-o com paixão, ficando na ponta dos pés.

Harry e Ron olharam-na atônitos.

—Explico depois- ela diz e logo sente uma dor no ouvido caindo no chão, Draco a segurou mas logo todos sentiram a dor.

Era Voldemort.

—Me deem Harry Potter até meia noite e ninguém se machucará.

—O que estão esperando? -disse Pansy- Peguem ele!

—Deixe de asneiras, Parkison- Draco se manifestou antes que qualquer um o fizesse- Vai ter que passar por mim, primeiro.

Harry olhou agradecido para Malfoy e ao mesmo tempo surpreso, Hermione sorriu e pegou na mão dele.

—Se alguém da Sonserina estiver disposto a ajudar favor ficar no salão- disse Minerva- quem quiser ficar do outro lado da guerra, vazem daqui. Ninguém os impedirá.

Aos poucos, Sonserinos saíam do Salão para fora, onde o Lord os aguardava.

Eles estavam seguindo Snape e o Lord das Trevas, quando o homem de vestes negras foi atacado pela cobra, Hermione escondeu o rosto no peito de Draco, quando Voldemort finalmente saiu da saleta, Harry entrou correndo, tapando a ferida de Snape com a mão.

—Pegue- diz se referindo a lágrima, Hermione cata um potinho e da para Harry, que coletou a lagrima-olhe para mim, você tem os olhos da sua mãe.

Então, Snape morreu.

—Acho que sabemos a que lado Snape foi leal- Hermione diz se aproximando e fechando os olhos do ex-diretor e professor de Hogwarts- obrigada- disse num sussurro.

Eles foram até o salão e enquanto Harry via a memória de Snape, Draco, Hermione e Ron desceram até a câmara secreta.

—O Harry fala dormindo- explica Rony após abrir a câmara, todos ficam impressionados ao entrar no local, Hermione se dirige para os restos do basilisco.

—Não vai precisar de uma luva, ou alguma coisa? -pergunta Draco ao vê-la se aproximar do dente.

—Não importa- diz retirando o dente do basilisco- me dê a taça, Rony.

Ele joga a taça para ela e ela bota no chão, respira fundo e crava na taça, nuvens negras enormes saem da taça, formando uma imagem apenas visível para Hermione, que parecia abalada, mas cravou o dente na taça e a fumaça se desfez.

—Você foi bem melhor que eu- nota Rony.

—Não importa, vamos sair logo daqui- diz ao reparar na água que os seguia.

A água atingiu-os em cheio e felizmente era só água.

Draco ajudou-a a se levantar e os três correram para onde Harry estava, estava sentado na escadaria.

—Eu sou a última Hogrcrux- diz girando o pomo de ouro que Dumbledore deixara para ele.

—Harry...- diz Hermione se aproximando dele.

—Ele precisa me matar, por favor, matem a cobra, ele estará vulnerável.

—Eu vou com você!- protesta Hermione.

—Não, Hermione, mate a cobra e depois mate-o.

—Harry- diz chorando no ombro do amigo.

—Você é como uma irmã para mim, Hermione. Eu amo você.

—Eu também te amo, Harry.

—Eu... eu vou indo- diz Harry desvencilhando-se do abraço da amiga que foi aparada por Draco.

—Horcruxes? -pergunta o loiro.

—Pedaços da alma de Voldemort. É o que o faz “imortal” ao que parece, Harry é uma Horcrux acidental. E Voldemort precisa mata-lo- diz Rony tristemente.

—Malfoy- diz Harry- eu não sei há quanto tempo vocês tem isso, nem como aconteceu, mas vi que você nos ajudou na Mansão e sei que está do nosso lado, cuide dela, por favor.

—Claro- murmura Draco.

—Eu... er... adeus.

—Após a sombra de Harry desaparecer, Hermione se levantou e secou os olhos.

—Temos uma guerra para vencer -diz Hermione andando com passos duros.

Hermione lutava com três comensais ao mesmo tempo, e Draco com dois.

—O que o Lord fará ao saber da sua traição?- pergunta zombeteiro.

—Estou pouco me lixando- diz arrogante apagando-o. Uma multidão e comensais chamou atenção no pátio.

Hagrid carregava Harry Potter. Morto.

—NÃO- gritaram Hermione e Gina, Gina foi segurada por Arthur e Hermione por Draco e Rony.

—Harry Potter, está morto!- anunciou Voldemort sorridente- venham para o lado certo, não precisam lutar.

...

Hermione não vira Draco desde que Harry mostrou-se vivo e faíscas voaram por toda parte, separando os dois.

Agora ela estava procurando-o pelo grande salão, com medo de acha-lo onde os corpos estavam

Felizmente ela o viu, olhando para todos os cantos, provavelmente olhando para ela, ela correu até ele, jogando-se em seus braços, todos olhavam estranho, mas era Hermione Granger. Ela sabia o que estava fazendo.

—Hermione, eu preciso dizer isso agora ou nunca direi. Eu posso te dar a escolha de sair por aquela porta e procurar um futuro que seja certo e cheio de vitórias. Mas eu te dou a opção de segurar a minha mão e sair comigo para um futuro totalmente incerto e cheio de reviravoltas.

Eu te amo. Eu tinha medo de dizer isso mas depois que você foi torturada na minha frente... ah, nem queira saber como me senti.

Você é minha vida, Hermione Granger, e nunca trocamos palavras de afeto, desde o quinto ano, era sempre para esquecer tudo o que acontecia, os amassos escondidos, tudo. Mas agora Hermione, que estamos livres, eu quero dizer que te amo. Sem a pressão de dizer isso com pressa porque tenho medo de te perder para a morte.

Não posso te obrigar a ficar comigo, se eu fosse você eu não ficaria. Mas você me faria o homem mais feliz do mundo se me desse a honra de ser minha esposa. Claro que não precisamos casar imediatamente mas...

Hermione Granger, a bruxa mais inteligente da sua era, integrante do trio de ouro, sabe tudo irritante e mulher da minha vida, cometeria a loucura de ser minha esposa?

—Eu poderia fazer a coisa mais sã do mundo, a coisa mais certa a se fazer é sair por aquela porta sozinha- Draco ficou tenso, estavam de mãos dadas, suas mãos estavam suando- mas eu nunca segui as regras. Sério, que pessoa sã faz uma poção polissuco com 12 anos de idade? Sim, Draco. Eu quero cometer a loucura de ser sua esposa. Eu amo.

Eu preciso de você em minha vida por que eu quero acordar com você do meu lado todos os dias pelo resto da minha vida, você é a melhor coisa que já foi minha, e quero que você continue sendo só meu.

Draco, eu te amo. Nunca se esqueça disso.

Nisso ela o beijou intensamente, Draco apertou-a contra si.

—Sabe, é um saco beijar você- ela sussurra- você é ridiculamente alto e meus pés ficam cansados, além do meu pescoço.

—Você que é ridiculamente baixinha! Mas podemos dar um jeito- ele diz levantando-a pela cintura e beijando-a.

Are we in the clear yet?
Are we in the clear yet?
Are we in the clear yet?
In the clear yet? Good!

Notas finais
Se vocês quiserem um spinn-off da one-shot avisem que eu posso postar a história deles numa short fic! Confiram outras fics e comentem para deixar uma autora feliz. Amo vocês! Acompanhe-me no Twitter e/ou no Instagram e no Tumblr Tumblr: http://halfbloodprincess13.tumblr.com/ instagram: https://www.instagram.com/artsmell/ Twitter: https://twitter.com/Accio_Mell
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.