Our stations.
1 Primavera -~-~- Kiss Me.
Notas iniciais
Ela acordava toda desarrumada, o cabelo todo bagunçado, os olhos meio inchados. Ela nunca esteve tão linda! Como a primavera, um quadro pintado... Ela era a primavera, colorindo minha vida.
Ele não conseguia parar de olha-la, como se ela fosse uma de duas pinturas. Uma vez ou outra ela se mexia na cama, ameaçando acordar, mas não acordava, era so charme.
—Eu sei que está me encarando.- Falou ela com os olhos fechados e um pequeno sorriso nos lábios.- Estou tão feia assim?- Perguntou abrindo os olhos.
—Nunca Love, nunca.
—Não acredito em você!- Falou sorrindo sapeca levantando da cama. Ele negou com a cabeça e a puxou de volta, fazendo os dois caírem na cama, ambos riram.- Não acredito que estou aqui. Que tive coragem de vim para junto de você.
—Por que não acreditaria?- perguntou curioso passando o dedo pelo rosto dela.
—Talvez porque você é Niklaus Mikaelson, o grande hibrido, vampiro original, o rei!- falou fazendo teatro e rindo.
Ele a puxou para um beijo ardente...
—´-´-´-´-
Para Caroline foi difícil descobrir que ela precisava deixar tudo que conhecia para encontrar algo.
—Por que me chamou filha?- Perguntava a xerife.
—Tenho algo para comunicar a senhora mamãe.
—Pode falar.
—Estou indo embora.
Liz logo se levantou do sofá.
—Como assim? Para onde? Com quem? Por que? E seus amigos?
Caroline sorriu carinhosamente para a mãe.
—Aqui nunca foi meu lugar, a senhora sabe disse mãe. Não sei para onde eu vou, acho que vou viver. Meus amigos ficaram bem, qualquer coisa eu volto para ajudar.
A xerife ficou inconformada, que mãe queria perder seu bebe? Mas logo entendeu que, estava na hora dela ir.
Caroline viajou por três anos pelo mundo, ela conheceu o mais belo lugar e o mais feio também, fez amigos e inimigos, viu coisas ruins se transformarem em boas, viu coisas boas se transformarem em coisas ruins. Salvou vidas e as tirou. Até que ela parou, o mundo sem alguém ficava chata, então ela lembrou de um convite.
Um convite especial.
New Orleans estava calma, de dia as pessoas dormiam e de noite festejavam. Não havia mortes a dois anos. Hope volta-rá para casa. Hayley foi viver com o marido e Elijah junto com Rebekah foram viver. A paz reinava junto com Niklaus.
Até que a campainha tocou.
—Alguém vá atender essa porta.- gritou o hibrido do quarto, a campainha continuou tocando.- DrOGa!
Ele desceu as escadas espumando de raiva e quando abril a porta ficou surpreso, o que era estranho.
—Incomodo? — perguntou a loira.- Vim aceitar um convite. — Falou sorrindo.
—Não. Entre.
Naquele dia Nova Orleans ganhou outra moradora, e ela percebeu o porque custou tanto para aceitar a oferta de Nik, ele era um rei e para poder ficar com ele, ela teria que ser uma Rainha.
—´-´-´-´-
O beijo parou, ambos estavam ofegantes.
—E você é minha rainha.
Ela sorriu.
—Ai que nojo.-Disse uma voz infantil da porta, rapidamente Klaus e Caroline se separam.
—O que faz aqui meu amor? Não deveria está com sua mãe?
—Ela já veio me deixar tia Carol.
Eles se olharam, Hayley só iria vim deixar Hope de volta na hora do almoço, é eles dormiram de mais.
—Tia tem uma pessoa que quer ver a senhora.
—Quem meu amor?
—Uma tia lá...
Ambos se arrumaram e desceram rapidamente.
—Então você veio para cá.- exclamou uma Bonnie irritada.- Por que?
Caroline sorriu irônica.
—Um rei precisa de uma Rainha.
Era secreto, ama-lo secretamente.
Os olhos, a boca, cada palavra, cada beijo, cada toque. Ele se dizia mal, cruel, mas era a primavera nos meus dias, ele os coloria.

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