Notas iniciais
Volteeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeei, (aheeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeoooooooooooo) o/ E então, hoje esse cap vai ser do Robert da Emilie, onde a história não vai ficar tão melosa (midira) e vai dar um "up" (carinha de má) e quem vai narrar esse cap será Emilie :) E desculpem a demora a postar, eu não estava conseguindo abrir a minha conta no Nyah e tbm eu mosquei bastante esses dias ‘-’ Enfim, espero que gostem comentem por favooooooooor '-'

As semanas passavam, e eu ainda continuava passando os dias com Robert e Katy, e claro, não posso negar que me sentia bem melhor com eles. Se eu tivesse em casa, com certeza, meu cunhado com certeza já estaria me infernizando ou me batendo, e infelizmente minha irmã concordo com as coisas que aquele desgraçado faz. Eu estava feliz, desde quando entrei naquela casa, é como se Robert e Katy fosse uma família para mim, apesar de ter os conhecido por pouco tempo, mas eu me apego facilmente às pessoas, e me apeguei muito a eles, principalmente ao Robert. Passávamos praticamente o tempo todo junto e ele sempre me tratava muito bem, e a cada dia que passa, ele se tornava meu melhor amigo, ele fazia coisas simples que com certeza faziam diferença e que me deixava muito feliz, e claro, uma coisa que não posso deixar de dizer, que eu estava me apaixonando. Loucura? A maior do mundo, mas não posso fazer nada, principalmente se apaixonar por um cara que já tem uma filha de 25 anos e que morria de amores pela sua falecida esposa.

Enfim, era uma segunda feira e eu estava acordando, Katy já havia ido para o trabalho e aparentemente Robert ainda estava dormindo, eu me levantei e fui diretamente a cozinha, preparar algo para tomar café, e quando penso em por a mão no liquidificar para preparar algumas panquecas, escuto o barulho da porta da sala se abrir, e quando fui ver, era Robert chegando com alguns pacotes, ele então foi em direção a cozinha e colocou os pacotes em cima da mesa.

– Acha mesmo que ia deixar você fazer o café da manhã? – Disse Robert.

– Nada mais que justo, não vou ficar aqui “de graça”, pelo menos tenho que fazer o café da manhã.

– Negativo, mocinha, você não vai mais fazer o café da manhã, isso é de minha responsabilidade.

– Teimoso.

– Teimosa é você, que sempre insiste em fazer o café da manhã, só que agora não terá mais insistência.

Eu então sorri, e ele sorriu juntamente a mim. Ele pôs a mesa do café e não me deixou tocar em nenhum talher se quer, e então nós nos sentamos e começamos a comer, e claro, como sempre conversando, sobre nada, sobre tudo, e nós estávamos sempre conversando. Terminamos de comer e ficamos um bom tempo na mesa, quando de repente a campainha toca e fui atender, do de cara com o meu meio-irmão, Alexander.

– O que quer aqui, Alex? Você sabe que não é bem vindo aqui.

– Eu quero falar com o Robert.

– Mas que droga, o deixe em paz.

– Emilie, você não tem que se intrometer, o assunto é entre mim e ele.

Ele então entra me empurrando para o lado, e antes que pudesse chegar até a porta da sala, Robert aparece.

– Mas que diabos você faz aqui? Vá embora. – Disse Robert.

– Eu preciso falar com você, é sobre Helena.

– Não venha com suas mentiras, Helena está morta.

– Não está e eu posso provar isso.

Vejo o nervosismo tomando conta no corpo de Robert, como se estivesse prestes a perder a paciência.

– Alex, é melhor você ir embora. – Eu disse.

– E você vai ficar aqui com ele?

– Sim.

– (Breve pausa) por que está aqui ainda?

– Não faz diferença alguma para você.

– Lógico que faz, você é minha irmã.

– Independente, posso ser uma irmã para você, mas você não é um irmão para mim. Agora vá embora.

– Tudo bem, eu vou embora. Mas não diga que eu não avisei, Robert, um dia vou esfregar a verdade na sua cara.

Eu então abro o portão e Alex vai embora e em seguida, eu e Robert entramos. Eu vou em direção à cozinha e Robert me segue, ele então se senta em uma das cadeiras e começa a olhar pro nada. Eu preferi não falar nada no momento, não queria causar mais estresse ou provocar algum tipo de situação ruim, então resolvi ficar na minha, e enquanto isso ia colocar as louças do café da manhã para lavar. Senti Robert vindo em minha direção, e chegando perto de e tirou os pratos que eu estava segurando.

– Não é porque não te deixo fazer o café da manhã significa que eu te deixo lavar a louca – Diz ele, piscando para mim. – Deixa que eu lavo.

Eu olhei fixamente com um olhar “maléfico” e ele sorriu. Algumas horas passavam e começou a ficar perto do horário de almoço, e como Robert havia saído para resolver algumas coisas, eu fiquei em casa, e claro, aproveitei a oportunidade para fazer o almoço, peguei tudo o que eu tinha que pegar, deixei tudo no fogão e fui dar um jeito naquela sala, que estava bagunçada e empoeirada. Eu então liguei o rádio e vi um pen drive do lado do som, e então fui ver algumas músicas que tinha, e acabei achando uma que eu gostei e que parecia ser um pouco antiga, eu então deixe a rolar e comecei a limpar a sala, e quando estava quase terminando, Robert chegou com mais pacotes e dessa vez fez compras maiores, e obviamente se deparou comigo limpando a sala. Ele começou a olhar para aquela cena e rir, eu fiquei sem entender na hora e fiz uma cara como se tivesse um ponto de interrogação em cima da minha cabeça.

– Sério mesmo que você está ouvindo N’ Sync?

– Essa música é do N’ Sync? Eu nem sabia.

– (Gargalhada) Não sabia que gostava de Boybands.

– Na verdade, nunca fui fã, sempre gostei de rock, agora ouço de tudo.

– Ainda bem, Katy que gostava deles quando era mais nova.

– Pelo jeito gosta deles ainda (risos).

O assunto acaba ali mesmo, Robert me encarava e eu ma conseguia fazer o mesmo, estava completamente sem jeito, e para me deixar pior ainda começou a tocar uma música romântica, e a cada segundo da música que passa, Robert se aproximava de mim. Então ele chegou bem próximo a mim, eu finalmente consegui olhar nos olhos dele, e nossas bocas foram se aproximando, e quando estávamos quase se beijando, a campainha toca. Eu atendi e era uma moça procurando por Robert, eu ia chama-lo, mas ela disse que não precisava e foi embora. Contei a situação para Robert, mas ele nem ligou, e estava enganada quando pensei que a campainha impediria dele me beijar, logo que eu voltei, ele me encostou na parede da sala e me beijou. Eu correspondi afinal desde que nos conhecemos, eu me apaixonei, não sei se talvez isso fosse um problema pra mim, mas era o que eu sentia no momento e queria aproveita-lo. Foi um beijo bom e duradouro, e com bastante paixão, e a música que tocava no momento ajudava dar um clima, e depois de mais um tempinho, ele interrompe o beijo.

– Desculpe, eu não deveria ter feito isso. – Disse ele.

– Não tem problema.

– Tem sim, eu não deveria ter feito isso.

Ele então se senta no sofá e age como se tivesse feito algo de errado, eu fiquei sem entender nada e chateada ou mesmo tempo.

– Desculpe Emy, mas não posso me apaixonar de novo.

Na hora me veio um sentimento de raiva, de magoa, não sei dizer ao certo, mas doeu. Talvez eu pudesse ter sido boba por ter ficado chateada, mas acho que qualquer pessoa ficaria.

– Tudo bem, então. –Respondi.

Eu então peguei uma bolsinha que eu tinha e soltei os meus cabelos, estava prestes a sair.

– Aonde você vai? – Perguntou ele.

– Não sei, vou dar uma voltada.

Senti que ele percebeu que eu havia ficado chateada, eu então sai e comecei a caminhar sem saber para onde estava indo, mas eu tenho facilidade de gravar caminhos, então não precisava me preocupar. Passei algumas horas na rua, sentada em frente à praia, era mais ou menos 4 e pouca da tarde e estava chovendo muito forte, talvez um pouco de chuva pra refrescar a mente e pensar um pouco se deveria ficar chateada com Robert. Talvez ele não queira se apaixonar de novo por causa de sua ex-esposa, não acho certo isso, mas não sou eu que tenho que decidir, e sim ele. Alguns minutos passam e vejo uma moto se aproximando da onde eu estava e vi que conhecia o rapaz de algum lugar, só fui ver que era o Chris depois que ele tirou o capacete e veio até mim.

– O que esta fazendo debaixo dessa chuva? Vai pegar um resfriado. – Disse Chris.

– Digamos que no momento eu não estou me importando com isso.

Ele percebeu que eu estava triste, ele então se sentou do meu lado e começamos a conversar sobre. Contei tudo que havia acontecido e ele apenas ouvia.

– Até te daria uns conselhos agora, mas você sabe que homem não leva jeito para isso (Risos).

– É eu sei (risos). E você e a Katy?

– Estamos ótimos. Estou pensando em fazer algo especial para ela, faz algumas semanas de que estamos juntos, quero ir, além disso.

– Vai pedi-la em namoro?

– Pretendo. (Pausa) Olha, eu te levo até em casa, estamos debaixo da chuva e ensopados.

Eu concordei e subi na garupa da moto, e Chris então me levou para a casa de Robert, como estava chovendo pedi para ele entrar, seria bom que ele ficaria um tempo com Katy, e assim que nos entramos, nos deparamos com uma cena estranha. Robert estava sentando juntamente a uma mulher, a mesma que foi lá algumas horas atrás, e Katy estava no outro sofá, chorando e demonstrando raiva. Eu e Chris olhamos sem entender, eu olhava pro Robert tentando entender o que estava acontecendo.

– Quem é ela? – Perguntou a mulher, se referindo a mim.

– Ninguém do seu interesse. – Respondeu Katy

Ela então se aproximou de Katy pegando em suas mãos e se ajoelhando para falar com ela

– Eu sei que está com raiva de mim, mas me entenda, eu fiz isso por nós .

– Eu quero que você e suas “explicações” malditas se fodam, vai embora daqui agora e não volte nunca mais. – Gritou Robert.

– Não pode me manter longe da minha filha.

E então a discussão entre Robert, Katy e a moça começam, eu e Chris entendemos que era a mãe de Katy que se dizia morta, e agora que ela apareceu, é que não teria nem 1% de chance com Robert. A moça então vai embora, Chris tira sua jaqueta molhada e se senta ao lado de Katy, abraçando-a fortemente e eu buscava algum tipo de explicação de Robert. Ele se aproximava de mim, ele estava tremendo de nervosismo, com um olhar assustado, e eu me segurando para não chorar e tentando fazer o máximo para que Robert não percebesse as lágrimas brotando em meus olhos.

– É a Helena, mãe da Katy. – Disse Robert

– E agora que ela está viva, o que você vai fazer a respeito?

– Eu não sei. – Ele fez uma breve pausa e notou que eu estava molhada. – Ficou debaixo da chuva o tempo todo?

– Sim.

– Você vai pegar um resfriado, deixe me pegar uma toalha. – Ele então se dirige ao armário do banheiro e pega a toalha e volta para me entregar. – Aqui está.

– Obrigada.

– Eu quero te pedir desculpas por hoje.

– Tudo bem, acontece.

Ficamos um bom tempo, o que eu mais temia estava acontecendo, a tal da Helena voltou e mexeu com Robert, e o que faltava para completar a situação, era eles voltarem, uma das coisas que eu mais temia. Já não pude me conter, meu corpo tremia e a sensação que eu estava não era nem um pouco boa.

– Agora você vai voltar com ela?

– Não, meu coração é de outra pessoa agora.

Ele então olhou pra mim e sorriu, e só pra ser um pouco inconveniente, perguntei que era essa pessoa, ele ri, e novamente me beija. Chris e Katy viram a cena e começaram a comemorar e fazer piadinhas do tipo “eu sabia”, coisas assim. Foi a melhor segunda feira da minha vida, apesar de acontecer coisas que acabou me chateando, o dia terminou com um jantar de casais. Eu estava feliz naquela hora, além de ver Chris e Katy felizes, via os olhos de Robert brilhando quando olhava pra mim, sentia-me nas nuvens, e eu espero ter essa sensação por um tempo beeeeeeeeem longo.

Notas finais
Eu sei que eu disse que não ia ficar tão meloso, mas eu sou melosa, então é isso aê '-' HUE E a música que eu pensei que tocou na hora do beijo da Emy e Rob foi Falling Fast da Avril Lavigne