Os sete Reinos.

2 CAPÍTULO 02 -MINÓIA


Notas iniciais
-LINGUAGEM IMPRÓPRIA PRA MENORES -DESCOMPROMISSO COM A REALIDADE -AUTORIA ORIGINAL -COMENTEM FEEDBACK É NECESSÁRIO PARA ESTIMULAR QUEM ESCREVE

MINÓIA

Minóia tinha a costa toda de seu País banhada pelo oceano, seus guerreiros eram conhecidos por serem exímios navegantes, por ser uma cidade banhada toda pelo mar seu principal comércio era o marítimo. Minóia era governada pelo famigerado rei Gilgamesh Barracho III , seu governo para com seu povo era levado como bondoso para os cidadãos de bem e impiedoso para os de mal índole.

Gilgamesh encontrava se em seu trono onde seus adornos que tinha como inspiração o grande kraken o que representava a força esmagadora de seu reino em alto mar, o rei se encontrava com a mão repousada sobre o queixo como se estivesse com tédio.

Gilgamesh Barracho III era como seu pai e avô alto , forte seus olhos eram de um escarlate que lembrava sangue, seus cabelos loiros como o mel o transforma em um dos homens mais bonito do reino porém o traço de seus olhos guardavam um semblante de alguém extremamente maquiavélico.

–Perdão Meu rei, Perdão! Implorava o pobre camponês sujo e maltrapilho de joelhos ao rei, com a cabeça abaixada a força por um membro da guarda real.

Gilgamesh soltou um grande bocejo e então disse:

–Você tem ideia do quão grave foi sua infração? Debochar do rei em pleno festival de comemoração de 100 anos da paz marítima.

–Perdão meu rei, indagou o homem com a voz embargada, Perdoe esse humilde homem que cometeu um excesso com o consumo de álcool e falou algumas inverdades sobre vossa majestade, pura inveja meu rei, pura inveja!

Gilgamesh mudou sua postura que antes estava recostado no trono agora estava ereto para frente.

–Você Inveja me? , por um momento todos ficaram confuso sobre a atitude do rei a guarda da trindade que era formada por seus melhores e também amigos guerreiros se entre olhou tensa, todos conheciam exatamente a atitude do rei.

O camponês demorou para responder, o rei com um gesto ordenou que o guarda tirasse o pé da cabeça dele então assim ele pode responder.

–Sim meu rei, és o homem mais bonito e rico do País talvez do mundo tem como um pobre e humilde homem como eu não o inveja lo?

O semblante de Gilgamesh mudou se tornou frio e sem nenhuma expressão seus olhos escarlate fitavam o camponês como uma águia avalia sua presa.

–Pois bem decapitem no e depois o empalei para que sirva de exemplo que não se deve cuspir sobre o nome de seu rei.

–Mas meu rei eu...a cabeça do camponês voo para fora de seu corpo seus olhos arregalados e surpresos permaneceram imóveis como se soubesse que ia morrer , sendo que a morte já havia chegado de fato ao lado seu corpo tombou no chão ainda dando espasmos.

–Thrudor a águia da montanha! Exclamou o rei

–Desculpe vossa majestade , mais como já havia decretado a morte do lacaio me adiantei por saber que ele o estava irritando. Concluiu a reverencia o rei com sua espada ensanguentada.

Thrudor a águia da montanha era um dos três guerreiros que faziam parte da trindade era amigo de infância de Gilgamesh e era cego de um olho, ganhou seu apelido de águia da montanha quando usou um desfiladeiro para encurralar uma tribo de bárbaros que planejava invadir a cidade e deu fim nos que sobreviveram sozinho.

–Você me conhece bem meu velho amigo, eu já estava me irritando mesmo com tal ser muito obrigado por se adiantar. O semblante de Gilgamesh havia mudado agora estava estampado um sorriso cruel seus olhos escarlates vibravam com a poça de sangue derramado na sua frente.

–Vossa majestade anunciou o correspondente fiscal

–Aqui em sua presença está o guerreiro Eduard Krast do País de Estoravios, ele veio prestar um comunicado em nome do rei de Estoravios. Gilgamesh mais uma vez se reclinou em seu trono como se esperasse por notícias tediosas.

–Vossa Majestade disse o cavaleiro era alto , moreno e tinha uma barba negra grossa e volumosa sua armadura era negra com detalhes brancos seu elmo possuía quatro chifres.

–Venho em nome de Rei Turk para convida lo ao banquete que vossa majestade oferecerá para casar a filha dele com um dos quatros reis dos grandes continentes.

Antes que ele pudesse continuar Gilgamesh começou a gargalhar, há muito tempo a linhagem Barracho tinha abolido o sistema de casas devido a um golpe que a linhagem sofreu e para evitar e consolidar o poder todo na mão de sua linhagem os Barracho destruíram todas as casas e seus descentes para servir de exemplo desde então o rei tem tomado pra si quantas mulheres deseja por ser muito jovem Gilgamesh ainda não tinha escolhido uma mulher , porém se divertia com várias.

–Vem a minha casa e me íntima a comparecer a um evento no qual um rei predente estender seus domínios em meu território? Por que devo considerar isso como um convite e não como uma ofensa?

–Bom meu rei, não és obrigado a ir mas assim como meu senhor pretende estender os domínios dele o senhor pode estender o seu, é uma faca de dois gumes o seu filho poderá ser rei de dois reinos grandioso tanto aqui como lá.

–Me tomas por tolo, Eduard Krast ?

–Não meu senhor , só o atento para que o benefício é duplo.

Gilgamesh ficou pensativo havia se recostado no seu trono de novo.

–Pois bem nobre cavaleiro, deixemos isto interessante vais duelar com Sr. Lear o Grifo da noite e quem ganhar terei minha resposta. Decretou Gilgamesh.

–Meu Rei não vim para criar confusão, vim apenas convida lo em nome do meu rei, não tenho interesse em lutar contra um de seus soldados venho em paz.

Gilgamesh gargalhava agora, Eduard sentiu um frio na espinha era como se aquela risada lhe informasse notícias ruins. os olhos de Gilgamesh se estreitaram seu sorriso era diabólico e assustador e friamente ele disse:

–Não é uma opção cavaleiro. De trás dele saia um soldado sua armadura era dourada com detalhes vermelhos seu elmo tinha dois rasgos que lembravam olhos de águia que cobria todo seu rosto, na frente possuía algo pontiagudo que lembrava um bico e na parte de trás possuíam pequenas asas.

Eduard tentou recordar em sua mente para lembrar da história de Lear o grifo da noite, mais nada lhe vinha, suas mãos suavam ele esteva tenso e preocupado aquela situação não era o que ele havia planejado apesar de saber do humor sádico do rei de Minóia , pôs a mão na sua bainha e sacou sua espada o grande dragão cinzento .

Lear pôs em posição para iniciar a luta, sua posição era diferente apesar de haver poucas aberturas, Eduard visualizava em todas as aberturas chances de contra-ataque, era como se fosse uma armadilha óbvia.

A espada de Lear era larga mas não muito grande, Eduard começou a andar em círculos , observava lateralmente as reações do rei Gilgamesh que estava diferente estava empolgado era quase como se estivesse excitado com a luta, ou com o desejo de ver sangue mais antes que pudesse analisar melhor sua atenção voltou se a sua frente, Lear se preparava para um ataque instantaneamente armou se em defesa, quase que como reflexo e então as espadas ricochetearam soltando faíscas como se gritassem, as espadas se encontraram duas vezes batendo de forma violenta e então Eduard foi pego de surpresa, Lear ao se recolher do ataque simultaneamente iniciou um ataque que Eduard conseguiu bloquear porém a defesa os deixavam próximo e subitamente por alguns segundos Lear largou a espada trocando agilmente de mão Eduard sentiu um impacto em seu rosto que o atingiu feito um trovão fazendo o cambalear para fora de um pequeno círculo que possuía no salão principal.e servirá de ringue

Com a mão esquerda Lear armou um golpe mirando a perna de Eduard que institamente saltou por cima da espada esquivando se assim do golpe, Lear virou se rapidamente erguendo sua espada para Eduard porém agora o Chifre de Dragão estava sangrado o soco havia aberto um pequeno corte em seus lábio, armou um ataque por cima de Lear que defendeu o ataque e antes que pudesse sequer pensar em reagir foi surpreendido por Eduard, sentiu um forte chute na sua barriga o impacto jogou Lear para trás o que fez Eduard aproveitasse para chutar sua mão e derrubar sua espada, podendo assim finalizar o golpe ,Lear usou a ponta do seu Elmo para travar o ataque a espada de Eduard estava literalmente cara a cara com a face de Lear e e então Eduard pode notar belos e grandes olhos verdes em um tom sólido dentro daquele elmo, usando apenas a cabeça Lear se desvencilhou da espada de Eduard e como em um passo de dança rodopiou para trás de Eduard e sacou então uma pequena faca a qual encostou na garganta de Eduard ao mesmo tempo, o chifre de dragão havia apontado a ponta de sua espada para suas costa como se soubesse o local exato que Lear estaria o que causou em um impasse, ambos estavam ali a mercê um do outro com armas letais apontadas para ambos até Lear romper o silêncio.

–Você acha que será mais rápido que minha adaga nobre cavaleiro? Sua voz era fria e aveludada lembrava a voz de uma mulher

–Você pode até rasgar meu pescoço cavaleiro, mas antes ou ao mesmo tempo minha espada atravessará seu corpo até sua cabeça minha garganta cuspirá sangue e sua cabeça rachará como uma represa de sangue. Retrucou Eduard

–E o que faz você pensar que está mirando em um órgão vital? Perguntou Lear sua voz continha uma gargalhada embutida

– sua armadura! Disse Eduard em seu rosto continha um sorriso tímido.

–O quê?

–Sua armadura cavaleiro, antes da luta a observei atentamente na lateral próximo a barriga a uma fenda, sua armadura representa um grifo que nada mais é que uma águia com corpo de leão a parte posterior e frontal de sua armadura possui três dentes do qual formam fendas é bem aonde posicionei minha espada que agora está encostando na sua pele de aço.

Clap , Clap , Clap ouviram se estrondosos aplausos Gilgamesh os batia

–Muito bem , foi uma luta rápida porém divertida não me resta dúvida que são ambos exímios cavaleiros, Embora Lear seja muito mais nova que você Eduard porém é o que dizem coma a Idade vem seus males e um jovem cavaleiro e hábil não era mais tão hábil assim.

Eduard sabia muito bem o que o rei estava fazendo era uma provocação, porém um fato o interessou ainda mais, Lear seria uma guerreira? Poderia um rei tão sádico quanto Gilgamesh permitir em sua guarda real, uma mulher? A resposta logo veio ao tirar seu elmo os cabelos de Lear eram loiros e iam até os ombros uma pequena trança se destacava do seu monte e seus grandes e arredondados olhos verdes abaixo de seu olho possuía uma cicatriz em forma de foice não muito profunda mais também não tão superficial e foi então que Eduard lembrou da história da cavaleira Lear o Grifo da Noite.

Lear o Grifo da noite, ganhou esse apelido devido a uma emboscada bem elaborada, um grande grupo de selvagens planejava invadir a cidade real na ausência do rei e dos outros dois guardas reais que formavam a trindade. O plano de Lear se iniciou ao infiltrar guerreiros e guerreiras no cerco dos invasores e então na calada da noite iniciou se o massacre depois de ter alterado a bebida e comida dos guerreiros, liderando um ataque Lear invadiu e derrotou um exército de 400 homens apenas com cem seu apelido grifo da noite foi dado pela sua forma de lutar ao qual a noite e no escuro era mais difícil para se enxerga, entretanto para Lear não houve dificuldades e sim facilidade.

–Meu rei eu aguardo sua resposta

–Pois bem diga ao seu rei que eu vou, mas eu vou decidir se sua filha é digna do meu pênis real. Finalizou Gilgamesh em meio a risadas.

–Com sua licença meu rei. Reverenciou Eduard e se virou para se retirar

Dois sádicos imagino como seria uma criança concebida por um sádico desse e tendo um avô mais sádico ainda, pensou Eduard tenho pena de seu povo finalizou.

Gilgamesh virou de frente para seus cavaleiros fiéis e disse:

–Preparem se pra bagunçar um certo reino seu sorriso era macabro e seus olhos escarlates faiscavam de ânsia.