Melanie P.O.V

Quíron havia sumido. Sequestro? Fuga? Ninguém sabia. Simplesmente desapareceu.

Depois de uma "ótima" explicação do sr.D sobre isso, eu, Chlöe, Charlie, Beatriz, Percy, Annabeth, Grover, os Stoll e mais alguns campistas seguimos o deus do vinho até a Casa Grande, onde nos preparávamos para exigir mais explicações.

– É só isso? sr.D, o senhor não tem mais nada a dizer? — perguntou Grover.

–Não, não tenho. E se me derem licença, tenho assuntos a tratar.- respondeu Dionísio.

– Ah , não vai não. Não antes de resolvemos o q faremos para achar Quíron.- disse uma garota de cabelos castanhos e aparência nervosa. Parecia ter fogo nos olhos.

–Clarisse...- disse Percy — não force a barra. Nós só queríamos saber, sr.D se temos permissão para fazer uma missão.

–Ora, para que? Só para achar aquele centauro velho? Não é necessário.- falou o deus .

–Mas Quíron é diretor das atividades. — começou Travis.

– Sem ele aqui o trabalho aumentará para o senhor.- continuou Connor.

– Mas essa situação poderá mudar se o senhor mandar meros semideuses para uma missão para procurar Quíron e não sobrecarrega-lo de trabalho.- finalizou Annabeth.

A conversa parecia ter mexido com a cabeça do sr.D. Passou alguns segundos pensando e por fim disse:

–Está certo. Você, Peter Johnson pode ir, você loira, vai também e você bode. Sem mais perguntas. Consultem o oráculo e saíam da minha vista. — e entrou na Casa.

Percy, Annabeth e Grover iriam à procura de Quíron. Depois de consultar o oráculo e arrumar mochilas com os materiais necessários eles estavam na entrada do acampamento se despedindo.

Eu e as meninas fomos, é claro.

– Boa sorte, gente. Se cuida, mana. — falei.

– Obrigada, Mel. Vamos precisar. Estamos suspeitando q talvez Luke esteja por trás disso.

–Será q ele faria isso? — perguntou Charlie.

–Bom, devemos esperar tudo dele depois do que fez comigo.- respondeu Percy. — Pelo menos assim temos a chance de achar ele e seu mestre e pará-los.

–Percy, Annabeth, temos q ir . — Grover veio chamar.- Garotas, até mais.

– Tchau — dissemos em uníssono.

Eles iam se afastando quando Beatriz gritou:

– Grover! — correu até ele e surpreendentemente o beijou. — Boa sorte. — e saiu correndo.

Ninguém parecia entender nada, nem mesmo o próprio Grover, q apesar de confuso tinha um pequeno sorriso nos lábios. Eles seguiram viagem e nós, bem...eu, Chlöe e Charlie fomos interrogar Beatriz.

Notas finais
-Grazi