Os segredos de um crime
10 A identidade do assassino!
Notas iniciais
POV Camila
A vida na prisão não esta sendo nada fácil, só estou presa faz dois dias pelo assassinato do Sebas, mas, entretanto todas as reclusos no local se juntaram e começaram a fazer da minha vida um inferno. Eu nunca tinha sofrido bullying na vida e achava que nunca ia sofrer mas estava errada. Eu não compreendia porque elas me odiavam tanto se mal me conheciam. Elas me julgavam porque eu matei acidentalmente meu ex-namorado sendo que as sitas cujas haviam praticado crimes muito piores que o meu! Mas, pensando bem, agora que eu estou aqui se alguém descobrir meu segredo posso me complicar ainda mais!
Ah, esqueci de mencionar que eu divido a cela com uma garota ruiva chamada Taylor, e a Violetta! Ela chegou a poucas horas e ver ela ali me fazia sentir horrível, pois fui eu que coloquei a faca que a trouxe pra ca, mas eu faria de tudo para proteger o meu segredo. Estávamos as três conversando animadamente, já que a Taylor era a única que não nos tratava mal, quando de repente uma fumaça começou a entrar na cela pelo tubo de ar condicionado, tentamos aguentar mas acabamos apagando por efeito do gás.
POV Vanessa/Manuela
Minha missão estava sendo um sucesso total! Com a minha falsa gravidez consegui me aproximar do Pablo e descobrir coisas sobre o Maximiliano que me ajudaram a descobrir a identidade do assassino. Essa pessoa não estava de brincadeiras e se ela pegasse os outros seria uma catástrofe.
Recebi uma ligação do meu chefe e me afastei para um canto discreto onde podia atender sem correr o risco de alguém escutar o que eu falava:
– Alô? Sério? Tá, to indo pro local agora. Mande reforços. — Desliguei e arrumei minhas coisas rapidamente. O assassino havia sequestrado todos os amigos próximos de Maximiliano e ia revelar sua identidade, para depois matar todos eles! Eu tinha que impedir. isso de acontecer, mas infelizmente o Pablo se meteu na minha frente.
– Onde vai Manuela, ou devo dizer Vanessa? Eu sei quem você e de verdade e o que veio fazer aqui. Acabei de ouvir sua conversa telefônica, e vou com você, não adianta dizer que não. — Ele falou, firme e eu não tive alternativa senão acatar sua decisão.
Na Prisão
Pouco a pouco, todos os que tinham sido sequestrados foram acordando meio atordoados, mas perceberam que estavam amarrados a uma mesa que havia no local, que logicamente era uma das muitas celas do estabelecimento prisional. Ninguém estava entendendo o que faziam ali, mas estavam assustados.
– Ludmila, você tá bem? — Perguntou Federico, preocupado ao ver os cortes profundos no rosto da amada.
A loira fez um aceno afirmativo com a cabeça e tentou sorrir, mesmo que só um pouco.
– Gente, porque estamos aqui? Quem nos trouxe aqui? eu tenho claustrofobia e estou com medo! — Reclamou Naty, com a voz chorosa e algumas lágrimas escorrendo pelo rosto.
– Calma Naty, aliás calma todo mundo! A gente vai conseguir resolver isso. — Disse Leon, tentando se convencer mais a ele mesmo do que aos outros.
– Mas não há como soltar as amarras, elas são muito fortes. — Reclamou Diego, cruzando os braços e fazendo cara de bebe.
Francesca e Camila se olharam, como que conversando por meio do olhar e concordaram que tinham que revelar a identidade do assassino de Maxi pois essa pessoa era perigosa e podia muito bem ter os sequestrado a todos.
– Gente, eu e a Francesca sabemos quem e o assassino e achamos que foi ele que nos trouxe ate aqui. — Disse Camila, de forma nervosa.
Todos olharam para as meninas de forma acusador, afinal elas sabiam quem a pessoa era e não abriram a boca.
– Vocês sabem quem e o desgraçado que me colocou na cadeia e não falaram nada? Traidoras. — Esbravejou Vilu, com raiva.
Todos olharam para a ruiva e a morena de forma raivosa, mas antes que elas pudessem se defender uma pessoa de capuz preto e mascara de caveira que segurava uma faca em cada mão entrou no local.
Apreensivos, os reféns se entreolharam, esperando o próximo passo do encapuzado.
A pessoa andou ate o centro da cela, focando bem perto da mesa onde todos estavam amarrados e tirou a mascara, revelando sua identidade!
– Olá queridos, como vão? Todos vocês estavam certos, eu sou a assassina do Maxi. Eu obviamente tive meus motivos pra fazer o que fiz, e vou explicar todos eles a vocês antes de revelar os segredos preciosos de cada um de vocês e os torturar ate a morte! A proposito, eu não morei, o cadáver que vocês viram naquela festa era de uma sósia minha. Eu estou bem viva, e pronta para a matança! — Exclamou Lena Vidal, sorrindo macabramente!
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