Notas iniciais
Lumus.
Olá lindezas! Eu tive ideia dessa fanfic semana passada, e, de coração eu espero que vocês gostem!

—Eu to com fome. (Lily)

—Eu sei Lily, cale a boca. (James)

—A mamãe não tinha preparado batata frita para a gente? (Albus)

—Tia Gina preparou batata frita para a gente? Albus, por que você não me disse isso? (Rose)

—Se eu tivesse dito para você, Rose, a gente não estaria aqui no muro. (Albus)

—Exatamente. Ele vai demorar muito, Albus? (Lily)

—Shh Lily! Espera, espera, ele já vai aparecer já! (James)

Os quatro primos estavam nas pontas dos pés no muro da Vovó Weasley para ver seu vizinho extremamente peculiar. Mais, cedo, Albus anunciara para todo mundo que vira a casa do vizinho matar um pássaro. Sim, você leu bem, a casa. Claro, os adultos riram e zombaram do garoto, que suas orelhas ficavam cada vez mais vermelhas. Mas os primos não riram: eles queriam ver também. Assim, as crianças correram para o muro da Vovó Weasley e ver se o que Albus, que jurava ser verdade, era verdade mesmo.

—Olha lá! Olha lá! Albus, ele acabou de sair da casa! – James pegou seu binóculo tamanho extragrande que havia ganhado de seu Tio Rony, e mirou na porta da frente. – O.k, agora está caminhando pela frente da casa. Agora ele abaixou e pegou o jornal. Agora ele ta caminhando para a porta da casa de novo. Agora ele se abaixou. Agora ele pegou uma flor. Agora... PELAS CUECAS DE MERLIM, ALVO!

—O que é? O que foi? Fala logo, James! – Lily, que forçava seus olhinhos castanhos para ver o homem, perguntou totalmente desesperada. James mantinha a boca fechada, com os olhos arregalados. – Vai logo, James!

—Ele... entrou dentro da casa! Vai, Albus, admite – James tirou os binóculos de perto dos óculos grandes, sorrindo com arrogância para Albus, enquanto Rose ria atrás dele. – você estava mentindo, não é? Casas não engolem pássaros, querido irmão.

James bateu a mão nas costas de Albus e desceu do muro, colocando seu binóculo nos pescoço. Rose olhava em desaprovação para Albus, enquanto Lily continuava a olhar a casa do vizinho, totalmente desanimada.

—Aprenda a parar de mentir, Albus, só para chamar atenção. – Rose estendeu a mão para Lily, que pegou e pulou em cima da prima maior. Os três haviam acabado de se virar, quando Albus olhou para a casa. Ele jurava que não havia sido um sonho! Ele jurava, Merlim, pelos irmãos se fosse preciso! Albus encarou a pequena casa, totalmente desanimado, quando viu: A janela sendo aberta, e uma coisa preta enorme saindo da janela, e se direcionando para baixo. Albus apenas observou enquanto o negocio preto, como uma mão, pegava uma flor.

—JAMES! JAMES, JAMES! ROSE, LILY! VENHAM, VENHAM! OLHA LÁ! EU DISSE PARA VOCES!

Imediatamente os primos viram correndo para ver, até mesmo James, e viram a tempo da mão deslizar para dentro. A cara de seu irmão, Albus pensou, era impagável. Como se tivesse dado uma tapa, como se tivessem dito que não haveria mais batatas fritas no mundo. E Albus apenas sorriu contente, que finalmente estavam acreditando nele.

~Meia hora depois~

—É sério mamãe! Tinha uma mão enorme, grandona mesmo! Ela sai da janela, e pegou a flor que estava no canteiro! É! E era a mesma que o homem havia pego! Mamãe, mamãe!

—Já chega Lilian! Você tá com essa mentira horrível desde que o Albus falou aquilo! Até você Rose? Achei que não acreditasse nessas coisas! Parem já com essa coisa, e eu quero que vão até lá pedir desculpa agora mesmo!

—O que? — James gritou, desesperado — Ir lá? Tá louca mamãe? Ele vai matar a gente com a mão de metal!

—Nada disso! O seu vizinho é trouxa e vocês sabem disso! Agora um grande desrespeito vocês irem lá e espiarem o coitado né? Nada disso, vocês quatro vão lá e vão pedir desculpas com o bolo de chocolate que Vovó Molly preparou!

—QUE? MAMÃE! NÃO, O BOLO É PARA A GENTE SÓ! — A pequena ruiva estava desesperada. Seus olhos castanhos estavam marejados. As quatro crianças na cozinha encaravam Gina com total indignação;

—Isso vai ser a punição de vocês. Vão, vão! — Gina vez o movimento com o braço indicando para as crianças saírem. Rose, envergonhada, pegou o bolo e saiu pela porta da cozinha, com os três irmãos logo atrás dela.

—Aconteça o que acontecer, não toquem nele, ouviram? — James foi o primeiro a se manifestar, virando o jardim da Avó para ir ao vizinho. Os quatro foram lentamente até a porta do vizinho misterioso, e Rose bateu na porta.

~Toc toc toc~

Imediatamente a porta se abriu, assustando as crianças. Um velho bravo, com a cabeça totalmente careca e uma barba rala branca, sorriu com um sorriso maldoso para eles, colocando uma das maos na coluna e a outra na porta.

—Sim?

—Ah, é, olá, é... Somos... Somos da casa ao lado e queríamos pedir desculpa ao senhor por estar em cima do muro, olhando o senhor. É... Nos desculpe, e como agrado preparamos esse bolo. — A ruiva maior estendeu o bolo em direção ao homem, que o pegou firmemente. Rose tirou a mão imediatamente, com medo do velho, e colocou a mão atrás de si.

—Ah, sim, muita a bondade de vocês. Querem entrar para comer um wuffles? Ou qualquer coisa?

—Claro! — Lily se animou com a comida, e entrou na cada do homem imediatamente, olhando em todos os lados. Antes que James, Albus e Rose dissessem alguma coisa, o velho fechou a porta na cara deles, não sem antes dar um sorriso maldoso.

Notas finais
E ai? Gostaram?
Por favor, comentem!
É importante para mim saber o que vocês acharam.
Nox.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.