Notas iniciais
Está chegando a hora.

“Por mais que a névoa seja densa, por mais que o caminho seja escuro, e por mais que tudo pareça não ter um fim, lembre-se: Sempre há luz no final da jornada que chamamos de vida.”

Último capítulo

Eu tenho que admitir, a Greed não é fraca. Mas, um simples dragão não vai me fazer desistir.

–Toma. – Dei uma caudada nela, porém não surtiu muito efeito.

Agora – Recipiente do Daikoku

Acho que a Greed ficou mais forte! Mas eu não posso me dar por vencido. Mesmo ela sendo um dragão e eu uma Serpente. – Sinta a desvantagem.

–Morra de uma vez. – Ela disse voando mais baixo para me atingir com as asas.

Consegui abaixar e me prendi nela. Ela voou mais alto e se debateu tentando fazer eu me soltar dela, mas foi em vão. Quando as Serpentes se prendem em seu alvo é difícil soltar! Greed rugiu e acho que ela quis dizer: “Me larga”.

–Nem pensar. – A apertei mais forte, porém ela foi esperta e se transformou em um pássaro menor. Acabei caindo por causa disso, mas usei a calda como apoio. – Cadê? – Comecei a procurar pelo local, mas não a achei. – Que droga. – Fugi rastejando, porque se eu não a via, ela só podia estar em um lugar. – Em cima. – Murmurei vendo um elefante cair. – Uou.

Ela voltou ao normal.

–Que pena. – Greed deu um sorriso de canto. – Eu errei. – Ela agora se transformou em um tiranossauro. – Arghhh.

Voltamos a lutar. Ela tentava me acertar, mas eu sou mais rápido.

–Além de braços, você também tem um cérebro pequeno. – A provoquei e ela ficou toda nervosa e se transformou em uma criatura um pouco sinistra. – Um kraken?!

Ela esticou um dos seus tentáculos que consegui desviar, mas outro me pegou me jogando longe. Antes de eu pensar em ir para cima dela de novo, fui atingido por outro tentáculo. O mordi, deixando veneno, o que fez ela puxar o tentáculo de volta. Levantei minha cabeça e fiz um barulho com a boca.

–Canção das Serpentes. – Todas as serpentes atacaram ela. Infelizmente não foi o bastante para parar esse monstro. Ela só ficou mais zangada – pelo menos foi o que pareceu – e começou a atacar por todos os lados. Logo fui atingido e parei desmaiado na parede do Ninho.

Recipiente do Ebisu

Antes de eu contar a situação, deixa eu explicar para vocês como eu sou: Mesmo sendo um Dragão, eu não sou um dragão comum! – Isso é obvio. Mas o importante é que infelizmente eu não voo. – Já até discuti com meu Avatar sobre isso, mas não adiantou nada. Eu sou como o Daikoku, só posso rastejar, fora isso eu tenho umas escamas que eu posso usar para atacar. Mas eu queria mesmo era voar.

Vamos voltar para o importante mesmo né? A Lust não está me dando moleza! Mesmo com o meu corpo revestido pelas escamas, ela com essas mãos está quase ultrapassando. Mas eu já decidi que vou comer mão de Pecador no almoço.

–Chama da Vida. – Sei o que você deve estar pensando: “Chama”, então ele vai tacar fogo né? Errado! É muito melhor! Fiz um clone meu usando as chamas. – Prepare-se. – Olhei para a Lust sinistramente. – Me fundi com o meu clone e isso fez com que eu aumentasse de tamanho.

Fui para cima dela, e não é que a nojenta se preparou mesmo. Ela estava com suas mãos prontas para bem atacar, quando cheguei bem perto dela ela tentou me acertar, porém me dividi em dois, eu e o clone.

–O quê? – Ela tentou me acertar, mas ficou indecisa sobre quem era quem e não conseguiu atacar.

–Ataque dos dragões gêmeos. – Fomos para cima dela ao mesmo tempo e começamos a atacar combadamente. Ela tentou nos acertar, porém fomos rápidos, pois usávamos as escamas para atacar e de vez em quando também mordíamos. Ficamos assim um bom tempo.

–Fique parado para eu poder te matar! – Ela exclamou com raiva.

–Não fique assim, eu já vou acabar com isso! – Fui para cima dela novamente e para minha surpresa ela golpeou o chão fazendo com que os estilhaços acertassem o meu clone e ele sumisse. – Droga. – Tentei fugir, mas ela pegou as pedras que sobraram e tacou em cima de mim dificultando a minha vida.

–Eu podia fugir voando, sabe? – Pensei.

–Não é hora para isso! Cuidado. – Meu Guardião me alertou.

–Eu sei!

Desviei do golpe que ela ia me dar.

–Mesmo com essa força toda não vai adiantar se não me pegar! – Falei.

–Então, – ela murmurou – eu só preciso aumentar minha velocidade. – Ela se concentrou e o chão abaixo dela quebrou em seguida ela desapareceu.

–Onde? – Perguntei nervoso. Como ela conseguiu se mover tão rápido.

–Estou aqui! – Ela afirmou aparecendo atrás de mim.

Antes que eu pudesse fazer alguma coisa Lust me golpeou no ouvido e fiquei sem equilíbrio. Ela começou a dar uma série de golpes. Mas pareciam mais fracos do que antes!

–Droga, se isso continuar assim ela vai quebrar minha escama. – Pensei. – Eu tenho que dar um jeito de fugir.

Foi só eu pensar e o pior aconteceu. Ela conseguiu passar pela minha escama. Se isso continuar eu vou morrer! Voltei ao normal pela falta de energia.

–Suma, Guardião. – Ela preparou o golpe final.

Recipiente da Furoku

–Lâmina de fogo.

–Jato d’água.

Como vocês viram, não dá nem para narrar direito. Eu estou em total desvantagem nessa luta! Se eu usar fogo, ele usa água. Se eu usar o Vento, ele também usa e coloca mais força. E se eu tentar atacar com minhas asas, Envy usa a terra para se defender. Vou ter que achar uma brecha, mas como?

–Ventania. – Bati com força minhas asas o que criou um vento forte.

–Só isso? – Ele usou o vento também.

–Lâmina de fogo. – Misturei o fogo com o vento fazendo com que minhas lâminas saíssem mais forte. O acertei fazendo a brecha que eu queria.

–Pássaro de Fogo. – Fiz o mesmo esquema e passei pelo vento aumentando, ainda mais, o meu poder. Atingi Envy em cheio, e se tem uma coisa verdadeira é que ele confia demais nas suas habilidades, pois ele sofreu muito dano. Continuei atingindo ele e o fiz voar longe. – Parece que você só depende das suas habilidades mesmo! – Ele estava caindo de cima do ninho e esperava que ele se morre na queda. (Culpe o LibreOffice)

–O que você disse? – O infeliz usou o vento para poder subir de volta. Parece que eu toquei na ferida. – Eu vou acabar com você! – Ele concentrou todo o seu poder e liberou de uma vez, fazendo vários desastres acontecer. Um deles me atingiu e a força foi tão grande e sufocante que acabei caindo. – Agora, por qual asa eu devo começar?

Recipiente do Hotei

Para ser sincero, minha luta nem começou direito.

–Quando vai levar essa luta a sério? – Perguntei já ficando irritado. Ele bocejou e me respondeu.

–Não tem porquê eu acordar para lutar contra você.

Ele veio para cima, mas corri para o lado e ele veio me seguindo na mesma velocidade. Dei uma patada nele e o afastei. Corri na direção dele, o mordi e joguei longe. Continuei atacando ele assim, mas não surtiu muito efeito. Já estava ficando cansado de atacar!

–Como eu disse: Não tem porquê acordar! – Sloth disse coçando o olho. – Me acorde quando você se cansar.

–Está judiando de mim? – Murmurei.

–O quê? Fala mais alto.

–Eu vou acabar com você! – Meus olhos ficaram parecendo o de um tigre sedento por sangue e meu corpo ganhou umas marcas vermelhas. Meus extintos de tigre foram despertados! – Ninguém brinca comigo! – Gritei.

Fui para cima dele sem nem pensar duas vezes. Por mais que tentasse acertar ele, meus golpes não chegavam nem perto, exceto um.

–Interessante. – Ele abriu os olhos e passou a mão no rosto onde foi o lugar ferido. – Parece que você vai ter a honra, e a desgraça, de me ver acordado! Venha, Guardião.

O ataquei novamente, porém sua velocidade havia aumentado. Mesmo que eu tentasse, dessa vez eu não o acertava.

–Rugido do Tigre. – O meu ataque ecoou por toda a floresta e fez uma pequena parte do chão se quebrar. – Agora. – Pensei. Comecei a atacá-lo e, pelo meu primeiro ataque, ele ainda estava em choque. Depois de muito bater nele, acabei me cansando e mau tinha energia para manter a transformação!

–Bom, bom, mas agora, é a minha vez!

Ele correu na minha direção. Tentei desviar, porém ele me deu um soco forte na barriga, logo em seguida acertou meu rosto fazendo eu voar e bater em uma árvore.

Quando estava prestes a levantar outro ataque dele veio e só consegui escapar por pouco. Sloth voltou a me atacar e eu mau conseguia desviar. Odeio ter que admitir, mas ele é forte demais para mim!

Recipiente do Jurojin

Minha batalha não está sendo nada fácil! Claro que não esperava enfrentar um oponente fraco, até porque eu não acho que eles teriam começado esse plano sem se preparar.

–Não esperava nada menos do sétimo Guardião. – Pride falou.

–Eu também não esperava nada menos do segundo Pecador mais forte! – Afirmei voltando a atacá-lo.

Infelizmente eu não sou muito bom no ataque. Como eu sou uma tartaruga, meu dever é defender os outros. Então estávamos em igualdade, pois meus ataques não surtiam dano

–Você pode usar aquilo! – Meu Avatar disse.

–Tem certeza? Não treinamos o suficiente! – Disse um pouco preocupado. Se usássemos “aquilo” eu não saberia como a situação ficaria. E o que não posso agora é ficar com a situação fora de controle.

–Não poderemos mudar essa situação se não fizermos nada! – Ele insistiu. – Eu irei te ajudar.

–Está bem. – Me dei por vencido. – Tartaruga Negra, modo de batalha. – Enfiei minha cabeça e braços para dentro do meu casco, usei minhas pernas como impulso e levantei ficando de pé. Coloquei meu corpo para fora e tirei dois espinhos do meu casco, segurando um em cada mão. – Vamos.

A luta retornou e dessa vez meus ataques surtiam mais efeito. Ele não deixou por menos e tentou me atacar, mas usei minhas costas como escudo e ele feriu as mãos. Continuamos lutando, Pride não tentou mais me atacar diretamente, pois estava claro que só se machucaria, então se concentrava mais em desviar dos meus ataques, o que dificultou o meu trabalho.

Parecia que não teria fim desse jeito, mas infelizmente esse modo consome muita energia, então se formos fazer uma disputa pelo tempo, eu perderei! Preciso fazer alguma coisa e rápido.

–Mil espinhos. – Me virei de costas e os meus espinhos começaram a sair e ir em direção dele como mísseis. Ele tentou acertá-los para se defender, porém foi inútil e os espinhos o atingiram. – Diga adeus.

–Eu não vou perder! – Pride levantou do chão e seu poder começou a aumentar. – Último sacrífico.

–O que será isso? – Pensei assustado.

Ele veio me atacar e usei meu casco como escudo de novo. O primeiro ataque eu consegui defender, porém o segundo ataque quebrou um dos meus espinhos.

–O quê?

Não tive tempo para reação, pois ele continuou atacando e logo quebrou todos os meus espinhos, me deixando somente com o casco. Tentei fugir e me recuperar, mas ele não deixou e deu um golpe na minha barriga o que me fez cuspir um pouco de sangue. Pride me deu um chute no rosto o que me fez cair para trás.

–Desculpe, velho amigo, parece que não somos oponentes para ele. – A Tartaruga Negra falou.

–Sinto muito. – Falei. – Muito obrigado por tudo.

–Suma da minha frente. – Pride levantou o pé para poder me dar o golpe final.

Senketsu on

A Jun não para de lutar por nada. Eu já tentei de tudo, mas não estou tendo mais força para enfrentá-la. E sinto que meu poder só aumenta, se isso continuar eu levarei menos de cinco minutos para poder ser dominado por completo!

–Ataque especial...

–Jun não! – Gritei.

–Lança perfuradora.



Continua...

Notas finais
O que será vai acontecer com eles agora? Só semana que vem! E mais uma coisa, não soube que final dar para a fic, então vou fazer os três finais diferentes que pensei. O primeiro vai ser o normal, ou seja, o original que já tinha pensado antes. O segundo e o terceiro terão o título de: Final alternativo 1(2). Até Sábado :).