Notas iniciais
Ho hey Amores, postei. Não sei o que falar aqui, agradeço aos comentários e sejam felizes.

Merida ouviu das grades se abrindo, fazendo-a despertar. Ainda deitada no chão frio, ela abriu de leve os olhos a fim de ver o que estava acontecendo. Era Breu, o homem cinzento que havia lhe traído. Empurrou uma garota para dentro da sela, que acabou caindo em cima de Merida. A princesa rebelde, num impulso, jogou a menina para o outro lado.

– O que é isso? – a jovem princesa indagou com fúria no olhar

– Resolvi te dar uma amiguinha. – grande homem de pele cinzento sorriu sarcasticamente e se retirou

Ignorou-o e olhou para sua nova “amiguinha”.

– Ainda bem que te acordei. – a morena comemorou antes que Merida pudesse dizer qualquer coisa, deixando a ruiva bastante confusa. — Não podemos dormir. Não importa o que aconteça, ok? Apenas me prometa que vai se esforçar para se manter acordada.

– Hãã...

– Promete?

– Tudo bem, eu prometo. Mas por quê?

– Eles estão usando um feitiço de hipnose com a lua. – contou — Se nós dormimos, viraremos escravas deles.

– Você está bem?

– Estou. – ela confirmou agarrando os braços da jovem princesa — Eu já vi isso acontecer e eu não quero passar por isso de novo. Por favor, acredite em mim. Precisamos ficar acordadas, ok? – a ruiva balançou a cabeça positivamente. A garota soltou os braços de Merida, se sentou encostada na parede e estendeu a mão para ela. – A propósito, eu sou Gylfie.

– Sou Merida. – a jovem princesa agarrou sua mão – Desculpe por ter te empurrado, baixinha.

– Tudo bem, apenas não me chame mais de “baixinha”.

Elas se encaravam, conversavam e até se estapeavam, mas depois de algumas horas estava quase impossível de se manterem acordadas. Parecia que tudo estava perdido, até que elas foram acordadas com... Água? Merida levantou o olhar e deu de cara com um garoto de olhos e cabelos castanhos. Ele tinha um sorriso travesso e carregava um balde vazio nas mãos. A raiva percorreu todo seu corpo. O rosto da ruiva ficou quase tão vermelho quanto seu cabelo. Sorte do garoto que ela estava sem seu arco e flecha, que sorte a dele.

– Você é louco?

– Talvez. – o garoto respondeu sem fazer o mínimo esforço para segurar o riso

– Quem é você?

– Meu nome é Jackson. – se apresentou — Eu sou um infiltrado e eu vou ajudar vocês a saírem daqui.

– Infiltrado? Como conseguiu entrar aqui?

– Digamos que eu decidi mudar de lado.

– E se você for mesmo do nosso lado, como vai nos tirar daqui?

– Eu tenho um plano. É um pouco louco, improvável e muito arriscado, mas pelo menos vai ser divertido.

– Existe alguma chance desse seu “plano” dar certo?

– Existe. Só que existe mais chances que nós três morramos.

– Se nem você confia no seu próprio plano, por que insiste que nós entremos nele?

– Não custava tentar.

As meninas se entre olharam tentando decidir o que fazer. Então a ruiva deixou que Gylfie falasse: — Estamos dentro.

– O QUE? – Merida questionou num berro, mas logo a menor tapou sua boca e a arrastou para o canto da sela.

– Merida, eu preciso sair daqui, e vai ser muito útil ter um aliado. Eu já estive em um lugar como esse quando era criança e foi um infiltrado que me salvou. – a garota explicou — Nessas horas temos que confiar em qualquer um. – a princesa abriu a boca, mas foi interrompida antes que as palavras pudessem sair. – Eu sei que não existe lógica, mas um amigo me disse que eu devia confiar mais em meus instintos, e eu sei que isso foi o melhor para ele.

Merida bufou. Embora não confiasse em Jackson (e ela talvez nunca vá confiar em alguém de novo), ela concordou.

– Qual é o plano?

– Só se misturem, e amanhã à noite a fuga começa.

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Jackson entrou em seu quarto e se jogou em sua cama. Fechou os olhos tentando dormir, já que seu dormitório possuía um feitiço de proteção.

– Jackson. – cantarolou a mulher de cabelos negros cacheados e olhos cinzentos

– Gothel, que maravilha. – resmungou para si mesmo — O que é?

– Seu pai quer lhe ver.

Passou as mãos nos cabelos e bufou. Jackson já estava esgotado.

– Jackson! – e a irritante voz ritmada de Gothel soou novamente.

– Já estou indo, caramba! – gritou, tentando tomar vontade para se levantar e coragem para conversar com seu pai.

Notas finais
Eu não usei muita descrição porque vai ter um mistério no meio disso tudo. Podem se matar de pensar, mas vocês nunca vão adivinhar. Sou malvada. E oque acham dos trechos? São da música tema de Merida e Jack (calma gente): Pronta pra andar - Move Over. Eu acho a cara da Meri u.u Sim, vou colocar músicas tema para esse povo. Tem alguém aqui do Exército Azul? Eu sou o/ Beijinhos de luz :*