Os grandes heróis de Nauren

1 Agnus: o grande herói dragão (inacabado)


Eram 30 ogros. Eles estavam batendo, quebrando ossos, cortando a mão daquele humano apenas por diversão. O humano tentava fazer algo, mas sentia suas forças no limite. Este não desistiu, deu tudo de si até ele ouvir algo dentro dele se quebrar, e não era a mão de um ogro que perfurava seu coração: a evolução finalmente o agraciou com uma força e uma regeneração descomunal! Ele pega uma das mãos daqueles monstros e retira de seu tórax, gritando:

-Não sou seu brinquedo!

O humano joga a criatura para os céus, enquanto levanta para retirar todas aquelas estacas que estavam em seu corpo. Mais ogros se uniram para aquela batalha, muito sangue de nosso herói fora derramado, mas ele conseguiu derrotar todos estes. A dor inacreditável que sentia de todo o seu corpo ser dislacerado várias e várias vezes, não se comparava com o gosto da liberdade. Seu corpo tremia, seis olhos choravam sangue, mas sua mente estava quieta. Nenhuma demonstração de felicidade, nem um choro libertador, apenas aquelas lágrimas que caiam sobre a lua cheia. Ele liberta mais alguns humanos que estavam por lá. Leva a que estava mais fraca em seus braços e grita: vamos seguir para um lugar tranquilo! Prometo a todos vocês que lutarei para salvar vossas vidas, ou morrer tentando. Nunca mais desejo ver em seus corações o sofrimento e a dor da submissao!

Os humanos, na verdade foram correndo para cada lado, não houvindo com o que ele falava. Nenhum simportava com aquilo, pois na selva cada um era por si. Apenas sobrava alguns adultos raquíticos, criantas esfomeadas e aquela mulher desmaiada e frágil. Ele ajuda cada um a entrar em um dos meios de locomoção dos orgros, retira os animais -os ogros tem uma capacidade de rastrear seus animais- e sozinho leva aquelas pessoas adoentadas para um lugar tranquilo. Seu corpo sentia a cada dia que ele carregou aquele carrinho com aquelas pessoas, sua mente sentia o desgaste de ter que alimentar cada pessoa, e ter visto em um dos dias um pequeno velhinho morrer. Ver todos com o corpo dolorido, chorando pela morte de um ente querido o fez derramar lágrimas, mas não parou de puxar o carrinho. Aquilo apenas deu mais força a sua alma desgastada. Passara o anoitecer do quarto dia e ele encontra o melhor lugar para ficar: um pequeno lago aonde tinha o final de uma cachoeira, e lá havia várias frutas comestíveis.

Ele para e senta um pouco. Naquela escuridão aparece uma luz de dentro do carrinho: era a mulher que estava antes em seus braços. Ela criou uma luz de energia em suas mãos para ver as pessoas. Todas elas aparentava estar um pouco melhores, graças ao herói.

Finalmente eles saíram do carrinho e carregaram o herói para dentro deste, enquanto tentavam puxar o carrinho para perto. Eram 4 homens tentanso carregar aquele trabalho com apenas mais 6 mulheres e 3 crianças e não conseguiram nem ao menos o mecher. Eles entenderam qual era a força que aquele sobrehumano fazia, e o por que estava com tantas feridas em seus pés, braços e ombros e por que demoravam para regenerar.

De manhã, este acorda. Observa que em um pedaço mau trapilho de roupa haviam algumas frutas para se alimentar depois de tantos dias sem fazer isto por causa do tempo. Se levanta e observa uma pequena construção de uma casa feita com a ajuda de vários homens que carregavam algumas toras, cortavam elas e colocava de tal forma que a casa fora se formando.

-O...briga... Disse a menina que fora carregada anteriormente.

-Não precisa tentar agradecer. Sei que os humanos comuns não sabem falar uma única palavra. Você podem utilizar magia de luz, não é? Me diga, qual foi o preço que você pagou para saber disto?

Ela apenas acenava com a cabeça sim, sem entender nenhuma palavra deste. Ele então finalmente se apresenta, apontando para si e falando:

-Agnus! Agnus!

-A...GUI..nus...

-Isso! Agnus! Você parece conhecer um pouco da língua dos ogros! Um dia quero ouvir sua história... Disse ele enquanto contava os dedos dela.

-10, 5 de cada lado... Nenhuma anomalia no corpo, não tem a cor esverdeada , porém tem uma pele cor de madeira... Você parece ser uma humana pura de granduim, porém deve ser selvagem... Não soube dizer apenas uma palavra... Acho que todos são selvagens: olha a construção desta casa! Está caindo aos pedaços e mal fora feita direita! Preciso arrumar isso urgentemente antes que eles entrem!

Notas finais
Daqui a pouco termino. Preciso dormir XD
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.