Notas iniciais
Os capítulos estão curtos e irei melhorar isso! Obrigado quem realmente leu, divos

O homem amarra March enquanto eu tento bater nele. Ele não se importa com meus socos e quase faz parecer que conhece-nos à anos. Sento-me ao lado de March e ligo para Marco, deixando o celular em meu bolso.
– Você irá levar-nos para um cativeiro, senhor? — pergunto. Ele sorri.
Ando pelo corredor procurando uma porta aberta. Me distraio por um segundo enquanto forço uma maçaneta e tudo escurece derrepente.

Acordo em uma sala que parece muito um laboratório de filmes policiais. Cheio de lâmpadas e coisas que normalmente não teriam em um verdadeiro. Olho no relógio: são 4:32 da manhã. March dorme ao meu lado em uma cama com lençóis brancos.
Levanto-me e vou até a porta. Ela é branca assim como quase tudo na sala e tem grades por toda sua extensão. Na sala todas as paredes tem janelas enormes, o corredor sendo a única fonte de luz até aonde consigo ver. Há mais duas salas iguais à que estamos.
– Acorde, March — falo ainda olhando pelas janelas. Ele geme baixo.
– Não reclame, Faith — ele diz como se fosse realmente comigo. Olho para ele.
– Quem é Faith, March?
– Você, ué.
Sorrio balançando a cabeça. Faith é provavelmente alguém da faculdade com quem March dorme. Isso porque ele não vai para a faculdade à meses.
– Acorde, idiota — falo pela décima vez. Continuo até a vigésima primeira quando ele finalmente levanta e volta para a realidade.
– Faith veio me ver ontem à noite.
Olho nos seus olhos.
– Quem é Faith?
– Minha namorada na faculdade.
– E ela veio te visitar em que sentido?
– Bom, nós namoramos.
Olho em volta sem acreditar no que aconteceu durante o tempo que estive desacordada.
– Você estava dormindo! E eu chapado, não me lembro de mais nada — March fala, saindo das cobertas precárias que colocaram para nós. Viro-me de costas e continuo observando o corredor.
– Acho que deveríamos apenas abrir a porta.
Sento-me na cama e deixo ele fazer oque quiser fazer. Ele tenta abrir a porta, oque obviamente não funciona. Ele tenta por mais 20 minutos.
– Acho realmente que isso não vai funcionar, March.
Ele senta-se ao meu lado. Sinto uma dor incontrolável quando ele o faz.
– Eu também senti isso — ele fala. Concordo com a cabeça. March está contorcido na cama quando olho para o lado.
Algo brilha por baixo de sua camisa e eu me assusto, oque o assusta. Nós dois levantamos e ficamos nos encarando.
– Isso não deveria acontecer conosco apenas com 20 anos? — pergunto.
– Oquê?
– Saiu um brilho de baixo da sua camisa.
– Ah meu deus.
Balanço a cabeça. Não é possível que alguém conseguio acelerar nossa doença. Não é simplesmente possível. Tentaram isso por anos e tentaram também curar isso.
– Estamos completamente ferrados — March diz, e é exatamente a mesma coisa que penso na hora.
Sinto-me incapaz. Minha cabeça dói e eu não seu oque está acontecendo.
– Será que eles realmente ...
Concordo com a cabeça. É a unica explicação.
– Você também está brilhando — ele fala.
– Seu rosto está brilhando — concordo com ele.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.