Notas iniciais
Oiiii, estou de volta. Eu sei que demorei, mas esse capítulo vai valer a pena. Prometo. Eu achei ele um pouquinho diferente do que estou acostumada, mas gostei do resultado final. Desculpem qualquer erro e aproveitem.

P.O.V. Cecília

Um leve vento tocou meu rosto e eu respirei fundo instintivamente, abri meus olhos aos poucos. A porta da minha varanda estava aberta, a cortina balançava de leve e o ar gélido tocava minha pele descoberta. Para mim, minha porta tinha ficado fechada durante a noite, mas encontrava-se estranhamente aberta agora.

Um relógio de ponteiro do meu quarto marcava 8:32 da manhã, isso explicava o ar bem gelado. Levantei e me dirigi para a varanda, o ar estava cortante devido a neve do dia anterior, mas pude ver meu pai tirando um pouco dela do chão. Verdade que ia treinar com meu irmão hoje e quanto mais livre estivesse melhor. Até as árvores na parte de trás de minha casa estavam brancas.

Respirei fundo um pouco daquele ar puro e cortante, apesar de tudo, era ótimo estar em casa e ter um lugar para chamar assim, poder ver meus pais diariamente, não por apego, mas por eles entenderem toda a situação que eu e Dylan enfrentamos e, por isso, não precisamos esconder nada nem mudar como em Hogwarts, bom, mesmo assim não posso negar que adoro ver a reação das pessoas quando percebem que estão mais perdidas do que meu vô tentando ser gentil.

Eu sempre amei essa paisagem branca – talvez eu me identifique –, mas só comecei a aproveitar de verdade quando cresci um pouquinho e criei uma pequena resistência ao frio.

—Ceci. Vejo que já acordou. — Meu pai gritou do quintal. Eu balancei a cabeça e decidi voltar para o cômodo. Fechando a porta da minha varanda, eu fui para a minha cômoda e peguei uma calça qualquer, uma camiseta lilás de manga longa imitando um suéter felpudo, sendo, assim, mais grossinha e um agasalho escuro, mas não muito grosso. No meio do caminho para o banheiro, peguei um tênis e um par de meia.

O meu banheiro era um cômodo claro, as paredes brancas davam um ar bem clean, até as pedrinhas que enfeitavam as paredes da banheira e box eram brancas, apesar da leve coloração esverdeada. A banheira estava no lado oposto ao da porta, tinha uma pequena “parede” que servia de encosto para quem estivesse tomando banho e, logo acima, tinha uma prateleira com itens necessários, seguindo a linha do encosto, com a toalha pendurada logo em seguida. Acima da cabeceira da banheira, dois quadros estavam pendurados.

Do lado direito de quem entrava, tinha o box de vidro e o vaso sanitário com o lixinho. Já do lado esquerdo, encontravam-se algumas bancadas do mesmo estilo da pia, sendo do dobro do tamanho dessa, e a pia. Nessas bancadas, além de alguns enfeites, tinha também plantas tanto trouxas quanto mágicas.

Coloquei a roupa limpa na bancada, depois de deixar o tênis no chão. Caminhei até a banheira e abri a torneira de água quente. Voltei para a bancada a fim de poder colocar a roupa que uso ao lado da nova. Peguei minha escova de dentes para poder continuar com a minha rotina diária e, assim, ficar livre para tomar um banho. Assim que acabei, coloquei a escova de volta no local e abaixei para pegar uma nova toalha. Refazendo meus passos anteriores, peguei a toalha que estava pendurada e coloquei a nova no lugar. Fechei a torneira logo após colocar a toalha retirada no cesto de roupa suja.

Coloquei minha mão na água e, instantaneamente o calor começou a percorrer minhas veias. A temperatura estava ótima, eu entrei na banheira, deixando até meu ombro coberto pela água e isso fez meu corpo despertar, era incrível como a temperatura mais elevada tinha o efeito que, para muitos, era provocada pela baixa.

O banho foi rápido e acabei totalmente revigorada. Levantei-me, peguei a toalha e me enrolei nela. Caminhei a passos rápidos até aonde estava a roupa e, assim que cheguei, lancei “Aestus” nelas, tornando-as capazes de suportar o frio. Fiz um feitiço rápido para secar meu cabelo e, assim que estava completamente seca, me vesti e desci.

— Ceci, bom dia – Meu irmão me cumprimentou assim que nos encontramos no topo da escada.

— Bom dia. — Descemos todos os degraus rapidamente, chegando na cozinha em poucos minutos.

— Ceci, Dylan, a comida está servida. – Ela indicou os dois pratos de panquecas de legumes com molho de carne desfiada. — O café da manhã está bem caprichado por causa do treino de vocês, vão precisar de energia.

— Obrigado. – O agradecimento do filho a fez balançar a cabeça.

— Antes que eu me esqueça, Beatrice e Mike virão aqui hoje, marquei em uma reunião.

Beatrice era a irmã mais velha de minha mãe, 5 anos mais velha para ser exata, ela possuía cabelos loiros um pouco escuros, o que os fazem parecer dourados. Os seus olhos são azuis do tom que geralmente um olho azul é. Mike, seu marido, é, coincidentemente, loiro, porém os olhos dele eram escuros.

Antes que ela precisasse falar mais alguma coisa, terminamos o café e saímos. Nosso quintal tinha vestígios da neve que estava aqui anteriormente, entretanto de forma bem mais sutil, percebi também que meu pai havia colocado uma proteção que impossibilita a chegada do branco ao chão. Ali no quintal, a sensação que dava era a de estarmos dentro de um globo de neve, aonde o branco paira sobre uma proteção. Era um espetáculo bonito de se ver.

Meu casaco estava fechado, caso fizesse calor, eu daria um jeito, apesar de quase ter tomado essa decisão anteriormente. E, pelo visto, fiz certo, uma vez que o frio era bem forte. Dylan apareceu com uma jaqueta de couro marrom fechada, ótimo, a luta ia ser equilibrada.

—Bom, vejo que todos já estão preparados. Em seus lugares, já vamos começar. — Assim que nosso pai terminou de falar, caminhamos cada um para um lado, eu me posicionei do lado direito do quintal e o moreno, do lado esquerdo.

Já devidamente posicionados, pegamos nossas varinhas e nos encaramos, era verdade que geralmente temos o cumprimento dos duelos, contudo estamos treinando para batalhas no mundo real e não para as de escolas. De qualquer forma, mesmo com a longa distância, era possível ver eu e o outro Mason grifinório nos encarando, azul no castanho, quase em uma batalha de leitura de pensamentos, tentando decifrar a estratégia do outro, de modo a prever os movimentos.

— Estão prontos? – O mais velho perguntou e continuo após não obter respostas. – Lembrem -se de que é extremamente proibido o uso da maldição da morte. Comecem.

Naquele instante, o tempo parece que desacelerou, os pensamentos deram início a uma corrida frenética. Na minha frente, não era mais o meu irmão, mas um inimigo e que tal acontecimento era recíproco. Ele ergueu a varinha ao mesmo tempo em que eu pensava “Expulso”, o impacto dos dois feitiços provocou um som de explosão que serviu da faísca para gente.

Dylan começou a lançar vários feitiços em minha direção aos quais respondi da mesma forma, eram nessas situações que nossas diferenças ficavam mais evidentes, enquanto o garoto possuía um estilo de luta com menos movimentação, ele procurava se manter parado tanto no ataque quanto na defesa e eu... Bom, eu preferia a agitação. Observei seus movimentos, o jeito com que segurava a varinha e fazia uma lista rápida de cada feitiço que podia ser. Eu me esquivava, corria, usava “protego".

— Sectumsempra. Estupore. Cofringo – Mirei na árvore atrás dele. “Levicorpus" – Alarde ascendere. Impedimenta. — Tentei lançar todos mas o fato é que agilidade era a especialidade do meu adversário. — Sempersortia — Murmurei, sabia que uma cobra não o ia impedir, mas me daria tempo.

Corri pelo gramado tentando me aproximar do alvo, ele foi atingido por alguns deles, contudo ele conseguiu parar minha aproximação, me lançando para trás com um contra-ataque. A queda foi forte, mas me levantei rápido.

— Cecília, mais rápido. Dylan, erga mais a varinha. — A voz do meu pai atravessou o espaço até nossos tímpanos — Eu quero ver luta, isso é um treino e não brincadeira de criança.

O meu olhar se encontrou com o castanho, era luta de verdade que nosso pai queria? Era luta que ele ia ter. Levantei-me e corri para o meu adversário o qual lançava feitiço para evitar que eu alcançasse meu objetivo. Corri, pulei, agachei, escorreguei, deitei, fiz de tudo, entretanto só parei quando ele derrubou uma árvore quase na minha cabeça. O tronco era grande para eu pular com agilidade.

— Locomotor árvore – Murmurei, erguendo a árvore alguns centímetros — Expulso — A árvore enorme foi lançada na direção de quem a derrubou.

Uma explosão foi ouvida e eu me protegi rapidamente. Ótimo, tinha pedaços de madeira no chão, que isso não perfure nossas calças ou blusas.

— Bombarda – Ouvi o feitiço e agi rapidamente lançando “Alarte ascendere” em mim mesma, voei pelos ares e, ao cair, “Aresto Momentum”, o impacto foi forte, porém não tanto.

Mal levantei e vi um jato de fogo em minha direção, rolei para o lado, levantando. Apontei para a planta mais próxima dele, poucos centímetros e iniciei o meu plano. Como planejado, ele desviou e o “Mobiliarbus” e o feitiço para não ter som atingiu a árvore alvo, sem que ele percebesse ela começou a se mover.

Eu comecei a me esquivar dos ataques e, quando Dylan percebeu, ela estava próxima, lancei o mesmo feitiço que havia feito contra o comensal. Deu certo, ele ficou preso, se debatendo para tentar escapar, enquanto eu me aproximava lançando ataques.

— Dylan, use a mente, pense em saídas. Cecília, presta a atenção.

Meu irmão começou a se proteger de forma que meus feitiços voltavam. Percebi quando ele tentaria se soltar e, portanto, estaria um pouco distraído. Discretamente, produzi uma barreira de água com toda a força possível. Não parei mesmo com ele sobre o efeito aquático e fiz certo, pois, tudo parou por um minuto, a água caiu, os galhos voltaram ao tamanho normal, a árvore parou de se mover e Dylan Mason estava de pé, cansado, machucado, arranhado, mas de pé.

Gritei “Deffodio” ao mesmo tempo que ele me atacou, os feitiços se chocaram, provocando uma explosão. O que ele não esperava é que eu havia lançado dois feitiços seguidos e, quando o primeiro “Deffodio” chocou-se com o dele, o segundo atingiu seu alvo, fazendo cortes profundos nele.

Percebi a raiva em seu olhar. A luta de verdade ia começar. Como eu pensei, o de cabelos castanhos começou a usar sua especialidade: sequência de ataques. Era bem possível ver alguns feitiços vindos em minha direção, de vários lados, desviei e protegi de todos os possíveis, entretanto, alguns me atingiram. Não tinha trégua, eu contra-atacava poucas vezes e ficava mais na proteção.

Enquanto eu corria, o provérbio “o feitiço virou contra o feiticeiro” fez muito sentido para mim, pois buracos começaram a se abrir na minha frente, a poção deteriorava todo o chão, mas, aonde o feitiço não atingiu, era mais lento e menor. Sentia-me em uma corrida de obstáculos, Dylan atacava o espaço nas minhas costas, não me permitindo retornar.

Pulava os buracos impulsionada pela velocidade da corrida até começar a ter dificuldade em um e precisar segurar em sua borda para me levantar, meu peso ajudou o chão a reduzir, mas, mesmo assim, consegui me colocar de pé só para voltar a correr, porém, quando voltei a ter a maior estabilidade possível, Dylan lançou “glacius” no chão o que me fez escorregar e cair diretamente no buraco.

Não tinha aonde me segurar e, em uma tentativa de não querer descobrir o fim do abismo, conjurei uma corda, apesar da parede quase toda lisa, as pedras demoravam um tempo maior para serem desmanchadas e essa foi a minha sorte, pois o objeto se prendeu em uma delas e parou minha queda infinita. Precisei me esforçar para conseguir subir pela corda, me segurar de forma confortável quase sentada em cima do objeto resistente e lancei “Ascendio”.

Mal a luz voltou a atingir meus olhos, eu já retornei com tudo. A batalha se manteve constante por um tempo até eu começar a me aproximar conforme me protegia. Em uma última estratégia, eu lancei um feitiço que cegava temporariamente, “nigrum lux”, e esse me permitiu percorrer uma boa distância até ser atingido por um dos vários cruciattus que foram lançados por um grifinório cego. Lutando contra a dor, continuei aproximando-me até chegar perto dele, estava exausta, sabia que não ia aguentar por muito tempo, talvez, mais um feitiço apenas.

Atingi meu objetivo e percebi que ele não estava mais sobre o efeito daquela magia. Ele aumentou o poder do “crucio” ao mesmo tempo que o “estupore” lançado por mim o atingiu, a última coisa que vi antes de apagar, foi meu irmão caindo junto.

. . .

Não sei quanto tempo passou, mas eu fui acordada com um gosto diferente na garganta. Abri meus olhos e pude ver minha mãe, ela estava inclinada sobre mim, seus cabelos caiam e seus olhos se mantiam concentrados. Provavelmente ela estava me curando e, talvez, ela estivesse fechando meus cortes. Ela e meu pai sempre se revezavam em cuidar dos machucados pós-treinos.

—Beba. Essa poção vai te dar energia. — Ela me entregou um frasco que bebi todo o conteúdo imediatamente.

Ela continuou seu trabalho por um tempinho a mais até que finalmente parou e se abaixou de forma que seus olhos ficasse da altura dos meus.

— Estou orgulhosa de você, Ceci. Você e Dylan estão bons, precisam melhorar ainda, mas o caminho está certo. – Ela terminou o que fazia e me olhou — Está liberada.

Eu acenei com a cabeça e pulei da mesa que me encontrava, meu agasalho estava em uma cadeira, pendurado. Peguei ele e saí da sala, meu corpo estava dolorido pela luta, porém não tanto quanto logo após a mesma. Esse cômodo era uma pequena salinha cuja a porta ficava na nossa sala. Mal saí e meu pai terminava de descer as escadas.

— Cecília, vejo que você já está melhor. Que bom. A luta foi boa, vocês aproveitaram bem a oportunidade, mas falamos sobre isso depois. Seus tios estão quase chegando.

Ele falou isso e se dirigiu para a cozinha, provavelmente para fazer algum lanche. Logo, minha mãe chegou me perguntando se estava tudo bem e estava, nada de tontura, nada de dor de cabeça; só o corpo um pouco dolorido e cansado devido ao uso extremo da minha magia. Eu sabia que, apesar dela ter cuidado de mim, a preocupação não continuava.

— Oi. Você lutou bem, Ceci. Como sempre, você pode não ser tão rápida, mas seus feitiços são bem potentes. — Meu irmão apareceu atrás de mim ao mesmo tempo que a campainha tocou.

Minha mãe correu abrir a porta e, ali, encontrava-se a tão esperada visita. Minha tia, Beatrice estava um pouco a frente e foi a primeira a cumprimentar minha mãe; a loira vestia um casaco cinza que ia até um pouco abaixo de seu quadril, tal casaco possuía tanto botões quanto uma faixa na cintura a qual estava amarrada, trajava também uma calça escura justa e uma bota quase sem salto preta, os olhos azuis brilhavam de felicidade por rever a irmã. Em seguida, meu tio entrou, seguindo os passos da esposa; ele usava um agasalho escuro, calça jeans e tênis, também era possível ver a alegria nos olhos escuros dele. Ambos possuíam neve nos cabelos loiros. Faltava uma pessoa ali, uma pessoa mais nova, a filha deles, Alice.

— Aonde está Alice? — A dona da casa questionou.

— Saiu. Ela combinou com os amigos de passearem. — A irmã respondeu.

— Entendo. Bom, vamos?

— Claro, Jade. — O casal seguiu a anfitriã até a cozinha, eu e Dylan também.

A cozinha estava diferente, os lanches e copos estão nas bancadas; na mesa, tinha uma toalha das que usamos em mesas da sala de poções.

— Boa tarde. Eu convoquei essa reunião para poder mantê-los a par do que está acontecendo e para tentar terminar o tão conhecido feitiço. Dylan, Cecília, contem o que aconteceu.

— O primeiro acontecimento aconteceu assim que chegamos, enquanto percorríamos o caminho, vimos luzes e ouvimos sons de batalha. Depois de uma pequena discussão, — Meu irmão fez uma pausa na fala e olhou para mim. – decidimos entrar, Cecília salvou a pequena Potter e derrotamos os comensais.

— Passou um tempo no qual focamos nas aulas e, um dia, Nathan resolveu lutar com o Potter e dois Weasleys. Eu interrompi. Logo depois, eu senti a presença dos Comensais, devolvi as varinhas, acabei com espetáculo, pedi para o Nathan buscar Dylan e para o Potter tirar a família dele dali. Cometi um erro, pois me distraí e um dementador tentou me atacar, o patrono de tigre do meu primo me protegeu. Finalmente, os inimigos apareceram e a luta começou, ficamos assim por um bom tempo... até minha cabeça doer, Cerbrus liquidum, eu tentei aguentar o máximo que consegui, mas não deu, a dor me dominou, tive até que extinguir o Fogo maldito que impedia muitos deles. A última coisa que percebi foi o Malfoy e quem descobri ser Rose Weasley me protegeram, tirando-me de lá. – Acabei minha narração, não sabia o que acontecia depois.

— Foi mais ou menos nessa hora que cheguei, pedi para o Nathan ajudar a minha irmã que se debatia. Todo mundo sabe como a Cecília é teimosa e ela nunca ia abaixar a guarda, colocando pessoas em risco. No fim, eu e o nosso primo terminamos a luta enquanto Jennyfer e o Malfoy ajudaram ela. – Ele apontou para mim. — Os dois provocaram uma explosão de magia, quase tudo deu certo, Scorpius Malfoy protegeu os grifinórios que estavam lá, eu me protegi, Nathan se protegeu, a explosão ajudou a derrotar os comensais, mas Jenny não se protegeu a tempo, foi lançada e machucou as costas. Nada sério.

— Em resumo, foi isso. – Finalizei.

— Obrigado. – O Mason mais velho nos agradeceu. — Bom, eles estão se aproximando, já sabem aonde estamos, a segunda vez foi para confirmar nossa localização.

— Já vão iniciar a guerra? – Minha tia perguntou assustada.

— Não, já cansamos de sermos atacados. – Papai olhou para a esposa. – Está mais frequente, mas ELE é mais estrategista, não vai se arriscar. – Começou a lançar alguns feitiços, mostrando o que ia falar a seguir. – Vai querer atacar e dominar, digo que nós tornamos Hogwarts um grande alvo, as outras escolas são alvo para conseguir seguidores e espalhar o pânico. Nossa aposta Beauxbatons e Durmstrang. Além disso, ele não aceita que conhecemos lugares que ele não.

Era incrível como todos prestavam atenção e inegável a origem do meu pai. Ele era Mason, seu jeito impunha respeito e chamava atenção para si. Podia ter mudado, mas ele continuava tendo o sobrenome Mason.

— Isso é verdade. – Mamãe voltou a falar, atraindo a atenção de todos ali. – Esse é o motivo pelo qual tenho que acabar aquele feitiço, está faltando acertar alguns detalhes. Se der certo, vamos ser capazes de descobrir a localização de cada comensal e uso de magia das trevas; podendo, assim, evitar mortes em massas, atingiremos a estratégia deles, não podemos pensar que eles pegaram mais leve conosco, pelo contrário, mas teremos uma vantagem.

—Achei que era só descobrir aonde a magia das trevas estava sendo usada. — Minha tia comentou.

—De fato, Trice, mas eles usam tanto esse tipo de magia que ela impregnou neles, acredito que, mesmo sem usá-la, seremos capazes de descobrir a localização.

Quando minha mãe começou a organização dos preparativos, enquanto isso, deixei meus olhos vagarem pela cozinha. Dylan estava sentado do meu lado direito com a mesma roupa do treino, meu pai estava do meu lado esquerdo, na ponta da mesa perto da sala; ao lado dele, estava meu tio sentado à minha frente; a esposa sentava ao lado dele. E, por último, entre ela e meu irmão estava minha mãe, na ponta oposta a do meu pai.

Tão logo ela terminou a preparação, já deu início a todo o processo de se criar feitiço, bom, ao que parece uma parte já foi feita anteriormente. Um tempo depois, ao falar o feitiço, uma espécie de mapa surgiu meio trêmulo, indicando um ponto com grande concentração, porém durou apenas alguns segundos e apagou, minha mãe apoiou na mesa recuperando o ar.

— Eles estão... no Hyde Park.

— Não. – Olhei para a minha tia, ela possuía uma expressão quase aterrorizada em seu rosto, meu tio colocou as mãos nos braços dela.

— O que aconteceu, tia?

— Alice está lá com Teddy e Victorie.

Mal o pessoal processou a informação e eu e Dylan estávamos de pé, meu casaco, que carregara até a cozinha, colocando-o na cadeira, já encontrava-se em meu corpo.

— Cecília, Dylan, vocês têm certeza?

— Sim, não podemos arriscar, mãe. – Falei já no corredor, a varinha em minha mão. – Voltamos logo. — Eu sabia que a preocupação ainda dominava nossos progenitores, o treino deixou nossa magia baixa, sentíamos cansaço e dor, contudo os mais velhos eram ótimos em cuidar da gente, não tinha certeza de tudo que nos foi dado, mas sabia que o cansaço tinha ido embora, a poção de energia ajudava, não tão rápido, porém ajudava muito.

Meu irmão tinha pego uma mochila com suprimentos, não tínhamos muito tempo. Corremos até a praça central da cidade e aparatamos.

Nosso pouso não foi dos mais tranquilos, a neve havia deixado o chão escorregadio. Levantamos rápido, meu companheiro deu-me a mão para me ajudar. Atravessamos o parque o mais rápido possível. Tinha que me lembrar de agradecer minha mãe pela poção que me deu, aos poucos, meu corpo havia parado de doer e isso estava ajudando muito agora.

Corríamos por todo o caminho, provavelmente, os trouxas haviam limpado o excesso de branco da paisagem. Alguma coisa estranha acontecia no momento. Eu já havia vindo nesse parque e, independente do horário, sempre algum trouxa caminhava, entretanto não tinha nenhum hoje. Nossa corrida só tomou um rumo certo quando sons de luta se fez presente.

Em pouco tempo, chegamos ao local, um grupo relativamente grande de comensais, ao lado oposto, era possível ver três pessoas, um moço alto com cabelos que mudavam de cor a todo momento, ele vestia uma jaqueta de couro, mas só isso era visível; do lado dele, uma moça fazia-se presente, o cabelo loiro bem clarinho era cacheado, provavelmente essa era a garota que vira em Hogsmeade e, por último, uma segunda garota e também com cabelo cacheado, mas essa era um pouco mais alta que a anterior e seu cabelo era conhecido como loiro queimado.

— Sabe, acho que vocês deviam se meter com alguém do tamanho de vocês. – Falei chamando a atenção dos Comensais.

Alguns se viraram e começamos a lutar, depois do treino, essa luta era um pouquinho mais tranquila. Eu desviava dos feitiços e contra-atacava. A luta era rápida, eu e Dylan nos entendíamos bem, estávamos acostumados a lutar lado a lado. Sabíamos os passos e ideias de cada um.

Quando um sectusempra vinha na direção de Dylan, eu pulei na frente para defendê-lo, mas não percebi um ataque vindo em minha direção, o feitiço me atingiu lançando-me para trás, eu caí agachada, meu rosto estava vermelho por conta do esforço da batalha e do vento frio, meus olhos provavelmente estavam de um azul intenso como já havia ouvido que ele ficava nas minhas lutas, a neve caia e se prendia em meu casaco e cabelos escuros.

Antes que eu precisasse, meu irmão já o havia atingido. Nossa luta continuava intensa, pequenos cortes estavam em nossos rostos e roupas, mesmo assim, não parávamos. A agitação começava a complicar o inimigo, mas também nos cansava.

— Ai. – Alguém gritou e, pela voz, não era Alice.

Já estávamos mais perto do trio, portanto, conseguíamos vê-los melhor. Victorie Weasley tinha uma mão na sua cintura, cruzando a barriga. Estava ferida. Podia ver que o Lupin não tinha muita energia a mais, ele tentava proteger a si e à namorada. Alice tinha um pouco mais de autonomia, mesmo com cortes razoáveis, ela mantenha-se de pé e focada na luta, seu rosto não demonstrava dor nem cansaço, eu a conhecia, sabia que estava cansada, mas isso não era perceptível aos inimigos, de qualquer forma, a loira não era do tipo que desistia de um desafio, mesmo exausta.

Um comensal veio para cima de mim e eu me livrei dele rapidamente ao mesmo tempo que Dylan jogou um em cima do gelo que fora lago um dia. Desviei de três ataques quase deitando no chão e meu companheiro estuprou aqueles que os lançaram.

Vi um quarto, jogando-se em meu par, criei uma corda e o mandei longe. Mais alguns vinham em nossa direção e tive uma ideia cruzei o espaço até o lago a fim de tirar a pessoa desmaiada dali, quando ela atingiu a terra, lancei fogo maldito no lago, derretendo todo o gelo que separava as pessoas da água, entendendo o meu plano, o outro Mason começou a reunir os inimigos entre nós. Quando a água estava atingindo meus pés e o gelo não voltaria tão rapidamente, eu parei com o feitiço, o único pedaço de água congelada estava sob mim. Fiz um sinal e comensais voaram para a água.

Aparatei para o lado meu irmão no momento que Alice cuidava do último comensal de pé.

— Bom trabalho. – Meu irmão falou.

— Você também. – Corremos para o trio ferido.

— Cecília, Dylan, obrigada por terem vindo. Como descobriram.

— Locus Obumbratio. Seu pai falou.

— Ah. Vocês tinham reunião, eu acabei me esquecendo desse detalhe. – Ergui a sobrancelha, ela não era do tipo que esquecia as coisas.

— Vem, Alice. – O grifinório começou a cuidar dela e eu me virei para a outra loira ali.

— Posso ver seus ferimentos? – Eu percebia um pouco de receio nos olhos dela, provavelmente sabia meu sobrenome, mesmo assim balançou a cabeça permitindo a minha aproximação.

Eu me abaixei ao seu lado, Victorie possuía olhos azuis bem clarinhos iguais ao de sua irmã, o agasalho marrom estava aberto mostrando a camiseta azul que vestia, era bem quente ao que aparentava, a calça escura e a bota completavam o look rasgado pela luta. Nenhum ferimento grave à vista, então comecei a fechar os cortes e arrumar a roupa dela. Percebia seus olhos observando cada movimento que eu fazia, quase de forma analisadora.

— Pronto.

— Obrigada. – A loira tinha um sotaque diferente em sua voz.

— O que aconteceu com ele? – Apontei para o Lupin.

— Estuporado, eu acho. – O sotaque me deixou curiosa, mesmo sendo leve, ele me lembrava de uma das viagens que meus pais fizeram quando era mais nova. O sotaque era francês.

Mesmo com a resposta, abri a mão, passando pelo garoto, era bom confirmar e nada poderia me auxiliar mais do que “Ostende inirium”. Não tinha nenhum ferimento sério.

— Enervate. – Lancei e o metamorfomago começou a se movimentar. – Acorda, Lupin. – Seus cabelos eram castanhos enquanto dormia, então essa era a cor original.

Os olhos se abriram lentamente, a jaqueta estava cheio de neve, assim como q calça e o tênis. Quando me reconheceu, afastou-se.

— O que ela está fazendo aqui? — Sua voz tinha raiva.

— Ela nos ajudou, ma cherie. – A namorada explicou.

— Posso ver seus ferimentos? – Perguntei, não havia me mexido desde que ele acordara.

— Não precisa. – Ergui a sobrancelha. – Não confio em Masons.

— E em Whites? – A voz de Alice soou.

— White? Confio, você é White. – Ele respondeu ao questionamento da amiga totalmente confuso e ela cruzou os braços em resposta, como quem diz “então...”. Ele parou, seus olhos vagando entre nós. – Alice, ela...

— Ela é minha prima, Teddy. – Percebi o choque passar pelos olhos do mais velho. – Foi por minha causa que ela nos achou. Meu pai contou quando descobriu que tinha comensais aqui. Deixa ela cuidar de você. — Ainda em choque ele me olhou.

— Prazer, Cecília White Mason.

Mesmo sem confiar muito, ele abaixou a guarda e deixou eu me aproximar após um bom tempo.

Alice era poderosa, mas não sabia se comunicar pela mente com facilidade, talvez, esse seja o motivo pelo qual uma única palavra inteligível soou em minha cabeça: confiança. Sabia o que ela queria dizer, contara que era White para me permitir ganhar a confiança deles, não sei se foi a melhor estratégia, de qualquer forma, Alice os conhecia melhor do que muitos.

— É incrível o poder de um sobrenome, hein, Lupin? – Comentei, enquanto cuidava dele. – O mais engraçado é que você age assim, mas é um Black, né? Eles não eram muito amigáveis também. — A raiva passou por seus olhos.

— Minha vó...

— Eu sei o que aconteceu. – Usei um tom de voz mais ameno, quase amigável — quase falso para mim -, desde que Alice revelara meu sobrenome, se era para ter a confiança deles, precisava não ser tão Mason por um segundo, por mais difícil que fosse. – Terminei.

— Obrigado. – Ele não parecia muito a vontade.

— Ah, Lupin. Não se esqueça, eu sempre tive o sobrenome White, mas também sempre tive o Mason. — Ele concordou, parecia aliviado não ter mudado tanta coisa.

— Beba, essa poção vai te dar energia. – Dylan entregou o frasco e o outro obedeceu. – Vamos.

Alice se segurou no Dylan, Victorie me deu a mão e Teddy segurou a dela. Nós, Masons ali presentes, colocamos um disfarce, nada muito forçado, só uma capa mesmo para esconder nossos rostos. Em um segundo estávamos em Hyde Park e, no outro, em Godric's Hallow.

— Como você...

— Não é muito difícil, Teddy. – Minha prima comentou.

Começamos a caminhar, o trio ficou um pouquinho para trás por alguns segundos, mas continuávamos de olho neles. Era possível ouvir a conversa deles.

— O que acha sobre o que a Alice falou, Ceci?

— Não sei, Dylan. – Ele concordou e foi para o fim daquele estranho grupo.

— Você fala como se eles nunca tivessem tido amigos, Teddy . – Alice parecia um pouco agitada

— E tiveram?

— Sim.

— Aonde estão, então?

— A 7 palmos abaixo da terra. – Ela falou mais baixo. Alice era o tipo séria, havia herdado isso da mãe e, portanto, ela podia falar a coisa mais surreal que todo mundo acreditava.

Percebi, pelo canto do olho, o mais velho engolindo em seco. Ficou um tempo calado, depois de um tempo, abriu a boca como quem fosse falar algo, mas não pôde comentar nada, já que chegamos nas casas dos Potter. Bati na porta, mas Dylan assumiu a frente.

— Alô. – Rose Weasley abriu a porta.

— Olá, Weasley. Seus tios estão? Temos uma entrega para eles. – Ela olhou por cima do ombro do meu irmão e saiu da frente.

Adentramos a casa, ela era grande e bem bonita, mais clara do que a maioria das que eu frequentava e isso era bom. Preocupação pairava no ar. Assim que a porta foi fechada, acabamos com o difarce. Quando pudemos ser vistos, um grito se fez presente.

— O que eles pensam que estão fazendo aqui? — Potter nos olhava com descrença total.

Eu me virei em sua direção e o encarei. Ele não fazia a menor ideia de que os primos queridos estavam aqui, ele não sabia que havíamos lutado, pois, pela quantidade de pessoas nessa casa, todo mundo sabia do ataque. Meu rosto ainda estava vermelho pela adrenalina e frio, meu cabelo ainda estava bagunçado e com neve, provavelmente, meu olhar ainda estava um pouco intenso. Abri a boca para respondê-lo, entretanto desisti no meio do caminho. Foi impressão minha ou ele engoliu em seco e respirou fundo?

Acho que não ia saber a resposta, uma vez que a dupla de namorados, Victorie e Teddy, entrou no campo de visão de todo mundo. Gritos com os nomes deles soou de todos os lados. Vi uma mulher loira, aparentemente francesa e veela, correr para a garota salva, a mãe dele, a qual foi seguida por um homem que calculo ser o pai. Teddy correu para os Potters.

— Você está bem, querida? — Um forte sotaque francês vinha da voz daquela mulher, acho que sei de onde vêm o mesmo sotaque na mais nova.

Vozes aliviadas encheram o ambiente até que uma falou que Dylan e eu havíamos salvado ela. Tudo estava acontecendo de uma vez ao meu redor, muito barulho, muitas vozes, muita agitação, contudo, um quadro atraiu minha atenção, andei até ele lentamente, quanto mais perto chegava, mais curiosa ficava, eu já tinha visto fotos deles: James Potter, Lily Potter, Tonks, Remo Lupin e Sirius Black. Eu fiquei de frente para eles, isso era incrível.

— Você me faz lembrar de alguém. Qual é o seu nome? – Remo perguntou e, antes que percebesse as mulheres sorrindo com carinho, uma ruivinha me abraçou.

— Cecília, obrigada! – Eu observei parada a pequena Potter me abraçando.

— Obrigada por salvá-la, Cecília Mason.

— É bom ver você viva, Potter. – Dylan falou para distrair as pessoas.

A Potter me soltou, acenei para a senhora Potter em resposta ao agradecimento, voltei a me disfarçar.

— Temos que ir, Dylan.

— Já está na hora mesmo, Cecília. Alice, vamos. — Ele chamou já pronto para partir.

Nossa prima se despediu de seus amigos prometendo que voltariam a se ver. Ela caminhou até nós, permanecendo estrategicamente no nosso meio. Passamos pela porta e o senhor Potter a fechou. Alice pegou na minha mão, agradecendo-me por tudo. Logo, Dylan pegou a outra mão dela e desaparatamos.

Salazar’s Town erguia-se exuberante a nossa frente. A noite caia bem na nossa cidade sonserina. Muitos diziam que a casa era considerada das trevas e, sendo assim, a noite resolveu presentear a cidade com a mais bela escuridão. Nesses momentos, podíamos ter a certeza disso, o céu negro era estrelado aqui – não tanto quanto uma cidade de campo –, quase como se um véu a cobrisse, as casas se erguiam majestosas igual a figura imponente de Salazar Slytherin cuja a estátua encontrava-se no meio dessa praça, as árvores traziam o verde da casa, o prata ficava por conta das luzes; as ruas, apesar de retas, faziam lembrar cobras, principalmente se juntar com algo que ninguém descobriu. Talvez, a aura da cidade que fosse sinuosa. Na verdade, se você reparasse bem, perto das luzes e logo acima das casas, era visível uma leve neblina. Mesmo com tanta coisa assustadora, era uma cidade muito bonita.

— Fazia tempo que não pisava aqui. — Os olhos da loira vagaram pelas construções parando em uma delas. – Era a casa de vocês, né?

— Sim, Alice. — Meu irmão foi na frente e nossa prima o seguiu.

Ela realmente possuía o estilo da mãe, agasalho roxo, calça jeans e tênis. Os passos seguros percorreram o caminho até a porta de entrada da nossa casa.

— Alice! – Minha tia correu na direção da mais nova, quase sufocando a filha no abraço, as mãos passando pelos fios dos cabelos dela. – Por Merlin, como eu fiquei preocupada. – O marido se juntou às duas.

Eles ficaram assim por uns bons minutos, eu me sentei na escada e o cansaço veio todo de uma vez, meus olhos pesaram bem como meu corpo, talvez, toda minha adrenalina tivesse acabado. Pensando bem, não sei como estava acordada, minha energia mágica devia encontrar-se tão baixa, eu devia ter desmaiado.

— Oi. – Ergui o olhar, meu pai estava na minha frente. – Posso te contar um segredo? – Ele se abaixo e chegou perto do meu ouvido. – Temos entrada pelos fundos.

Sorri levemente, quase nada, meu pai ficara feliz por sua sobrinha e filhos estarem bem, só assim para as piadinhas.

— Eu sei.

— Vem, Cecília. – Ele me estendeu a mão. – Você merece descansar.

Caminhamos até a porta de trás, Dylan me esperava apoiado na parede, parecia tão esgotado quanto eu. O mais velho fez sinal para ele e nos levou até a cozinha com dois pratos de macarrão com abobrinha cozida postos à mesa. Não sei se era uma combinação boa, gostava de ambos, mas separados, de qualquer forma, isso ia nos ajudar a nos recuperar.

— Uau.

— Sim, Dylan, uau. Comam, precisam repor as energias. Comam, tomem banho e durmam.

Seguimos as instruções, meus tios ainda estavam conversando quando subimos para tomar banho e estavam lá também quando eu deitei, a sacada fechada como antes, o cobertor me esquentando e meus olhos pesados começavam a se fechar.

Notas finais
E ai? O que acharam? Antes das perguntas sobre o capítulo, eu tenho três curiosidades. Eu sei que já perguntei, mas vocês gostam de capítulos grandes?? Vocês gostam quando eu coloco música no começo ou não se importam com isso? E dessa escrita mais descritiva?? Gostaram?? Agora, vamos às tão famosas perguntas. O que acharam da relação de Cecília e Dylan com os pais? E de Beatrice e Mike? O treino deles é pesado, hein? O que acharam? Esperavam esse resultado? E o jeito dos pais deles? O que acharam? Acham que o pai de Dylan está certo sobre a guerra? Vocês começaram a conhecer um pouco mais sobre a família White e as características dos Masons. O que acham? Como essa diferença entre as famílias podem ter afetado e ainda estar afetando Ceci e Dylan? O que acham do feitiço de Jade? E da estratégia da mãe dos nossos queridos? Victorie, Teddy e Alice amigos? Esperavam por isso?? Acho que vocês já imaginavam que Cecília era uma Whites, mas o que acharam de como isso foi revelado? James engolindo em seco e respirando fundo? O que está acontecendo? Ceci olhando o quadro dos marotos? Qual será o motivo?? De quem será que Remo se lembrou? O que acharam da cidade deles?? E, por último, vocês leram muito sobre "minha magia", "a magia" e "energia mágica" aqui, isso é muito importante nessa história. Alguma teoria?? Eu sei que não tem muito segredo, mas eu queria saber como vocês acham que isso será importante. Até o próximo...