Notas iniciais
Oi, meus amores! Como vocês estão? Eu sei que eu demorei, mas voltei e com um capítulo dividido em dois pontos de vista, espero que vocês gostem. Bom, decidi postar hoje, pois esse é o único final de semana do mês de Novembro que não vou fazer prova, por isso, demorei. Queria desejar boa sorte, boa prova a todos que ainda farão algum vestibular! Outra coisa que gostaria de dizer é que chegamos a metade da temporada, sim, essa temporada terá 32 capítulos. E, por último, vocês preferem capítulos com a quantidade de palavras entre 1.000 e 3.000 (a maioria dos que postei) ou com mais de 3.000?

P.O.V. Cecília Mason

O patrono de Alysia White deixou todos em alerta máximo, a qualquer momento, poderia ter um ataque a Hogwarts e isso deixava-nos tensos. Eu e Dylan mantínhamos distância dos outros, andávamos sozinhos, sempre alertas com várias estratégias preparadas. Nathan procurava observar tudo para no contar caso percebesse algo estranho, além de manter Jennyfer segura. Já os Whites evitavam ao máximo aparecer, mesmo o foco não sendo com eles, fora a mãe dos mesmos que nos avisara.

Suspirei, guardando o livro que lia, ia andar por aí, precisava chegar a algumas conclusões. Peguei minha mochila e meu casaco, o vestindo e seguindo rumo ao jardim, onde sentei perto de uma árvore grande que dali. O local estava quase vazio por conta do frio, contudo, mesmo assim algumas poucas pessoas encontravam-se ali.

Apoiei a cabeça no tronco, mamãe e papai haviam feito nós virmos para Hogwarts com a desculpa de ser mais seguro; um tempo depois, Salazar's Town é atacada, seguida de Godric's Hollow, então, quando achamos que as coisas iam se acalmar, chega o patrono. A guerra está próxima, mas não ao ponto de ter, definitivamente, começado, alguns pontos estão obscuros, algo não se encaixa e eu preciso descobrir o que estava acontecendo antes de ser tarde.

Nesse momento, uma movimentação estranha tomou conta do local, levantei-me seguindo rapidamente para o centro. O Potter encontrava-se a direita junto com os ruivos, a sua frente, Nathan.

— E, então, Mason, não vai terminar o que começou?

— Não. – Ele se virou e Potter atacou, o olhar do sonserino se tornou assassino. – Corajoso, hein, Potter? Uma pena que seja pelas costas.

— Ataque!

— Não. – O olhar negro do Mason varreu ao redor. – Sabe, você ataca pelas costas, mas se considera corajoso. – Seu olhar se ficou no trio a sua frente. – Sou sonserino, temos fama de covardes, porém nunca atacaria alguém pelas costas me dizendo corajoso. Entretanto, não se pode esperar muito do neto de James Potter, não é? – O grifinório apertou a varinha com mais força e travou o maxilar. – Amigo de um Black da Grifinória que rompeu toda a tradição da família e simplesmente não se orgulhava de nada dos Black; tinha amizade também com um lob... – Sua fala foi interrompida por um golpe de James Sirius Potter, o qual tremia dos pés a cabeça de raiva, meu primo sorriu friamente. – Como se isso não bastasse, ainda se casou com uma maldita sangue-ruim.

— Sectusempra. – O Potter atacou novamente.

— “Crucio” – Li nos lábios do sonserino, porém seu feitiço foi interrompido por um ataque de Dominique Weasley.

Ali, no jardim de Hogwarts, com uma pequena plateia, a luta Mason x Potter e companheiros começou de forma aparentemente injusta: 3 contra 1, o problema é o fato desse um ter conhecimento de feitiços das trevas e estar usando eles.

— Expelliarmus/ Alarte ascendere – Apesar de só ouvir dois feitiços, pode-se perceber claramente que eram 3 os que iam em sua direção.

— Deprimo. – O sonserino contra atacou.

— Impedimenta. – Fred Weasley II entrou na frente da prima, Nathan desviou no momento em que o ruivo lançou “protego”.

— Chega! – Uma voz soou e os feitiços bateram em uma barreira. – Qual é o problema de vocês? Estão, por acaso, tentando se matar? – Rose Weasley se dirigia principalmente aos primos.

— Ora sua mesti... – Nathan Mason parou de falar assim que sua varinha deixou sua mão, o trio me olhou quando o mesmo aconteceu com eles.

— Mason. – A voz do de olhos castanhos- esverdeados pingava raiva.

As quatro varinhas na minha mão eram completamente diferentes: a primeira era entalhada em madeira negra, com detalhes finos e precisos além de um “M” nela; a segunda era escura também, porém não tanto quanto a primeira, possuía alguns ornamentos apenas no cabo, esses não eram finos como os outros, traziam em si apenas uma forma eficaz de ser segurado sem escorregar; a terceira era clara quase lisa, mas possuía um certo encanto nas partes mais escuras; por último, estava uma varinha meio alaranjada, essa trazia seu cabo liso, entretanto o resto era decorado uma fina linha curvilínea e delicada.

Enquanto analisava os objetos, Rose Weasley brigava com os mais velhos da forma que uma mãe faria, mas algo mudou, a energia de Hogwarts mudara, um claro sinal de alerta, uma energia mais pesada surgiu, uma energia que eu conhecia muito bom, energia das trevas.

— Potter, Weasleys. – Joguei as varinhas quando estava entre eles e meu primo, ninguém entendeu nada, bom, pelo menos inicialmente. – Tirem os mais novos daqui. Nathan. – Joguei a varinha negra para ele, o qual, nessa hora, já havia entendido. – Chame Dylan. — Virei-me para a plateia. – A briga acabou, já podem voltar para o castelo. – Dei um passo para perto deles e para mais longe da floresta em uma tentativa de afastá-los, porém esse foi meu erro, uma sensação de infelicidade tomou conta de mim, eu já conhecia, mas não havia nada a ser feito.

— Cecília! Expectro Patronum. – Uma segunda voz se juntou a de Nathan na última parte, ao virar-me dei de cara com dementadores sendo afastados pelo tigre prateado do um sonserino e um cervo da mesma cor o qual calculei ser da segunda pessoa.

— Vão. Tirem eles daqui. – Dirigi-me ao Potter, seu olhar encontrou o meu e, pela primeira vez, não vi raiva ou galanteio, apenas concordância muda, algo raro, talvez, mais tarde, isso pudesse provocar até uma mudança climática devido à raridade de tal feito. Ele e os ruivos puxaram os irmãos e primos até o castelo, enquanto Nathan correu a procura de meu irmão.

Puxei a varinha, comensais começaram a sair da floresta. “Droga”, mesmo não sendo nem um décimo do exército total ou do que era de meu conhecimento, porém uma pessoa contra eles eram, no mínimo, uma grande desvantagem, mesmo essa pessoa sendo eu.

— Mason. – Um deles disse, provavelmente, usando sonorus. — Você por aqui? Que surpresa, pensava que fosse embora a fim de não nos dar certeza sobre sua localização. – É verdade que poderia ter sido uma opção, entretanto, não era a responsável pelas ordens. Então, algo mudou e eu entendi, essa ameaça de ataque era, provavelmente, para ter a confirmação de nossa localização, Dylan já havia confirmado que eles não tinham certeza absoluta, assim sendo, nada melhor que um ataque para avisar, desestabilizar e acabar com as dúvidas.

— Chega de conversa, Moroe. – Realmente não queria dar explicação, se os seguidores dele desejavam lutar, começaríamos agora. – Petrificus Totallis. – Quando o primeiro feitiço foi lançado, outros vieram em seguida, alguns em minha direção, o resto contra o que depois percebi ser os Weasleys.

— Protego. Secat internum¹, atrium finis², Putrescat cumphallus³. – A batalha tomou um rumo rápido, conseguia desviar dos feitiços, porém tinha que lançar uma sequência de volta, algo que não é minha especialidade, mas a de Dylan, eu era ágil, apenas isso, defesa e ataque ágeis, não lanço sequência tão rapidamente como agora, meu irmão faria falta.

— Crucio. – Um comensal surgiu próximo, joguei-me no chão.

— Petrificus Totallis. – Lancei mais uma vez, constantemente lembrando das aulas de luta dadas por meus pais.

— Fogo maldito.

— Partis temporus¹¹ – Defendi-me, o fogo passou ao redor sem me atingir, girei de modo a ficar agachada. – Secat internum. – Meu olhar se fixou em um grupo inimigo mais afastado. Lancei feitiços de modo a deixá-los juntos, mas em uma tentativa de distraí-los. – Bombarda máxima. – Alvo atingido com sucesso.

— Cuidado. – Uma voz diferente soou em algum lugar atrás de mim. – Serpensortia.

— Sectusempra. – Criei uma barreira rápida, porém devido à proximidade, fui lançada para trás com cortes leves no abdômen, um fundo no antebraço direito e no ombro do mesmo lado, se doía? Sim, entretanto continuei lutando, aprendi isso desde muito nova: lutar mesmo que com dor, lutar até vencer o inimigo, lutar até o final.

— Cecília. – Virei após lançar um segundo bombarda, Scorpius Malfoy estava ali.

— Malfoy. – A voz do tal Moroe soou novamente de uma forma completamente venenosa. – Outra vez, aparecendo durante uma luta, desse jeito é impossível desmentir a amizade com os Weasleys, Potters e Masons. Seu pai ficará decepcionado.

— Meu pai sabe o que realmente quero e, para isso, os fins justificam os meios, não importa quais sejam. Isso só diz respeito a mim e minha família. – Aproveitei a distração para convocar minha mochila e abrí-la, procurava uma poção quando um forte impacto me lançou para trás.

— O que pensa que vai fazer?

— Nada. – Disse ao convocar um livro grande e pesado, fazendo bater na cabeça do homem a minha frente o deixando desnorteado, avancei lançando mentalmente um “estupore”, minha atenção estava voltada a um plano e não iria perder tempo.

Corri até a mochila e joguei o livro lá dentro. “Accio Peribit infumi”, a poção amarronzada veio parar na minha mão, lancei-a, protegendo-me dos ataques.

— Reducto. – Gritei, atingindo o frasco, então o líquido caiu no chão, o deteriorando. – Foramenin Spatium²². – O feitiço atingiu o chão já frágil e intensificado pela poção, formou uma gigantesca valeta entre os dois grupos. – Fogo maldito. – Chamas surgiram, crepitando e se expandindo, isso ocuparia uma boa parte do grupo inimigo por um tempo.

Entretanto, alguns membros encontravam-se ao nosso lado, um deles correu em minha direção, atacando, rebatia enquanto eu corria até uma árvore, ele avançou, eu escapei: “Engorgio”, os galhos cresceram prendendo o comensal junto de si.

Na volta, um Avada Kedavra ia direto até Dominique Weasley e, mais uma vez desde que cheguei aqui, agi por impulso, a protegendo, ela me olhou grata.

Conforme a luta ia passando, as pessoas de ambos os lados estavam cansando, eu, que possuía maior resistência, encontrava-me suada, ofegante e completamente machucada, sangue escorria pelo meu braço e roupa, por encontrar-me quase sem aliados, quando vi alguns inimigos juntos tentando controlar o fogo, lancei “Secat internum”.

Minha cabeça doeu, sabia o que significava: Ele estava usando Ceredus liquibrum³³, tentava me fazer cair sem nem estar ali, tentava ajudar seu exército. Levei as mãos à cabeça, a tortura aumentava devido ao fato de focar na Oclumência, por um momento, lembrei do Fogo maldito lançado, ele precisa de controle, algo que eu encontrava dificuldade no momento, por isso, extingui o fogo, não foi a decisão mais sábia, uma vez que acabaria com a melhor defesa, isso só era melhor que colocar fogo na escola inteira. Caí no chão.

— Cecília! – Vi dois vultos passarem por mim, não tinha resistência alguma contra qualquer feitiço,nem sequer estava ali, a sensação pior do que cruciatus tomava conta de mim.

— Scorp, tira ela daqui.

P.O.V. James

Assisti a cena atordoado, do nada, a Mason levou as mãos até a cabeça cerrando os olhos, sua expressão assustadora durante lutas dera lugar a dor. Malfoy correu para protegê-la e Rose foi atrás mandando o primeiro a tirar a morena dali e ele fez: a trouxe para perto de nós, nossa prima voltou logo, porém ao se virar, um comensal lhe lançou um “Avada Kedavra”.

Tal feitiço não atingiu o alvo, acabara de chegar o irmão da desmaiada ou, pelo menos, da que era para estar desmaiada, afinal a garota de debatia de forma inimaginável. Observar ela ali, frágil, com dor, cortes e totalmente abatida, mexeu comigo, por mais que não quisesse admitir, certamente por ser uma imagem impensável.

Dylan Mason foi correndo até a irmã após lançar algo na direção dos inimigos.

— Cecília! – Ele a segurou, deixando-a imóvel. – Por favor, não lute contra, isso só vai piorar. – Era possível ver algumas veias devido à força com que apertava as mãos.

— Magia? – O primo perguntou.

— Ceredus liquibrum. – Então ele olhou o de cabelos negros. – Segure ela.

— Oi?

— Troca de lugar comigo.

— Para quê?

— Ele sabe o que faz, Nathan, apenas obedeça. – Uma voz feminina surgiu impaciente. O sonserino olhou para a irmã no momento em que ela se defendeu, ele girou lançando um feitiço em alguns comensais.

— Deixa que eu cuido dela. – O Malfoy disse. – É melhor os dois lutarem.

— Não vou defender mestiços. – O Mason me encarava.

— Nathan. – Dylan Mason atacava rapidamente, quase não dando tempo para os comensais se defenderem. O de cabelos negros suspirou. – Malfoy está certo.

— Não vou defender eles, vou proteger Jenny e Cecília. – Ele se levantou se colocando ao lado do primo. Jennyfer correu para prima, soltando um grito ao colocar sua mão sobre a testa da mesma.

— A testa dela está queimando.

— Droga! Ela não me escuta mesmo. Jenny, abra a mochila dela, pegue uma poção dourada, Magis¹¹¹ é o nome dela. – A morena se atrapalhou.

— Accio magis . – O loiro entregou a ela.

— Com a poção tem uma pequena seringa com uma marca vermelha. – O Mason grifinório falava, porém sua atenção estava voltada para a luta. Odiava admitir, mas observar ele e a irmã lutando era algo incrível, a habilidade, incomparável. – Coloque até a marca e aplique no braço dela. Cuidado, quando for aplicar, saia de perto. Malfoy, proteja os outros. – A garota fez o que foi mandado, porém, enquanto o Malfoy se afastou da Mason, ela não. – Jennyfer, saia agora. – A voz era forte, autoritária e com um tom de alerta. Mas era tarde demais, nossa vista se modificou como se algo invisível tornasse as coisas lentas e turvas, Scorpius Malfoy tentara ir na direção da amiga de casa, entretanto, ele só teve tempo de parar, erguer a varinha e nos proteger antes do invisível atingir a barreira, lançando a sonserina para longe, Rose se afastou, trombando com algo também incolor, algo que acreditei ser a barreira, Lily apertou Alvo assustada.

— Droga! – Um tempo depois, Malfoy abaixou o braço, percebi que os garotos também haviam se protegido. O sonserino correu para a irmã, enquanto o outro lançou um último ataque, veio em nossa direção.

— Estão bem? – Concordamos, seu rosto estava sério, frio, não havia um sinal amigável.

— E ela vai ficar bem? – Dominique questionou, ele abaixou ao lado da morena cujo o rosto estava suave e, ali, era possível ver diferenças tão gritantes: ela com cabelos negros, ele castanho da mesma cor dos olhos, enquanto os da garota eram azuis escuros; ela sempre com o rosto frio, contendo tudo, encontrava-se, agora, suave, com ele era o oposto, sempre suave; agora, tenso. Ela é ágil nos movimentos do corpo, porém lenta nos feitiços; ele sempre tão parado na luta, venceu lançando uma sequência com inúmeros feitiços.

— Dylan. – Ele se afastou, indo para perto dos primos os quais haviam acabado de chegar, bom o primo carregava a sonserina nos braços, a colocando no chão perto de nós. Dylan Mason passou as mãos do jeito que a irmã fizera com Lily na Ala Hospitalar, mantendo uma certa distância.

— Ela bateu as costas com força, mas vai ficar bem. – O grifinório deu uma poção para a garota e o Mason a levou para a Ala Hospitalar. – Obrigado por protegerem minha irmã. – ele disse a Rose e ao Malfoy. – Algum ferimento?

— Nada grave. – Domi respondeu, ele acenou com a cabeça e então pegou a morena nos braços e saiu.

¹ Secat Internum é um feitiço de magia das trevas muito parecido com a maldição de Dolohov, entretanto esse feitiço usado pelos Masons, é mais poderoso e os efeitos são muito mais rápidos. (Cortes internos em latim)

² Atrium finis, também um feitiço de magia das trevas, é caracterizado por provocar na vítima um corte e é como se toda energia e poder dela fosse sugados. (Cortes final em latim)

³ Putrescat Cumphallus é um feitiço usado pelos Masons geralmente em lutas muito importantes e de conhecimento dos Comensais, esse feitiço, como seu próprio nome diz, apodrece tudo o que toca no caminho, podendo até matar. (Do latim, apodreço enquanto falo).

¹¹ Partis temporus é um feitiço da própria série Harry Potter, ele é usado para dividir temporariamente campos de proteção, usado por Alvo Dumbledore em "O enigma do príncipe" e significa partir/dividir temporariamente.

²² Foramenin Spatium é um feitiço usado para fazer o chão sumir, usado em combinação com a poção Peribit infumi (Do latim, desaparecer em fumaça, é a poção responsável por deteriorar tudo), o efeito é muito mais rápido. (Foramenin spatium = Buraco no espaço em latim)

³³ Ceredus liquibrum é uma tortura usada por Comensais e de conhecimento de Cecília Mason e sua família, ela provoca uma dor extremamente forte na cabeça, muitas vezes, comparada com um cruciatus mais poderoso e concentrado em um único lugar. Pode levar a pessoa à loucura muito facilmente, apesar dos casos reduzidos (devido ao baixo número de pessoas que utilizam) e julga-se necessário o uso de duas vezes consecutivas para tal quadro. Por ser uma tortura mental, quanto mais tenta-se resistir a ela, pior é.

¹¹¹ Magis é uma poção idealizada e desenvolvida por Jade Mason, não se tem muitas informações sobre sua função, apenas sobre alguns casos a ser utilizada e da quantidade dada.

Notas finais
Oiiii! Voltei! Bom, o que acharam da luta? Será que a Cecília está certa sobre a guerra? O James provocou o Nathan, hein? Mas o sonserino não deixou barato... Ele não deixa seu preconceito de lado. O que acharam sobre como a Cecília percebe a presença de comensais em Hogwarts? Por que será que só ela e o Dylan conseguem? O Potter concordando com a Cecília? O que está acontecendo? E os patronos? Ela não tentou mais uma vez. Ela e Dylan realmente não deveriam dar certeza sobre a localização? O que vai acontecer com isso? Parece que a Cecília não venceu essa luta, hein? E o que dizer sobre o James ter ficado mexido por vê-la naquele estado? Será que é só por ser uma imagem impensável? O que aconteceu depois de terem dado a poção Magis para a Cecília? Uma última coisa: O próximo capítulo é o do baile, então, como vocês imaginam os vestidos das meninas?