Notas iniciais
Decidi prolongar um pouco mais antes da passagem de tempo, espero que gostem . Pode alertar de erro pq to sem pc e ter q digitar no cel é uma merda , então talvez tenha muita coisa. COMENTEM , comentários sempre me inspiram . Bjs Marrie Cullen

Mais quatro semanas se passaram e a promessa da tia de Jacob parecia cada vez mais distante da realidade. As duas quase não se encontravam e Renesmee estava aflita . Como dizem : " A esperança é a queda livre dos desesperados."

O clima estava pesado na sala da Madre Superior, a ruiva tinha certeza que não Cometera nenhum erro e não sabia o porque de estar esperando naquele sofá. A porta se abriu e a freira trazia duas pessoas conhecidas.

— Filha!Me desculpe. — Renee abraçou a filha e sussurrou com voz de choro enquanto a segunda observava a prima que estava parada na soleira.

— Que saudade mãe . De você também Alli- correu para abraçar a prima .

— Por que vocês não vão para o jardim conversar em um ambiente mais agradável? -disse a Madre — Apenas peço que não demorem muito , visitas longas não são permitidas.

As três se dirigiram para fora do prédio e se sentaram no banco de ferro do jardim.Alice estava pálida nunca imaginava ver A prima com aquela roupa .

— Pensei que não veria mais vocês. — Nessie disse com uma voz desanimada.

— Seu pai proibiu visitas , minha querida. Só estamos aqui porque ele está viajando , tomamos muito cuidado para que ele não soubesse.

— É verdade , prima.Estávamos com saudade-Alice com seu jeito espalhafatoso agarrou a prima com um abraço apertado.

—Calma, Alli- Nessie já ria — estava com saudade de vocês também , mas não vou ficar aqui por muito tempo.

—O que você pretende fazer, filha? -Renee parecia preocupada.

—Pode ficar tranquila , mãe , só peço que você pare meu pai se preciso.

—Mas o seu pai , ele ...

—Mãe- Renesmee segurava a mão de Renee- eu preciso de você . Você é uma das únicas pessoas que eu tenho agora .

A mulher quis chorar , mas seria forte pela filha e se fosse necessário enfrentaria o marido.

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Renesmee parecia mais animada após a visita e talvez até revigorada . Hoje seria o passeio das crianças do orfanato .

Algumas vezes no ano as freiras organizavam passeios culturais a fim de animar um pouco as crianças, mas essa situação era rara , pois o governo não estava muito disposto a contribuir já que as grandes atrações estavam no Rio .

Eles partiriam na sexta a noite e ficariam no convento da ordem associada que ficava na zona norte do rio. As crianças estavam animadas , principalmente Luiza que estava deslumbrada com a presença de Renesmee.

— Irmã Swan , você acha que vai ser legal? Eu nunca sai do orfanato , estou com um pouco de medo.- admitiu menina enquanto ambas estavam sentadas no ônibus.

— Não se preocupe Lu eu vou tomar conta de você . Mas pode me chamar de Nessie ,Lu.

— Eu gosto do seu nome, mas seu apelido parece com o nome daquele mostro , qual o nome dele? – fez cara de pensativa- ahh é o monstro do lago Ness -disse a menina com toda a sinceridade de uma criança .Renesmee não conteve o riso e depois de muitas brincadeiras a criança pegou no sono no colo da ruiva.

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— Quando entrarmos no museu , eu quero todos quietos e na fila — irmã Maria parecia conversar com adultos e as crianças a olhavam com uma cara meio confusa.

A tarde estava agradável e após o almoço a visitação ao museu era aguardada ansiosamente pelas crianças. Nessie tentava fazer uma fila , mas era quase impossível eles estavam muito agitados.

— Um atrás do outro igual um gafanhoto- cantava todas as musicas infantis que conhecia para tentar controlar as crianças.

—Eu vou com você tia Nessie -Luiza vinha toda serelepe com sua faixa rosa no cabelo e balançando a lancheira.

—Tudo bem Lu , mas para de brincar com a lancheira porque nós temos q atravessar a rua. Me dê a sua mão. — e a menina o fez.

O sinal fechou e todos atravessaram na faixa , claro que irmã Maria ficou doida porque as crianças correram desesperadamente causando uma dir de cabeça.

— Tia Ness , minha lancheira sumiu- Luiza fazia bico.

— Luiza eu disse pra não brincar enquanto atravessasse a rua- olhou em volta e viu a bolsa no meio da faixa — Está ali eu vou pegar.

— Não! Deixa que eu vou. -a menina saiu correndo.

Tudo foi muito rápido o sinal abriu , Luiza estava no meio do trânsito E Renesmee correu para tirar a loirinha dali. Foi o tempo exato para a menina correr e a ruiva cambalear e cair no chão.

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O hospital não estava cheio, o que facilitou o atendimento. As duas esperavam o resultado do exame de raio x quando o médico entrou no consultório.

— Bom podemos começar com você, princesa? — olhou para a menina que assentiu.- Você não tem nada, foram só uns arranhões e você sara logo, tá bom?

— Mas não tem como eu botar gesso não?A Nanda botou gesso e todo mundo escreveu no gesso dela eu queria um também — o medico parecia não saber o que dizer.

— Lu, eu já botei gesso, é chato, pinica muuuuito — Renesmee dramatizou para convencer a menina. -

Tudo bem- disse com cara de triste.

— Bom e a senhora, irmã Swan, só teve uma leve torção no joelho, nada de mais, mas vou pedir que botem uma atadura para que a senhora não faça movimentos bruscos e terá que tomar esse remédio por 5 dias.

— Ok doutor, muito obrigada.

— Me sigam, as levarei até a sala onde será o procedimento.

— O senhor pode pedir para a irmã Maria pegá-la? — disse enquanto entravam na sala.

— Com certeza,o meu estagiário vem te ajudar, não se preocupe ele é bastante competente.

A porta se fechou e abriu novamente, mas a ruiva não esperava ver quem passava por ela. Renesmee ficou pálida , pois não esperava encontrá-lo tão cedo.

— Oi, Ness

—Oi Jake

—Oi tio — Luiza chamou sua atenção — ahh você conhece a Tia Nessie né? Ela é bem legal, mas não é ela que precisa de atadura não sou eu que preciso botar gesso.

— ah é pequena, por quê?

— Porque a Nanda botou gesso e todo mundo escreveu no gesso dela ai ela disse que era mais legal do que eu- a criança fez um bico do tamanho do universo.

— Pera aí, vou pegar uma coisa pra você — ele saiu da sala e não demorou nem 2 minutos. E trazia um saco de bala.

— Pra que isso tio? — perguntou a menina confusa e ao mesmo tempo perplexa com a quantidade de balas. Ele pegou um punhado do doce de deu na mão dela.

— Você vai dar pros seus amiguinhos e eles vão ver que é mais legal ser uma menina boazinha e não se machucar do que usar gesso que pinica, porque se você for boazinha pode ganhar muuuitas balinhas — ela sorriu.

— Obrigada tio. — deu um beijo na bochecha do moreno.

— De nada, princesa. Mas tem que dividir com todo mundo tá? — ela assentiu freneticamente. – Eu aposto que você é muito mais legal que aquela garotinha má — tentou amenizar a situação.e quando a irmã Maria chegou a menina saiu correndo com as balas na mão.

— Você vai dar cáries pra essa menina — Renesmee ria sem perceber que tirara a parte da vestimenta de freira que cobria o cabelo.

— Não resisti ao bico — ele riu junto.

De repente a sala ficou cada vez menor a medida que ambos perceberam que estavam sozinhos.

— Bom, eu preciso. ..preciso. ..levantar seu vestido para botar a atadura.

Na verdade, ela mesma poderia fazer isso, botaria a barra do vestido acima do joelho e tudo terminaria rápido, mas ele necessitava sentí-la.

A mão de Jacob começou no tornozelo da ruiva e logo foi subindo para a batata da perna .Um vento frio pareceu passar pela coluna de Nessie e a cada toque ela tremia.

Se alguém visse de fora ficaria completamente abismado com a cena do medico entre as pernas da freira sentada numa maca enquanto levantava seu vestido, mas para eles tudo parecia tão natural.

A vontade de beijá-la era cada vez mais forte . Já não havia mais espaço entre os dois quando a ruiva acabou se entregando às forças e finalmente beijou o moreno.

Jacob agarrou o cabelo de Nessie e usou a outra mão para tatear a porta e travá-la que logo voltara para as pernas da mulher..A dor não parecia existir mais.

O momento se tornou mais tenso quando o jaleco de Jake foi parar no chão,foi como se eles estivessem afirmando que não queriam pensar em nada agora só continuar.

Os beijos de Jacob desceram para o pescoço da ruiva e ela aproveitava para desabotoar a camisa do moreno. A próxima roupa a voar foi o vestido de freira deixando, Nessie exposta. Jacob desceu os beijos até o vale dos seios da ruiva e ela excitada arranhava as costas do moreno fazendo com que ele soltasse gemidos.

O som do sutiã de Renesmee se abrindo era ensurdecedor, ambos estavam extremamente excitados e a sala estava cada vez mais quente. De repente, uma batida na porta se tornou presente, assustando o casal.

— Jacob, por que a porta está trancada? – disse um voz de homem.

— A porta está emperrada, tenta abrir mais uma vez — disse pegando ad roupas e tentando se recompor, ele abriu a porta no tempo exato para que Nessie se arruma-se dando a ideia de que nada acontecera.

Notas finais
E aí gostaram?