Notas iniciais
Vocês devem me odiar, eu sei! E não posso nem reclamar, eu sei disso também! Não há nenhuma desculpa para essa demora toda, e infelizmente o capítulo ainda não está completo, mas decidi postar o que tenho para ver se com os comentários de vocês a criatividade apareça e eu consiga concluir, de uma vez por todas, a estória. Me desculpem!!!!

O inverno se aproximava, percebia-se apenas admirando a paisagem pela janela do carro, e com ele a data festiva que Victoire mais gostava: o Natal.

Uma festa que enternecia os corações e que deixava as pessoas mais humildes. Quem dera fosse Natal o ano inteiro! O mundo seria um lugar melhor para se viver a loira sempre acreditara.

Lembrava-se das histórias contadas pelo velho avô a frente da lareira, com uma deliciosa caneca de chocolate quente nas mãos e a magia do fogo e das palavras enfeitiçando os ouvidos das várias crianças Weasley que sempre povoara a Toca.

Victoire admirava e era grata pela família que seus queridos avós construíram com amor e dedicação. Sempre desejara, mesmo de forma bem secreta, um dia poder construir para si mesma uma família como aquela. Os risos seriam obrigatórios, pensou aconchegando-se no ombro de Teddy enquanto o via conduzir o carro de forma eficiente e responsável.

Imaginar crianças parecidas com ele e que seriam dela, deles, aquecia de uma forma incrível todo o ser dela. Victoire nunca sequer cogitara a possibilidade de amar daquela forma e sabia que se aquilo era resultado de um plano casamenteiro do avô, tudo o que podia fazer era se lançar nos braços dele e agradecer. Claro que não antes de fazê-lo sofrer um pouco por se intrometer, sorriu contente.

– O que está tramando? Por que está sorrindo assim? – Teddy perguntou, enquanto passavam pelos enormes portões da propriedade dos Weasley.

Abrindo ainda mais o sorriso, Victoire acariciou o rosto másculo do homem que amava.

– Estou aqui pensando em como colocarei vovô contra a parede.

– Já disse que não acredito que o sr. Weasley, com a ajuda da minha avó, tenham planejado qualquer tipo de ideias casamenteiras para nós dois, magrinha.

Revirando os olhos Victoire abriu a porta do carro e saltou para fora, assim que Teddy desligou o motor.

– Você consegue ser muito obtuso! – sorrindo de forma angelical, a loira contornou o carro e agarrou Lupin para um beijo. – Confie em mim, você terá uma confissão já, já, e eu ganharei nossa aposta e terei no final do dia um anel de noivado, lindo é claro, para ostentar à Roxanne.

Sorrindo da sua loira, Teddy levou os dois a porta da Toca.

– Será a primeira aposta que não me incomodarei de perder na vida.

Mais feliz do que jamais pensara que ficaria quando o avô anunciou que ela e Teddy trabalhariam juntos, Victoire abriu a porta da casa que sempre esteve aberta para a família e os amigos.

Não existia no mundo lugar mais ímpar do que a’ Toca.

Notas finais
É isso. Fraco, né? Me ajudem! Mandem uma "oi" ou um "eu vou te matar", mas me ajudem a concluir. Preciso do apoio de vocês!! Obrigada! :)
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.