Os Viajantes (HIATUS)
4 Chapéu Seletor
Notas iniciais
OI!!!!!
LEIAM AS NOTAS FINAIS
Depois de desembarcar do trem, os alunos do primeiro ano foram levados por Hagrid até alguns barquinhos que os transportaram até Hogwarts. Onde foram levados a uma sala pela Profa. Minerva e depois para o Salão Principal.
– Agora faça fila e me sigam. E então todos saírem da sala, tornaram a atravessar o saguão e as portas duplas que levavam ao Grande Salão. Harry jamais imaginara um pouco lugar tão diferente e esplêndido. Era iluminado por milhares de velas que flutuavam no ar sobre quatro mesas compridas, onde os demais estudantes já se encontravam sentados. As mesas estavam postas com pratos e taças douradas. No outro extremo do salão havia uma mesa comprida em que se sentava os professores. A Profa. Minerva levou os alunos do primeiro ano até ali, de modo que eles pararam enfileirados diante dos outros, tendo os professores às suas costas. As centenas de rostos que os contemplavam pareciam lanternas à luz trêmula das velas. Misturados aqui e ali aos estudantes, os fantasmas brilhavam como prata envolta de névoa. Principalmente para evitar os olhares fixos neles, Harry olhou pra cima e viu o teto aveludado e negro salpicado de estrelas. Ouviu Hermione cochichar:– É enfeitiçado para parecer o céu lá fora, li em Hogwarts, uma História. Era difícil acreditar que havia um teto ali e que o Salão Principal simplesmente não se abria para o céu. Profa. Minerva silenciosamente colocou um banquinho de quatro pernas diante dos alunos do primeiro ano. Em cima do banquinho ela pôs um chapéu pontudo de bruxo. O chapéu era remendado, esfiapado e sujíssimo. Um rasgo junto à aba se abriu como uma boca — e o chapéu começou a cantar. A música contou uma breve história das quatro casas. O salão se de encheu de aplausos quando o chapéu acabou de cantar. Ele fez uma reverência a cada uma das casas. A Profa. Minerva então se adiantou, segurando um longo rolo de pergaminho. – Quando eu chamar os seus nomes, vocês porão o chapéu e se sentarão no banquinho para a seleção. Ana Abbott! – Lufa-Lufa! — anunciou o chapéu. A mesa da direita deu vivas e bateu palmas quando Ana foi se sentar à mesa da Lufa-Lufa. Harry viu o fantasma do Frei Gorducho acenar alegremente para ela. Então a seleção se seguiu. – Susana Bones!, Lufa-Lufa – Gerencio Boot!, Corvinal! – Mádi Brocklehurst!, Corvinal! – Lilá Brown!, Grifinória! – Mila Bulstrode, Sonserina! – Megan Felts! — Então uma garota do lado de Sarah se sentou no banquinho, o chapéu demorou falar, percebeu Harry, o tempo variava para cada aluno. Então o chapéu anunciou — Sonserina! – Selena Delfin, Sonserina! – Justino Flinch-Fletchley, Lufa-Lufa! – Simas Finnigan, Grifinória! – Hermione Granger, Grifinória! — Harry pode ouvir Rony resmungar. – Nervelle Longbottom. — o chapéu fez uma longa pausa — Grifinória! – Irya Maccaferri, Grifinória! – Draco Malfoy — o chapéu mal encostou em sua cabeça e gritou — Sonserina! Depois vieram Moon... Noot... Parkinson... as gêmeas Patil... Perks e então, finalmente... – Harry Potter! Quando Harry se adiantou, correu um burburinho por todo o salão. – Harry Potter, ela disse? – O Potter? A ultima coisa que Harry viu antes de o chapéu lhe cair sobre os olhos foi um salão cheio de gente se espichando para lhe dar uma boa olhada. Em seguida só viu a escuridão dentro do chapéu. Harry teve uma leve discussão com o chapéu até que ele gritou. – Grifinória! Então Harry se encaminhou trêmulo para a mesa da Grifinória, enquanto os gêmeos gritavam "Ganhamos Potter! Ganhamos Potter". Ele só poderia se sentir se aliviado por ter entrado na Grifinória e não na Sonserina. E agora só faltavam três pessoas para serem selecionadas. – Sarah Chisholm! — Harry ficou apreensivo. Sarah se sentou no banquinho e sua visão foi coberta pelo chapéu. – Me lembro muito bem de seus pais, senhorita — disse o chapéu, ela apertou as bordas do banquinho, Sarah não sabia quem era o seu pai biológico apenas a sua mãe — você não o conhece? Interessante... "Claro o fato de não conhecer o meu pai deve ser muito divertido, para você" o chapéu riu. – Você me lembra o seu pai — o coração de Sarah falhou uma batida — Inteligente, astuta na medida certa, você tem um dom de liderança, quer ser tão boa como sua Mā . Sei como colocá-la Rājakumārī, SONSERINA! Anunciou a última parte para todos. A casa das cobras se levantou batendo palmas, Sarah devolveu o chapéu para Profa. Minerva e se dirigiu para a sua mesa, cumprimentou todos e se sentou na frente de Malfoy que lhe lançou um olhar zangado. Na mesa dos leões Harry estava chocado. Ele estava torcendo que sua amiga fosse da Grifinória igual a ele e não uma Sonserina uma casa que o mesmo soube que não tinha um bom histórico, o fato dela sentar em frente à Draco não ajudou muito, mesmo outro não parecer ter gostado. Potter tentou respirar fundo, depois conversaria com Sarah. Depois de Sarah foi a vez de Rony que foi para a Grifinória e depois foi Blásio Zabini, que foi para a Sonserina. A Profa. Minerva enrolou o pergaminho e recolheu o Chapéu Seletor. Alvo Dumbledore se levantou. Sorria radiante para os estudantes, os braços bem abertos, como se nada no mundo pudesse ter-lhe agradado mais do que vê-los todos reunidos ali. – Sejam bem-vindos — disse — Sejam bem-vindos a mais um novo ano em Hogwarts! Antes de começarmos nosso banquete, eu gostaria de dizer umas palavrinhas: Pateta! Chorão! Desbocado! Beliscão! Obrigado.
E sentou-se. Todos bateram palmas e deram vivas. Sarah não sabia e ria ou não. – Que discurso inspirador — comentou irônica – Com certeza — respondeu uma voz, Sarah se virou e viu um fantasma sentado ao lado de Draco que não parecia nada contente – Porém eu acho que a idade finalmente chegou a Dumbledore. – Talvez. — disse ao fantasma — Prazer em conhecê-lo, senhor? – Thomas mas, todos me chamam de Barão Sangrento. Então ela reparou na aparência de Thomas, ele era um fantasma com roupas típicas medievais manchadas de sangue prata, seu cabelo ondulado batia no ombro e carregava várias correntes. – Prazer em conhecê-lo. — disse sorrindo. – Aceita um pouco de frango? — perguntou uma garota no seu lado, então Sarah percebeu que a comida já tinha sido servida. — Sim ou não? – Sim, por favor. — Então ela lhe serviu. Todos estavam comendo e falando de suas ferias. Logo depois os pratos foram limpos e foi a vez da sobremesa. Sarah já estava sonolenta, em busca de distração olhou para a mesa da Grifinória viu Harry conversando com vários garotos. – Isso continua encarando. — Sarah se assustou, olhou pro lado e viu a menina que tinha lhe oferecido comida rindo se sua cara. — Ok, ok, parei. Mas você estava o encarado, estava esquisito. Sarah revirou os olhos. – Só queria ver como ele estava. — disse Chisholm, voltando a comer. — Somos amigos. – Amiga de Potter? – Sim. – Tá né! — deu de ombros — À proposito, sou Megan. — estendeu a mão. – Sarah — ela apertou Finalmente, as sobremesas também sumiram, e o Prof. Dumbledore ficou em pé mais vez. O salão silenciou. Ele falou sobre avisos e algumas regras das escolas, e sobre um corredor no terceiro andar, onde poderia ter uma morte dolorosa. Sarah olhou para as pessoas da sua casa todos pareciam tão confusas quanto ela. Logo após eles cantam o hino da escola, que na opinião de Sarah era estranho, depois foram para suas camas. Aos poucos os alunos foram saindo, os alunos novos da Sonserina seguiram uma garota do quinto ano. Eles saíram Salão Principal, viraram à esquerda e seguiram até chegar em escadas que desciam entraram num corredor, andaram um pouco viram em outra desceram mais um pouco até que chegaram e pararam em frente a uma parede. – Todos estão aqui? — perguntou a Monitora — Ótimo! Para entrarem no nosso Salão Comunal é bem simples. Reparem que essa parte da parede é bem mais úmida que o resto — alguns alunos que estavam na frente colocaram a mão para verificar — Agora é só falarem a senha! Ela chegou mais perto da parede e falou. – Salazar! A parede se abriu e se formou um portal, todos entraram admirados. – Bem-vindos ao Salão Comunal ou Masmorras da Sonserina! O salão comunal Sonserino é uma longa sala, as janelas dão para as profundezas do lago de Hogwarts, permitindo ouvir a água do lago bater contra nelas. As paredes da sala comunal são de pedra, tinham colunas de mármore e luzes redondas e enverdejadas que iluminava com ajuda de um lustre prata que ficava pendurado do meio da salão; tinha várias poltronas, sofás e duas lareiras nos dois extremos. Tinha duas escadas que subiam para outro patamar, eles subiam essas escadas. No patamar as paredes eram coberto por quadros e tapeçarias de vários bruxos, e espalhado tinham mais sofás, poltronas, mesas e cadeiras onde pendiam luminárias, que Sarah pensou ser para ajudar os alunos a estudar. O grupo de alunos sentou em um desses sofás, a monitora parou a frente deles e disse. – Sou Gemma Farley e sou a Monitora! Nosso símbolo é a serpente, mais sábia das criaturas; as cores da nossa casa são verde esmeralda e prateado. Como vocês virão, as janelas dão para as profundezas do lago de Hogwarts. É bem comum vermos a lula gigante passar – e, às vezes, até criaturas mais interessantes. Ela fez uma pausa para poder reorganizar seus pensamentos "Agora, há algumas poucas coisas que você deve saber sobre a Sonserina – e algumas que você deve esquecer. "Primeiramente, vamos dissipar alguns mitos. Você deve ter ouvido rumores sobre a Sonserina – que todos fazemos Artes das Trevas, e que só vamos falar com você se seu bisavô foi um bruxo famoso, e besteiras do tipo. Bom, você não deve acreditar em tudo o que ouve de casas concorrentes. Eu não estou negando que nós produzimos nossa porção de Bruxos das Trevas, mas as outras três casas também – eles apenas não gostam de admitir. E sim, nós tradicionalmente tendemos a aceitar estudantes que venham de uma longa linhagem de bruxos e bruxas, mas nos dias de hoje você encontrará várias pessoas na Sonserina que tenham ao menos um parente trouxa." Sarah escutou Malfoy resmungar algo, mas nem ligou. "Aqui está um fato pouco conhecido que as outras casas não comentam muito: Merlin era da Sonserina. Sim, o próprio Merlin, o bruxo mais famoso da história! Ele aprendeu tudo o que sabia nessa mesma casa! Você quer seguir os passos de Merlin? Então aqui é o lugar certo. "Mas já basta sobre o que não somos. Vamos falar sobre o que nós somos, que é a mais legal e mais mordaz casa da escola. Nós jogamos para vencer, porque nos importamos com a honra e as tradições da Sonserina. "Nós também somos respeitados por nossos colegas estudantes. É, uma parte desse respeito deve ser tingido pelo medo, por causa de nossa reputação sombria, mas quer saber? Pode ser divertido ter a reputação de andar do lado errado. Dê algumas dicas de que você tem acesso a uma biblioteca inteira de maldições, e veja se alguém vai querer te encher o saco." Ela soltou uma risada "Mas nós não somos maus. Somos como nosso emblema, a serpente: lustrosos, poderosos e frequentemente mal-entendidos. "Por exemplo, nós da Sonserina somos como uma grande família. Tem aqueles que como nossos avós mimam os mais novos, tem os pais super protetores e claro os primos chatos. Por isso, é sempre é bom andar com uma serpente ao seu lado, nós somos extremamente leais quando queremos. "Você sabe o que Salazar Slytherin procurava em seus alunos escolhidos? As sementes da grandeza. Você foi escolhido por esta casa porque tem o potencial para ser ótimo, no sentido literal da palavra. Certo, você pode ver uma dupla de pessoas no Salão Comunal que talvez não pareçam destinadas a algo especial. Bom, guarde isso para você. Se o Chapéu Seletor os colocou aqui, há algo de bom neles, não se esqueça disso, ele nunca erra. "E falando de pessoas que não estão destinadas à grandeza, ainda não mencionei os Grifinórios. Olha, muitas pessoas dizem que Sonserinos e Grifinórios representam os dois lados da mesma moeda. Pessoalmente, eu acho que os Grifinórios são apenas Sonserinos descartados. Veja só, algumas pessoas dizem que Salazar Slytherin e Godric Griffindor estimaram os mesmos tipos de alunos, então nós supostamente somos mais parecidos do que gostaríamos. "Mais algumas coisas que você deve saber: o fantasma da nossa casa é o Barão Sangrento. Se você for amigo dele, às vezes ele concorda em assustar as pessoas para você. Só não pergunte como ele se tornou sangrento: ele não gosta. "A senha do Salão Comunal muda a cada duas semanas. Fique de olho no quadro de avisos. Nunca traga alguém de outra casa para nosso Salão Comunal ou lhes diga a senha. Nenhum intruso entrou lá por mais de sete séculos. "Bom, acho que isso é tudo por ora. Tenho certeza de que você irá gostar dos dormitórios. Dormimos em antigas camas de quatro colunas, com cortinas de seda verde, e colchas bordadas com fios prateados, e lanternas de prata pendem do teto. Você dormirá bem; é muito calmante ouvir a água do lago bater contra as janelas de noite." Ela respirou fundo e parecia feliz consigo mesma por falar tudo aquilo, então nos levou para os nossos dormitórios. Para ir para os dormitórios nós subimos mais uma escada que se bifurcava, para direita era para o dormitório masculino e a esquerda feminino. Tudo era lindo as camas eram como Gemma havia falado, o quarto era retangular com quatro camas, aos seus pés tinham baús, em cima das camas estava seus malões. No lado de cada cama havia uma penteadeira feita em madeira de Ébano, com detalhes esculpidos. Na frente das camas tinha uma espécie de aquário que ia do teto até o chão, parecia ser ligado ao lago, onde tinha vários peixes passando. No centro do quarto tinha um tapete peludo amarronzado e na estrema esquerda do quarto tinha um banheiro com um gigantesco espelho de corpo inteiro. Sarah dividiria o quarto com mais duas meninas, Gemma disse que ela não havia outra garota para completar o quarto. Então foi dormir, ela simplesmente não aguentaria ficar nem mais um segundo com os olhos abertos.
Notas finais
Então, gostaria de dizer que vou por a história em Hiatus. Mas não vou apaga-la isso é uma promessa, eu tinha tudo planejado e vários capítulos prontos porém, percebi que minha escrita estava de mal a pior.
Vou reescrever os capítulos e eu volto, não posso deixar esse projeto mal feito ou apaga-lo. Espero que entendam.
BEIJOS, até logo.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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