Os Vampiros e Eu
20 20
-- Eu não acredito que você fez isso comigo?! — Diogo falou com raiva limpando seu rosto com uma camisa.
-- Nem eu poderia acreditar, só sei que eu fiz. – Cath disse tranquilamente.
-- Como você pode? — Diogo perguntou.
-- Eu cansei de esperar. — Cath gritou.
-- Esperar o que? — Diogo perguntou. — Eu sempre fui bem claro que queria você, eu sempre deixei á mostra que desejava você e você sabia muito bem como eu te queria.
-- Aé? Não parecia que você me queria. – Cath disse e uma lágrima desceu do seu rosto.
-- Você sempre se cobriu, quando tocava em você, sempre me evitava. Eu sempre respeitei a sua vontade. – Diogo pausou. – Mas se eu soubesse que você queria sexo e nada mais, eu teria abusado e feito de você minha prostituta.
-- Não fale assim, você não tem o direito de ofendê-la. – o rapaz disse.
-- Você cala a boca, porque eu sou o único que tem o direito de reclamar de alguma coisa. – Diogo se exaltou e se levantou da cama.
-- Calma Di. – pedi.
-- Tudo bem, eu sei muito bem o que devo, e o que não devo fazer. – Diogo disse. – Eu vou embora, você vai Ani?
-- Vou sim, arrumamos nossas malas e vamos. – eu disse.
-- Você pode pegar minhas malas? – Diogo perguntou.
-- Posso sim. – eu o respondi.
-- Obrigado, porque esse quarto está poluído. – Diogo disse olhando feio para a Cath e o rapaz.
Diogo e Allan saíram do quarto, olhei para Cath e ela estava chorando.
-- Você vai embora agora também? – perguntei.
-- Vou, só não sei como. – Cath disse entre as lágrimas.
-- Calma gata, eu te levo. – o rapaz disse e a beijou.
Fui em direção às malas e vi que era do Diogo, levei a mala até a cama e fui ver no banheiro tinha alguma coisa dele. Como eu o conheço sei que iria ter, havia uma cueca, a escova de dente dele que era impossível não saber que era dele porque a cor era verde-limão. Havia dois protetores solares, um bronzeador, um fio dental e um creme de cabelo.
-- Cath qual protetor é seu? – perguntei dentro do banheiro.
-- É o fator 15. – Cath disse e eu comecei a rir.
Peguei o protetor fator 30 que eu sei que era do Diogo, o fio dental que também sabia que era dele porque ele gostava de cuidar do corpo, boca, cabelo enfim do corpo todo. O bronzeador e o creme de cabelo sabia que era da Cath. Sai do banheiro e coloquei as coisas do Di na mala dele, o rapaz estava ajudando a Cath a guardar as coisas na mala dela. Fechei a mala dele e fui para varanda, Cath veio logo atrás e nós duas encostamos-nos ao muro.
-- Amiga juro que pensava outra coisa de você.
-- Eu esperava tanta coisa do Diogo, mas cansei.
-- Para o que você me dizia, sei lá é estranho.
-- Mas agora achei alguém que realmente gosta de mim.
-- Você tem certeza?
-- Tenho.
-- Como é o nome desse rapaz?
-- É... É...
-- Gostou tanto que nem sabe o nome dele.
-- Depois eu lembro e te falo, mas sei que amo ele e ele também me ama.
-- Olha Cath eu conheço muito bem você, então não vou falar nada.
-- Eu sei que você me entenderia.
-- Porém, você magoou muito o Diogo. E ele é um doce, um amor.
-- O pior é que eu sei disso.
-- E você também sabe que ele guarda magoa.
-- Disso eu não sabia.
-- Mas agora sabe?!
-- Infelizmente.
-- É bem que falaram que ia ser inesquecível.
-- Queria que pra ele não fosse, mas pra mim vai ser.
-- Agora vamos, como ele vai te levar eu vou indo na frente.
Beijei a testa da Cath, sai da varanda e o rapaz me encarou nem liguei e sai do quarto da Cath. Entrei no meu quarto e o Di já estava acabando de arrumar minhas malas.
-- Quantas malas em?! – Diogo resmungou.
-- Tudo que eu preciso está aí. – falei. – Allan posso falar com você?
-- Claro amor. – Allan aceitou.
Fomos para a varanda e o Diogo ficou fechando minhas malas.
-- Amore você se importa se eu for com o Di?
-- Não amor, é até melhor assim ele não fica mais triste.
-- Sabia que você concordaria.
Beijei a bochecha do Allan toda feliz.
-- Pena que vou ficar longe de você.
-- Calma que é por um motivo bom.
Nós dois rimos e voltamos para o quarto, dei um toque pro Allan entrar no banheiro. Sentei na cama ao lado do Di.
-- Amor você quer que eu vá com você?
-- No carro?
-- É amor, se você quiser?
-- Não iria te incomodar?
-- Claro que não, co uma companhia que nem a sua.
Diogo me envolveu em seus braços e me abraçou forte.
-- Ai amor, pelo menos sei que você realmente me ama.
-- Eu & você não se separa.
-- Vamos?
-- Claro.
Allan saiu do banheiro, pegou a mala dele e algumas malas minhas, fui para fora e a Cath me deu a mala. – Vou indo na frente ta?
-- OK.
Voltei para o meu quarto arrumei o que estava bagunçado no quarto e lembrei que ainda estava de maiô. Peguei um vestido bem soltinho, uma sandália de dedo com um saltinho, arrumei meu cabelo e ajeitei meus óculos.
-- Di leva o resto das minhas maças que eu levo a sua? – perguntei fazendo uma troca bem injusta.
-- Claro. – Diogo disse.
Saímos do quarto, fechei a porta e fomos andando pelo corredor até a secretária.
-- Leva as coisas pro carro que eu fecho aqui. – eu disse e eles assim fizeram.
Quando o gerente me viu, ele veio me atender rapidamente.
-- Que pena que você já vai moça.
-- Pois é, mas vou voltar mais vezes.
-- Gostou do parque?
-- Amei, amei, amei!
-- Que bom!
-- Eu vim aqui entregar a chave, e fechar o quarto.
-- OK.
Eu entreguei a chave na mão dele e ele ficou fazendo uns negócios no computador.
-- Bom já fechei o quarto, e sua amiga também já fechou.
-- Obrigado, agora tenho que ir. Prazer.
-- O prazer foi todo meu, e volte sempre.
Peguei a mala do Diogo e fui em direção ao estacionamento para encontrar meus amigos. Allan estava encostado no carro dele, Diogo estava encostado no dele e a Cath e o rapaz estava dentro de carro do rapaz. Diogo guardou a mala, mandei um beijinho pro Allan e o mesmo me retribuiu, cada um entrou no seu devido carro. Sentei no banco do lado do motorista, coloquei o cinto, o Diogo fez o mesmo e ligou o carro. Olhei pra trás e vi minhas malas.
-- Nossa minhas malas aqui?
-- Você se importa se eu for pra sua cada Ani?
-- Claro que não, é bom que eu não fico só.
-- É só pra mim comprar minhas coisas para mim voltar pro Rio.
-- Rio de Janeiro? Você vai voltar?
-- Sim, vou. Eu fecho o quarto aqui e vou pra lá.
-- Mas porque agora?
-- Além de acontecer isso tudo, o meu hotel precisa de mim e é bom que distraia minha mente.
-- Tudo bem, não posso fazer nada mesmo.
-- Na real pode, e você sabe como.
-- Ah muito tempo que a gente não faz isso, só nós dois.
-- Pode ser hoje?
-- Quando você quiser.
Olhei para a estrada e Allan estava atrás de nós, e atrás dele estava a Cath. Apesar do Di precisar de mim, senti dó do Allan estar indo embora sozinho abandonado.
-- Nego é melhor a gente ir pra minha casa antes né?
-- Sim, aí nós dois se trocamos e você avisa para o Allan que a gente vai dar um role.
Balancei a cabeça que sim, e fiquei pensando em que roupa eu vestiria. Para uma ocasião dessas eu tinha que estar mais que perfeita, porque uma coisa dessas não aconteceria sempre entre mim e o Diogo. Antes era normal isso acontecer entre eu e ele, mas agora era bem difícil. Mas hoje iria ser um grande dia, isso ia acontecer e eu estou amando. Não demorou muito e a gente chegou à minha casa, a minha casa estava com as luzes todas desligadas. Mal chegamos em frente ao portão e ele se abriu, olhei para o Allan e ele me mostrou o controle automático do portão por sorte ele, e a Cath veio com a gente.
-- Você vai ficar assim Di?
-- Não, eu vou só trocar algumas peças, mas vai ser aqui dentro do carro mesmo.
-- OK. Desce minhas malas e leva elas pro meu quarto, tenho certeza que o Allan vai te ajudar.
-- Tudo bem levo sim.
Diogo estacionou o carro na garagem, abriu a porta malas e vi que o Allan estacionou, desligou seu carro e desce do mesmo. A Cath e o rapaz vi que estacionou o carro e esperaram. Abri a porta da minha casa com as chaves que estavam escondidas debaixo do vaso de flores, subi para o meu quarto e fui entrando no banheiro já tirando a roupa. Ouvi quando os meninos entraram no me quarto e colocaram algumas malas no chão. Entrei logo no chuveiro e tomei um banho rápido, quando estava me secando ouvi a porta bater. Sai do banheiro e fui direto para o meu closet e coloquei uma lingerie, joguei minha toalha em um sexto e fui ver que roupa que ia colocar. Ouvi passos e então senti alguém me abraçando por trás, não reagi pensando ser Thomas.
-- Há muito tempo que não te vejo assim! – Diogo disse abraçado comigo.
-- E deveria continuar a muito tempo?! – eu o repreendi me soltando dele. – Deixa eu me trocar amore.
-- Tudo bem, mas vou ficar te observando. – Diogo disse e pegou um puf e se sentou na frente do closet. – Que nem antigamente.
Não discuti e voltei a me direcionar ao closet, peguei uma regata rosa com as costas nadadoras, um short curto jeans de cintura alta, uma sandália se salto alto fino rosa Pink. Fiz uma maquiagem leve, soltei meus cabelos, coloquei uns brincos, passei creme nas minhas pernas e braços e passei perfume.
-- Diogo eu to pronta, mas e você? – perguntei e olhei para ele.
-- Você está linda, e não se preocupa comigo. Da pra ir assim. – Diogo disse.
Saímos correndo do meu quarto, descemos as escadas, eu fechei a porta e devolvi a chave no esconderijo. Ouvi buzinas deduzi ser a apressada da Cath, eu e o Diogo entramos no carro e ele tirou o carro da garagem. Allan fechou o portão, e eu mandei um beijo para ele. Diogo começou a dirigir e o Allan e a Cath veio atrás.
-- Pra onde nós vamos?
-- Vamos para o Kael, hoje La deve estar bombando.
-- OK. Vou ver se eles querem ir, você se importa?
-- Não, se eles forem ele vão nos conhecer.
Diogo deu uma piscada de olho pra mim e eu ri. Peguei meu celular e mandei uma mensagem para o Allan e para Cath:
Quer ir dá um role???
Enviei a mensagem, e vi que eles logo receberam, Allan me respondeu:
‘’ To dentro, mesmo não sabendo de nada: D ’’
Eu ri e esperei a mensagem da Cath, que logo chegou:
‘’ Pra onde a gente vai? Dependendo. ’’
Respondi a mensagem:
Confia em mim?
A Cath me respondeu:
‘’ Você me leva pro mau caminho, por isso que te amo. Eu vôoo!’’
Eu ri e respondi para o Allan e pra Cath:
Segue o carro aí então.
Enviei a mensagem e o Allan piscou os faróis, no carro que a Cath estava o rapaz buzinou.
-- Pelo visto todos vão.
-- Hoje tem hein?!
Eu e o Di rimos e ele acelerou o carro, liguei o som e estava passando uma musica que eu adorava: Avril Lavigne – What the Hell. Eu comecei a cantar que nem uma doida, igual à Sophie e eu fazia. Já estava de noite quando chegamos na Kael, estacionamos os carros e descemos. Na hora em que eu desci o rapaz que estava com a Cath ficou me observando. Eu mexi no meu cabelo e senti de novo aquela sensação de transformação da cabeça aos pés, só que dessa vez quando pisquei os olhos e eles formigaram.
-- Desde quando seus olhos são verdes? – Cath perguntou.
-- São lentes. – eu menti sem saber de nada.
-- Não sabia que tinha que vir arrumada assim. – Cath apontou pra mim.
-- É que me deu vontade. – não sabia o que dizer. – Motivo especial!
Ela riu, dei um braço para o Allan e dei o outro para o Diogo. Subimos as escadas da Kael e o Diogo pagou nossa entrada, provavelmente o rapaz pagou o dele e o da Cath. O salão da Kael já estava um pouco cheio mais ainda estava tocando umas musicas meio sem graça. Fomos ate o bar da Kael e eu pedi duas capeta. Allan pediu um whisky, o rapaz que estava com a Cath pediu uma caipirinha, já a Cath pediu um energético. Nossas bebidas chegaram e nos brindamos, eu e o Diogo viramos de uma vez só.
-- Vai devagar amor. – Allan disse.
-- Eu não sei ser devagar, sou uma menina rápida. – disse maliciosamente.
Todos nos rimos, começou a tocar funk então fui pra pista. Comecei a dançar e uma menina começou a vim para o meu lado não liguei e continuei a dançar alguém me deu um copo com alguma coisa dentro ainda dançando examinei o que era e vi que era uma bebida: a capeta então virei o copo e continuei a dançar. A menina foi vindo, mas pra perto de mim e começou a me desafiar na dança, fingi que não vi e voltei a dançar, mas a menina insistiu e foi me tirando. Ela me encarava e ficava me provocando na dança, do nada ela veio e me empurrou pelo ombro.
-- O que eu fiz pra você? – perguntei me irritando.
-- Ele é meu. – ela disse e apontou para um rapaz que estava trás de mim.
-- Ele é todo seu. – eu falei e sai da frente dela.
-- Isso não termina assim. – ela me puxou pelo braço.
-- Aé? – perguntei estressada.
Ela novamente começou a dançar me tirando, eu não queria fazer nada com ela. Mas quando eu estava saindo da pista, o Diogo me puxou fazendo sentir ele por completo. Ele me puxou por trás e fui levada junto com ele e com as batidas da dança, eu e ele junto descíamos ate o chão. Pegava no pescoço dele e descia ate o chão junto ao corpo dele me virei e fazia aquela cena de ‘’sexo, de roupa, ao ar livre’’ mas no funk não era tão absurdo assim a não ser o fato que a ex dele estava la, o Allan que gosta de mim também e naquela empolgação de mim se esfregar nele notei que Thomas estava me observando sentado em um banco do bar, bebendo um Martine e me olhando com aqueles faiscantes dele.
-- Vou provocar agora. – sussurrei no ouvido do Diogo.
Fui ate o bar, tomei o copo da Mao do Thomas, o puxei da cadeira e o levei ate o meio da pista. Peguei as mãos dele, e as esfreguei o fazendo desdenhar as curvas do meu corpo, virei me fazendo ficar de costas pra ele. Coloquei meu bumbum bem em frente à dureza dele, abaixando bem sexy coloquei minhas duas mãos no chão me fazendo ficar na posição: ‘’pegando sabonete’’. Balancei meu bumbum e Thomas o apertou na mesma hora me fazendo subir um calor apavorante. Thomas me levantou, me colocou em sua frente que pude sentir sua respiração batendo em meus cabelos. Em um movimento rápido Thomas me encaixou na sua cintura e fez que ia me beijar mas não me uma caipirinha, já a Cath pediu um energético. Nossas bebidas chegaram e nos brindamos, eu e o Diogo viramos de uma vez só.
-- Vai devagar amor. – Allan disse.
-- Eu não sei ser devagar, sou uma menina rápida. – disse maliciosamente.
Todos nos rimos, começou a tocar funk então fui pra pista. Comecei a dançar e uma menina começou a vim para o meu lado não liguei e continuei a dançar alguém me deu um copo com alguma coisa dentro ainda dançando examinei o que era e vi que era uma bebida: a capeta então virei o copo e continuei a dançar. A menina foi vindo, mas pra perto de mim e começou a me desafiar na dança, fingi que não vi e voltei a dançar, mas a menina insistiu e foi me tirando. Ela me encarava e ficava me provocando na dança, do nada ela veio e me empurrou pelo ombro.
-- O que eu fiz pra você? – perguntei me irritando.
-- Ele é meu. – ela disse e apontou para um rapaz que estava trás de mim.
-- Ele é todo seu. – eu falei e sai da frente dela.
-- Isso não termina assim. – ela me puxou pelo braço.
-- Aé? – perguntei estressada.
Ela novamente começou a dançar me tirando, eu não queria fazer nada com ela. Mas quando eu estava saindo da pista, o Diogo me puxou fazendo sentir ele por completo. Ele me puxou por trás e fui levada junto com ele e com as batidas da dança, eu e ele junto descíamos ate o chão. Pegava no pescoço dele e descia ate o chão junto ao corpo dele me virei e fazia aquela cena de ‘’sexo, de roupa, ao ar livre’’ mas no funk não era tão absurdo assim a não ser o fato que a ex dele estava la, o Allan que gosta de mim também e naquela empolgação de mim se esfregar nele notei que Thomas estava me observando sentado em um banco do bar, bebendo um Martine e me olhando com aqueles faiscantes dele.
-- Vou provocar agora. – sussurrei no ouvido do Diogo.
Fui ate o bar, tomei o copo da Mao do Thomas, o puxei da cadeira e o levei ate o meio da pista. Peguei as mãos dele, e as esfreguei o fazendo desdenhar as curvas do meu corpo, virei me fazendo ficar de costas pra ele. Coloquei meu bumbum bem em frente à dureza dele, abaixando bem sexy coloquei minhas duas mãos no chão me fazendo ficar na posição: ‘’pegando sabonete’’. Balancei meu bumbum e Thomas o apertou na mesma hora me fazendo subir um calor apavorante. Thomas me levantou, me colocou em sua frente que pude sentir sua respiração batendo em meus cabelos. Em um movimento rápido Thomas me encaixou na sua cintura e fez que ia me beijar mas não me beijou, me colocou de volta no chão e fez um movimento sobe e desce apertando meu bumbum com a dureza dele, e por fim ainda apertando meu bumbum fez um movimento vai e volta comigo. Soltei-me dele e agarrei o Diogo e fiquei dançando sensualmente com ele, que me correspondia e me segurava pelos cabelos. A musica mudou para psy ai eu, o Diogo e o Thomas se retirou em meio as palmas que o pessoal estava batendo. Diogo pegou minha mãe e entrelaçou os dedos dele junto aos meus. Thomas voltou para o bar, mas no caminho fez um sinal como se estivesse de lho em mim, eu ri com isso. Chegamos perto dos três, e a Cath estava boquiaberta, Allan então estava com os olhos esbugalhados já o rapaz ficou me encarando.
-- Nossa amiga, sempre soube que vocês dançavam. – Cath engoliu a saliva. – Porem não pensei que vocês arrasassem.
Eu e o Diogo rimos e ele beijou minha mãe.
-- Porque você não me puxou linda? – Allan perguntou.
-- Ah! Eu peguei o primeiro que eu avistei. – menti e ouvi a voz de Thomas pedindo pra mim olhar pra ele.
Rapidamente eu olhei e ele disse: ‘’ Eu sei que é mentira?! ‘’
Respondi pelo pensamento: Então pronto você sabe de muitas coisas.
Thomas riu e eu voltei à atenção para os meus amigos, que me olhavam com ponto de interrogação no rosto.
-- Amiga me mostra onde é o banheiro? – Cath perguntou.
-- Claro, eu te levo. – eu disse e percebi que ela queria falar comigo.
Diogo soltou minha mão, Cath pegou a outra e eu e ela fomos em direção ao banheiro. Entramos no banheiro e ela se virou.
-- Me conta tudo?
-- Tudo o que amiga?
-- Da onde você conhece aquele lindo dos olhos azuis.
-- De nenhum lugar. – menti.
-- Anielly eu não sou besta, eu te conheço. – ela franziu a testa.
-- Tudo bem ele é lindo, e quero-o. – eu já o tinha.
-- Eu falo com ele. – a Cath já se animou.
De repente a porta se abriu e o Thomas entrou todo lindão com aquele jeito sedutor dele.
-- Ow! Aqui é banheiro feminino?! – Cath falou com Thomas e ele arqueou a sobrancelha.
-- Amiga aqui na Kael o banheiro é unissex. – eu tinha se esquecido de avisá-la. – Não liga é a primeira vez dela aqui.
-- Desculpa, eu não sabia. – Cath corou ao falar e me fuzilou com os olhos.
-- Tudo bem. – Thomas disse tranquilamente. – Você dança bem.
Eu sorri maliciosamente para o Thomas.
-- Tudo bem, já entendi to de vela. – Cath disse e entrou no banheiro.
Eu e Thomas nos entreolhamos e ele me falou pelo pensamento:
‘’ Ela ta ouvindo né? ‘’
Eu balancei a cabeça que sim e nós rimos, e ele me falou de novo:
‘’ Te encontro a meia noite na sua casa?’’
Balancei a cabeça que sim e a Cath resmungou de dentro do banheiro avisando que ia sair. Thomas riu e bem quando a Cath saiu do banheiro ele me deu um selinho e saiu do banheiro.
-- Já vi que não vou precisar falar nada. – Cath disse.
-- Sou uma moça esperta. – eu disse e nós duas rimos.
Saímos do banheiro e voltamos para onde os rapazes estavam.
-- Você ainda não me disse o nome dele? – perguntei olhando para Cath.
-- O nome dele é Lenin, e é lindo. – Cath disse com um sorriso.
-- O nome ou ele? – perguntei enjoada.
-- O dois é tudo lindo. – Cath explicou.
Eu ri e chegamos onde os meninos estavam.
-- E aí o que pega? – perguntei me recostando no Diogo.
-- Porque aquele menino que você dançou saiu do mesmo banheiro que vocês? – Allan perguntou olhando pra mim.
-- Eu fiz isso também. – Cath se confessou e beijou o Lenin.
-- Os banheiros aqui são unissex. – respondi a pergunta do Allan.
-- Entendi. – Allan disse.
-- A primeira vez é sempre assim. – Diogo disse atrás de mim e me abraçou.
Nós rimos, e a Cath e o Lenin foram saindo abraçados em direção a pista de dança.
Eu, Allan e Diogo voltamos para o bar, e eu e o Diogo pedimos uma capeta, Allan resolveu pedir uma caipirinha. Viramos o copo, e sentamos no banco do bar, nos viramos e ficamos observando a Cath e o Lenin.
-- Algum de vocês sabe o nome dele? – Diogo perguntou a mim e pro Allan.
-- È Lenin. – falei.
-- Esquisito. – Allan falou com uma sobrancelha arqueada.
-- Pois é. – Diogo disse. – Não dá pra entender ela.
-- Ela quem? – Allan perguntou.
-- A Catherine. – Diogo disse.
-- Coisas inexplicáveis acontecem. – eu disse e nós rimos.
-- Você vai dormir na casa da Ani? – Allan perguntou pro Diogo.
-- Por quê? Esta com medo de acontecer algo? – Diogo perguntou e colocou minha mão na coxa dele.
-- Claro que não. – Allan disse e puxou o banco junto ao dele.
-- Fique ai me estressando, que eu vou dançar com ele. – eu disse e apontei pro Thomas.
-- Calma Ani. – Diogo disse.
Começou a tocar um sertanejo universitário, chamei Thomas pelo pensamento e ele logo veio e me chamou pra dançar e eu aceitei.
-- Tarde demais. – eu disse pro Allan e Diogo.
Thomas pegou minha mão e me levou para a pista e nós começamos a dançar. Era muito bom dançar com ele, ele me rodava e tinha um passinho que me fazia sentir a respiração dele no meu rosto.
-- Não sabia que você dançava assim. – sussurrei no ouvido dele.
-- Você ainda tem muito pra descobrir em mim. – ele sussurrou.
Nós rimos e voltamos a concentrar na dança, eu olhava naqueles olhos azuis dele e me perdia completamente. Só de pensar no Thomas eu já me perdia, ele me deu uma puxada que me fez lembrar que ainda estava no Kael.
-- Estou loco pra te encontrar mais tarde. – ele sussurrou em meu ouvido.
-- Por quê? – perguntei curiosa.
-- Surpresa. – ele me rodou mais uma vez.
-- O que você vai me dar? – perguntei.
-- O que vai acontecer é surpresa. – ele falou rindo.
-- Você aproveita desse meu estado meio bêbada. – falei rindo.
Ele riu e nós continuamos a dançar, mas a musica acabou então eu e Thomas se retiramos da pista.
-- Até meia noite. – eu me despedi dele.
-- Até daqui a pouco. – ele falou rindo.
Voltei para o bar e Allan e Diogo estavam me olhando.
-- Não me olhem assim. – eu avisei aos dois.
-- Só estamos te olhando. – Diogo disse.
-- Um olhar feio, quer dizer dois olhares feios. – eu disse e me sentei.
-- Digamos que um olhar observativo, perguntativo, suspeitativo. – Allan explicou.
-- Pra mim é muito ‘’Ivo’’, e muita bobagem. – pausei. – Da parte dos dois.
-- Ani ele te deu uns cata? – Diogo perguntou.
-- Não. – falei curta e grossa.
-- Ah! Que ótimo. – Allan disse e logo mudou a feição de invocado.
-- Vamos embora? – perguntei.
-- Por mim tudo bem. – Diogo perguntou.
-- Por mim também. – Allan disse.
-- Só um minuto que vou ver se a Cath vai ir ou não. – eu disse.
Fui até a pista de dança, e a Cath e o Lenin estava no maior amasso, foi tanto que nem me viram.
-- Desculpa interromper. – eu disse interrompendo o amasso dos dois.
-- Fala amiga? – Cath perguntou depois de se recompor.
-- Eu e os meninos estamos indo embora, vocês vão? – perguntei lembrando-se do Lenin.
-- Ah não sei, você que ir? – Cath perguntou ao Lenin.
-- Ai amor vamos, eu to ficando cansado e como hoje é domingo amanhã tenho que trabalhar. – Lenin preferiu ir embora.
-- Entendi gato, então nós vamos amiga. – Cath disse.
Eu, Cath e Lenin saímos da pista de dança e os meninos já me esperavam. Peguei no braço dos dois e saímos da Kael, entrei no carro com o Diogo, ele logo entrou no banco do motorista, Allan entrou no carro dele, e Cath entrou no carro do Lenin. Como a minha casa era a primeira a chegar e também a mais próxima da Kael eu e o Diogo iríamos chegar bem rápido, não era mais de dez minutos para chegar. Chegamos na frente da minha casa, e todas as luzes estavam desligadas. Procurei entre as bagunças da porta luva e achei o controle automático do portão.
-- Vai estacionando que eu vou me despedir. – falei e desci do carro.
-- Manda um abraço e um obrigado pro Allan. – ele pediu e eu fiz que sim com a cabeça.
Fui até o carro do Allan e ele abaixou o vidro.
-- Meu amor muito obrigado por tudo, tudo mesmo. Pela sua companhia, seu carinho por tudo.
-- Que isso minha linda eu que te agradeço por confiar em mim, e por me deixareu ter o privilégio de passar o fim de semana maravilhoso com você. – Allan disse e me deu um selinho.
-- Você é único. – eu o elogiei.
-- Será que espero o casal aí? – ele apontou pra trás, que significava Cath e Lenin.
-- Não sei, acho que o rumo deles são outros. – nós rimos.
-- Entendi, agora tenho que ir gatinha. – ele se despediu.
-- Di mandou um abraço e um obrigado. – eu quase me esqueci.
-- Manda outro pra ele. – ele pediu.
-- OK, boa noite. — eu disse e allan lançou uma piscadinha pra mim e saiu com o carro.
Fui até o carro em que a Cath estava e fui pra janela dela, e ela abaixou o vidro.
-- Obrigado por tudo e até amanhã amiga. — eu disse.
-- Eu que agradeço. — Cath riu. — O Diogo vai ficar na sua casa?
-- Sim, ele vai dormir hoje aqui. — eu avisei.
-- Provavelmente ele te leve amanhã na escola. — Cath resmungou.
-- Amanhã ele vai embora. — acabei com o papo.
-- Ata, boa noite. — a única coisa que ela falou.
-- Pra você também. — eu desejei.
Lenin ligou o carro e saiu, olhei para as árvores e lá estava o Thomas, me observando.
'' Entra na minha casa, que eu já te encontro. — falei pelo pensamento pra ele. ''
Fui andando devagar e só senti o ventinho do Thomas passando. Entrei em casa, subi as escadas e Diogo estava no meu quarto, peguei uma toalha de banho e dei pra ele.
-- Já sabe onde vai dormir né?
-- Queria ficar aqui? — ele fez bico.
-- Querer não é poder. — abri a porta do quarto e ele se levantou.
-- Até amanhã minha deusa. — Diogo me deu um selinho.
-- Até safado. — eu disse. — Desliga as luzes e fecha tudo lá embaixo.
-- Tá eu fecho. — ele gritou.
Fechei a porta do meu quarto, tirei a roupa entrei no chuveiro, tomei um banho, me sequei e pensei em Thomas. Sai do banheiro e Thomas estav sentado na minha cama, sai do banheiro com um óleo na mão.
-- Passa óleo em mim amor? — perguntei maliciosamente.
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