Os Super-Humanos - EM HIATUS
1 Capítulo 1 – Prólogo.
Notas iniciais
Capítulo 1 – Prólogo.
Narração Sakura On
Acordei incrivelmente animada. Hoje é meu primeiro dia na faculdade, ainda nem acredito que consegui uma bolsa de estudos na Konoha University uma das faculdades mais prestigiadas de todo o Japão. Levantei-me da cama sorridente e fui até o banheiro, fiz minha higiene matinal, e após um banho demorado fui até o meu guarda-roupa procurar algo para vestir. Tirei de dentro dele o uniforme da universidade, sorri feito boba ao ler a frase: Sakura Haruno — Curso de medicina estampada nas costas da camiseta. Vesti com orgulho aquela camisa, vesti também uma calça jeans e calcei um tênis nos pés. Fitei meu reflexo no espelho, eu estava radiante, realmente muito feliz. Soltei meus cabelos róseos e comecei a penteá-los, eles estavam compridos, batiam no meio das minhas costas, coloquei uma tiara vermelha na cabeça e passei um pouco de maquiagem, nada exagerado apenas batom e rímel, peguei minha mochila e desci até a cozinha.
–Bom dia família! – eu disse ao ver meu pai e minha mãe sentados à mesa tomando o café.
–Bom dia querida, como se sente a futura médica da família? – meu pai perguntou orgulhoso enquanto tirava algumas torradas do forno.
–Eu me sinto ótima e vocês? – perguntei animada.
–Estamos muito orgulhosos de você querida! – respondeu minha mãe dando-me um beijo na testa, sorri e me sentei ao lado dela na mesa. Como fazíamos todas as manhas fizemos uma oração e tomamos o café juntos. Minha família é muito unida, meus pais são super carinhos e sempre me apoiam em tudo, somos pessoas simples, porém felizes.
–Pai, mãe, eu tenho que ir agora, não quero chegar atrasada no meu primeiro dia na faculdade! – eu disse fitando meu relógio de pulso.
–Tudo bem querida, mas antes de ir quero te dar uma coisa! – minha mãe disse enquanto pegava uma caixinha de dentro da gaveta do armário. Ela me entregou o pequeno embrulho e eu o abri, sorri ao fitar o pequeno cordão com um crucifixo preso nele.
–É lindo mamãe! – eu disse agradecida.
–Que Deus te proteja e te abençoe nessa sua nova jornada! – minha mãe disse pendurando a correntinha no meu pescoço.
–Amém! – eu disse sorridente e nos abraçamos. Logo mamãe se afastou.
–É melhor você ir, ou vai se atrasar! – ela disse e eu acenei com a cabeça, levantei-me da mesa e caminhei até a porta da cozinha, antes de sair olhei para meus pais e disse:
–Eu amo vocês! – eles sorriram em resposta e eu sai de casa rumo ao ponto de ônibus. Hoje começava uma nova etapa em minha vida e estava muito feliz com isso.
Narração Sakura Off
Narração Sasuke On
Acordei de mau humor, o meu relógio despertador apitava sem parar me deixando profundamente irritado. Tateei a cômoda ao lado da minha cama a procura daquele maldito objeto e quando o encontrei acertei-lhe um soco que imediatamente o quebrou. Resmunguei algo incompreensível e virei-me para o outro lado da cama procurando uma posição confortável para voltar a dormir, mas naquele instante alguém bateu na porta do meu quarto.
–Sr. Sasuke?! Está acordado? – ouvi Maria uma das empregadas da minha casa me chamar
–O que você quer Maria? – perguntei mal humorado sem me levantar da cama.
–Bom dia Sr. Sasuke, seus pais me pediram para vir acordá-lo, hoje é seu primeiro dia na faculdade e o senhor não deve se atrasar! – ela disse.
–Argh, diga a eles que eu já vou descer! – resmunguei irritado e ela rapidamente saiu da porta do meu quarto. Bufei e me deitei de barriga para cima. Eu não estava nem um pouco animado, cursar administração não era uma opção, mais sim um requisito imposto pelo meu pai, segundo ele eu devia estar preparado para assumir os negócios da família em breve e fazer faculdade de administração seria essencial para isso. Meu pai não estava nem ai se era realmente isso que eu queria fazer da minha vida ou não. Levantei-me da cama desanimado e fui até o banheiro. Fiz minha higiene matinal e tomei um banho rápido, vesti uma calça jeans e calcei um tênis nos pés, fui até o guarda-roupa e peguei a camiseta da universidade, fiz uma careta de desgosto a ler a frase: Sasuke Uchiha – Administração e Negócios estampada nas costas, sem outra opção a vesti, peguei minha mochila e desci até a cozinha a fim de tomar café da manhã. Chegando a sala de jantar encontrei meus familiares já acordados e sentados à mesa.
–Está atrasado! – meu pai disse assim que me viu chegar.
–Bom dia pra você também! – eu disse irônico me sentando à mesa ao lado de minha mãe.
–Espero que leve a faculdade a sério Sasuke, eu sei que não é o que você queria fazer, mas não se esqueça do nosso combinado! – meu pai disse ríspido.
–Eu não tenho outra opção né? – perguntei bebendo um gole de café.
–Veja pelo lado bom irmãozinho, a faculdade está repleta de gatinhas! – Itachi disse me fazendo soltar um riso nasal.
–Sasuke não vai à faculdade pra namorar e sim para estudar Itachi! – meu pai disse sério.
–Mas não há mau nenhum em nossos garotos começarem a namorar. Principalmente você Itachi, está ficando velho e já passou da hora de arranjar uma esposa! – minha mãe disse e Itachi engasgou com sua bebida, comecei a rir da cara pânico dele.
–Está rindo de quê Sasuke? Você também devia arrumar uma namorada! – minha mãe disse e dessa vez foi Itachi que começou a rir da minha cara assustada.
–Já chega disso! – disse meu pai sério cortando o clima.
–Sasuke, você não está atrasado pra aula? – meu pai perguntou intransigente como sempre.
–Sim estou, já vou indo! – eu disse me levantando da mesa.
–Tchau meu filho, vai com Deus! – minha mãe disse em despedida, apenas acenei com a cabeça e sai de casa. Caminhei até a casa vizinha, para minha sorte meu melhor amigo Naruto também começaria a faculdade hoje e adivinha só? Faríamos o mesmo curso. Apertei a campainha da casa dos Uzumaki e logo uma das empregadas veio me atender.
–Olá Sr. Uchiha, que prazer em vê-lo! – disse a governanta da casa com simpatia.
–Olá Mika, o Dobe do Naruto já está pronto? – perguntei.
–Ele está sim! Só um instante eu vou chamá-lo! – ela disse e entrou para dentro da casa novamente, fiquei aguardando na porta e logo Naruto apareceu.
–Teme até que enfim você chegou, estamos atrasados sabia? – Naruto perguntou animado como sempre.
–Sabia, será que dá pra gente ir logo? – perguntei caminhando até minha casa.
–Ei, aonde você vai? – Naruto perguntou chamando a minha atenção.
–Buscar meu carro oras! – respondi.
–Vamos no meu! – Naruto disse tirando as chaves do bolso de sua calça.
–Está bem! – eu disse rolando os olhos. Entramos no carro de Naruto e logo ele deu partida e saiu dirigindo pelas ruas da cidade.
–Eai, animado para o primeiro dia na faculdade? – Naruto me perguntou.
–Nem um pouco! – respondi entediado.
–Aff, eu sei que administração não é bem o que você queria cursar, mas, pense pelo lado positivo, talvez você venha a gostar com o tempo! – Naruto disse.
–Duvido muito! – respondi ainda entediado. Ficamos em silêncio por um tempo, até que eu olhei para Naruto intrigado.
–Naruto? – o chamei e ele me olhou brevemente.
–O que foi? – ele perguntou sem desviar a atenção do transito.
–Você queria mesmo cursar administração ou resolveu fazer isso só por causa de seus pais? – perguntei.
–Ora eu resolvi custar administração por vontade própria, sabe que eu quero seguir os passos de meu pai, um dia ainda vou ser prefeito de Konoha! – ele disse confiante.
–Hahrãm, vai sonhando! – eu disse em deboche e Naruto riu. O pai de Naruto é prefeito da cidade, ele é um bom homem e todos na cidade gostam dele. O sonho de Naruto é seguir os passos do pai e ajudar a sociedade de alguma maneira benéfica. Naruto é extremamente solidário, ele odeia ver injustiça e é muito persistente. Sai de meus devaneios quando percebi que Naruto estacionou o carro em frente à faculdade, suspirei alto e encarei o prédio a minha frente.
–Vamos lá! – Naruto disse retirando o cinto de segurança e saindo do carro animado. Suspirei e fiz o mesmo. Ao sair do carro observei atentamente o ambiente que nos rodeava. Vários alunos perambulavam pelo campus, todos pareciam bastante animados e felizes por estarem ali, com exceção de mim é claro. De repente uma garota me chamou a atenção em meio aquela multidão de alunos. Primeiro porque o cabelo dela era rosa, sim rosa. Segundo, porque ela tinha um sorriso lindo no rosto. Os olhos dela brilhavam de contentamento ao fitar o prédio da universidade, é, ela sim parece muito feliz por estar aqui.
–Vamos Teme? – Naruto perguntou chamando a minha atenção.
– Vamos! – respondi desviando a minha atenção da garota. Caminhamos até a entrada da universidade e entramos no prédio. Que comece a minha tortura!
Narração Sasuke Off
Narração Hinata On
Quando Neji estacionou o carro em frente à universidade senti meu coração gelar, eu estava muito nervosa e ansiosa e nem sabia direito o porquê.
–Está tudo bem Hinata? – Neji perguntou chamando a minha atenção.
–Sim! – respondi incerta.
–Vem, vamos entrar! – ele disse saindo do carro. Fiz o mesmo que ele e o segui até a entrada da universidade. Assim que entramos no prédio Neji passou a cumprimentar seus colegas pelos corredores, ele já estava no 2° ano de Direito então para ele estar na faculdade não era uma novidade, já eu me sentia uma intrusa ali, era caloura e estava me sentindo completamente deslocada.
–Hinata, as salas do curso de gastronomia ficam no segundo piso, e só você subir as escadas e seguir reto pelo corredor! – Neji disse apontando por onde eu devia ir.
–Sim, mas... – antes que eu pudesse argumentar Neji já havia me dado às costas e sumido pelo corredor. Que maravilha, ele me largou sozinha aqui! Olhei para os lados desesperada, e agora como eu vou fazer pra encontrar minha sala de aula? Subi as escadas rumo ao segundo piso como Neji havia falado, o corredor estava lotado de alunos, várias pessoas passavam por mim quase me derrubando pelo chão de tão apressadas que estavam. Vi uma placa no corredor indicando que as salas do curso de gastronomia ficavam no fim do corredor, então segui até lá, porém no caminho uma garota grotesca esbarrou em mim, eu me desequilibrei quase caindo no chão, só não cai porque braços fortes me seguraram evitando a minha queda. Olhei para meu salvador agradecida e quase perdi o folego ao ver o garoto lindo que me segurava delicadamente pela cintura.
–Você está bem? – o rapaz perguntou olhando em meus olhos. Eu buscava palavras para lhe responder, mas naquele instante eu parecia ter perdido a fala. O rapaz ficou me olhando com uma sobrancelha arqueada, ele parecia confuso. Engoli a seco, Deus como ele era lindo. O garoto era loiro e tinha a pele clara com um leve bronzeado, seus olhos eram azuis da cor do mar e seu rosto, ah era simplesmente perfeito. Sai de meus devaneios quando alguém pigarreou chamando a nossa atenção.
–Vai demorar muito ai? – um rapaz moreno perguntou nos encarando. Fiquei envergonhada ao perceber que ainda estava agarrada aos braços do garoto.
–Er... Me desculpe! – eu disse constrangida me afastando dele.
–Não foi nada, você quase caiu! Está tudo bem? – ele perguntou me olhando com preocupação.
–Sim, não foi nada de mais! Foi só uma garota grotesca que me empurrou, eu me desequilibrei e quase cai, obrigada por me segurar! – eu disse olhando para o rapaz envergonhada.
–As pessoas não tem mais respeito hoje em dia! Parecem um bando de bárbaros empurrando uns aos outros! – o loiro disse um tanto irritado. O encarei, ele me olhava de volta então desviei o olhar constrangida.
–Será que dá pra gente ir agora? – o rapaz moreno perguntou ao loiro.
–Ah, Sim! Vamos!– ele respondeu ao outro.
–Temos que ir, tome cuidado ao andar pelo corredores heim?! – o loiro me disse e eu acenei com a cabeça, e então eles se foram. Fiquei os observando se afastar com um sorriso bobo. Dei um suspiro apaixonado quando os perdi de vista. Céus que garoto lindo, será que o veria de novo?
Narração Hinata Off
Narração Ino On
Ah a faculdade, o lugar onde todos os jovens almejam um dia chegar. Alguns acham que pelo simples fato de fazerem faculdade vão se tornar alguém bem sucedido, acham vão conseguir um bom emprego e que vão ter sucesso na vida, doce engano. Talento é uma coisa nata, que não se aprende na faculdade, você tem ou não tem, nasce com você, mas o que você deve fazer é identificar qual é o seu talento e usá-lo bem. Assim como eu faço. E qual é o meu talento? Meu talento é a moda, tenho muito bom gosto e sei que sou uma garota bonita que chama a atenção por onde passa. Assim como está acontecendo agora, enquanto eu ando pelos corredores da universidade vários me alunos me olham admirados, e quer saber? Não posso não posso negar que adoro ser o centro das atenções.
–Ei você ai! – ouço alguém chamar e me viro para ver quem é. Vejo um lindo garoto ruivo de olhos verdes se aproximar de mim, ele tinha uma expressão um tanto zangada.
–Com licença senhorita, mas creio que deva ter sido informada ao fazer sua matricula na faculdade que o uso do uniforme é obrigatório. Também não é permitido o uso de shorts ou mini-saias na universidade – o rapaz disse num tom autoritário.
–Uniforme? Você está se referindo aquela camiseta ridícula que contém o meu nome e o curso que faço nessa instituição? – perguntei.
–Exatamente! – o rapaz informou.
–Eu usei aquela camiseta horrorosa como pano de chão, eu sou estudante de Moda e como tal me recuso a usar aquele maltrapilho! – eu disse e o rapaz me encarou com uma expressão zangada.
–Eu não tó nem ai se você gosta ou não do design da camiseta, é obrigatório o uso enquanto estiver dentro da faculdade! – ele disse num tom autoritário.
–Hum é mesmo? E quem você pensa que é pra me dizer o que eu devo ou não vestir heim? – perguntei depositando as mãos na cintura.
–Sou inspetor de alunos nessa instituição! – ele me respondeu.
–Você não tem cara de inspetor, me parece mais um universitário qualquer! – eu disse o observando de cima em baixo.
–É porque eu também sou um aluno dessa instituição, trabalho aqui como estagiário durante meio período! – ele respondeu com um sorriso debochado.
–Bom, creio que não esteja em horário de trabalho agora não é mesmo? Do contrario não estaria usando esse uniforme rídico! O que você faz aqui heim? Curso de como ser chato e completamente antiquado? – perguntei desenhando.
–Para sua informação estou me formando em Serviços Sociais! – ele respondeu irritado.
–Mas me parece que não está aprendendo muito bem as coisas, já que não sabe se socializar com as pessoas! – eu disse o provocando.
–Já chega senhorita, você vai comigo para a diretória agora mesmo! – ele disse me puxando pelo braço.
–Ah, mas não vou mesmo, você não manda em mim ruivinho! – eu disse me soltando do agarre dele. Ele me encarou zangado e então tirou um bloquinho de anotações e uma caneta de dentro de sua mochila.
–Nome? – ele me perguntou.
–O quê? – perguntei confusa.
–Qual é o seu nome? – ele perguntou rude.
–Pra quê quer saber o meu nome? – perguntei.
–Apenas diga! – ele respondeu impaciente.
–Ino Yamanaka! – respondi com um ar convencido, minha família é muito conhecida e influente na sociedade japonesa, somos uma das famílias mais ricas e tradicionais do oriente. Mas o ruivo parecia não saber disso, pois não se impressionou quando disse o meu nome.
–A senhorita vai levar uma advertência! – ele disse me encarando com ar arrogante.
–Mal posso esperar por isso! – respondi com um sorriso convencido nos lábios. Ele rolou os olhos e me deu as costas, saiu caminhando pelo corredor zangado. Que ruivinho mais insolente. Quem ele pensa que é heim? Rolei os olhos também e segui meu caminho afinal, o mundo da moda me espera.
Narração Ino Off
Narração Gaara On
Que garota mais arrogante, também não é pra menos ela é uma Yamanaka, essas garotas acham que só porque são bonitas e tem dinheiro podem fazer o que quiserem, mas ela vai aprender que não é bem assim que as coisas funcionam na Konoha University. Sai caminhando pelos corredores da universidade rumo à diretoria, mas no meio do caminho ouvi vozes vindas do laboratório de química, aproximei-me sorrateiramente da porta e fitei a sala com curiosidade. Vi os professores Kabuto e Orochimaru ali conversando.
–Você tem certeza que isso funciona? – Orochimaru perguntou segurando um frasco com um liquido estranho nas mãos.
–Absoluta, fizemos os testes em ratos e eles reagiram muito bem, realmente funciona! – Kabuto respondeu confiante.
–Testar isso em ratos de laboratórios não é o mesmo que testar em humanos! – Orochimaru disse e Kabuto sorriu malicioso.
–Então, o que você sugere? Que testemos em humanos? – Kabuto perguntou.
–Você sabe muito bem que a Akatsuki não nos deixaria testar isso em humanos, afinal há sempre riscos! – Orochimaru respondeu.
–Então porque nos deixaram criar isso se eles não têm a intenção usar? – Kabuto perguntou.
–Eles querem usar, mas para beneficio próprio, e adivinha só? Esse proposito não nos beneficia em nada! — Orochimaru respondeu.
–Então o que vamos fazer? – Kabuto perguntou com um sorriso malicioso nos lábios. Aproxime-me um pouco mais da porta para tentar ouvir melhor a conversa, mas sem querem acabei esbarando nela e ela rangeu chamando a atenção dos dois.
–Você não disse que a porta estava trancada? – Orochimaru perguntou a Kabuto.
–Disse! – Kabuto respondeu e veio caminhando em direção à porta, sai dali rapidamente eles não podiam me ver. Escondi-me no outro corredor. Kabuto saiu do laboratório e andou pelo corredor desconfiado, após se certificar que não havia mesmo ninguém ali voltou para dentro do laboratório, mas dessa vez ele se certificou de trancar a porta. Droga, mas do que aqueles dois estavam falando? O que é Akatsuki? E o mais importante, o que era aquele frasco com liquido estranho nas mãos de Orochimaru? Aquela conversa estava muito suspeita, sempre achei aqueles dois professores muito estranhos, mas nunca desconfie de nada, bom pelo menos até agora. Franzi a testa em preocupação. Seja lá o que tiver naquele frasco eles querem testar em humanos e minha intuição me diz que isso não será nada bom. Eu preciso descobrir o que aqueles dois estão tramando e impedi-los antes que seja tarde.
Continua...
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