Os Semideuses do Submundo

6 Capítulo 6 - Conheço a Menina dos Meus Sonhos


Notas iniciais
Oi oi divos e divas (=
Então, no último capítulo esqueci de dizer: No tempo que havia ficado sem postar, terminei toda a saga do Percy Jackson. E também esqueci de dizer que eu atualizei TODOS os capítulos anteriores ;)

~[6]~

Capítulo seis

Conheço a Menina dos Meus Sonhos

Quíron me explicara que quando saí, ele expulsara a Náiade do acampamento, mas ela o assegurou que minhas intenções não eram boas, e que mesmo estando longe, eu iria me arrepender se voltasse a andar por perto do lago. Depois a Náiade partiu rumo ao oceano, mas Quíron me assegurou que a Náiade morreria envenenada na água salgada.

Ele ainda me explicou que talvez a minha presença tenha feito com que a Náiade se revoltasse.

E quando perguntei sobre a espada, ele me contou que era um presente dado pelo meu pai, ele me disse ser feito de ferro estígio, e que se eu fizesse um único corte na Náiade, a espada absorveria sua essência, sua alma.

Quíron também disse, que quando a Náiade lançou contra a canoa de Hefesto, atingiu em cheio um semideus recém chegado, Matheus Brooksfield, que morreu logo em seguida.

●●●

Noutro dia, os filhos de Ares acordaram muito cedo, antes mesmo que qualquer campista houvesse levantado. Frederik disse que iriam aproveitar a folga e arrumar as coisas para as próximas competições – Armadilhas na floresta para a caça à bandeira, afiar as armas para a corrida de bigas, preparar fogo grego para a próxima canoagem e etc... –. Pelo que entendi, Dionísio anda muito chateado com a maldição de Hades, e anda segurando para não denunciá-lo à Zeus, agora como entretenimento, está promovendo jogos que geralmente não são praticados. Então decidi que também iria aproveitar o máximo os meus dias sem trabalhos que foram somente adiados. Por que ainda não havia feito nada desde que cheguei.

Decidi ir à forja do acampamento, queria saber mais sobre a minha espada, e quem sabe sobre outros tipos de lâminas também.

Adentrei a forja. Ela era bastante simples, a parede era formada por tijolos de barro à amostra, e era bastante íngreme e esburacada. Não haviam lâmpadas, mas a forja era muito bem iluminada pelos fogos, lavas ferventes e lâminas incandescentes.

Sei que uma enorme maioria das crianças que trabalham ali são filhos de Hefesto, eles costumam ter muita força, criatividade e habilidade com metais ou qualquer coisa que possam vir a se transformar em uma engenhoca mirabolante.

Havia uma menina pálida jogada – Dormindo – sob uma das mesas de trabalho, ela tinha um imenso cabelo negro, era escuro como um buraco negro, como se a própria luz se recusasse a iluminá-lo, De um lado, seu cabelo era liso e grande, do outro, era muito bagunçado. Eu a tinha visto ontem na canoagem, mas ela não me é estranha, parece que já a vi antes.

— Hei! – A cutuquei nas costas.

A menina alcançou a espada mais próxima e se virou derrepente, fez uma série de movimentos e em um segundo eu estava imobilizado, com a espada pressionada contra minha garganta.

— Oh, me desculpe – Ela disse. — Achei que fosse algum monstro, ou uma Harpia da limpeza. Prazer, Savannah, filha de Hefesto.

— Richard Rase – Disse a ela. — Filho de Hades.

Ela deu de ombros e se virou a fim de mexer a espada, esperei Savannah pegar uma marreta – Ou coisa assim – E começar a martelar contra a lâmina. Me surpreendi, por que em vez disso, a menina tocou a espada, o metal foi se contorcendo e depois tomou a forma de uma bola de bronze celestial.

Eu estava impressionado.

— Por quanto tempo você me viu dormir? – Perguntou impaciente.

— Acabei de chegar.

— Ótimo, e já está de saída.

— Não, espera, por favor. Será que você poderia ver a minha espada “especial”? – Disse fazendo aspas com a mão.

Apalpei minha cintura e desembainhei a espada, a lâmina reluziu mesmo sendo tão negra quanto o cabelo da menina. O clima ficou mais frio ao nosso redor.

— Metal estígio – Indagou Savannah sem mesmo ter a olhado por mais de um segundo. — Típico dos filhos de Hades. Quer dizer... – Ela estremeceu – Não que eu tenha conhecido outro filho de Hades.

— Não somos tão ruins.

Ainda de costas examinando a bola de bronze, ela se virou impaciente, resmungou algo como: vamos logo com isso, e me desarmou, Savannah colocou a espada sob a mesa, examinou-a por um instante e então passou o dedo sob a lâmina como se a acariciasse, me surpreendi com o que aconteceu: a lâmina pareceu mudar de forma, brilhou virando gelatina e logo se solidificou, ainda era a minha espada só que um pouco diferente.

— Mais afiada, mais precisa, mais ágil. – Indagou — De nada.

Respirei fundo.

— Vou ser seu amigo. – Disse a ela. — Você tem cara de alguém que precisa de amigos.

Savannah pareceu nervosa, então se virou para me olhar, mas então ela pareceu se surpreender, a menina examinava como se periciasse cada detalhe. Foi naquele momento que me ocorreu que ela não era uma qualquer, ela era a menina em que eu havia sonhado, a mesma menina que vi na canoa de Hefesto, aquela menina que estava se escondendo comigo no Central Park em meu sonho. Aquele seu cabelo bagunçado, sua pele branca... Eu tive a certeza de que aquele sonho era real, iríamos no meter em sérias encrencas. Por que Zeus e Ares estariam nos perseguindo?

— Seu cabelo é extremamente negro – Ela me disse admirada. — Seus olhos parecem absorver a luz, mas ao mesmo tempo você é pálido, parece doente. Seu olhar me perfura, como se estivesse olhando com maldade.

— Mas você não é muito diferente. — Disse, nervoso.

— Vá embora, por favor.

Não queria discutir, eu também estava atordoado. Não consigo entender como podemos ter uma ligação no futuro, estávamos lá, com o mundo em chamas, escondidos, com dois deuses nos perseguindo.

Fui embora, mas acredite: esse ainda não foi o ponto alto do meu dia.

●●●

Fiquei o resto da manhã praticando esgrima com um filho de Hermes desocupado, ele era muito bom, mas eu não era nem um pouco, porém acabei percebendo que a influência minha e da espada acabou o deixando com medo. Digamos então que fora um duelo um tanto complicado para nós dois.

Mas percebi que minha espada ainda não havia sido nomeada, decidi então chama-la de Medo-Sombrio

Então, assim que tocou o sinal para o banquete de almoço, me juntei aos filhos de Ares à mesa. Estava tudo ocorrendo bem, olhei para a menina filha de Apolo e ela estava mais feliz que nunca. Nós não nos falamos desde que ela cuidou de mim no quarto de Quíron, e até agora não recordei o nome dela. Eu poderia pergunta-la, mas isso seria muito constrangedor.

Mas então Quíron e Dionísio chegaram, e eles estava nervosos, discutindo alguma coisa sobre uma bigorna voadora. Dionísio se juntou à mesa, logo o deus segurava uma nova latinha de Diet Coke. Quíron por não podia sentar, por causa da sua, hã, bunda de cavalo, então ficou em pé mesmo.

Ele trotou pedindo silêncio.

— Como podem perceber – Ele disse sendo fuzilado por todos os olhares — Nós, da administração do acampamento, estamos sofrendo com uma breve crise familiar...

Sr. D bufou, indignado.

Foi então que comecei a escutar uma voz repentina no fundo da minha consciência. Me assustei de início, mas ela parecia fazer parte de mim mesmo.

Você sabe, Richard, essa gente não se compara ao seu potencial. A voz ecoou profundamente, era seca, sombria, mas acolhedora e confiável. Fazia parte de mim, eram os meus pensamentos.

— Senhor D e eu andamos discutindo algumas coisas – Ele continuou. — E decidimos que a partir de agora está proibido o transporte de qualquer tipo de arma no acampamento sem que realmente haja necessidade.

Sr. D se pôs de pé.

— “É pra nossa segurança”, Ele disse. – O Deus resmungou. — Depois o egoísta aqui sou eu.

Rolaram múrmuros por todos os cantos, os campistas ficaram pasmos diante da nova proibição, até que um filho de Hefesto resolveu tomar uma atitude.

— Não podem fazer isso conosco — Protestou — Você sabe, sem armas, sem segurança.

— Você não entendeu, Nicholas? – A voz de Quíron soou indignada — Sem armas, sem perigo.

— À vocês é claro – Nicholas retrucou. — Vocês estão agindo de forma egoísta. Foram amaldiçoados e agora somos nós que sofremos as consequências.

Quíron relinchou, pasmo.

— Regras são regras, e se quiser reclamar, acuse àquele menino e seu pai.

Gelei, Quíron apontava pra mim. E então os olhos de Nicholas se encontraram com os meus.

A chama da fogueira agia de acordo com a emoção dos campistas, e naquele instante, até a chama pareceu surpresa, brilhando em amarelo e ardendo alto.

Agora, minha mente sussurrou, Prove que você merece respeito, mesmo que precise arranca-lo a força.

— Isso não vai ficar assim – Nicholas rugiu. — Nós dois, amanhã às oito.

O que ele disse soou como um encontro romântico, quis sorrir, porém me contive.

Nicholas era alto e moreno, devia ter uns quinze anos, e mesmo suja, trajava a camisa laranja do acampamento meio sangue. Seu cabelo era marrom, quase laranja, e seus olhos pareciam brilhar sob a luz da fogueira.

Você merece respeito, mesmo que precise arranca-lo a força. A Voz repetiu

— Está com medo de me desafiar agora? – Perguntei — Ficou com medinho de te zombarem quando perder.

Nicholas procurou a tocha mais próxima e a empunhou, então subiu sob a mesa com o peito estufado de orgulho, Por um instante tive a impressão de que as fagulhas da chama o rodeava.

Saí da mesa de Ares sendo aplaudido pelo seus filhos, Frederik me encorajou com um tapinha nas costas.

— Arrebenta!

Desembainhei Medo-Sombrio, a minha espada negra feita de Ferro estígio brilhou, e então parti pra frente de Nicholas.

Porém, antes de mais nada, lembrei que ele era filho de Hefesto, então com um vacilo, perguntei uma coisa estúpida:

— Você não faz fogo, faz?

Nicholas sorriu de canto. — Claro que não, mas com anos de treinamento, aprendi a domá-lo.

Ele apontou a tocha em minha direção, a chama e voou subitamente. Desviei e o fogo atingiu a mesa de Ares, consumindo-a lentamente. Me preocupei com seus filhos, mas esse não era um bom momento para distrações

Soltei um grito típico de Power Ranger e corri em direção à Nicholas apontando-o com Medo-Sombrio na posição que certamente o perfuraria, mas meu plano pareceu muito inútil segundos depois. Primeiro que eu estava muito longe, e quando eu chegasse até ele, já haveria um modo de me deter. Segundo que logo percebi que ele trajava uma armadura debaixo do uniforme laranja do acampamento, e como eu não duvidava da engenhosidade dos filhos de Hefesto, certamente aquela não era uma armadura comum.

Nicholas apontou para a chama e se concentrou. Imediatamente parte dela pareceu desistir da mesa e voou em minha direção. Devo te parecido mais apetitoso, óbvio.

Pisei no chão com força, uma parede de pedra sólida apareceu entre mim e o fogo, que a contornou e voltou – Estável – Para a tocha de Nicholas.

Então me surgiu uma ideia que parecia impossível. Concentrei-me com muita força de vontade.

O chão tremeu: “BRUUM”

Abriu-se então uma pequena fenda à frente do Filho de Hefesto, e de lá, surgiram quatro esqueletos mortos-vivos, senti que esse truque havia exigido demais de mim.

Nicholas parecia despreocupado.

Quando pisquei, tive uma pequena sensação que havia perdido alguma coisa. Dois esqueletos começaram a pegar fogo, mas mesmo assim pareciam encorajados, um outro esqueleto estava assustado correndo de um lado para o outro.

Nicholas pareceu ainda mais despreocupado. Com seu olhar persuasível, o filho de Hefesto largou a tocha parecendo ter uma ideia melhor, virou-se para a fogueira e estendeu a mão.

Os esqueletos partiram para cima, e percebendo o que ele ia fazer, Também corri para cima do menino. Coloquei Medo-Sombrio novamente em posição perfuradora.

Então tirei uma conclusão: Eu amo perfurar.

Nicholas lançou o fogo em minha direção, revesti contra seu ombro mas ele se esquivou. O fogo avançou, mas me lancei para trás antes que o fogo me tocasse.

Os esqueletos foram reduzidos a pó.

Nicholas havia se desconcentrado, e como ele eu ainda estava perto dele, revesti contra sua perna, exposta, sem armadura.

Eu não tinha dúvidas que iria acertar, mas algo estranho aconteceu.

Derrepente todo o acampamento fora tomado por uma forte luz, eu não aguentei mais olhar, então fechei os olhos e desisti de atacar. Creio que todas as pessoas ali pararam o que estavam fazendo e fecharam os olhos.

A luz acabou e o silêncio tomou conta. Estavam todos olhando admirados para Hermes, o deus mensageiro estava ali, olhando diretamente para mim.

— Creio que você não queira realmente fazer isso – Hermes advertiu.

Soltei Medo-Sombrio e me levantei, Nicholas estava paralisado diante do Deus.

— Richard, não escute aquela voz, não se deixe levar por uma coisa ruim, faça o que fizer, haja por vontade própria

Hermes piscou um dos olhos. E em resposta, eu queria dizer uma coisa muito inteligente, ou um agradecimento talvez, mas acabei emitindo um ruído estranho, como Hmm guduhmm

Hermes riu.

— Quíron – O deus chamou irritado, desviando a atenção de mim. — Estou muito decepcionado com você. Como pôde ficar calmo diante dessa briguinha que podia ter custado a vida de um campista?

Quíron pôs-se a balançar a calda, nervoso.

— Era exatamente isso que eu queria – Resmungou pra si mesmo. — Talvez assim eu me livrava de uma vez por todas desse Menino-Demônio.

Hermes pareceu desconfiado, então tirou os fones de ouvido, e lentamente eles começaram a se transformar, os dois lados do fone foram virando duas cobras, e um segundo depois elas estavam enroladas em um castiçal – O caduceu de Hermes.

Hmmm, Soou uma voz áspera em minha cabeça, Carne fressssca.

Eu ficaria muito agradecido se parasse de escutar vozes.

Martha, você está me ofendendo, quantas vezes terei de dizer que cobras não estendem o S? Sussurrou outra voz

Quantasss vezesss terei de dizer que isso dá um toque mais dramático? Martha retrucou com um tom sarcástico.

— Esses são George, e Martha. – Hermes disse apontando para o caduceu.

— Então... então eles são cobras, eles são cobras que falam. – Conclui

Hermes deu de ombros, então pareceu se interessar em outra coisa melhor, apontou para as mesas e uma cadeira voou de encontro à ele. O deus cruzou as pernas e bufou subitamente.

— Então – Sr. D pronunciou, agora com um tom mais autoritário. — Qual seria a mensagem desta vez?

Hermes revirou os olhos.

— Você tem sorte, irmão, cem anos de férias neste lindo Resort. – Ele sorriu. — Tem noção de quantos deuses desejam isso? Todos – Concluiu.

— Férias, vocês dizem. Mas saiba que esses pirralhos não dão descanso.

— Como se você se preocupasse com algum deles. – Hemes resmungou.

George e Martha se agitaram no caduceu.

Hermesss, Martha sibilou, Temoss de sser rápidosss.

É, George concordou, Você está acumulando mensagens, já temos cento e cinquenta e oito e-mails, trezentos e nove mensagens de textos, e trilhões de mensagens de íris em espera.

A deusa írisss deve essstar tendo um dia bem agitadoohhrr. – Martha concluiu emitindo um som estranho.

– Tudo bem. – Hermes se levantou, chateado. — Trago duas mensagens muito importantes. A primeira é de seu pai, o que é estranho, geralmente o deus dos mortos prefere fazer o serviço por si próprio. – Hermes limpou a garganta. — Filho, Disse Hades, Saiba que eu o amo, e por favor, não fique com raiva de mim, eu me orgulho de você, não me veja como inimigo, mas sim como seu amigo, mesmo que nunca tenha me visto, sempre estive ao seu lado. Não pude ir dizer isso pessoalmente, primeiro que eu não tenho permissão para isso, e também por que atualmente estou com uma sobrecarga de mortos, mas desejo-lhe sorte na sua missão. Foi tudo o que ele disse.

Meu pai desejou-me sorte na missão, mas ainda não tenho nenhuma missão. Tem alguma coisa acontecendo.

— Agora Zeus, para Quíron – Hermes se virou e Quíron abriu um longo sorriso. — Quíron, como tem passado, meio-irmão? – Quase esqueci que Quíron, assim como Zeus, eram filhos de Cronos, o titã do mal que comia seus filhos, os Deuses. — Infelizmente trago más notícias, Aparentemente os monstros estão sendo atraídos cada vez mais aos montes em direção ao acampamento, mas creio que minha filha Thalia esteja fazendo um bom trabalho – Quíron assentiu ao ouvir o nome de Thalia. — Porém desconfio que a causa desse problema seja os dois filhos de Hades ai presentes.

Meu coração gelou, os campistas murmuram nervosos entre si e a chama, de volta à fogueira ardeu intensamente expressando a surpresa e curiosidade dos campistas. Zeus acabara de dizer que eu não era o único filho de Hades ali presente. Olhei para Savannah, sentada na mesa de Hefesto, embora eu tenha desconfiado, ela sentava na mesa de Hefesto, o que significava que ela fora reconhecida pelo Deus como sua filha.

— Porém conhecemos apenas um deles. Preciso que mande-o para cá, o Olimpo o mais cedo possível, mas antes, leve-o ao oráculo, mostre-o a grande profecia e dê-lhe uma nova. – Hermes pigarreou – Isso é tudo. Agora se me deem licença, Tenho um mensagem de Hera para Hefesto. Ah, e antes que eu me esqueça, espero que Luke fique bem!

O deus acenou e começou a brilhar, assumindo sua verdadeira forma – Uma luz tão forte que até nós, semideuses, morreriam ao olha-la – E sumiu indo para o nada, assim como chegou.

Nicholas caiu no chão, foi ai que percebi que na verdade, Hermes o paralisou.

Notas finais
Gostaram? eu estranhei minha escrita... mas vou corrigindo ao longo do tempo (= qualquer coisa me avise!!

Adicionei um aviso de Homossexualidade na fic, mas fiquem calmos, o Richard não é gay XD na verdade vai ser um personagem futuro ~~~ Mistério ~~~
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.