Os Quatro Bruxos.
30 Quanto maior a altura, maior é a queda.
NARRATIVA DO VINI.
Pouco antes de Sam partir nós nos despedimos, foi algo que eu nunca havia feito, não desta forma pelo menos, não para uma luta como esta, ela enfrentaria Tifão e eu algum líder.
— Vini eu vou ficar bem, nós podemos derrotar Tifão, podemos vencer, e você vai derrotar os seus inimigos e depois lutaremos juntos lado a lado em Daneva. – disse ela a mim.
— Não duvido de suas habilidades, eu só temo perder a pessoa que mais amo. – digo.
Ela me olhou com aqueles olhos castanhos iluminados pelo fogo sua mascara estava no alto da cabeça, igual a minha e as dos demais, ela me abraçou, depois me beijou e eu senti meus medos se esvaindo, seguindo em uma direção fora de mão, indo para longe de mim.
— Eu te amo. – ela disse.
— Eu também te amo. – digo.
Quando Sam partiu eu me perguntei se a veria de novo, eu estava certo de que seria difícil, e estava ainda mais certo de que isso não acabaria bem.
As lendas sobre esse monstro Tifão são horripilantes, dizem que somente os 12 olimpianos juntos conseguiram derrotar o tal monstro, Sam era apenas uma e por mais poderosa que fosse, e por mais que tivesse com dois garotos que também eram poderosos, não seriam tão formidáveis quanto 12 deuses.
— Não pense nisso Vinicius! – disse Everton.
Everton e Eu viemos juntos do Brasil, nós morávamos na mesma rua enquanto estávamos lá e nos tornamos grandes amigos e ele consegue ver quando estou pensando no pior. Quando não estou bem.
— Como não pensar cara... – comecei a dizer, mas ele me interrompe.
— Eu sei o que você vai falar, mas pense que se você não se focar nessa missão você é quem saíra morto dela e não vai poder ajuda-la, nem voltar a Daneva e lutar junto. – disse ele.
— Se der tempo. – disse Breno.
Ele é do tipo que só imagina o pior, ele chama isso de realismo, mas tudo para ele vai dar errado. Tem medo do mundo, mas enfrenta se for posto de frente a prova.
— Relaxa Vini, nós vamos conseguir. – disse Fellipe. – Nós vamos derrotar quem enfrentarmos, e voltaremos para Sam e Daneva assim que terminarmos.
Ele é o típico, paz e amor, parece que nada o afeta sentimentalmente, ele é do tipo realista e bobo, gosto dele, mesmo que as vezes seja mais irritante que Mafalda.
— Ai! – chamou André. – Querem calar a boca e parar com o choro nós vamos enfrentar grandes lideres, temos que ser maus.
Ele é do tipo bobão e idiota, mas sabe ser sério quando quer, o problema é que ele nunca quer, o sangue e a morte o rodeiam de tal modo que é surpreendente, ele se baseia muito no fato de que é o filho de Ares mais bruto e o assassino de monstros.
Nós passamos a noite onde tínhamos acampado e saímos logo que o sol nasceu.
Sem a Sam para checar a caminho isso seria difícil, pois não saberíamos para onde ir.
Mas ela e deu uma ultima dica, “siga para o sul”, foi isso que ela me disse então era isso que eu faria.
— Bom acho que devíamos nos dividir em duplas. – disse Thiago.
— Nós vamos fazer isso, quando precisarmos. – Disse Everton.
Não dissemos mais nada, seguimos nosso caminho tranquilamente, nenhum monstro nos atacou nenhum bruxo das trevas, nada, e isso estava me assustando.
— Cara nós estamos rumando para o sul já faz meio dia, deve haver algum feitiço que nos ajude na localização, e talvez assim possamos abrir um portal. – disse Thiago.
Eu o entendia, o tédio, a falta de ação não condizia com nossa missão e ele estava certo eu tinha um arsenal de feitiços de localização para tentar acha-los, mas ainda assim talvez eles não fossem tão precisos quanto Sam.
— Everton não pode usar o mesmo truque que usou em Marinami... — começou a dizer Thiago.
— Nesse caso, não. — disse Everton, interrompendo Thiago. — posso rastrear seres humanos e no máximo criaturas que são oriundas das sombras. Barcelos pode realizar seu feitiço.
— Orimente Alquimist! – digo apontando a varinha para frente!
Um rastro de chamas brancas saiu da minha varinha e seguiram para frente fazendo curvas a frente e se tornando cada vez mais longas.
— Nada mal. – disse Fellipe. – O chalé de Hécate podia saber fazer uns negócios assim também, normalmente eles só nos dão opções que na maioria das vezes acabam em morte ou em lutas muito intensas.
— Não acho que o que eu faço seja diferente. — digo sorrindo.
Seguimos a viagem com mais velocidade, com mais animo, e mais urgência. Afinal agora tínhamos um rumo, algo a seguir.
Eu podia sentir o animo ressurgindo neles, o animo voltando a tona, a expectativa, assumindo o risco que corríamos, a felicidade de ter algo em mente, algo para seguir que não só o vazio do céu.
Eu podia sentir o fogo se dividindo muito a frente, se dividindo em três caminhos, ali nós nos separaríamos.
Um bruxo e um semideus.
— Faremos o seguinte, Fellipe e eu seremos uma dupla, André e Thiago, Breno e Everton, outras duplas. — fiz assim, pois juntei por afinidade, acho que conseguiremos lutar bem assim.
— Fechado. – disse André.
Como eu disse após muito tempo voando, chegamos onde os caminhos se dividem em três.
Nós nos dividimos e não sabíamos para onde estávamos indo e quem cada uma de nós enfrentaríamos.
— Cara você faz alguma ideia de quem vamos enfrentar? – perguntou Fellipe a mim.
— Não sei, mas a julgar pela minha sorte sei que não será a Imim. – digo em resposta.
— Porque diz que a Imim é a mais fraca? – perguntou ele novamente.
— Ora, porque Ogros são mais fracos que Gigantes e Ciclopes. – digo. – Bom ele não tem poderes são só músculos e pouca inteligência.
— E os outros têm, quero dizer, eu não me ligo muito em ler, então eu não sei muito sobre esses monstros do meu mundo. – disse Fellipe. – me pergunte sobre monstros normais e eu sei responder entende?
— Sim. Bom, Polifemo tem os poderes normais dos ciclopes, força, habilidade com as mãos, e resistência a fogo. Porfírio, bom não se sabe muito sobre ele, quero dizer ele é um cara da mitologia o rei dos Gigantes nasceu para se opor a Zeus, então se pode imaginar mais ou menos o tipo de poder que ele tem, e o quão forte deve ser. – expliquei.
— Entendo. – disse ele.
Continuamos voando, eu via que o pégaso dele estava reduzindo a velocidade o que era normal já que voamos a dois dias e só paramos por algumas horas.
— Quer parar para descansar, acho que o pégaso não esta muito bem. – digo.
— Podemos voar mais um pouco, achar um rio ou algo do tipo para ficarmos por um tempo. – disse ele. – E cara se precisar deixar o pégaso para trás eu posso voar de outra maneira não se preocupe eu não vou te atrasar.
O que ele falou me fez sentir mal.
— Não é isso cara, longe de mim pensar isso. – digo. – Quero dizer você não esta me atrasando, na verdade estou feliz por estar com você. Você foi o semideus que mais se aproximou de mim, você me ajudou bastante a convencer os outros e esta ajudando muito a tornar essa missão mais agradável.
— O que isso tem haver? – perguntou ele.
— A cara eu sei lá. – digo. – Acho que eu queria te agradecer por tudo desde sempre, mas não tive a oportunidade, então obrigado.
— Que isso cara, não teria ajudado você se não tivesse visto o quão legal você é! – disse ele.
— É, nós podemos ser amigos quando isso acabar. – digo. – seria muito bom...
— Com certeza seria. – disse ele.
Não sei o que deu em mim por dizer essas coisas, mas esse garoto ele realmente tem algo bom nele, algo que me faz querer ser amigo dele.
Nós voamos até um lago onde descemos e descansamos um pouco até executei o feitiço novamente, mas agora em terra, talvez pudéssemos ir andando.
— Você não esta pensando em ir a pé está? – perguntou ele.
— A pé, a pé não... – digo. – mas talvez de bicicleta.
— Quão fortes e grandiosos vamos parecer chegando lá de bicicleta?! – questionou ele rindo da ideia.
Nós dois caímos na gargalhada, um contando os próprios podres para o outro, fazia tempo que não ria assim e parece que ele também, isso era bom.
— Sua vida em Daneva não é fácil não é? – perguntou ele a mim.
— Não, quando não estou estudando, estou em missão, ou praticando feitiços, ou praticando luta, mas sempre me aprimorando e melhorando minhas habilidades. – digo. – mas até gosto desta vida, valerá a pena depois, e eu tenho a Sam.
— Este seria seu ultimo ano certo? – pergunta ele.
— Sim. – respondo. – depois eu me alistaria para os captores, já que meu cargo de objetivo em Daneva esta sendo ocupado por Arsa. Mas acredito que me sairei bem como captor, bom eu acredito nisso pelo menos.
— Entendo. – disse ele.
— E sua vida no acampamento? – pergunto.
Ele me olhou com um brilho divertido no olhar.
— Bom quando não estamos treinando e praticando, eu e meus irmãos estamos pregando peças nos outros do acampamento. – diz ele. – Sair em missão também é um dos meus afazeres, sou bem requisitado nas missões desde que cheguei no acampamento, já fui em 5. E só tenho 3 meses de acampamento, o que é raro já que as missões normalmente demoram para serem realizadas.
Continuamos conversando e depois seguimos um pouco do caminha a pé.
Enfrentamos alguns monstros, eu atirava flechas uma trás das outras, Fellipe os destruía com seus facões ou atirando pequenas facas de bronze celestial nos monstros fazendo-os se transformarem em pó dourado.
— Isso esta muito fácil. – disse Fellipe. – É como se quisessem que a gente chegasse sem esforço nenhum.
— E você esta certo! – disse uma voz estranha, grave e fria vindo de algum lugar. – vocês acham que vão conseguir me derrotar, mas não vão.
— Se você é tão corajoso, porque não vem nos enfrentar! – digo.
— Menino você não sabe quem eu sou. Não sabe com quem esta lidando. Até hoje você nunca enfrentou alguém como eu. Eu sou Porfírio, o Rei dos Gigantes, o Anti-Zeus, vocês não podem me enfrentar e me derrotar. – disse ele rindo.
— E você não sabe quem nós somos! – disse Fellipe. – Nós somos os “fodões”, gostosões e invencíveis, você já era.
Eu ri. Afinal como ele conseguia fazer piada numa hora dessas, isso é engraçado.
— Sabe Porfírio, você devia tomar cuidado com o que diz, você devia guardar os seus segredos de poderes para você, alias você devia se matar e poupar a gente do trabalho. – digo.
— Você é igual seus antepassados, eles me procuraram quando eram jovens, disseram que queriam o meu poder, graças a uma lenda que diz que se alguém do seu mundo beber meu sangue obterá os meus poderes. – disse ele- eu deveria rir.
Enquanto “conversávamos” com Porfírio caminhávamos em direção a ele.
Sério ele não é tão monstruoso quanto dizem, mas ainda assim pode meter muito medo se quiser, confesso que não estava com tanto medo quanto achava que estaria, confesso que estava até calmo diante do gigante na minha frente.
Meu rosto estava sério, talvez até de mais porque Fellipe perguntou.
— Você esta bem? – ele parecia de fato preocupado. Afinal eu também estaria se meu companheiro passasse mal e eu tivesse que enfrentar isso sozinho.
— Estou ótimo. – digo sorrindo.
— Enfim chegaram a mim! – disse Porfírio, quebrando o silencio de que havia entre nós e ele.
— Pois é. – disse Fellipe. – quem sabe agora eu não arranco sua língua com meus facões.
— Garoto, você não sabe com que esta lidando... – começou a dizer o Gigante.
— De novo essa ladainha de que não sabemos o perigo que estamos correndo. Cala a boca seu monte de estrume. – digo e atiro minha primeira flecha que por sorte ou competência mesmo se finca na testa dele, minhas flechas passaram a ser feitas de bronze celestial e ouro imperial para que pudesse ferir mais os monstros, do mundo dos semideuses e os do meu mesmo, tive que treinar muito para conseguir atira-las direito, porque seu peso era completamente diferente de tudo que eu manipulava, fiquei pensando no que Stela havia me perguntado assim que chegou sobre o peso do Bronze Celestial e ferro marinho (um tipo especial de ferro forjado nas profundezas pelos ciclopes do Deus) da espada que ganhara de Poseidon, a mesma tinha a forma de um batom, e quando ela tirava a tampa, a espada se formava em sua mão, acontece que o peso da espada era muito diferente das armas dos bruxos.
Ele não urra de dor, nem demonstra sentimento algum, o que me surpreende muito.
Saco a varinha, quem sabe um bom feitiço não causa algum dano a ele.
— Limpus Magic Severus. – um lampejo branco sai de minha varinha, o objetivo desse feitiço é causar danos no interior do organismo do oponente.
Aparentemente não funcionou.
Fellipe voava com seus tênis mágicos, tentando acertar o gigante com seus facões porem ele precisava desviar de seus braços e da lança que ele tirou de um condutor nas costas.
Era uma ótima distração eu tinha planejado lançar uma maldição que provavelmente não o mataria, mas possivelmente o deixaria em um estado bem deplorável, porem com Fellipe voando em volta isso se tornava um pouco difícil, afinal se eu lançasse o feitiço e o Fellipe fosse atingido ele morreria, e convenhamos não é isso que eu quero fazer.
Enquanto isso eu atirava flechas atrás de flechas tentando de toda maneira acertar ele, o problema era que minha aljava estava ficando vazia, mas graças a benção de Apolo minha aljava se enxeria logo. De novo e de novo sempre que acabasse.
Atirei mais uma com um feitiço de crescimento acertando a flecha e deixando-a enorme, e a mesma se fincou no braço direito dele no momento em que a mão dele ia se fechar em torno de Fellipe o que o fez urrar e parar o movimento que estava fazendo para agarrar ele.
— Valeu. – disse Fellipe pousando ao meu lado, um pouco ofegante.
— Precisamos de um plano e rápido. – digo.
— Você é o gênio aqui amigo. – disse ele me dando um tapinha no ombro.
Nós corremos para nos esconder enquanto pensava em algo, o que é bem difícil com tanta pressão em cima de mim.
Precisava pensar rápido, muito rápido, eu corria do mesmo jeito rápido e assim não dava para pensar direito.
— Vini, você podia ser um pouco mais rápido? – perguntou ele.
— Olha cara eu tinha um plano, ia depositar toda a minha esperança em um feitiço, mas mesmo com os meus poderes sendo lendários, ainda tem o problema de eu não saber exatamente como usar esses meus poderes, eu não tive tempo de praticar, nem de pesquisar enfim o plano era usar uma maldição. Mas acho que ela não vai funcionar, não tão bem como funcionaria em você ou em mim, talvez eu consiga algum dano, mas nada que vá nos fazer vencer. – eu fiz uma pausa para ouvir, e de fato ele vinha em nossa direção. – Se eu conseguir usar meus poderes de lendário eu consigo destruí-lo, quero dizer, eu acho que consigo.
— Beleza, não quero ser chato nem nada cara, mas “eu acho” não é uma coisa concreta e que com certeza dará certo. – disse Fellipe.
— Eu sei! – disse um pouco alto de mais. – precisamos manter ele preso para que eu possa lançar o maior numero de feitiços possíveis.
— Ok. – disse ele. – podemos usar aquele seu truque com as flechas, porem com minhas faca, eu arremesso você as aumenta ele fica preso você lança as maldiçoes tudo se resolver.
— Você faz tudo parecer tão simples. – digo.
— Cara é simples para de complicar as coisas, não torne tudo pior do que já é! – berrou ele.
— Eu estou ouvindo vocês. – disse Porfírio. – e estou chegando perto.
Ao longe eu ouvi um trovão, e em seguida senti um gosto metálico na boca.
Agarrei Fellipe pelos cabelos, pois foi o local mais fácil que arrumei para manter-me grudado a ele e nos teletransportei dali para 2 km de distancia, e onde estávamos um raio caiu.
— Como você sabia do raio? – perguntou Fellipe.
— Eu estudo a 4 anos com alunos que podem invocar raios, e que por sinal nos odeiam, quero dizer nós da torre branca. – digo.
— Entendo. Bom por que dois quilômetros? – perguntou ele, como se aquilo fosse alguma regra.
— A cara para de perguntar. – digo. – você consegue acertar ele daqui, quero dizer com as facas?
— Você ficou louco? – pergunta ele. – Se o Leo estivesse aqui até podia ser, pois ele poderia manipular os ventos para levar a faca, mas sozinho é impossível. No máximo em 20 metros.
Isso não nos ajudava ele podia nos acertar em 20 metros, e eu suspeitava que com apenas um golpe certeiro dele nós estaríamos mortos.
Começo a pensar novamente, pensar rápido e logicamente, uma ideia brotou em minha mente.
— É isso ai. – Digo. – Eu sei o que fazer, você vai lançar sua faca a 2 km.
— Eu já falei que... – eu o interrompi.
— Confie em mim. – digo.
Subimos em uma arvore e eu a aumentei magicamente, eu não era como Kate, mas podia fazer algumas coisas assim.
— Pronto para mandar as facas? – pergunto a ele.
— Como você vai fazer para elas chegarem lá? – pergunta ele.
— Assim. – digo.
Saco a varinha e crio um portal, mas eu combino um feitiço com o do portal e tudo que atravessar assumira um tamanho imenso.
— Se isso funcionar... – disse Fellipe. – juro que...
— Cale a boca e lance as facas logo! – digo a ele.
Ele laçou a primeira, passou zunindo a orelha do gigante.
— Como? – perguntou o gigante. – só pode ser magia daquele bruxinho imundo.
— Fellipe tem como você acerta-lo!- exclamo para ele.
— Desculpe eu estou nervoso. – disse ele.
Ele atirou duas, uma em seguida da outra, nós tínhamos a vantagem dele não estar nos vendo, porem não podíamos mais errar.
Graças aos céus as duas se fincaram nos braços dele.
— Mais! Mais! – grito.
Ele atira varias pelo arco do portal.
E todas se fincam, o gigante urra de dor e cai de costas.
— Consegue me sustentar no ar? – pergunto. – digo usando esses seus tênis ai?
— Sim. – ele responde.
— Vamos nessa! – digo a ele. – nós temo que acabar com um gigante.
Segurei seu braço e eu nos teletransportei para cima do gigante, Fellipe já acionou seus tênis e nós voamos em cima do gigante.
— Ado Fogus. – Digo. Apontando a varinha para o gigante. Um dragão de chama brancas aparece e ataca o gigante, porem somente uma vez e é destruído. – Teratrusbo!
Eu estava tão irritado que o feitiço não saiu como um raiosinho, ele saiu como um hiper jato, imaginei que fosse o poder lendário assumindo.
Quando o jato de luz branca acertou o gigante ele berrou de forma muda e explodiu em pó.
Quando Fellipe me deixou no chão, eu não estava passando mal, não tinha tontura, estava só aliviado.
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