Os Quatro Bruxos.

25 As Bençãos que Falatavam.


Narrativa volta para o narrador!

Meses se passaram, e todos haviam tido um imenso progresso.

Leo conseguira a benção de todos os deuses do vento (Zeus, Bóreas, Zéfiro, Noto e Éolo) foi difícil teve que enfrentar muitos espíritos do vento para consegui-las, ganhou um novo corte na bochecha, e quase perdera uma mão, também fora abençoado por Apolo que o abençoou com o domínio perfeito do arco e flecha e só fez isso depois que Leo recitou uma poesia para ele. Atena lhe aplicou um teste onde ele demonstraria inteligência, um jogo de xadrez. Ele fora campeão de xadrez na escola quando morará em Londres, mas mesmo assim não conseguiu ganhar da Deusa é claro, mas por ele ter se dedicado e realmente se esforçado e dado um cheque no rei dela, ela o abençoou com sabedoria e estratégia em batalha.

Ele só queria a benção de mais um Deus, mas essa ele sabia que seria difícil de conseguir.

Stela estava entrando em apuros, havia conseguido a benção da maioria dos deuses que precisava Poseidon, Ponto, Oceano tendo que lutar em batalhas para eles. Ártemis a encontrará e pedira para que se juntasse a ela para que virasse uma caçadora, Stela recusou, mas ajudou a Deusa em uma caçada e ganhou a benção. Atena lhe disse para que fizesse uma peça no tear, Stela nunca manuseara um tear antes por isso foi um desafio e tanto, mas conseguiu enfeitiçar o tear para trabalhar sozinho e assim fazer a peça, Atena achou a atitude inteligente e a abençoou. Ainda faltavam dois deuses, Tétis que estava no tártaro e Ares que ela ainda não tinha encontrado e sabia que seria o mais difícil de conseguir.

Kate já havia conseguido a benção de muitos, Deméter ela a salvou de dois monges que a haviam feito prisioneira, Ártemis que lhe abençoou a pedido de Kevin, Pan que ela conseguira contatar seu espírito na arvora mais velha na floresta amazônica e só precisara prometer que ajudaria no que fosse possível a sobrevivência da vida selvagem. Gaia foi a mais difícil, ela contatou a deusa em seu sono, colocando todo seu poder para entrar na mente da Deusa, e enrola-la a lhe abençoar com a fertilidade do solo. Apolo lhe abençoou com o poder de cura, depois de ela recitar um poema para ele, sem problemas já que Kate adorava poesia, Atena pediu um monumento feito de oliveira e Kate fez uma estatua de Atena toda da arvore de Oliveira e assim a Deusa lhe abençoou.

Ainda faltavam Damasen e Óreas, mas ela só os encontraria no tártaro.

Kevin estava com sorte os deuses, Héstia e Hefesto, (do fogo) o haviam abençoado só faltava um que estava no tártaro, Prometeu, ele havia convocado Hades em uma noite e o Deus exigiu que ele lutasse contra um pequeno exercito de monstros, Kevin venceu e o Deus aumentou a escuridão de suas chamas dando um poder maior de devastação a elas. Atena foi banal com o garoto, pediu que ele assustasse Afrodite (até os deuses gostam de se divertir ela dissera ao garoto). Ares não havia nem recebido o garoto, o que demonstrava que ele seria o mais difícil.

Todos haviam recebido a benção de Hécate com o preço de uma vida.

Todos estavam saindo de seus últimos locais e indo se encontrar novamente em Forks, não iriam para casa por que seria arriscado de mais, iriam se encontrar em uma campina no alto de uma montanha.

Os primeiros a chegar foram Leo e Jarry, eles se sentaram no chão relaxando o máximo possível depois de uma viagem tão tensa.

Kevin chegou logo em seguida.

— Leo. – disse Kevin caminhando em direção a Leo, apertou sua mão de forma cordial e calorosa, Lara deu um abraço em Jarry.

— Como foi a viagem de vocês? – perguntou ela.

— Realmente útil. – disse Jarry. – O garoto é fantástico, aprendeu todos os feitiços muito rápido enquanto procurávamos os deuses, ele conseguiu muitas bênçãos só lhe resta Ares que não quis nem recebê-lo.

— Kevin não ficou atrás então, mas para ele faltam dois Deuses, Ares e Prometeu. – disse Lara.

— Quantos cristais você tem? – perguntou Kevin a Leo.

— Tenho oito cristais. – respondeu Leo, virando o ombro. – e você?

— Cinco. – respondeu ele. – o numero de cristais influencia na força?

Lara e Jarry riram.

— Não. – disse Jarry. – O numero de cristais é referente ao numero de bênçãos que você obteve nada a mais.

— Eles demonstram apenas o poder que você vai adquirir. Estou abismada com o cristal em forma de raio, Zeus lhe abençoou? – perguntou Lara.

— Sim, não foi fácil, tive que enfrentar um exercito de demônios do vento e uma tempestade, mas consegui. – disse ele.

— Esse cristal negro... – começou Jarry olhando para o ombro de Kevin. – veio de Hades?

— Sim. – disse ele. – Tive que enfrentar um exercito de monstros por ele. Não foi fácil, mas nada que eu não pudesse enfrentar.

— Bom, acho que eu devo contar como consegui o cristal em forma de tridente, lutei contra um exercito marinho. – disse Stela caminhando em nossa direção.

Kevin correu para abraça-la.

— Você esta bem? – perguntou Kevin ainda abraçado com ela. – O que houve com sua perna?

A perna dela estava enfaixada com bandagens mágicas.

— Eu a curo depois de abraçar o meu irmão. – disse Kate, vindo atrás de Leo. Eles correram e se abraçaram.

Quando se soltaram, Leo e Stela se abraçaram e se olharam. O beijo veio com naturalidade.

Kate e Kevin apenas se abraçaram e olharam como se quisessem se beijar, mas se contiveram.

Rufos e Patrick vinham numa conversa animada, e se juntaram aos outros captores. Rufos olhou de uma forma intrigada a Jarry que pareceu entender, eles precisavam conversar em particular.

— Muito bem devemos decidir o que fazer agora? – perguntou Patrick.

— Todos vocês já aprenderam os feitiços que tinham para aprender, e já possuíram as bênçãos mais importantes, com exceção talvez de três de vocês, onde os deuses estão no tártaro. – disse Jarry.

— Bom, então é fácil, vamos todos para o tártaro. – disse Leo.

— Você não precisa ir, por que iria? – perguntou Lara.

— Para cuidar de minha irmã, minha namorada e meu amigo. – disse Leo, de forma que parecesse obvio o motivo.

— Faz sentido, mas você não vai. – disse Patrick. – Bom, eu estava conversando com a Stela e talvez nós consigamos contato com esses Deuses... Alias por que chamamos de Deuses se eles não sou todos deuses? São titãs.

— Não faz diferença. Como podemos ter contato com eles? – pergunta Kevin.

— Bom, se for como estou pensando, precisamos de um bruxo da torre 7. – disse Lara.

— É verdade precisaremos de um bruxo da torre 7. – disse Patrick. – não, não pode ser o Everton, ele não pode abrir um portal como esse. Precisamos da Sara.

— A que ótimo, aquela cretina. – disse Lara, soltando um som com a boca que mais parecia um rugido.

— Tudo bem, se desse jeito funcionar ótimo, se não todos vamos descer no tártaro! – disse Leo.

— Vamos fica aqui? – perguntou Kate. – Podíamos ir ver mamãe e papai.

— Não, é muito arriscado. – disse Stela. – Por mais que eu queira vê-los seria muito perigoso para nós e para eles irmos lá agora.

— Stela esta certa, vocês vão colocar seus pais em risco, mas alguns de nós podem ir lá e passar algum recado para eles. – disse Rufos. – quero dizer vamos acampar aqui não é, até Sara chegar, bom então Jarry e eu contamos que você estão bem e que estão próximos do fim da viagem, depois compramos barracas e tendas, enquanto isso você podem começar a lançar barreiras de proteção ao redor dessa clareira.

— Então está combinado. – disse Patrick e os dois se foram.

Patrick foi para um lado da clareira e Lara para outro.

— Proteges Orna. – disseram juntos. – Rufos, Sara e Jarry.

— Brocus Proteges. – disseram juntos novamente. – Rufos, Sara e Jarry.

— Melhor esperarmos por eles para lançar as outras barreiras, se lançarmos uma em seguida da outra não teremos um efeito muito positivo. – disse Lara, mas como um lembrete.

Eles se sentaram e começaram a conversar, contando todas as aventuras, sabendo o que lhes aguardavam eles estavam nervosos, e ansiosos por tudo.

Leo estava ficando sem flechas, mas graças a um feitiço ensinado por Rufos, Kate pode multiplicas as que ele possuía.

Não demorou e Rufos e Jarry voltaram.

— Stela e Kevin seus pais disseram que estão orgulhosos de vocês, que sabiam que vocês conseguiriam. Estão ansiosos para verem vocês. – disse Rufos.

— Kate e Leo, seus pais disseram o mesmo, que estão orgulhos por vocês terem conseguido e disse que sabem que vocês vão conseguir o que precisam e ainda disseram que estão com saudades e amam vocês. – disse Jarry.

Eles assentiram.

— Laçaram quais feitiços? – perguntou Rufos a Lara.

— Orna e Brocus. – respondeu ela. Estávamos esperando vocês para poder lançar as outras.

— Ok, vamos nessa antes que algo nos ataque. – disse Patrick.

— Protus Chamus! – conjurou Lara.

Uma parede de fogo de formou ao redor da clareira.

— Protus Arus! – conjurou Jarry.

Uma parede de vento se ergueu a frente do fogo.

— Protus Aquos.! – conjurou Patrick.

Uma parede de água na frente da de ar.

— Protus Etenamente. – disse Rufos, todos esperavam uma parede plantas, mas aparentemente nada aconteceu, mas não era verdade uma barreira invisível havia surgido.

— É o máximo, que podemos fazer sem chamar a atenção dos bruxos das trevas. – disse Patrick.

Ficar sentado sem fazer nada depois de meses de puro agito foi bom só nas primeiras horas depois se tornou realmente entediante.

Finalmente se ouviu um grito de uma mulher, e uma nevoa branca surgir do chão.

— Hécate? – perguntou Kevin inflando as mãos de chamas negras.

— Não é Hécate, é a Sara, ela é a Bruxa da Nevoa, Dominadora das Sombras. – disse Patrick.

— Marechal! – disse a mulher que surgira da nevoa, batendo uma contingencia. Ela tinha cabelo loiro curto, olhos verdes e vestia uma armadura verde feita de Bronze Celestial, possuía dois leques presos no cinto era visível que os leques não eram como os normais eram de algum metal. – Coronel!

Ela bateu outra contingencia a Lara.

— Coronel! – bateram contingencia Rufos e Jarry juntos.

— Porque me chamou Patrick? – perguntou Sara ignorando os quatro bruxos como se não estivessem ali.

— Precisamos de um contato com alguns titãs no tártaro. – respondeu ele.

— E o que o faz pensar que eu posso te ajudar? – perguntou ela.

— Você já foi no tártaro com seus poderes... – o olhar dela sugeria que isso era para ser um segredo. – Quando você se tornou coronel, você foi falar com o maior coronel que já existiu no meio de nós, o Coronel Vladimir, claro que ele se tornou o maior vilão durante um tempo, mas sem duvida ninguém venceu mais batalhas do que ele.

— Como você sabe que eu fui vê-lo? – ela perguntou um pouco assustada.

— Sara, minha condição de Marechal não é a toa, eu sou um excelente bruxo, tenho meios de saber coisas que você nem imagina, sem falar que eu estou sempre de olho nos meus subordinados. – disse Patrick.

Aquela conversa estava encerrada, ela não ia arrancar mais nada dele.

— Certo. – disse ela. E então ela se virou para os quatro sentados lá atrás. – Quem vai ser o primeiro?

— Eu! – disse Kate, se levantando.

— A, Kate Borman não é? – perguntou Sara, havia certa amargura em sua voz.

— Sim. – respondeu Kate.

— Você quer falar com Damasen e Óreas? – perguntou ela. Kate assentiu. – Muito bem sente-se aqui, o que eu vou fazer é indolor, sua mente vai vagar pelo tártaro até chegar em Damasen e Óreas e ai você faz o que tiver que fazer, sua mente passara pelos monstros sem ser vista por eles, mas titãs e gigantes podem te ver, tome cuidado, dizem que Damasen é inofensivo a mortais e bruxos e até a outros deuses, gigantes e titãs, mas nunca se sabe, se sua mente for presa lá, eu não posso fazer nada por você.

— Certo. – disse a garota determinada se sentando.

A bruxa colocou suas mãos na cabeça de Kate e um segundo depois Kate estava em sono profundo com uma nevoa envolta na cabeça.

Sua mente estava no fundo do Tártaro, vagando pelo abismo invisível aos monstros, pois ela passava tranquilamente por eles.

Kate andara muito até chegar a um pântano.

Havia uma casa velha, no quintal haviam ossos enormes para todos os lados.

Ela passou pela porta da casa e viu dois homens gigantescos, um brilhava em dourado e o outro em prata.

— O que a trás aqui pequena bruxa? – perguntou o homem dourado.

— Desculpe entrar assim em sua casa, mas eu preciso da benção de Damasen para magia com plantas e cura. – disse Kate.

— E o que Damasen ganhará com isso? – perguntou ele.

— Se o senhor for Damasen posso oferecer um quintal cheio de plantas. – disse ela. E no mesmo instante se arrependeu, não sabia se sua magia funcionaria com ela daquele jeito, e muito menos se funcionaria no tártaro.

Ele pareceu digerir a ideia, depois com um sorriso disse.

— Você me convenceu pequena. – disse o gigante. – Eu sou Damasen, me dê plantas e lhe dou minha benção.

Kate precisou se concentrar muito, mas conseguiu todo o pântano estava repleto de plantas lindas, flores, árvores e tudo que se tinha direito.

— Muito bem, promessa é divida. – disse ele. – Eu Damasen, abençoou esta garota com todo um conhecimento, habilidade e poderes sobre plantas e cura.

Kate quase não conseguiu dizer obrigada, sua mente fora levada para outro lugar, desta vez estava mais rápida.

Em seu corpo físico ela sentiu um novo cristal sendo criado no colar.

Sua mente rodava pelo tártaro a torto e a direito, passando por diversos rios, um rio era inteiramente de fogo, outro era um tanto congelado, ela passara por um templo que possivelmente estava destinado a Hermes, pelo caduceu desenhado na porta rachada. Ela encontrara Óreas em um amontoado de pedras sentado olhando as plantas que ele fazia crescer e depois desaparecer.

— Senhor Óreas? – chamou Kate.

— O que a traz aqui bruxa? – sua voz não era tão tranquila quanto a de Damasen, sua forma tremulava entre uma arvore de carvalho e um velho.

— Preciso de sua benção, preciso que o senhor me abençoe com seu poder sobre as plantas. – disse ela.

— Você é uma bruxa alquimista das plantas, uma das netas dos lendários não é?

— Sou, sou neta de Frans Borman e sobrinha neta de Grand Castell, e bisneta de Bill Borman e Jessie Castell. – disse ela.

— Eu os conheci, eles me ajudaram, fiquei em divida com eles durante muito tempo, mas eles morreram, acho que posso pagar essa divida te abençoando. – ele disse isso com pesar.

Kate estava muito intrigada como pode ser tão fácil.

— Eu Óreas te abençoo com todo meu poder sobre plantas. – disse ele.

— Obrigada! – disse ela.

Kate voltara cansada de mais para falar. Um novo cristal estava em seu colar.

Ela deitou no chão e Leo ficou ao seu lado.

— Estou bem. – ela disse.

O próximo a sentar fora Kevin.

— Você quer falar com Prometeu não é? – perguntou Sara.

— Sim. – disse Kevin.

A mesma nevoa envolveu a cabeça dele e seus olhos se fecharam.

Kevin se viu diante do rio de fogo, sua mente percorreu o rio em uma direção, mas Kevin não sabia dizer se estava subindo ou descendo o mesmo, parou quando viu um homem, ele vestia terno e tinha um cabelo preto e barba, usava um óculos tão escuro que era impossível enxergar por suas orbitas oculares.

— Kevin Castell. – disse ele.

— Prometeu. – Kevin fez uma reverencia.

Prometeu sorriu e se levantou.

— Você me lembra Jessie, acho que é o cabelo. – disse ele. – Jessie e eu fomos amigos por muitos anos.

— Interessante. – disse Kevin que não estava nem um pouco interessado na amizade do Deus com sua bisavó. – Senhor eu preciso da sua benção, eu sei que você criou o fogo e o deu para os olimpianos, mas seu poder sobre ele é lendário, muitos falam do senhor como referencia ao fogo.

— Eu sei. – disse ele. – e também sei que você quer a minha benção, e do caminho que vocês vão trilhar.

— Se você sabe então quer dizer que vai me ajudar? – perguntou Kevin.

— Porque eu faria isso? – disse Prometeu. – Quero diz eu não ganho nada com essa guerra, quero dizer Urano não vai me receber de braços abertos.

— Independente disso, você não é um titã mal, as histórias sobre você, os deuses foram injustos com você quando o mandaram ficar acorrentado com os corvos, ou seja lá quais pássaros tenham sido, você sempre foi sábio Prometeu, e sabe que precisa me ajudar, não estamos lidando apenas com um Deus antigo como Urano, estamos lidando também com um bruxo muito poderoso que está se erguendo, precisamos desse poder, eu, minha irmã, Kate e Leo somos os quatro da profecia que, estamos marcados desde antes de nascermos. – Disse Kevin.

— Muito comovente. – disse Prometeu.

— Eu não quero te comover. Estou apenas dizendo a verdade. – disse Kevin.

— Eu sei a verdade! – gritou Prometeu, e o fogo no rio aumentou. – Eu sei de tudo, eu sei o que acontece mesmo preso nesse abismo infernal eu sei o que acontece lá em cima.

— Se você sabe ajude! – gritou Kevin. E chamas negras surgiram ao redor da mente de Kevin. Prometeu deu um passo para trás.

— Essas chamas? – perguntou ele horrorizado. – pertenciam a Bill Borman!

— Não essas chamas pertencem a mim, e para que elas fiquem ainda mais poderosas eu preciso da sua benção. Meu tio avô Bill planejou me dar os poderes dele também, mas para isso preciso da sua ajuda, com a sua benção eu conseguirei abrir os 8 portões da alquimia. – explicou Kevin.

— Pare de falar o que eu já sei, embora você não precise da minha benção para abrir, mas com ela fica mais fácil. – disse ele.

— Essa conversa esta nos levando a lugar nenhum, vai me abençoar ou não? – perguntou Kevin.

— Vou! – disse ele. – mas com uma promessa.

— Qual? – perguntou.

— Queime um pouco de Urano para mim ok? – perguntou ele.

— Pode deixar! – disse Kevin.

— Eu, Prometeu, abençoo Kevin Castell com o poder do fogo. – disse ele.

— Eu disse que você era sábio. – disse Kevin.

E a mente de Kevin foi trazida de volta.

Com um novo cristal vermelho no ombro.

Deitou ao lado de Kate.

— Eu fico com eles, vai! – disse Leo.

Stela sentou em frente a bruxa, que não fez menção nenhuma de estar cansada.

— Você é sortuda, pegou o mais fácil, Oceano e tão dócil quanto a pequena Kate. – disse Sara.

Ninguém sabia se ela estava brincando ou sendo sincera, mas não tivemos tempo de perguntar, suas mãos voaram para a cabeça de Stela e logo ela submergiu em um transe.

Ela vagou por todos os rios procurando Oceano, mas ele não seria fácil de encontrar.

Por fim ela o achou.

— Senhorita Castell. – disse ele. Stela se virou e se deparou com um homem feito de água.

— Lorde Oceano! – cumprimentou ela.

— Você veio buscar minha benção para derrotar um bruxo e um Deus, você é digna de recebê-la garota, sua fibra e coragem são incríveis, você é realmente forte. Os perigos que esta enfrentando estando aqui, mesmo que com sua mente apenas para me pedir minha benção, poucos arriscariam a vida por isso. E por isso eu Oceano te abençoo com o poder dos oceanos. – abençoou Oceano, e se desfez em água.

— Obrigada. – disse Stela.

Quando voltara se deparara com um Deus que veio sem ser convidado.

— Ares? – perguntou Stela ao ver o Deus.

— Pois é docinho. – disse ele. – eu não queria vir aqui, mas Afrodite disse que se eu posso ajudar deviria ajudar e deveria parar de ser um egoísta de marca maior, caso contrario deveria parar de ir ao templo dela, você entende não é?

— Pelo menos alguém pensa naquele Olimpo! – disse Sara.

Ele a ignorou.

— Muito bem pinguins, Eu Ares abençoou vocês e blá, blá, blá. – disse ele.

— O que sem nenhum pedido? Nenhuma luta? Nenhuma guerra? – perguntou Kevin.

— Garoto, o sexo que eu vou ganhar com Afrodite vale abençoa-los de “graça”! – disse Ares e se desfez e uma coluna de fogo.

E assim um novo cristal surgiu para todos.