Os Poemas De Freaky Fred
4 O Martelo de Prata de Maxwell
Olá, amigos. Meu nome é Fred.
Hoje, poesias não irei contar.
Apenas de um amigo que acabara de me visitar.
Seu nome é Maxwell, e adora martelar.
Martela de um jeito tão...CRUEL.
Enfim, vamos á nossa historinha.
Maxwell era um pequeno garoto órfão, que lutava dia á dia com o objetivo de sobreviver. Em uma certa briga que Max tinha ganhado, minutos antes de seu adversário falecer, ele disse para Max:
- Ei garoto, pegue esse martelo. É um prêmio por suas habilidades. — Depois disso, morreu com vários cortes, feitos apenas por um caco de vidro que Maxwell pegara na rua.
Aquele precioso martelo de prata era seu único companheiro. Passando-se os anos, Maxwell não suportava tanta injustiça não só consigo mesmo, mas com todos que conhecera desde então. Ele ficou enlouquecido e ficou paranoico. Um tempo depois, Max foi adotado por dois assassinos profissionais,o que aumentou ainda mais a insanidade cruel de nosso querido "herói".
Ao ir para a escola, Maxwell tinha se apaixonado por Joan, uma garota inteligente que era simpática com ele, mas ele tinha um desejo de assassinato com aquela garota que era incomparável.
Joan adorava estudar ciências, e tinha ensinado um pouco do que ela sabia para Max, o que tinha desertado seu interesse por medicina, por motivos que todos nós sabemos. Motivos cruéis.
Certo dia, o rapaz tinha a convidado para ir ao cinema. Joan tinha aceitado, e ficou empolgada com tal encontro. Mas ela não suspeitava de que aquilo não era mais do que uma armadilha.
Quando ela estava se preparando, ouviu uma batida na porta.
- Quem é? — Perguntou Joan.
- Sou eu, Maxwell Edison! Eu tenho uma surpresa. — Respondeu Max. Joan ficou curiosa e abriu a porta num instante.
Maxwell estava com um sorriso macabro e seu martelo de prata em suas mãos.
- ESTA É A SURPRESA!! — Exclamou Maxwell, acertando Joan na cara, nocauteando-a. Logo depois, ele se aproximou e acertou seu rosto mais duas vezes, para garantir que Joan estava morta.
Alguns dias depois em sua escola, Maxwell fazia piadas com outros alunos na sala de aula. Sra. Gilldeath (Zoey Gilldeath era seu nome completo), sua professora, percebeu e para evitar um momento envergonhoso com a classe, apenas pediu para que Max ficasse depois da aula, escrevendo "Eu não devo ser tão..."
A lousa logo estava cheia de
"Eu não devo ser tão relaxado"
"Eu não devo ser tão idiota"
"Eu não devo ser tão burro"
"Eu não devo ser tão palhaço"
"Eu não devo ser tão bagunceiro"
"Eu não devo ser tão medíocre"
"Eu não devo ser tão irresponsável"
"Eu não devo ser tão merda"
"Eu não devo ser tão vagabundo"
"Eu não devo ser tão CRUEL"
Logo depois, Sra. Gilldeath virou-se para pegar um bilhete de
advertência para os pais adotivos de Maxwell assinarem.
- Ok, Max. Você está livre para ir, mas terá de levar isto para seus pais assina...ei! Onde você foi?! — Perguntou Gilldeath, se perguntando para onde Max teria ido.
- Bem atrás de você. - Sussurrou Max, logo repetindo os mesmos processos que fizera com Joan; um nocaute, e duas marteladas finais para assegurar-se de que sua vítima realmente faleceu.
Logo Max percebeu que aquilo era bom. Ele começou com seus parceiros de aula, depois com o resto da escola, e depois...com o resto da cidade.
Certo dia, um certo funcionário público da cidade, chamado de PM 31 avisou ao delegado: "Conseguimos pegar mais um"
Naquele momento, Maxwell tinha sido detido pela polícia e estava sozinho naquela calamidade, respondendo em liberdade de qualquer jeito possível.
Rose e Valerie, duas pacifistas (que ironia,não?) gritavam da galeria do júri: "Ele deve ser livre! Ele deve ser livre!" apenas porque acharam o réu um pouco bonitinho.
Quando Max não tinha mais esperanças, olhou uma última vez em seu martelo, que estava em uma mesa, servindo de evidência.
Quando uma voz invadiu sua mente dizendo: "PEGUE! MATE! PEGUE! MATE!
O jovem tentou resistir um pouco, mas não conseguiu. Pulou de seu assento, agarrou o martelo e brutalmente assassinou o juiz, que tinha o sentenciado á cadeira elétrica.
A suposta voz ainda lhe dizia coisas. "AINDA NÃO FORAM TODOS..PEGUE! MATE!"
Minutos depois, todos estavam mortos. Desde então, ninguém conseguiu viver ao menos para contar a história...exceto eu.
Depois que ouvi falar desse tal Maxwell, decidi encontrar com ele. Pedi gentilmente para que ele não invadisse minha cidade, pois os assassinatos de Lugar Nenhum eram e são apenas minha responsabilidade.
Em resposta, Max me disse uma frase que levo até hoje.
"Mas matar é meu negócio ... um ótimo negócio!"
Tivemos um acordo. Lugar Nenhum ficava por minha conta, mas eu não poderia matar em Londres, cidade natal de Max. De acordo, fomos cada vez mais amigos. Ás vezes, ele me visita de vez em quando, e vice-versa para unirmos idéias de tortura. É claro que eu não concordo muito com algumas idéias dele e ele nem das minhas, mas estamos sempre indo bem e bvbn bvnm nbjnbn,gc vbfg
Olá a todos, eu sou Maxwell.
Não se preocupem, eu apenas voltei á casa de Fred e lhe tirei da cadeira do computador por um momentinho para informá-los de que o Brasil faz parte de MEU território. Com a espionagem de ligações feitas pelos EUA, eu consigo dominar esse site facilmente. TODOS os ip's estão anotados e localizados aqui, certo Fred?
Certo.
Então cuidado, ou serei muito, como meu camarada aqui sempre diz... CRUEL.
Com amor, Fred Freaky e Max Edison.
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