Os Olhos De Hinata

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Notas iniciais
Olá gente!
Vocês vão ler o capítulo e vão pensar:
a tatah fumou, ela colocou um título nada a ver!
Mas eu não pirei, gente. Depois que vocês lerem, vão entender, ok?
boa leitura, povo de Deus!
nesse capitulo, eu fiz uma coisa diferente:
eu não coloquei POV quando a pessoa tá pensando, eu resolvi colocar junto com o texto normal.
as partes apenas negritadas são a parta boa dos pensamentos, o "anjinho", enfim, os pensamentos bons,
os em itálico são os maus, o "diabinho", enfim.
e as partes em negrito e itálico são os dois juntos.
espero que tenha ficado claro no texto.

Naruto andava na brisa noturna, pois tinha perdido o sono, se sentindo meio emo e um tanto quanto retardado.

Hiashi o deixava com medo, mas era um frouxo mesmo. Ia perder Hinata para a América. Mas se ela o amasse mesmo não iria. Não, bateu o pé no chão. Se você a ama de verdade, vai entender.

E assim, passava por uma luta interna.

Naquele mesmo instante, muitas coisas estavam acontecendo.

Neji e Tenten começaram a morar juntos, na casa dos pais dela. Eles tinham duas casas e estavam passando um tempo na casa de camping, deixando Neji e Tenten sozinhos.

Eles tinham hábitos noturnos, já que Tenten agora fazia estágio 4 noites por semana em um colégio ali perto.

Neji estava sentado no sofá, lendo seu caderno de teorias, quando ouviu um barulho seguido de um grito.

-AHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!! NEJI, MEU DEUS! ME AJUDE! – Tenten gritou, desesperada.

Neji saiu correndo pela casa, e encontrou no quarto de hóspedes um copo de água quebrado.

-Tenten...?

-Nejiii... –Ela o chamou da porta e saiu correndo.

Ele a alcançou no corredor, ela estava com uma cara safada.

-O que houve? –Ele pediu.

-Nada...- Ela falou abaixando o rosto. – Vem cá.

Ela o puxou até o sofá, onde o colocou sentado, e sumiu de novo.

-Onde você vai? – Ele gritou.

-Fica aí. –Ela mandou.

Depois de alguns minutos, ele pegou seu caderno de teorias novamente.

- Neji! Vem cá.

Ele levantou do sofá bufando. A verdade era que Tenten tinha problemas para dormir. Mas ela nunca tinha ficado tão agitada assim antes.

-Por Kami, Tenten, eu tenho que estudar! – Ele entrou no quarto dela, e parou.

Ela estava virada de costas, segurando o cordão do corselete que ela tinha comprado na páscoa.

-Tá bom, Neji! Eu ia te pedir ajuda com isso aqui, mas se você prefere estudar... – Ela falou, calmamente.

Neji, mudo de surpresa, chegou perto dela e amarrou o corselete nas costas dela.

-Assim está bom? –Ele pediu.

-Sim. –Ela se virou.

E ele perdeu o fôlego.

A peça que ela usava era branca com uns tons em azul bem forte, em várias partes, e tinha um decote que ia até o umbigo, mais ou menos.

-Eu só não entendi uma coisa. – Ela falou, fazendo Neji olhar diretamente em seus olhos, para prestar atenção.

-D-diga.

-Eu não sei porque amarrou, se pra tirar vai ter que desamarrar mesmo... –Ela falou encostando a boca em sua orelha, causando leve arrepio nele.

-T-T-Tenten, e-eu a-acho que i-isso n-não vai p-p-prestar... –Neji suava frio.

-Ora, eu não comprei pra prestar. Comprei apenas pra gente se divertir um pouco.

Assim que terminou de falar, deu nele um beijo avassalador.

Neji’s POV:

Vamos, homem, responda a ela!

Não, eu não posso, tenho que me autocontrolar!

Mas ela comprou isso pra você, seu tonto!

Neji, resista, resista...

Neji’s POV off.

-Ok, Tenten. Vamos brincar. – Ele falou entrelábios.

Ele a empurrou até a parede, a fazendo refém.

Logo, ele ficou tão emergente quanto ela. Fazendo-a querer gritar.

-AH!

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Na casa de Tsunade...

Ela e Jiraya estavam quase dormindo. No friozinho, é bom ficar agarradinho com alguém...

Jiraya estava inquieto, tinha se mexido um monte e não tinha conseguido dormir.

Tsunade percebeu.

-Amor...?

-Sim? – ele respondeu.

-O que houve?

-Nada...

-Hunf. –Tsunade bufou, e Jiraya riu, a abraçando ainda mais forte.

-Tsunade, você sabe que eu te amo, né?

Ela respondeu com um resmungo.

-Pois é, mulher. Eu amo você. De verdade.

Ela se virou para ele e deu-lhe um beijo.

-Hm, eu sei.

-E quero que você seja só minha pra sempre.

-Jiraya, que conversa estranha... – ela sorriu.

-Tsunade, você quer casar comigo?

Ela parou de respirar.

-O quê?

Ele acendeu a luz e sentou na cama.

-Tsunade, eu quero me casar contigo.

-Mas, mas... Jiraya! – Ela chorava, emocionada.

-Não me venha dizer que a gente é muito velho e nem que eu não tenho as alianças, porque nem uma das duas desculpas vai colar.

Ele tirou, do criado mudo, uma caixinha vermelha, pegou a aliança menor e colocou no dedo dela.

E ela ficou admirando a jóia, até dizer:

-Mas eu não falei que quero!

Jiraya tomou um susto.

-O quê?!

Ela riu.

-Brincadeirinha. É claro que eu quero!

-Sério? – ele pediu, descrente.

-Claro, seu bobo!

Eles se abraçaram, e depois disso, Jiraya conseguiu dormir tranquilamente.

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Temari estava na aula. Desde a páscoa, não falava mais com Shikamaru. Então botou a cabeça nos livros e foi estudar direito. Mas não o conseguiu esquecer, e começou a se sentir muito mal.

Ela estava na aula, quando alguém bater na porta da sala, e a professora se ausentou. Depois ela voltou, com um sorriso meigo, falando para ela.

-Temari, tão te chamando na porta.

Ela saiu, e pra sua surpresa, um rapaz de cabelo preto a esperava.

-Shikamaru?

-Temari, oi. – ele falou meio vermelho.

-O que você está fazendo aqui??

-Por favor, não briga comigo.

Ele passou ligeiramente o braço na cintura dela e a beijou.

Foi um beijo simples, mas foi o melhor beijo da vida deles.

-Shikamaru, eu... – Temari falou, começando a rir.

-Ah, é tão bom ver você feliz de novo... Eu senti tanta saudade de você... Posso te beijar de novo?

Ela ficou um pouco vermelha, mas sorriu e foi ao encontro dele.

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Voltando ao Naruto...

Ele parou diante da porta da mansão Hyuuga. Tinha tomado uma decisão.

Tocou a campainha.

Dentro da casa, todos já dormiam. Mas ele tocou insistentemente.

Hiashi acordou com o barulhão da campainha, e estava decidido a dar um soco na cara do palhaço que estava tocando a campainha.

~abriu a porta~

Naruto sabia quem ia atender a porta.

-Senhor Hiashi Hyuuga, eu tenho que conversar com você.

-Mas olha só que engraçado! Eu tenho que bater em você! Só que agora eu não estou a fim de acordar as minhas filhas. — Hiashi falou, irônico.

-Então tá. Mas de tarde você não me escapa.

-Ui! Isso é uma ameaça, Uzumaki?

-Não ,é só um aviso.

Estava feito.

De meio dia, almoçando sozinho, Naruto se decidiu. Ia falar para Hiashi que amava Hinata e iria até o inferno se fosse preciso, por ela.

Chegando em casa, um Hyuuga o esperava na porta. Era Neji.

-Boa tarde, Uzumaki! Belo dia hoje, né? – Ele admirava o céu.

-Realmente, o dia está lindo. Mas eu não to a fim de ficar falando sobre o tempo hoje. Tenha um bom dia, Neji.

-Mas eu não vim aqui falar sobre o tempo, eu vim trazer um recado.

Naruto se sobressaltou.

-Diga, então, é de quem?

-Do meu tio.

Não venha aqui em casa. Você tem que aprender onde é o seu lugar. Eu vou aí bater em você.

Sorriso ameaçador,

Hiashi.

-Que Kami-Sama protega e abençoe sua alma, Naruto.

-O que, seu tio te mandou dizer isso pra mim?

-Na verdade, sou eu que estou te dizendo isso.

O sorrisinho dele se desfez e ele entrou em casa.

Ali, pôs-se a pensar, mas logo Hiashi e um belo soco bateram na porta e em sua cara, pra variar.

-Eu disse que ia bater em você, moleque. – Falou Hiashi, enquanto Naruto gemia de dor.

-Cara, me escuta!

-Eu não vou te escutar! Tantas vezes eu te falei pra deixar minha filha em paz, e você não me ouviu, Uzumaki! O que te faz pensar que eu tenho que te ouvir? – Falou Hiashi.

~Outro soco, só que no outro olho~

Naruto gemia de dor. Ele não queria bater no Hiashi, mas este não o estavadando alternativa.

-Você tá na minha casa, quem manda aqui sou eu! — falou Naruto, dando um soco no estômago do Hyuuga, o fazendo tossir. – Eu não quero brigar com você. Só quero conversar sobre a Hinata!

-A conversa aqui é outra... – Falou o mais velho, escorado num móvel tentando recuperar o fôlego.

-Me escuta Hiashi. Senão ela ficará sabendo que você veio aqui e me bateu. E, pode crer, ela vai ficar bem chateada com o senhor...

Hiashi, derrotado, acenou levemente com a cabeça.

Notas finais
gente, qualquer coisa, podem falar, ok?
Ah, e só pra avisar, eu não sei escrever cenas de luta, como vocês podem perceber.
kissus!