Os Mortos que Caminham
58 Hospedeiros do Vírus
Alan: Jessie! Você está bem?! Jessie?!
Ha não!
Alan resolve chamar alguém. Ele vai aonde estava Alice.
Alan: Alice! A Jessie desmaiou!
Alice: Jessie?!
Eles vão até Jessie. Benjamin os vê.
Benjamin: Mas o quê será que está acontecendo?
Mikhael: Seja o quê for, não é coisa boa.
Benjamin: Vamos até lá.
Alguns do grupo escutaram, inclusive Max e Matt.
Alice vê Jessie.
Alice: Jessie! Não!
Benjamin: O quê aconteceu com a garota?
Alan: Quando eu vim para casa eu a vi já desmaiada.
Max: O quê aconteceu?
Alice: Jessie! Alguém tem que a levar para cama.
Alan: Eu levo.
Alan sobe as escadas e a deixa numa cama. Alice fica perto de Jessie. Passa-se um tempo e Alice pega na mão de Jessie.
Alice: Hum? Está quente.
Ela pega na testa dela.
Alice: Ela está com febre.
Alan:...
Benjamin: Isso é ruim.
Alice: Chamem o Robert e o Cristopher.
Max corre para os chamarem.
Max: Robert, Cristopher. Temos um problema.
Eles vão até Jessie. Os cientistas observam a situação de Jessie.
Robert: Parece que ela está fraca.
Alice: Fraca?!
Robert: Sim.
Cristopher: Ela vem se alimentando bem?
Alice: Ultimamente ela tem comido pouco.
Benjamin: Pode ser algo psicológico?
Robert: Sim. Dependendo da causa. Ela tem esse tipo de problema?
Alice:... É... Desde que o pai dela morreu ela ficou diferente. Mas nos últimos dias ela teve pesadelos e ficou com um semblante nada bom.
Benjamin: Doença causada por depressão. É o quê deduzo.
Robert: Pode ser também. Os dois fatores, da alimentação e o psicológico. Entretanto...
Alice: O quê?
Robert: Para levar a um desmaio, algo aconteceu instantaneamente.
Alice:...
Cristopher: Não temos certeza se são essas as causas, não sabemos como os vírus se comportam agora e como os organismos vivos reagem a este novo cenário.
Alice:...
Robert: Posso deduzir que nossos corpos não são mais os mesmos.
Max: O quê?
Nakata, Hike e Rarufel estavam por perto.
Nakata: Então você acha isso também.
Robert: Então você teve essa dedução.
Max: Do quê vocês estão falando?!
Cristopher: A dedução que Robert mencionou é uma forte explicação para a transformação de uma pessoa após ela ter sido morta.
Nakata: Vocês se lembram que houveram pessoas de nosso grupo que morreram e se transformaram? Como a Natalie. Houveram outros durante o tempo que vivemos na prisão. Então, implica-se afirmar que...
Max: O quê?
Robert: Estamos todos infectados!
Alice:... Infectados?!
Max: Mas como?
Cristopher: O vírus talvez esteja presente em todo o ar do planeta, isso é uma hipótese. Mas tenho 95% de certeza de que todos estamos infectados. Inalamos o vírus e de alguma forma ele age atacando o cérebro e fazendo papel de parasita sendo nosso corpo o hospedeiro.
Nakata: Um vírus que controla um organismo morto. Um morto que vive. Um morto que caminha, agindo apenas por instinto.
Hike: Você sabia dessas coisas Nakata?
Nakata: Eu tinha minhas deduções mas ao conhecer Robert e Cristopher, elas passaram a se confirmar cada vez mais.
Robert: Mas é claro que não temos como comprovar sem por meio de pesquisas. O mínimo que possamos fazer são deduções. O organismo da Jessie deve está com uma doença um pouco variada por conta do que está acontecendo com a natureza deste planeta. Nunca mais vimos alguém doente.
Alice: O quê vamos fazer?! Jessie vai se transformar em zumbi só porquê ela está com baixa imunidade?!
Cristopher: Eu acho que isso não vai acontecer. Quando morremos o vírus zumbi domina pois todos os anticorpos morrem, o quê onde torna uma grande exceção dos outros vírus. Mas é diferente quando somos mordidos. É como se o vírus do zumbi ativasse completamente o vírus que já temos, se a mordida for nos membros, se for amputado a tempo, o vírus não recebe uma quantidade necessária para ser ativado.
Max: É surpreendente como vocês possam saber tanto.
Rarufel: Faz muito sentido.
Nakata: Sem dúvida eu queria saber mais sobre esse vírus, se ao menos eu tivesse um laboratório com equipamentos necessários.
Robert: Sobre a Jessie, eu proponho que vamos à CDC ou para o hospital. Talvez haja uns antibióticos e outros remédios. É a única maneira.
Max: Então é isso que vamos fazer. Não podemos esperar. Não sabemos como vai está a situação de Jessie.
Benjamin: O hospital fica em Atlanta. Fica longe daqui. Já é meio dia. Quem for vai ter que levar suprimentos.
Matt: Benjamin tem razão. Vamos comer algo e pegar a estrada.
Max: Então você vai não é Matt?
Matt: Sim.
Rarufel: Eu vou.
Alan: Eu também vou.
Max: Tem certeza disso?
Alan: Sim. Afinal, eu não vou me conformar em ficar aqui sem poder ajudá-la. Eu tenho que fazer isso.
Max: OK.
Robert: É preciso que um de nós vá. Eu me ofereço.
Cristopher: Robert. Tenha cuidado.
Robert: Não precisa se preocupar.
Hike: Eu vou.
Max: Preciso avisar aos outros.
Max reúne todos e fala tudo.
Maicon: Alan. É perigoso.
Alan: Não importa! Eu já estou preparado há muito tempo.
Maicon:... Eu vou ajudar.
Mirian: Dessa vez eu quero ir.
Benjamin: É bom que fique gente para ajudar aqui também. Os suprimentos não são infinitos.
Vitória: Será que dá para eu ir?
Benjamin: Dá sim.
Max: Eu acho que já está bom. Espera aí, cadê o Jack?!
Mikhael: Ele foi para além da floresta. Até agora não voltou.
Max: A moto dele não está aqui também. Isso é estranho. Mas não podemos perder tempo indo procurá-lo. Jessie está doente, cada segundo aqui é um desperdício. Vamos lá.
O grupo colocava alguns suprimentos no trailer. O grupo era: Max, Matt, Hike, Mirian, Rarufel, Vitória, Maicon, Alan e Robert. Eles então se despedem da fazenda e pegam a estrada para ir para Atlanta. Matt estava dirigindo.
Durante o caminho, Robert pensava: Eles estão preparados para se arriscarem pela vida da Jessie. Mesmo sabendo das possibilidades dela morrer.
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