Os Mendozas, 16 anos depois
361 Capítulo 364 AMOR NA BANHEIRA
364 AMOR NA BANHEIRA
Camila e Leandro estão mais uma vez falando sobre sua lua de mel, a conversa que ela e o pai tiveram teve um efeito diferente do que o pai pensou... ela quer resolver logo isso de se entregar na lua de mel.
L- Meu amor... olha... pensa bem... como irei no seu quarto essa noite para fazermos amor... seu pai apareceria com certeza.
C- Em nenhum desses dias ele apareceu.
L- Você é que pensa... eu o vi abrindo a porta do meu quarto... ele está sempre alerta.
C- Então você está com medo dele.
L- Mila... eu não quero fazer amor corrido contigo... quero fazer amor com calma na nossa lua de mel.
C- Mas esse é o problema...
L- Olha eu sei que todos pensam que sou um mané... por deixar você dominar essa relação... e principalmente por aceitar em não fazer amor na nossa lua de mel...
C- Meu pai disse que isso demostra o quando me ama... por isso quero demostrar a você o quanto te amo... quero ter uma lua de mel plena.
L- E você terá... meu amor... você confia em mim?
C- Totalmente.
L- Claro que confia, acreditou que não te tocaria na nossa lua de mel é uma prova de confiança.
C- Não entendi... (confusa) mentiu?
L- Não... jamais... mas confesso que tinha um plano, na verdade ainda tenho, por isso perguntei se confia em mim.
C- Vai ter safadeza? (curiosa)
L- Meu amor, nada do que fazemos é safadeza.... mas terá como disse, que confiar em mim e nada de tabus.
C- Como assim? (atenta)
L- Não tem “como assim”... acaba de me dizer que confia em mim... meu amor, a verdade disso tudo é que sabe se eu quisesse já teria feito amor comigo, não sabe?
Camila tem certeza disso, por isso apenas confirma com a cabeça.
L- Você ainda não foi preparada... vou preparar você... tenho um ano para treinar antes de ganhar a noiva na lua de mel. (sorrindo)
C- Me preparar? E começa hoje? (assanhadamente)
L- Não... mas esses dias.
C- Tem certeza de que não pode ser essa noite? (praticamente em cima do menino enquanto o beija)
L- Não senhora... (sorrindo com os beijos)
A- Sai de cima do menino Camila!!
Camila revira os olhos.
C- Papai eu sou noiva dele!
A- Sim... você continua noiva.... e enquanto for assim ficara longe dele.
L- Meu sogro, senta, por favor, que precisamos conversar.
C- Agora não meu amor... (tentando agarra-lo)
Armando senta entre os dois.
A- Fale...
L- Bem... não falamos em assuntos práticos ainda...
A- Assuntos práticos? Como assim?
L- Sim... aonde moraremos... essas coisas.
A- Você tem como pagar uma casa para ela morar?
L- Não... (pensando)
A- Você tem dinheiro para alimenta-la, porque não se engane com esse corpo esguio, porque ela come muito.
C- PapaiI!!! Isso não é coisas para falar!! Não é verdade meu amor, eu como bem pouquinho.
L- Mila... eu vejo você comer... é um trator.
Camila faz biquinho de irritada.
L- Não meu sogro, eu não tenho como sustenta-la.
A- Então, não tem o que conversar... morarão lá em casa.
C- Nem pensar!! Quero o chalé... o senhor já me deu.
A- Tudo bem... vocês vivem lá, mas comem na minha casa.
L- Meu sogro eu não tenho como negar... terei que aceitar, como o senhor bem sabe sou um duro, mas não conte sempre com isso.
A- Eu sei, mas eu queria que ficasse até se estabelecerem melhor.
C- Mas você meu amor, que posso sustentar a nós dois, com apartamento e tudo.
L- Eu sei, não é por machismo, apenas porque ali estaria mais protegida... perto da sua família.
C- Você quem sabe meu amor, o que importa é ficarmos juntos.
Camila tenta beijar o noivo, mas o pai está no meio...
C- Já terminou meu amor?
L- Já meu sogro.
A- Nada de agarrar o menino Camila!
C- Não posso prometer isso papai...
Armando revira os olhos e sai, mas mesmo de costa percebe que a filha cai em cima do noivo.
Ele sobe as escadas e entra no seu quarto e logo escuta um barulho de agua vindo da banheira e sorri animado tirando o casaco, imaginando que sua Betty relaxa na banheira, mas quando chega no banheiro vê Aninha brincando com a agua...
A- Minha bonequinha... (arrasado)
B- Meu amor... (colocando de novo a roupa do marido rindo) nossa filha queria tomar um banho de banheira e no dela não tem.
AN- Não papai... temos que escolher outro quarto.
A- Claro... faremos isso! Meu amor, vamos jantar aqui ou em restaurante?
B- Eu não sei, quem resolve isso são as convidadas da sua filha! (risos)
A- Vê se pode uma coisa dessa!
B- Meu amor... ser anfitrião é assim.
A- Por isso que não gosto de gente na minha casa!!
Nisso a porta bate.
B- Pode entrar...
Ruth entra indo até o banheiro.
R- Olha... tomando banho a princesinha... (sorri) Betty o que faremos a noite?
B – Bem... nós não sabemos, mas vocês devem sair sozinhos para jantar, curtir um pouco essa cidade.
R- Hummm ele está com raiva de mim.
A- Mas é claro! Estava toda assanhada com aquele tal de Jonny!
B- Armando! (risos sem graça) Querida, não se preocupe... fique arrumada, bem linda e o convide para jantar, ele não resistirá.
R- Mas os meus filhos?
B- Nós tomamos conta!
R- Como? Você já tem um monte!
B- Não se preocupe que tudo dará certo... vai tomar banho e ficar bem linda e cheirosa.
Ruth sorri r sai.
A- É assim que você me enrola, não é Betty?
B- Eu jamais te enrolei meu amor... (o beija)
A- Então vamos jantar aqui, pelo jeito!
B- Quem sabe? Como disse estamos à disposição das convidadas. (risos)
Nisso Camila entra com sua gangue.
C- Mamãe, não jantaremos em casa.
A- Como?
L- Se vocês não se importarem, claro minha sogra.
K- Na verdade é que no filme Pup Fiction o personagem do John Travolta fala que na França, o Macdonald os lanches são diferentes do que nos USA e queremos ver a diferença.
B- Bem... querida em cada país é diferente... não é o mesmo da Colômbia.
LU- Nós sabemos, apenas queremos ver a diferença.
B- Bem... (olhando para o marido) então acho que não tem problemas não é meu amor?
A- Mando um carro levar vocês.
C- Não precisa papai, vamos caminhando mesmo... eu mandei o carro buscar o Saul.
Ana- Aii prima essa sua mania de caminhar está nos quebrando!
C- Mas...
Paris se conhece caminhando. – Todos repetem.
K- Vamos prima! Mas te falo, por mais que caminhemos aqui nessa terra, jamais ficaremos com esse corpinho.
Camila sorri e sai sendo seguidas pela sua tropa, nisso Armando segura Jorge em um canto.
A- Toma meu filho... compre o que elas quiserem.
Dando dinheiro a ele, mas Lurdinha vê.
LU- Não tio, temos euro e não pretendemos voltar para o Rio com ele. (risos)
JO- Não esquenta papai!
Eles saem...
B- Bem... parece que vamos ficar sozinhos... (sorrido)
A- Acho que posso pensar em algo para fazermos, agora vou levar essa moça para o quarto e colocar roupas bem quentes.
Sai com Aninha.
Em Bogotá Catalina janta com James e Isabela na casa dos Mendozas, ela foi para visualizar melhor o que a noiva deseja para o casamento.... nossa cerimonialista está com uma lista de desejos para a cerimonia.
CT- Bem... a Betty me passou todas as coordenadas, mas ela quer um espaço muito grande para o total de convidados, são só esses mesmo? (analisando a lista)
I- Sim... Catalina, estou me casando longe de casa...
J- E ninguém concorda com o nosso casamento, acho que não precisamos esconder nada senhora.
CT- Não James... eu sei, disso, mas mesmo assim o lugar é grande demais... posso convidar então os funcionários da Ecomoda? Claro se você não se importar com pessoas que não conhece no seu casamento.
I- Catalina, eu sou inglesa... somos acostumados a ir em casamentos de quem não conhecemos apenas para agradar alguém da família.
CT- Você se importa James?
J- Não... conheço a maioria dos funcionários da empresa, ficaria feliz com a presença deles.
I- Por mim não haveria nada disso, mas esse homem não quer morar comigo no apartamento sem casamento.
J- Isa... já conversamos e é claro que você quer um casamento lindo... como qualquer noiva.
CT- Bem... não vai ser uma cerimônia da grandeza como foi a renovação de votos do Armando, mas será lindo.
I- Lindo isso de renovação de votos... faremos também não é James?
J- Quantas vezes você estiver disposta a se casar comigo.
CT- A sua irmã, fica aqui? Ou...
J/I- Nem pensar!!
Cata se surpreende com o desespero, afinal ela é irmã de Isabela.
I- Cata, posso te chamar assim?
CT- Claro, Armando sempre me chamou assim.
I- Então... minha irmã não deve ficar aqui... eu nem a queria nesse casamento, mas ela insistiu em vir.
CT- Então... a tiro da lista? (confusa)
J- Não... apenas arrume um bom hotel, mas bem longe daqui para ela.
Cata fica ainda mais confusa, mas sabe que não conseguirá tira nada de James então deixa para lá.
Ct- Aninha como daminha? Acho que ela já passou da idade.
I- Não fale isso com ela, porque ela quer. (risos)
Eles continuam o jantar falando sobre os preparativos sobre o casamento.
Os jovens chegam ao Macdonald e ficam rindo com o menu totalmente diferente do Rio... nisso o celular de Camila toca... ela não reconhece a chamada e atende.
C- Alô....
Daniel está no aeroporto embarcando quando resolve ligar para ela.
D- Oi Camila, é Daniel...
C- Tio Daniel? (confusa)
D- Já te falei para não me chamar assim. (sorrindo)
C- Desculpe. (risos) Daniel.
Leandro fica atendo a ligação...
D- Estou me despedindo... volto agora e quero agradecer pelo convite.
C- Eu é quem agradece por vir, nunca vem aos aniversários.
D- Sim, mas esse é especial, afinal faz 17 anos.
C- (risos) Sim, ano que vem serei uma mulher independente.
D- Sim... e poderá fazer o que quiser e ficar com quem quiser.
C- Bem... o que fazer eu ainda não sei, mas com quem será com o meu amor.
D- Claro que sim. (sorrindo) Bem... nos vemos em Bogotá.
Camila desliga o telefone.
L- Era... o senhor Valencia?
C- Sim...
L- O que ele queria?
C- Se despedir.
L- Estranho... ou ele sempre fez isso?
C- Não... acho que nunca me ligou.
L- E não acha estranho?
C- Claro que não meu amor... (o beija) o conheço de uma vida inteira.
L- Então tudo bem. (sorri)
Uma sementinha ficou no pensamento daquele jovem observado por Saul.
Betty está deitada no chão de seu quarto olhando os sapatos que comprou e também as coleções que foram mandadas para ela... ela olha aquilo tudo e pensa...
B- Como Armando não tem lugar para guardar seus carros eu também não tenho para guardar o que ganho em sapatos, muitos aqui jamais usariam... terei que ver o que faço com tudo isso.
Ele chega vê a mulher deitada, sorri e vai para o quarto, antes disso, Betty já lavou a banheira na esperança de um amor lá.
Ela escuta ele abrir a torneira da banheira e sorri... pensa, vou até lá ou espero ele vir me buscar?
Logo depois Betty sente o cheiro dos sais de banho misturado com a agua e senta na cama... esquece de vez os sapatos... Armando chega apenas de boxe preta e sorri para a mulher...
A- Quer tomar banho comigo?
B- Sempre meu amor...
Ele estende a mão para que ela se levanta... o olhar de predador de Armando ao mesmo tempo que assusta, excita Betty que já levanta com as pernas bandas.... ele sem desviar o olhar da presa começa a desabotoar a blusa dela... ela olha para o boxe e vê toda excitação do marido e acaricia seu membro por fora da sunga.
Armando joga a blusa dela longe tira a saia se abaixando... Betty está de meia calça, então ele com cuidado tira a infeliz da meia calça que separa da felicidade da vida daquele homem... ele abraça a mulher na altura do seu sexo e beija... Betty ainda em pé, (não sei como consegue) acaricia os cabelos dela... enquanto ele afasta um pouco a calcinha e faz um carinho bem gostoso nela.
Essa mulher delira de prazer, mas ele não quer leva-la ao orgasmo agora então tira a calcinha e a deita na cama e a beija... com a mesma naturalidade que ele domina aquele corpo, esse homem tira seu membro para fora e penetra sua esposa com volúpia.
Betty não sabe mais o que pensar, o amor não seria na banheira?
B- Não vamos para a banheira?
A- Sim... apenas não resisti ao seu cheiro... seu gosto... (a beija mais uma vez)
O beijo daquele homem é fantástico, levando a mulher ao paraíso apenas com um beijo, tanto que desmaiou na primeira vez que foi beijada por ele... ninguém ama ou beija melhor do que Armando Mendoza.
Armando sai de sua mulher tira sua box e vai para o banheiro, deixando uma mulher tona na cama...
B- Meu Deus... assim ele me mata!
Betty tira o resto de roupa que ainda tinha e segue seu amor.
Quando ela chega no banheiro ele está dentro da banheira e ao lado dela tem um lubrificante.... essa pobre mulher logo imagina... ele quer a outra forma de amor... e na banheira... ele fica ainda mais alucinado.
B- Noivos não podem fazer isso. (risinhos assanhados)
A- Mas nós somos noivos com privilegio, lembra? Vem aqui... não vai doer.
— Foi o que disse da última vez. – Pensa Betty.
Ela é entra na banheira e deita em cima dele e o beija.
B- Faça comigo o que quiser... essa noiva não tem regras bobas.
A- Para que foi dizer isso?
Armando rola com sua noiva na banheira em um beijo sem fim até debaixo d’água.
Eles gostam dessa dançam na banheira, seus sexos ficam juntos se esfregando um no outro e trazendo grande, mas não ouve orgasmo ainda e eles estão aponto de ebulição... por isso Armando senta na borda da banheira e pega o lubrificante para se preparar, mas Betty quer demostrar que também quer isso e não apenas satisfazer um gosto do marido e se ajoelha na frente dele.
B- Deixa que eu faço isso meu amor.
A- Jura que quer fazer isso? (já enlouquecido)
B- Quero isso e muito mais...
Betty deixa o lubrificante de lado e faz carinho no marido que joga a cabeça para trás de prazer.
Para Armando é muito importante que Betty queria fazer a outra forma de amor porque nem todas as mulheres gostam, por ignorância em não conhecer, ou por medo da dor ou mesmo por simples tabu... ele sabe que houve muita resistência da parte dela no início, mas hoje ele crer que ela também navega nessa fantasia dele.
Betty para o carinho, porque também já está desesperada e prepara o marido... olha nos olhos dele como se pedisse instruções.
Armando percebe...
A- Do jeito que você quiser!
Ela sabe que ela ficando por cima, é a forma mais dolorida, mas ao mesmo tempo tem a boca do marido e a carinha de prazer dele que é tudo que ela precisa para esquecer tudo e apenas sentir o prazer.
Então, como se fosse uma dominadora de homens... Betty senta no marido com cuidado evitando a ajuda dele... o rosto daquele homem perfeito muda na hora que percebe que está dento da mulher... Betty abraça o marido para ter força para descer mais um pouquinho... enquanto ele começa a se movimentar debaixo dela... eles se beijam como loucos e dizendo o quanto se amam... mas Armando quer mais, ele quer ficar completamente dentro dela e levanta um pouquinho e a abaixa ainda mais o quadril de sua esposa.
Era para Betty sentir dor quando ele fica completamente dentro dela, mas ela nem lembra ao ver a boquinha de desejo do marido... como ele é perfeito... um corpo e rosto lindo e ainda um amante maravilhoso... eles gemem tão alto que agradecem dos quartos aos lados não terem ninguém...
Edgar e Ruth passeia pela noite Parisiense... ele ainda finge estar chateado assim ela o agarra ainda mais para fazer as pazes.
R- Meu colombiano gostoso, vamos jantar?
E- Ahhh eu sou gostoso agora? Achei que preferia os americanos.
R- Sempre prefiro você, porque é o homem que amo.
E- Que azar seu, o homem da sua vida não é o que você ama!
R- Aiii já deu Edgar! Me perdoa. (o beija) Olha estamos sozinhos e longe dos Mendozas... podermos fazer o que quiser.
E- Eu estava bem lá cuidando dos nossos filhos!
R- Vai dizer que não pensava em sair sozinho comigo? Sem aquele bando de gente atrás?
E- Não sei... quem sabe... (se fazendo de difícil)
R- Pois eu estou amando passear sozinha com você... agarradinhos (abraça mais o marido) sem nos preocupar com nossos filhos e seus problemas deles...
E- Você me disse que íamos jantar... estou com fome.
R- E depois vamos fazer o que? (risos assanhados)
E- Vamos para casa. (prendendo o riso da carinha de sapeca da esposa)
R- Sim, mas o que faremos lá?
E- Senhora Aguilar me convidou para jantar... estou aqui apenas para ser alimentado.
R- Pois vou te levar no restaurante mais fino de Paris.
E- E vai pagar?
R- Ora... claro que sim! Sou a presidente de uma grande confecção!! Tenho grana! (metidinha)
E- Então vamos ver como vai ser essa comida que depois resolvo o que você merece depois dela.
R- Pois eu vou te alimentar muito bem e depois vou te devorar naquela cama!
Ruth agarra o marido e enfia a mão no sexo dele em cima da calça. Edgar olha para os lados assustado.
E- Que isso mulher??
R- Preparasse que a coisa vai ficar boa naquele quarto hoje!
Ri e sai abraçada ao marido que sorri.
Na banheira, os Mendozas estão abraçados... com Armando deitado e Betty alinhada no peito dele... os dois já fizeram bastante amor e agora escutam o coração um do outro... Armando segura a mão de sua esposa enquanto ela apenas sonha...
B- Se o mundo acabasse agora eu morreria feliz.
Armando sorri beija-lhe os dedos.
A- Se for morrer que seja assim, de prazer e que me leve junto.
Armando se lembra da conversa que teve com a filha e resolve tocar nesse assunto.
A- Hoje eu fiquei o dia inteiro sem entender o que a Ruth disse essa manhã.
B- O queria meu amor? Ela sempre fala as coisas para te aborrecer.
A- Ela disse que o filho ficaria na mão, mas agora eu sei do que se trata, Camila simplesmente não ia consumar o casamento.
B- É verdade meu amor...
A- Mas isso não pode Betty!! Ela não pode se casar e não querer fazer amor com o noivo!! Isso é inconcebível!!
B- Eu sei meu amo, mas ela não está preparada!
A- Que fique... o que vai resolver sobre isso?
B- Eu? Meu amor... minha mãe nunca me falou nada disso...eu aprendi as coisas com você, não sei o que dizer a ela.
A- Eu falei com ela... disse que isso não pode acontecer, se ela vai apenas brincar de casinha que não case! Ela tem que respeitar aquele menino!
Betty fica tonta... Armando age como se fosse o pai de Leandro e não de Camila.
A- Você sabe que gosto daquele menino... Betty ele tem respeitado minha filha todo esse tempo... e ela o agarrando de todas as maneiras, invadindo o quarto dele, se enfiando em um apartamento com ele e ele sempre a respeitou... sabe por que?
B- Não... (ainda mais confusa)
A- Porque é um cavalheiro e a ama profundamente... ele não merece casar com a menina que ama e não poder toca-la na lua de mel... você me disse que eles fazem lá aquilo...
B- Dão prazer um ao outro...
A- Isso... ele mesmo fazendo isso... ele não fez amor com ela... como? Como? O meu plano hoje era apenas te atrair para essa banheira e quando vi já estava em cima de você fazendo amor naquela cama...
B- Porque você me ama.
A- Betty... ele a ama, não vê? Simplesmente aceitar uma situação ridícula como essa apenas para estar com ela.
B- Meu amor o que disse a ela?
A- Que ela tem que se preparar... que tem que se entregar ao marido dela... se não estiver preparada apenas não se case.
Betty pensa que o marido fez besteira.
B- Meu amor... você sabe o que fez? Você deu passe livre para sua filha se entregar antes do casamento.
Armando pensa... pensa... e pensa que sim, fez besteira.
A- Sim... eu fiz, mas afinal, em um ano estará casada e isso não será tão importante.
B- Então... aquele papo que tivemos que se ela quisesse se entregar antes do casamento ainda vale?
A- Sim meu amor... nada mudará... eu a levarei naquela igreja de branco virgem ou não... apenas quero a certeza de que seja feliz.
Betty sorri e beija o peito do marido esperando por um “mas” ...
A- Mas de qualquer forma leve Camila ao pediatra de 3 em 3 meses para ver se ainda é virgem.
B- Meu amor... Camila não vai mais ao pediatra.
— Que vida infernal, essa minha. – Pensa Armando.
FOTO DE BETTY E OS SAPATOS

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