Os Mendozas, 16 anos depois

288 290 se preparando para a balada


290 SE PREPARANDO PARA A BALADA

Em Bogotá, as amigas fazem a reunião mensal, elas mudaram o jantar para almoço para que Betty participasse sem problema com Armando, mas nem por isso ela está hoje...

Na mesa estão Patrícia, Áurea Maria, Marcela, Tatiele, Luciana e Diana... todas estão almoçando animadamente...

M- Meninas... acho que essa vez será a ultima que temos nossos encontros mensais.

T- Por quê?

M- Betty vai retornar a presidência e eu terei que voltar para Miami... vou sentir muita falta de vocês... lá eu tenho amigas, mas elas não saem para bater papo... cada um vive a sua vida.

L- Entendo... as americanas são frias mesmo.

M- Não é só isso... falta o calor latino para se fazer amizade.

AM- Mas e seus funcionários? Porque não saem com eles?

M- Áurea Maria... não sou dessa forma... você sabe... lá eu trabalho muito e para falar a verdade não sei como Betty consegue levar essa empresa.

AM- Ela consegue levar porque trabalha com amigos... deveria tentar isso.

M- Quem sabe... depois desses meses trabalhando na minha cidade eu não mude.

P- Marcee... porque tem que ir? Trabalha aqui mesmo.

M- Não posso Patrícia... a minha vida é lá você sabe... meu marido tem uma empresa lá e está aqui apenas para me agradar... meus filhos têm amigos lá.

T- Vamos sentir muita falta sua Marcela, pode ter certeza disso.

L- Mas esse não pode ser nosso ultimo encontro, precisamos de Betty e Ruth também... estamos incompletas sem elas.

D- Isso é verdade.

M- É só marcar...

Toas olham para Diana que apenas olha para a comida...

L- O que houve amiga está enjoada?

D- Não os enjôos passaram, graças a Deus... mas gente... parece tão gostosa essa comidinha.

T- E está mesmo... porque não come?

D- Porque estou uma orca e não posso mais comer. (arrasada)

AM- Ai querida... você achou que não ia engordar?

D- Sim... eu sabia que ia... mas vocês não entendem... o Mario.

M- O que tem o Mario? Te chamou de gorda?

D- Não... sim... bem... ele só me chama de minha gorda, mas na verdade eu era gostosa e isso o deixava louco... porem agora é diferente... estou redonda. (ainda mais)

T- Não fique assim... eu também fiquei uma baleia e estou magrinha de novo.

D- Mas você sempre foi magra enquanto eu sempre lutei conta a balança... nunca mais vou ter meu corpo de novo.

M- Diana não é assim...

AM- Querida... você se casou com um milionário... nem que tenha que gastar cada centavo dele você volta a ser linda de novo.

D- É verdade... (pensa) afinal... ele é rico, para que estou me importando. (risos)

As amigas riem se divertindo com Diana.

Em Cartagena, Armando joga bilhar com Edgar na sala de jogos sozinhos...

A- Esse almoço não sai... estou com fome.

E- Confesso que eu também... não sei por que tomamos café tão cedo.

A- Só se você tomou, porque com aquela confusão não conseguir comer nada.

E- É verdade... nem eu... por isso estou com fome.

Nisso entra Betty toda animada com o celular na mão.

B- Meu amor advinha?

A- O que? (não gostando muito da animação da esposa, nunca é coisa boa para ele)

B- Papai está vindo!!

A- O que?? (arrasado)

B- Não é maravilhoso?

A- Simmm... (sorriso amarelo)

B- Sabia que ia gostar. (sorrindo)

A- Que alegria... (mais amarelo ainda)

B- Vou mudar todo o almoço. (o beija e sai ainda mais animada)

A- Meu Deus... mais gente na minha casa ainda... nada de amorzinho depois do almoço... (pensando alto)

Edgar sorri e Armando percebe que falou e não pensou e sorri sem graça.

A- Desculpe... mas o pai dela me tira do serio.

E- Já percebi isso.

A- Mesmo depois de todos esses anos ele não me aceita... acha que a filha merece algo melhor... eu sei disso... mas ela é minha!!! (batendo no peito)

E- Não concordo com você... Betty jamais achará homem que a ame mais.

A- Você pode ter certeza disso.

Nisso o celular dele toca...

A- Oi Mario... (sorrindo)

M- Oi Mario? É só isso que tem a me dizer? Mano você some não sei nada de você e quando te procuro está em Cartagena com seu novo amigo, o Edgar... esse é o amigo que sua mulher desejou toda uma vida.

A- O que? Mario depois de velho você ficou ciumento... que isso.

M- Você que me deixa assim... porque não me chamou?

A- Mario... as sobrinhas da Ruth estão aqui e são três junto com Edgar e os três filhos dele... você acha que eu ia querer ainda mais gente na minha casa?? Não me conhece mais!

Edgar ri.

M- Sim... é muita gente mesmo.

A- Não é não!! Porque meus sogros estão chegando e ainda vão atrasar ainda mais o meu almoço!

M- É tigre... está uma pilha.

A- Imagine... aquele velho falando mal de mim o tempo todo, já me basta à mulher desse aqui.

E- Ela me prometeu que não ia mais falar mal de você.

A- Até a primeira opinião dela... sua mulher tem sempre uma opinião ao meu respeito.

Nisso Betty chega muito feliz...

B- Meu amor... meus pais chegaram... não é bom?

A- Que alegria... que noticia boa... (sorriso amarelo) Mario tenho que desligar os pais da Betty chegaram.

M- Cruzes! Boa sorte! (desliga)

B- Vamos meu amor... vamos Edgar.

E- Vamos sim... Armando estava agora me dizendo que está muito feliz com sua felicidade ao encontrar seus pais.

B- Que nada... (beija o marido) meu pai implica com ele por ciúmes, mas meu amor entende não é?

A- Claro meu amor... (outro sorriso amarelo)

B- Então vamos...

Betty sai arrastando o marido que puxa Edgar... lá fora Julia e Hermes são apresentados as primas...

K- Prazer sou Katinha!

LU- Sou Ludinha, muito prazer!

Ana Lucia- E eu Ana Lucia.

J- Prazer meninas sou Julia Pinzon Solano.

H- E eu Hermes Pinzon Gallazo!

C- Elas moram no Rio vovô.

H- Ahhh brasileiras... pois saibam que o meu tio Lazaro Pinzon esteve naquele país há muito tempo e...

C- Vovô elas não querem saber... (sem graça)

H- É igual a sua mãe... não me deixa falar.

C- Vovô querido... (beijando a carequinha dele) não é isso... mamãe nos chamou para almoçar... vamos.

K- Depois o senhor conta sobre o seu tio... (sorrindo)

Nisso Betty chega...

B- Vamos almoçar gente.

C- Calma mamãe... está agitada com o almoço.

B- Seu pai está com fome...

LU- E o que tem? Ele tem que ficar com fome para comer. (sorrindo)

J- Minha filha não gosta que o marido sofra... nem com fome, não é minha filha?

R- Não acredito Betty! (risos)

B- Gente... ele não tomou café direito... (sem graça)

R- Ninguém tomou querida.

Nisso ele chega e fica perto da esposa...

A- Betty estou com fome.

B- Sim meu amor... vamos almoçar... os adultos vão almoçar lá dentro e vocês na piscina...

C- Está bem mamãe... fique calma que já vai alimentar seu amor. (sorrindo)

Armando olha para a filha sem entender nada sendo arrastado pela esposa indo para a sala de jantar.

Todos os adultos estão na mesa aproveitando a deliciosa comida que Betty mandou preparar...

H- Estive essa semana na empresa e me disseram que você assume a presidência semana que vem minha filha.

B- Sim papai... minha folga acaba semana que vem. (risos)

J- Folga? Cuidar de gêmeos... não vejo folga nisso. (sorrindo para a filha)

H- Isso que não entendo... toda vez que a menina tem um filho esse homem fica também de resguardo!

Armando revira os olhos.

B- Papai...

H- Mas é verdade! Quando que você esteve de licença que ele não esteve? Se tira férias esse homem tira também.

A- Betty... seu pai está falando mal de mim.

B- Papai... por favor, não fale mal do meu marido.

J- Hermes... para com isso.

H- Não estou falando nada de mais... apenas que a empresa sempre fica sem os dois à frente.

R- Mas eu acho que...

A- Você não acha nada!! Edgar!!!

B- Calma meu amor...

E- Ruth eu já te pedi!

R- Clama gente... que é isso... não vou falar mal dele.

A- Pois eu duvido! Você sempre fala mal de mim!

R- Pois está enganado... eu iria dizer que Betty é uma mulher de sorte, porque cuidar de um filho já é uma loucura e cuidar de dois é ainda pior... mas você Armando é um verdadeiro pai para essas crianças... você da banho, da mamadeira... cuida delas... jamais tive ajuda nisso... Edgar é um inútil nesse sentido.

E- É verdade... ela sempre me chamou de inútil.

R- Nunca cuidou do Leandro... eu imaginei que ele melhoria com Cristina, mas continuou o mesmo... você Armando é o marido que qualquer mulher ia querer... nesse aspecto, é claro.

Betty pega na mão dele e sorri para ele...

A- Obrigado... eu tento ajudar.

E- Eu... não sei... eles são moles e não ficam quietos no colo.

A- Você jamais vai pegar em um filho meu!!

E- Mas os seus já estão grandinhos.

A- Nem pensar!!! Jamais!!!

R- Viu... também tenho coisas boas para dizer ao seu respeito. (sorrindo)

A- Hummm...

H- Pois eu também tenho oras!!

J- Então diga que ele está precisando.

H- Li na revista de economia que você está concorrendo como administrador do ano de novo.

A- Esse ano não fiz quase nada. (sorrindo)

H- Mas não é só você... concorre pela franquia no Japão que trouxe muitos investimentos daquele país aqui.

A- Mas não fiz sozinho... Mario e Edgar me ajudaram e Betty organizou tudo.

R- Então terá que dividir esse prêmio, porque li que tem grandes chances de ganhar.

B- Meu marido premiado. (sorrindo)

A- Pois se eu ganhar vocês também ganha... e sinceramente isso sempre acaba em festas e prefiro ficar em casa com a minha família... só faço o meu trabalho para sustentar meus seis filhos.

H- Pois não fique aí se vangloriando que minha filha também concorre!

A- Betty? Com certeza ganha!

Betty sorri...

A- Toda vez que concorremos juntos ela ganha... incrível! Não posso concorrer contra a economista mais inteligente e linda do mundo... (a beija)

Na piscina os adolescentes junto com as crianças terminam o almoço.

LU- Prima... temos que ir embora.

C- Eu sei... os dias voaram...

K- Acho que teremos que ir hoje... iremos muito cedo amanhã para o Rio... temos que falar com seus pais.

C- Hoje? Puxa... prima... que coisa triste.

L- Nas férias iremos visitá-las meu amor.

C- Sim... mas está tão longe ainda...

Ana Lucia- O triste é que não conhecemos a noite Colombiana.

C- Pois se nem eu conheço... você achava que ia conhecer?

K- Claro! Bem que seus pais podiam nos levar para sair hoje à noite.

L- (risos) Meu sogro levar vocês para sair? O sol fez mal a sua insanidade.

AL- Papai não vai ao portão à noite meninas!

LU- Mas seus pais não saem à noite? Para nada?

C- Não... só quando tem um coquetel, mas é muito raro... eles preferem ficar em casa.

Ana Lucia- Mas do que adianta todo esse dinheiro se não gasta com diversão?

L- Ficar em casa com a mulher é a diversão do meu sogro... se tiver na cama então...

C- Mesmo achando que isso errado... é verdade... é o que ele gosta... mamãe da suas saidinhas com as amigas, mas ele não.

JO- Papai só sabe fazer filhos!

K- Prima... então está ai... vamos falar com a sua mãe... ela nos leva para sair hoje à noite.

L- Eu duvido que isso aconteça.

C- Você pode estar certa Katinha... vamos lá.

AL- Não vai dar certo você começar a chorar cumpridona.

C- Hummm tenho que pensar em algo!

K- Eu tenho uma idéia... vamos lá!

Eles vão até a sala de visita a onde eles tomam um cafezinho...

C- Mamãe... as primas têm que ir.

B- Mas já?

K- Sim tia... temos que ir muito cedo para casa...

R- É verdade... elas compraram passagem para muito cedo.

A- Mas isso não é problema... o jatinho as leva até lá.

K- Mas tia... queríamos fazer uma coisa diferente hoje.

LU- Nós participamos da sua vida... aqui... mas não conhecemos Bogotá direito.

K- A senhora sabe que o Rio é muito violento e por isso meus pais não nos deixa sair para a balada então imaginei que vocês poderiam nos levar...

A- O que?? O que é balada? (pasmo)

E- Nem imagino... (já imaginando o que vem)

H- Era só o que faltava! Senhorita, a menina não é dada a essas coisas... ela não freqüenta esses lugares.

B- Meninas... nós não conhecemos lugares assim... vocês querem ir a boates não é?

C- Sim mamãe... elas querem ir à balada... e nós também.

A- O que??? Bettyyyy!!!

H- A culpa é sua homem!! Não comanda com rédeas curtas essa família!

B- Calma.

LU- Tia... não queremos aqui em Cartagena, pois já percebemos que é não tem a noite que queremos... preferimos em Bogotá.

Hermes e Armando começam a falar no ouvido de Betty, mas ela olha para os adolescentes que a olha como se pedissem ajuda...

B- Me da o telefone Jorge.

Jorge dispara para pegar o telefone...

A- Meu amor... Betty... você não está pensando em ir.

Jorge retorna com o telefone e passa para a mãe.

B- Alô Mario...

Armando e Edgar se olham...

Mario está no clube olhando Ricardinho jogar bola com os coleguinhas.

M- Betty... aconteceu algum problema?

B- Mario... você, meu marido e o Edgar... (os dois se olham) vão levar as meninas para conhecer a noite de Bogotá.

M- O que? Mas porque eu?

B- Porque esses dois não sabem dessas coisas... vou precisar que você faça isso... leve em um bom lugar para que elas possam dançar e se divertir!

M- Betty eu sou o vice presidente comercial de uma empresa não sou babá de adolescentes e...

B- Isso é uma ordem Mario!!

M- É só marcar a hora Betty! (assustado)

B- Quando chegarmos a Bogotá eu te ligo. (desliga) Meninas vão arrumar suas coisas.

As meninas abraçam Betty sobe os olhares dos adultos incrédulos e sobem correndo para seu quartos junto com os outros.

A- Betty eu não acredito que me botou nessa furada!!! Eu não vou de jeito nenhum!!

E- E porque eu estou nisso? (arrasado)

B- Para escutar as reclamações de Armando!

R- Você é louca Betty... essas meninas vão aprontar lá.

B- Não poderia negar. Bem... vou tomar banho... estou suada... (olhando para o marido)

Uma confusão é armada com todos falando menos Armando percebe que a esposa está estranha e a vê sair pensativo... mas logo se lembra e se vira para Ruth.

A- A culpa é toda sua que primeiro enfiou seu filho com aquela coisinha dele aqui e agora me trás essas meninas bagunceiras!

R- Minha culpa?? Eu enfiei meu filho? Você que enfiou sua filha ciumenta que passa os dias batendo nele!! Fale com sua mulher, eu também acho que ela não deveria ceder!

E- Calma gente... eu não entendo porque tenho que ir... (arrasado)

R- Aposto que vai ficar de olho nas mulheres de lá!!

E- Eu?? Mas era o que me faltava!

H- Eu te disse Julia que esse homem é um inútil! A menina faz o que quer com ele.

A- E a culpa é minha de ela ter esse gênio???

J- Minha que não é...

Betty no quarto está alheia a tudo... quer mostrar sua depilação para o marido, mas ele não entra no quarto arrumando tumulto com Ruth na sala.

B- Jesus... que de esse homem...

Nisso ele entra ainda reclamando.

A- Betty!! Vai dizer a essas meninas que não vai ter bolada nenhuma.

B- É balada meu amor.

A- E o que é isso afinal?

B- Eu não sei direito... mas deve ser uma boate... fala-se assim agora... no nosso tempo era discoteca. (risos)

A- Não me importa que nome tenha hoje... Betty Camila é uma criança para ir a um lugar desses... imagine os meninos.

B- Eles na vão mesmo... meu amor... vou dar banho nos gêmeos para irmos. (sem graça olhando nos olhos dele indo até o closet)

A- Vou preparar tudo.

Betty sai olhando para ele... Armando fica imaginando o que ela quer, não pode ser que quer fazer amor... o tempo de vergonha já passou... ela hoje fala abertamente sobre tudo.

A- O que tem essa mulher hoje? (olhando ela se afastar)

Armando prepara o banho dos gêmeos, como na casa deles, ele tomou parte da sala intima da casa e fez um banheiro para os gêmeos com duas banheiras e trocadores... Betty chega com Fernando já peladinho e começa a dar banho nele...

A- Vou pegar Armandinho.

Ele vai pegar o menino e começa a dar banho... ele percebe que Betty da banho rápido em Fernando, coisa que ela nunca faz e que não olha direito nos olhos direitos, percebendo também que ela sua muito...

A- Meu amor o que houve? (acariciando os cabelos dela) Eu não fiquei com raiva pela furada que me colocou... sabe que nunca fico com raiva de você.

B- Eu sei meu amor... (secando Fernando)

A- Então o que foi?

B- Nada... (indo para trocador)

Armando observa a esposa sem entender nada, também trocando a roupa do filho...

B- Vou colocar no berço para que durma um pouquinho. (colocando o filho no berço)

A- Sim... não vai me falar o que tem?

B- Eu não tenho nada meu amor... só estou querendo voltar para a nossa casa.

A- Você está estranha desde que voltou do salão. (colocando Armandinho no berço) O que aconteceu lá?

B- Nada... (sorriso amarelo) vou tomar banho... estou muito suada.

Betty sai para o banheiro deixando o marido confuso... ela imagina que ele iria atrás dela para fazer amor como sempre acontece, mas ele está preocupado imaginando o que ela tem para pensar nessas coisas.

No banheiro Betty tira sua roupa... entra debaixo do chuveiro e espera que ele chegue, mas isso não acontece então resolve apelar...

B- Armando... acho que meu xampu está na banheira... pega para mim, por favor?

A- Claro.

Armando vai até a banheira e pega o xampu, quando chega ao banheiro Betty fica com vergonha e fica logo de costa... ele percebe e fica mais nervoso ainda...

A- Betty o que houve? O que aconteceu? Está me deixando desesperado? (nervoso) Fala para mim!

B- Meu amor...

Betty toma coragem e se vira para ele.

Armando quando olha para a esposa fica catatônico olhando para as partes intimas...

A- Betttyyy... o que você fez?

Betty não sabe se ele gostou ou não, por isso coloca as mãos no rosto morta de vergonha.

Armando sorri ao ver a vergonha da esposa... ela apesar de ser bem mais sensual, ainda é a sua Betty envergonhada.

A- Meu amor... porque fez isso? (sorrindo) Doeu?

B- Sim... (ainda muito envergonhada)

Armando entra no chuveiro de roupa e tudo e abraça sua Betty...

A- Dói agora? (acariciando a esposa)

B- Não... meu amor... está de roupa... está se molhando todo.

A- Não seja por isso.

Armando tira a roupa já desesperado de desejo.

A- Meu amor... fez isso para me seduzir? Sabe que não precisa. (a beija como louco sem deixar de acariciá-la)

B- Preciso sim... tem que saber... (já louca com as caricias dele) precisa sabe que é desejado.

A- Mas sofreu por minha culpa... Betty... ta tão lisinha...

B- Meu amor... não fale essas coisas.

Armando empurra Betty na parece e se esfrega nela com tanta volúpia que a machuca com seu sexo de tão excitado que está.

A- Hoje eu morro de desejo... Betty porque faz essas coisas comigo.

Armando está alucinado de desejo... e ela se sente muito feliz por seu marido ter gostado.

B Fiquei com medo de você não gostar...

A- Tudo que você faz eu gosto... de qualquer forma meu amor... é sempre você me enlouquecendo de qualquer jeito.

Armando a beija mais uma vez e desce para fazer carinho nela.

Betty enlouquece ainda mais... carinho com a essa depilação total é cem vezes melhor sentindo completamente a língua de seu marido... ela pensa que vai morrer ali... se segura no ombro dele para não desmaiar... porem ele também não agüenta mais e sobe amando sua Betty.... ela o segura em seu ombro quando ele levanta suas pernas ainda encostada-se à parede.

O amor é maravilhoso... eles dizem que se amam... dizem tudo que está sentindo o tão maravilhoso é o amor...

A água morna caindo em cima dos dois é um prazer a mais, junto com as estocadas com violência normal do marido... Armando não tem pena de Betty e se movimenta como louco levando os dois ao paraíso total.