Os Mendozas, 16 anos depois
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290 SE PREPARANDO PARA A BALADA
Em Bogotá, as amigas fazem a reunião mensal, elas mudaram o jantar para almoço para que Betty participasse sem problema com Armando, mas nem por isso ela está hoje...
Na mesa estão Patrícia, Áurea Maria, Marcela, Tatiele, Luciana e Diana... todas estão almoçando animadamente...
M- Meninas... acho que essa vez será a ultima que temos nossos encontros mensais.
T- Por quê?
M- Betty vai retornar a presidência e eu terei que voltar para Miami... vou sentir muita falta de vocês... lá eu tenho amigas, mas elas não saem para bater papo... cada um vive a sua vida.
L- Entendo... as americanas são frias mesmo.
M- Não é só isso... falta o calor latino para se fazer amizade.
AM- Mas e seus funcionários? Porque não saem com eles?
M- Áurea Maria... não sou dessa forma... você sabe... lá eu trabalho muito e para falar a verdade não sei como Betty consegue levar essa empresa.
AM- Ela consegue levar porque trabalha com amigos... deveria tentar isso.
M- Quem sabe... depois desses meses trabalhando na minha cidade eu não mude.
P- Marcee... porque tem que ir? Trabalha aqui mesmo.
M- Não posso Patrícia... a minha vida é lá você sabe... meu marido tem uma empresa lá e está aqui apenas para me agradar... meus filhos têm amigos lá.
T- Vamos sentir muita falta sua Marcela, pode ter certeza disso.
L- Mas esse não pode ser nosso ultimo encontro, precisamos de Betty e Ruth também... estamos incompletas sem elas.
D- Isso é verdade.
M- É só marcar...
Toas olham para Diana que apenas olha para a comida...
L- O que houve amiga está enjoada?
D- Não os enjôos passaram, graças a Deus... mas gente... parece tão gostosa essa comidinha.
T- E está mesmo... porque não come?
D- Porque estou uma orca e não posso mais comer. (arrasada)
AM- Ai querida... você achou que não ia engordar?
D- Sim... eu sabia que ia... mas vocês não entendem... o Mario.
M- O que tem o Mario? Te chamou de gorda?
D- Não... sim... bem... ele só me chama de minha gorda, mas na verdade eu era gostosa e isso o deixava louco... porem agora é diferente... estou redonda. (ainda mais)
T- Não fique assim... eu também fiquei uma baleia e estou magrinha de novo.
D- Mas você sempre foi magra enquanto eu sempre lutei conta a balança... nunca mais vou ter meu corpo de novo.
M- Diana não é assim...
AM- Querida... você se casou com um milionário... nem que tenha que gastar cada centavo dele você volta a ser linda de novo.
D- É verdade... (pensa) afinal... ele é rico, para que estou me importando. (risos)
As amigas riem se divertindo com Diana.
Em Cartagena, Armando joga bilhar com Edgar na sala de jogos sozinhos...
A- Esse almoço não sai... estou com fome.
E- Confesso que eu também... não sei por que tomamos café tão cedo.
A- Só se você tomou, porque com aquela confusão não conseguir comer nada.
E- É verdade... nem eu... por isso estou com fome.
Nisso entra Betty toda animada com o celular na mão.
B- Meu amor advinha?
A- O que? (não gostando muito da animação da esposa, nunca é coisa boa para ele)
B- Papai está vindo!!
A- O que?? (arrasado)
B- Não é maravilhoso?
A- Simmm... (sorriso amarelo)
B- Sabia que ia gostar. (sorrindo)
A- Que alegria... (mais amarelo ainda)
B- Vou mudar todo o almoço. (o beija e sai ainda mais animada)
A- Meu Deus... mais gente na minha casa ainda... nada de amorzinho depois do almoço... (pensando alto)
Edgar sorri e Armando percebe que falou e não pensou e sorri sem graça.
A- Desculpe... mas o pai dela me tira do serio.
E- Já percebi isso.
A- Mesmo depois de todos esses anos ele não me aceita... acha que a filha merece algo melhor... eu sei disso... mas ela é minha!!! (batendo no peito)
E- Não concordo com você... Betty jamais achará homem que a ame mais.
A- Você pode ter certeza disso.
Nisso o celular dele toca...
A- Oi Mario... (sorrindo)
M- Oi Mario? É só isso que tem a me dizer? Mano você some não sei nada de você e quando te procuro está em Cartagena com seu novo amigo, o Edgar... esse é o amigo que sua mulher desejou toda uma vida.
A- O que? Mario depois de velho você ficou ciumento... que isso.
M- Você que me deixa assim... porque não me chamou?
A- Mario... as sobrinhas da Ruth estão aqui e são três junto com Edgar e os três filhos dele... você acha que eu ia querer ainda mais gente na minha casa?? Não me conhece mais!
Edgar ri.
M- Sim... é muita gente mesmo.
A- Não é não!! Porque meus sogros estão chegando e ainda vão atrasar ainda mais o meu almoço!
M- É tigre... está uma pilha.
A- Imagine... aquele velho falando mal de mim o tempo todo, já me basta à mulher desse aqui.
E- Ela me prometeu que não ia mais falar mal de você.
A- Até a primeira opinião dela... sua mulher tem sempre uma opinião ao meu respeito.
Nisso Betty chega muito feliz...
B- Meu amor... meus pais chegaram... não é bom?
A- Que alegria... que noticia boa... (sorriso amarelo) Mario tenho que desligar os pais da Betty chegaram.
M- Cruzes! Boa sorte! (desliga)
B- Vamos meu amor... vamos Edgar.
E- Vamos sim... Armando estava agora me dizendo que está muito feliz com sua felicidade ao encontrar seus pais.
B- Que nada... (beija o marido) meu pai implica com ele por ciúmes, mas meu amor entende não é?
A- Claro meu amor... (outro sorriso amarelo)
B- Então vamos...
Betty sai arrastando o marido que puxa Edgar... lá fora Julia e Hermes são apresentados as primas...
K- Prazer sou Katinha!
LU- Sou Ludinha, muito prazer!
Ana Lucia- E eu Ana Lucia.
J- Prazer meninas sou Julia Pinzon Solano.
H- E eu Hermes Pinzon Gallazo!
C- Elas moram no Rio vovô.
H- Ahhh brasileiras... pois saibam que o meu tio Lazaro Pinzon esteve naquele país há muito tempo e...
C- Vovô elas não querem saber... (sem graça)
H- É igual a sua mãe... não me deixa falar.
C- Vovô querido... (beijando a carequinha dele) não é isso... mamãe nos chamou para almoçar... vamos.
K- Depois o senhor conta sobre o seu tio... (sorrindo)
Nisso Betty chega...
B- Vamos almoçar gente.
C- Calma mamãe... está agitada com o almoço.
B- Seu pai está com fome...
LU- E o que tem? Ele tem que ficar com fome para comer. (sorrindo)
J- Minha filha não gosta que o marido sofra... nem com fome, não é minha filha?
R- Não acredito Betty! (risos)
B- Gente... ele não tomou café direito... (sem graça)
R- Ninguém tomou querida.
Nisso ele chega e fica perto da esposa...
A- Betty estou com fome.
B- Sim meu amor... vamos almoçar... os adultos vão almoçar lá dentro e vocês na piscina...
C- Está bem mamãe... fique calma que já vai alimentar seu amor. (sorrindo)
Armando olha para a filha sem entender nada sendo arrastado pela esposa indo para a sala de jantar.
Todos os adultos estão na mesa aproveitando a deliciosa comida que Betty mandou preparar...
H- Estive essa semana na empresa e me disseram que você assume a presidência semana que vem minha filha.
B- Sim papai... minha folga acaba semana que vem. (risos)
J- Folga? Cuidar de gêmeos... não vejo folga nisso. (sorrindo para a filha)
H- Isso que não entendo... toda vez que a menina tem um filho esse homem fica também de resguardo!
Armando revira os olhos.
B- Papai...
H- Mas é verdade! Quando que você esteve de licença que ele não esteve? Se tira férias esse homem tira também.
A- Betty... seu pai está falando mal de mim.
B- Papai... por favor, não fale mal do meu marido.
J- Hermes... para com isso.
H- Não estou falando nada de mais... apenas que a empresa sempre fica sem os dois à frente.
R- Mas eu acho que...
A- Você não acha nada!! Edgar!!!
B- Calma meu amor...
E- Ruth eu já te pedi!
R- Clama gente... que é isso... não vou falar mal dele.
A- Pois eu duvido! Você sempre fala mal de mim!
R- Pois está enganado... eu iria dizer que Betty é uma mulher de sorte, porque cuidar de um filho já é uma loucura e cuidar de dois é ainda pior... mas você Armando é um verdadeiro pai para essas crianças... você da banho, da mamadeira... cuida delas... jamais tive ajuda nisso... Edgar é um inútil nesse sentido.
E- É verdade... ela sempre me chamou de inútil.
R- Nunca cuidou do Leandro... eu imaginei que ele melhoria com Cristina, mas continuou o mesmo... você Armando é o marido que qualquer mulher ia querer... nesse aspecto, é claro.
Betty pega na mão dele e sorri para ele...
A- Obrigado... eu tento ajudar.
E- Eu... não sei... eles são moles e não ficam quietos no colo.
A- Você jamais vai pegar em um filho meu!!
E- Mas os seus já estão grandinhos.
A- Nem pensar!!! Jamais!!!
R- Viu... também tenho coisas boas para dizer ao seu respeito. (sorrindo)
A- Hummm...
H- Pois eu também tenho oras!!
J- Então diga que ele está precisando.
H- Li na revista de economia que você está concorrendo como administrador do ano de novo.
A- Esse ano não fiz quase nada. (sorrindo)
H- Mas não é só você... concorre pela franquia no Japão que trouxe muitos investimentos daquele país aqui.
A- Mas não fiz sozinho... Mario e Edgar me ajudaram e Betty organizou tudo.
R- Então terá que dividir esse prêmio, porque li que tem grandes chances de ganhar.
B- Meu marido premiado. (sorrindo)
A- Pois se eu ganhar vocês também ganha... e sinceramente isso sempre acaba em festas e prefiro ficar em casa com a minha família... só faço o meu trabalho para sustentar meus seis filhos.
H- Pois não fique aí se vangloriando que minha filha também concorre!
A- Betty? Com certeza ganha!
Betty sorri...
A- Toda vez que concorremos juntos ela ganha... incrível! Não posso concorrer contra a economista mais inteligente e linda do mundo... (a beija)
Na piscina os adolescentes junto com as crianças terminam o almoço.
LU- Prima... temos que ir embora.
C- Eu sei... os dias voaram...
K- Acho que teremos que ir hoje... iremos muito cedo amanhã para o Rio... temos que falar com seus pais.
C- Hoje? Puxa... prima... que coisa triste.
L- Nas férias iremos visitá-las meu amor.
C- Sim... mas está tão longe ainda...
Ana Lucia- O triste é que não conhecemos a noite Colombiana.
C- Pois se nem eu conheço... você achava que ia conhecer?
K- Claro! Bem que seus pais podiam nos levar para sair hoje à noite.
L- (risos) Meu sogro levar vocês para sair? O sol fez mal a sua insanidade.
AL- Papai não vai ao portão à noite meninas!
LU- Mas seus pais não saem à noite? Para nada?
C- Não... só quando tem um coquetel, mas é muito raro... eles preferem ficar em casa.
Ana Lucia- Mas do que adianta todo esse dinheiro se não gasta com diversão?
L- Ficar em casa com a mulher é a diversão do meu sogro... se tiver na cama então...
C- Mesmo achando que isso errado... é verdade... é o que ele gosta... mamãe da suas saidinhas com as amigas, mas ele não.
JO- Papai só sabe fazer filhos!
K- Prima... então está ai... vamos falar com a sua mãe... ela nos leva para sair hoje à noite.
L- Eu duvido que isso aconteça.
C- Você pode estar certa Katinha... vamos lá.
AL- Não vai dar certo você começar a chorar cumpridona.
C- Hummm tenho que pensar em algo!
K- Eu tenho uma idéia... vamos lá!
Eles vão até a sala de visita a onde eles tomam um cafezinho...
C- Mamãe... as primas têm que ir.
B- Mas já?
K- Sim tia... temos que ir muito cedo para casa...
R- É verdade... elas compraram passagem para muito cedo.
A- Mas isso não é problema... o jatinho as leva até lá.
K- Mas tia... queríamos fazer uma coisa diferente hoje.
LU- Nós participamos da sua vida... aqui... mas não conhecemos Bogotá direito.
K- A senhora sabe que o Rio é muito violento e por isso meus pais não nos deixa sair para a balada então imaginei que vocês poderiam nos levar...
A- O que?? O que é balada? (pasmo)
E- Nem imagino... (já imaginando o que vem)
H- Era só o que faltava! Senhorita, a menina não é dada a essas coisas... ela não freqüenta esses lugares.
B- Meninas... nós não conhecemos lugares assim... vocês querem ir a boates não é?
C- Sim mamãe... elas querem ir à balada... e nós também.
A- O que??? Bettyyyy!!!
H- A culpa é sua homem!! Não comanda com rédeas curtas essa família!
B- Calma.
LU- Tia... não queremos aqui em Cartagena, pois já percebemos que é não tem a noite que queremos... preferimos em Bogotá.
Hermes e Armando começam a falar no ouvido de Betty, mas ela olha para os adolescentes que a olha como se pedissem ajuda...
B- Me da o telefone Jorge.
Jorge dispara para pegar o telefone...
A- Meu amor... Betty... você não está pensando em ir.
Jorge retorna com o telefone e passa para a mãe.
B- Alô Mario...
Armando e Edgar se olham...
Mario está no clube olhando Ricardinho jogar bola com os coleguinhas.
M- Betty... aconteceu algum problema?
B- Mario... você, meu marido e o Edgar... (os dois se olham) vão levar as meninas para conhecer a noite de Bogotá.
M- O que? Mas porque eu?
B- Porque esses dois não sabem dessas coisas... vou precisar que você faça isso... leve em um bom lugar para que elas possam dançar e se divertir!
M- Betty eu sou o vice presidente comercial de uma empresa não sou babá de adolescentes e...
B- Isso é uma ordem Mario!!
M- É só marcar a hora Betty! (assustado)
B- Quando chegarmos a Bogotá eu te ligo. (desliga) Meninas vão arrumar suas coisas.
As meninas abraçam Betty sobe os olhares dos adultos incrédulos e sobem correndo para seu quartos junto com os outros.
A- Betty eu não acredito que me botou nessa furada!!! Eu não vou de jeito nenhum!!
E- E porque eu estou nisso? (arrasado)
B- Para escutar as reclamações de Armando!
R- Você é louca Betty... essas meninas vão aprontar lá.
B- Não poderia negar. Bem... vou tomar banho... estou suada... (olhando para o marido)
Uma confusão é armada com todos falando menos Armando percebe que a esposa está estranha e a vê sair pensativo... mas logo se lembra e se vira para Ruth.
A- A culpa é toda sua que primeiro enfiou seu filho com aquela coisinha dele aqui e agora me trás essas meninas bagunceiras!
R- Minha culpa?? Eu enfiei meu filho? Você que enfiou sua filha ciumenta que passa os dias batendo nele!! Fale com sua mulher, eu também acho que ela não deveria ceder!
E- Calma gente... eu não entendo porque tenho que ir... (arrasado)
R- Aposto que vai ficar de olho nas mulheres de lá!!
E- Eu?? Mas era o que me faltava!
H- Eu te disse Julia que esse homem é um inútil! A menina faz o que quer com ele.
A- E a culpa é minha de ela ter esse gênio???
J- Minha que não é...
Betty no quarto está alheia a tudo... quer mostrar sua depilação para o marido, mas ele não entra no quarto arrumando tumulto com Ruth na sala.
B- Jesus... que de esse homem...
Nisso ele entra ainda reclamando.
A- Betty!! Vai dizer a essas meninas que não vai ter bolada nenhuma.
B- É balada meu amor.
A- E o que é isso afinal?
B- Eu não sei direito... mas deve ser uma boate... fala-se assim agora... no nosso tempo era discoteca. (risos)
A- Não me importa que nome tenha hoje... Betty Camila é uma criança para ir a um lugar desses... imagine os meninos.
B- Eles na vão mesmo... meu amor... vou dar banho nos gêmeos para irmos. (sem graça olhando nos olhos dele indo até o closet)
A- Vou preparar tudo.
Betty sai olhando para ele... Armando fica imaginando o que ela quer, não pode ser que quer fazer amor... o tempo de vergonha já passou... ela hoje fala abertamente sobre tudo.
A- O que tem essa mulher hoje? (olhando ela se afastar)
Armando prepara o banho dos gêmeos, como na casa deles, ele tomou parte da sala intima da casa e fez um banheiro para os gêmeos com duas banheiras e trocadores... Betty chega com Fernando já peladinho e começa a dar banho nele...
A- Vou pegar Armandinho.
Ele vai pegar o menino e começa a dar banho... ele percebe que Betty da banho rápido em Fernando, coisa que ela nunca faz e que não olha direito nos olhos direitos, percebendo também que ela sua muito...
A- Meu amor o que houve? (acariciando os cabelos dela) Eu não fiquei com raiva pela furada que me colocou... sabe que nunca fico com raiva de você.
B- Eu sei meu amor... (secando Fernando)
A- Então o que foi?
B- Nada... (indo para trocador)
Armando observa a esposa sem entender nada, também trocando a roupa do filho...
B- Vou colocar no berço para que durma um pouquinho. (colocando o filho no berço)
A- Sim... não vai me falar o que tem?
B- Eu não tenho nada meu amor... só estou querendo voltar para a nossa casa.
A- Você está estranha desde que voltou do salão. (colocando Armandinho no berço) O que aconteceu lá?
B- Nada... (sorriso amarelo) vou tomar banho... estou muito suada.
Betty sai para o banheiro deixando o marido confuso... ela imagina que ele iria atrás dela para fazer amor como sempre acontece, mas ele está preocupado imaginando o que ela tem para pensar nessas coisas.
No banheiro Betty tira sua roupa... entra debaixo do chuveiro e espera que ele chegue, mas isso não acontece então resolve apelar...
B- Armando... acho que meu xampu está na banheira... pega para mim, por favor?
A- Claro.
Armando vai até a banheira e pega o xampu, quando chega ao banheiro Betty fica com vergonha e fica logo de costa... ele percebe e fica mais nervoso ainda...
A- Betty o que houve? O que aconteceu? Está me deixando desesperado? (nervoso) Fala para mim!
B- Meu amor...
Betty toma coragem e se vira para ele.
Armando quando olha para a esposa fica catatônico olhando para as partes intimas...
A- Betttyyy... o que você fez?
Betty não sabe se ele gostou ou não, por isso coloca as mãos no rosto morta de vergonha.
Armando sorri ao ver a vergonha da esposa... ela apesar de ser bem mais sensual, ainda é a sua Betty envergonhada.
A- Meu amor... porque fez isso? (sorrindo) Doeu?
B- Sim... (ainda muito envergonhada)
Armando entra no chuveiro de roupa e tudo e abraça sua Betty...
A- Dói agora? (acariciando a esposa)
B- Não... meu amor... está de roupa... está se molhando todo.
A- Não seja por isso.
Armando tira a roupa já desesperado de desejo.
A- Meu amor... fez isso para me seduzir? Sabe que não precisa. (a beija como louco sem deixar de acariciá-la)
B- Preciso sim... tem que saber... (já louca com as caricias dele) precisa sabe que é desejado.
A- Mas sofreu por minha culpa... Betty... ta tão lisinha...
B- Meu amor... não fale essas coisas.
Armando empurra Betty na parece e se esfrega nela com tanta volúpia que a machuca com seu sexo de tão excitado que está.
A- Hoje eu morro de desejo... Betty porque faz essas coisas comigo.
Armando está alucinado de desejo... e ela se sente muito feliz por seu marido ter gostado.
B Fiquei com medo de você não gostar...
A- Tudo que você faz eu gosto... de qualquer forma meu amor... é sempre você me enlouquecendo de qualquer jeito.
Armando a beija mais uma vez e desce para fazer carinho nela.
Betty enlouquece ainda mais... carinho com a essa depilação total é cem vezes melhor sentindo completamente a língua de seu marido... ela pensa que vai morrer ali... se segura no ombro dele para não desmaiar... porem ele também não agüenta mais e sobe amando sua Betty.... ela o segura em seu ombro quando ele levanta suas pernas ainda encostada-se à parede.
O amor é maravilhoso... eles dizem que se amam... dizem tudo que está sentindo o tão maravilhoso é o amor...
A água morna caindo em cima dos dois é um prazer a mais, junto com as estocadas com violência normal do marido... Armando não tem pena de Betty e se movimenta como louco levando os dois ao paraíso total.
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