Os Lestrange e o nemeton
6 Dê um drink ao seu híbrido
Notas iniciais
O rapaz largou o microfone, aumentou a música do som no máximo e começou a andar em direção ao barman que o olhava com terror, pois a cada passo que o rapaz dava e sua aparência começava a mudar o seu cabelo diminuiu e mudou de cor se tornado pretos com a noite os olhos mudavam de castanho escuro para azul piscina o rapaz aumentou de tamanho e a sua pele passou de avermelhada para branca e as veias ao redor dos olhos começaram a ser mais evidentes o vampiro esbouçava um sorriso sádico que deixava suas presas enormes amostra. O barman tentava a todo custo correr, mas o seu corpo não obedecia era como se o corpo pesasse uma tonelada os olhos do rapaz encheram de lagrimas, pois ao olhar para o vampiro se olhos sedentos ele via a própria personificação da morte.
—Podem gritar à vontade se quiserem ninguém irá ouvi-los. -disse o vampiro ao pé do ouvido do rapaz.
Os gritos do barman rasgaram a noite no momento em que o vampiro mordeu seu pescoço, mas era obvio que todos naquele bar sabia que eles poderia gritar a vontade mais o que restava para eles era ver o vampiro sugar o sangue e a vida de um por um inertes somente esperando que chegasse a sua vez e que ele fosse rápido. Nikluas soltou o corpo do barman sem vida e foi em direção a mesas havia uma mesa com quatro homens sentados e pegou um cadeira e colocou perto da mesa e se sentou encarando os homens eles era genéricos cabelos pretos, bigode, olhos castanhos de estatura mediana, ele conseguia sentir o medo daqueles homens que olhava pelo cantos do olhos para o monstro com a boca coberta de sangue que acabará de se sentar com eles, Niklaus pegou o uísque que havia perto de um e deu um bom gole para limpar o paladar afinal aquilo era um rodizio ele tinha que aproveitar, quando se é um monstro sugador de sangue a tanto tempo quanto ele era você percebe que não é só o sangue das vítimas, mas o terror no olhar delas, ele em velocidade sobre-humana avanço no pescoço de um dos homens ao seu lado o sangue era bom e ver os demais homens tentarem lutar com toda as suas forças para se livrar do controle mental dele e não conseguirem, enquanto tinham que ver a chama de vida se apagar no olhar do amigo, Niklaus aprofundou a mordida mais e mais a sede o consumia, ele não conseguia parar, o sangue aliviava sua sede. Ele parou quando a cabeça do homem caiu o rapaz olhou para o homem sentado do seu outro lado e avançou no seu pescoço arrancando um pedaço do pescoço do homem e cuspindo em cima da mesa e voltou a morder bebendo o sague mais grande parte dele vazava, Niklaus foi um pouco mais bruto e arrancou os dois braços do homem só com um puxão e jogou os braços em algum canto os outros dois homens também foram desmembrando enquanto o vampiro se alimentava ele conseguia ver os olhos dos homem reviraram por conta da dor e a agonia de não poderem gritar.
O homem se levantou e seguiu para a próxima mesa havia um homem e duas mulheres era uma pequena família Niklaus se sentou na cadeira vazia entre as duas moças o marido tentava lutar com toda as suas forças ele tinha que proteger a esposa e a filha, Niklaus via isso na mente do homem o vampiro riu de maneira sádica revelando suas pressas o rapaz viu um copo de uísque vazio na frente do homem ele estava cansado de beber sozinho ele tirou uma pequena faca da parte interna da bota e pegou o copo do homem sem tirar o olhar do homem em pegou o braço da mulher mais nova que era loira e baixa e chorava Niklaus cortou o pulso da moça deixando que se sangue enchesse o copo até a metade depois ele levou o pulso da moça a sua boca a veias ao redor dos seus olhos sobre saltaram ainda mais e se espalhando pelas duas laterais dos seu rosto deixando sua face ainda mais monstruosa depois ele pegou o braço da mãe que também era loira e tinha o corpo mais formado que a filha o homem também cortou o pulso da mulher e terminou de encher o copo e depois Niklaus avançou no pescoço da mulher a mulher arfava de dor Niklaus conseguia ouvir a mulher implorar mentalmente que ele poupa-se sua filha. Logo a mente da mulher se silenciou e tempos depois a cabeça da mulher caiu no chão, Nik olhou para o homem as orbitas dos seus olhos estavam tomando por uma tonalidade vermelha por conta do sangue havia só um brilho dourado de suas pupilas.
—Sabe amigo, eu estou cansado de beber sozinho. – iniciou Niklaus pegando o copo com sangue os olhos do homem estavam marejados tanto pela dor quanto pela raiva. – Geralmente, Dário e Benedicth me ajudariam em fazer uma boquinha, todavia os imbecis dos meus irmãos querem distancia de mim é algo sobre eu matar pessoas e destruir a vida e harmonia familiar. – disse Niklaus de maneira irônica. – Bem, eu admito que posso me exceder um pouco. – Niklaus colocou a mão no peito assumindo parte de sua culpa. – Só porque eu massacre algumas pessoas eu me torno o vilão eles deveriam me dar um desconto eu não matei numa criança, isso deveria contar ao meu favor.
Niklaus colocou o copo na frente do homem o liquido era um pouco mais denso que a água.
—Os meus malditos irmãos sempre me abandonam. Sempre foi assim desde a nossa infância. – disse Niklaus se aproximando a mão da moça e fazendo um carinho em sua bochecha o toque do rapaz deixou o rosto da moça sujo de sangue o rapaz passou a mão na boca da moça a sujando de sangue na forma de uma batom bizarro o homem aproximou o rosto do da moça que chorava e tremia ela estava em total desespero o cheiro dela era doce seu sangue deveria ser delicioso o fundo da boca do vampiro começou a salivar suas presas se alongaram ainda mais ele segurou o queixo da moça com cuidado ele não queria desmembra-la antes do tempo. -Então amigo você vai beber comigo.
A mente do homem gritava em agonia e negação, mas meus com sua mente gritando em protesto a mão do homem segurou o copo e levou a boca as lagrimas dos olhos do homem começaram a cair. Niklaus não desviou o olhar do homem enquanto se aproximou do pescoço da moça e o mordeu satisfazendo sua sede e o sabor do sangue da moça era ainda melhor do que ele imaginava, era difícil encontrar uma moça jovem e saudável em dias como aquele o homem bebia o sangue seu rosto se contorcia em dor e agonia, Niklaus aprofundava cada vez mais a mordida tomando cuidado para não desperdiçar o sangue ele segurou os braços da moça e a desmembrou e sua cabeça caiu e o homem bateu o copo na mesa, Niklaus pegou a cabeça das duas mulher e colocou na mesa de frente para o homem que chorava de maneira copiosa olhando para as duas cabeças, Niklaus se recostou na cadeira sua camisa estava suja e ela gostava daquela camisa o rapaz sentia a dor e agonia do homem então resolveu dar fim aquilo se levanto e se aproximou do homem ele lembrava Charlie e mordeu o pescoço do homem e logo a cabeça do homem caiu Niklaus ainda sentia sede então ele se aproximou de um casal sentados em uma mesa mais no centro era uma jovem casal Niklaus se sentou ao lado da moça colocando seu braço ao redor do seu ombro era lembrava Leah, pela avermelhada, cílios longos, corpo definido, seios fartos e olhos pretos a moça tremia de medo.
—Eu vou permitir que você fale, amor. Mas não vai gritar. – disse Jacob e a moça automaticamente podia falar.
—Não, por favor. – implorou a moça.
Niklaus segurou o queixo da moça e aproximou seu nariz do rosto da moça, mas seu cheiro não era igual o de Leah, mas nada era perfeito.
—Vocês estão juntos a quanto tempo, amor? – questinou Niklaus.
—Alguns meses. – respondeu a mulher engolindo o seco.
—Você o ama?
—Sim. – respondeu a mulher chorando.
—Eu amo o amor lindo é a melhor coisa dos seres humanos. – respondeu Niklaus cheirando a mulher de novo. – Mas, eu acho que o amor deixa o ser vulnerável e quanto mais recíproco, mas poder para te destruir a pessoa tem e mais você tem a perder.
O homem que estava a frente olhando os dois começou a volitar sangue e gritar de dor e agonia o homem tombou para o lado rodando de dor no chão enquanto sufocava com o próprio sangue.
— O que está acontecendo?! – questionou a mulher gritando ele horava ao ver o namorado daquele jeito.
—Eu estou liquefazendo os órgãos internos dele. – respondeu Niklaus olhando para o rapaz. – Relaxa ele vai morrer logo, amor.
Em minutos o rapaz parou de se mexer enquanto a mulher tremia e solução chorando, Niklaus se virou para a moça.
—Bem, já que não posso me alimentar da Leah original uma sósia deve funcionar. – explicou Niklaus. -Leah me lembra uma pessoa e você me lembra Leah. E não me leve a mal, amor alguém tem que pagar por tanta semelhança. – Niklaus mordeu o pescoço da moça enquanto ela gritava de dor e desespero e aquilo era musica para os ouvidos do rapaz.
Jacob olhou ao redor do bar após desligar o som havia sangue na da boa do rapaz indo até a gola vê da camisa ele havia acabado de montar os corpos da suas vítimas de novo geralmente ele acabava por desmembrar algumas pessoas no processo de se alimentar os clientes ele montou todos os corpos sentados em suas cadeiras o barman estava deitado atrás do balcão somente com a cabeça encaixada no tronco ele tinha sido a primeira vítima todas as demais imploraram por suas vidas o pânico de não conseguirem se mover e fugir da morte eminente as deixavam mais desesperadas e Jacob sentia prazer por ver esse desespero, dá noite o rapaz só se recordava de flashes de memória geralmente o olhar das vítimas. O rapaz estava com a chave do bar na mão antes de sair desligou todas as luzes e virou a placa que estava na porta que antes indicava aberto para agora indicar fechado e fechou a porta do bar e foi caminhando lentamente até o seu carro ainda era madrugada. Jacob voltou para a estrada seguindo de volta para La Push pelo fato de ser de madrugada as ruas de Forks estavam vazias a memória do seu encontro com Bella voltou a sua mente da magia que ele absolveu dela quando a tocou não aconteceu o mesmo quando eles dançaram o que poderia significar que ela nem era uma bruxa e nem estava sob efeito de nenhum feitiço, mas que ele tinha tido algum contato físico com um bruxa nos últimos mês, desde que ele tinha chegado em La Push aquela havia sido a primeira pista de que tinham bruxas na cidade ele poderia usar a magia que sugou de Bella para encontrar a bruxa que teve contato com ela assim não teria que ficar perto da humana que tinha aquele cheiro doce de vampiro. O rapaz usaria a magia para seguir os rastros da bruxa se ela ainda estivesse na cidade ele a encontraria. A picape estava a 130 km/h indo rumo a La Push faltava poucas horas para amanhecer o que garantiria que não encontraria ninguém na reserva acordado, ninguém exceto os lobos e para ele naquele momento eles era sua maior preocupação se um lobo o encontrasse sujo de sangue do jeito que estava não teria como evitar uma luta e isso seria péssimo para os seus plano, então o melhor era ser o mais discreto possível entrou na estrada de chão e dirigiu indo em direção a casa de Billy estacionou em frente a casa e desceu rápido entrado na casa que estava com a porta só encostada foi direto para o quarto pegou a toalha e foi para o banheiro tomar banho após o banho colocou a roupa sujar de sangue em um saco de lixo e colocou em baixo da cama iria se livrar delas depois colocou uma calça moletom e caiu na cama. O rapaz se questionava quanto tempo teria até que ele encontrasse as bruxas ou as bruxas o encontrasse, o que lhe garantia que ele ainda tinha tempo era que o feitiço de camuflagem que jogou no Nemeton ainda estava intacto e agora ele finalmente tinha uma pista depois de tocar na garota Swan, antes que ele pudesse pensar mais alguma coisa o sono o venceu e ele caiu na inconsciência.
A claridade entrava pela janela o sol ainda não havia nascido, mas Jacob já estava na cozinha fazendo o café da manhã de Billy deixou em cima da mesa já preparado e perto os remédios que ele deveria tomar pela manhã o rapaz voltou para o quarto e vestiu uma camiseta cinza pegou o saco de roupa suja e saiu pela porta da frente correndo indo em direção à praia e antes de chegar a mesma encontrou o que queria em dias muito frios era muito comum colocarem toneis de metal para pegar fogo perto das estrada de chão de dentro da reserva para que assim as pessoas possa parar e se aquecer um pouco e havia um queimando em frente à casa dos Uley, Jacob apurou a audição e viu que Emily e Sam já estava acordado, mas o moço no quarto e ela na cozinha havia um tonel de metal e na sua boca as chamas ardiam de forma impetuosa o rapaz tirou as roupas do saco e jogou dentro do tonel jogando o saco também. E saiu correndo para um corrida matinal só que foi em direção a floresta ela não estava para muita conversa naquele dia ainda estava preocupado com as bruxas em Nova Orleans, todavia ela sabia que se algo grave acontecesse Emily o ligaria urgentemente e ela não tinha dado nenhum sinal de vida, mas o que o consolava é que o reforço que ele mandou para elas logo chegaria.
Depois de alguns quilômetros corridos decidiu voltar afinal o sol já tinha nascido a algum tempo e Billy já poderia ter acordado e o rapaz queria mais informação sobre a garota Swan e não queria ter que entrar na cabeça de Billy para isso. Enquanto voltava para casa passou por Sam e os outros dois rapazes Paul que era um pouco para baixo que Sam e Jarad os três olharam fixamente para Jacob, Sam tinha um certa desconfiança para com o rapaz na noite anterior havia percebido que cada vez que fazia perguntas sobre Jacob Billy ficava tenso e não havia gostado de ver a aproximação do rapaz com Leah apesar de como as coisas tinha terminado entre os dois Sam não queria o mau de Leah e ele não sabia o porquê mais sentia que o filho bastardo de Billy era encrenca, mas sabia que não podia chegar e falar com Leah sem magoa-la ainda mais ou pior lhe dar algum tipo de esperança que eles voltaria afinal Sam tinha uma ligação muito forte com Emily e depois do que ele tinha feito com o rosto da moça, Jacob sabia dos pensamentos de Sam ao seu respeito, mas o rapaz não se importava ele sabia o que os lobos chamavam de Imprinting, todavia nada justificava larga Leah em um dia e começar a correr atrás de Emily no dia seguinte com Imprinting ou sem ele não podia ter traído Leah daquela maneira por mais que ele ficasse com Emily ele poderia fazer as coisas devagar dando tempo para Leah se cura, mas ele foi egoísta e só pensou em seu bem e agora as primas que eram amigas de infância não se falavam. Os três rapazes seguiram seu caminho para dentro da floresta e Jake foi em direção a casa das reservas e o rapaz tinha que admitir se ele não soubesse o que estava acontecendo ele acharia bem estranho dois homens descamisados correram para a floresta juntos, apesar dele saber que os lobos não necessitavam de roupas pois não sentiam frio e ficavam grande parte do tempo transformado, todavia uma camisa regata não atrapalharia. Se aproximando da casa de Billy desacelerou subiu as escadas que dava acesso a porta e entrou na casa Billy estava na cozinha acompanhado de Sue e Harry, ao entrar no cômodo Jacob sentiu a tensão no ar com se os três tivessem acabado de discutir o rapaz foi até a garrafa térmica de café e colocou um pouco na xícara.
—Onde você foi ontem? – perguntou Billy com uma cara séria.
—Fui em um bar. -disse Jacob com certa malicia na voz deixando claro que não tinha feito nada de bom.
—Jacob, acho que não preciso lhe lembrar as bases do nosso acordo, não é? -disse Sue com uma voz calma, mas que no fundo tinha uma certa apreensão para ela era difícil aceita que o rapaz de pela avermelhada e cabelos longos a sua frente que parecia ser só um pouco mais velho do que seu filho era tão ameaçador assim.
—Sim, Sra.Clearwater ou prefere Sra. Uley acho que seu sobrenome de solteira soa melhor, Clearwater é bem estranho. -disse o rapaz bebendo um gole do café e percebendo que sua observação fez uma veia de irritação saltar no rosto de Harry.
—Eu irei direto ao ponto quero você bem longe dos meus filhos. -disse Sue com um ar protetor apesar de Sue não mudar de forma ela parecia um grande mãe loba que queria proteger seus filhotes de um grande mal.
—Eu gosto tanto da companhia da bela Leah, não sei se consigo me afastar ela está tão frágil. -disse Jacob de uma maneira educada, mas havia uma certa maldade e provocação em sua voz. – O que vocês acham que ela pensaria se soubesse que os próprios pais poderiam fazer a dor dela parar, mas preferiram ser omissos para manterem as próprias mentiras?
Harry que estava sentado bateu com o punho na mesa no seu olhar tinha raiva mais também tristeza.
—Lá fora Niklaus, agora. -disse o velho se levantando sem dar chance para protesto.
Jacob seguiu o homem, Harry foi andando na frente indo em direção a praia e o rapaz o seguiu de perto até que ficou ao lado do homem mais velho.
—Por quanto tempo irá tortura minha família pelo que fizemos? – perguntou Harry de forma miserável.
—Como eu disse para o seu avô eu faria com o sobrenome Clearwater sofresse pela eternidade. – disse Jacob sem encarar o homem mais velho o seu olhar era distante com se ele lembrasse de algo a muito tempo esquecido. – Nenhum sofrimento será o suficiente para vocês repararem o mau que fizeram.
—Você não poderia simplesmente superar? -disse o homem com uma voz penitente.
—Superar? – a voz de Jacob era incrédula. – Trezentos e trinta e três homens, mulheres e crianças que confiaram suas vidas a mim e a sua família morreram por conta da ambição por poder da sua família, Sr. Clearwater seres sobrenaturais que viviam em paz em Forks e o seu avô os traiu entregou cada um deles para poder ter poder. Suas palavras vazias não trarão nenhum deles de volta, as cinzas de cada um deles que foram queimados naquela noite clamam por vingança. O seu avô os ouviu gritar enquanto as chamas os consumiam ele assistiu pessoas que lutaram ao lado dele que ele chamava de irmãos morrerem e nada fez. – Jacob se colocou na frente do homem para que esse o encarasse. – Eu posso ser um monstro Sr. Clearwater, mas quem tem um histórico de fazer coisas monstruosas é a sua família.
—Seth e Leah, são inocentes eles não têm nada a ver com essa história eles nem sabem quem os Clearwater foram, deixe-os fora disso. – a voz do homem era suplicante, pois ele realmente temia pela vida dos filhos.
—Eles são Clearwater, Harry. -disse Jacob se aproximando do rosto do homem. – Já estão metidos nisso até o pescoço.
Jacob passou pelo homem trombando em seu ombro retornando pelo caminho que tinha vindo.
—Eles são só crianças Jacob, busque ter um pouco de compaixão. Depois de tantos anos não pode só haver rancor dentro do seu peito. – gritou Harry em um último ato de desespero.
—Diferente do seu Sr. Clearwater, o meu coração é grande e forte. – Iniciou Jacob dando uma olhada para Harry. – Não subestime a capacidade dele guardar rancor.
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