Os Lendários Guardiões:Templo Dos Deuses

32 O Gigante de Lava e o Gigante Lendário


Notas iniciais
Gente, aqui está outro cap. Gostei demais de fazê-lo e garanto que vão gostar também. Está longo, eu sei, mas garanto que nem vão perceber, pois as palavras são pequenas e tals.
Aproveitem e obrigado pelos reviews anteriores.
Quando acabar de ler, deixe sua review ^^
Os Lendários Guardiões –Templo dos deuses-

Livro 1: Planta ......................................................................... Capítulo 32:

O Gigante de Lava e o Gigante Lendário

Edward deu um salto na direção de Plantmort. Como por mágica, todo o lodo que estava tampando as janelas e portas começaram a estourar, liberando ar puro e claridade para o castelo. Edward correu levemente e deu outro salto e no ar, com um giro, acertou um chute no rosto de Plantmort. Caindo no chão, deu uma rasteira no monstro, que caiu.

–Você não é assim!-Edward deu um soco no rosto de Plantmort, ainda caído. –Você não é assim!!!

Plantmort estava parado, recebendo todos os socos que Edward lhe dera. Foi aí que, no último soco no rosto de Plantmort, a mão de Edward prendeu e Plantmort o pegou e o jogou contra a parede. Seu corpo afundou nela e estava suspenso, preso no concreto. Plantmort estava lhe dando mais socos na barriga e no rosto, o que estava afundando Edward ainda mais.

–E isto é por saber que você queria me matar!-Plantmort pegou Edward pela cabeça e o jogou para o chão, que quebrou, fazendo-o cair no andar de baixo. –Ah... Não foge não!-Plantmort pulou lá em baixo, caindo bem próximo de Edward.

Edward estava tentando se levantar, mas Plantmort pisou em suas costas.

–Sua força me surpreende.-pega Edward pelos cabelos. –É impossível você continuar movendo um músculo depois disso... Então voe!

Edward é lançado no final do corredor, batendo na parede após rolar alguns metros. Plantmort correu até ele, foi quando a madeira e raízes que estavam ali começaram a se juntar involuntariamente, protegendo Edward dentro de uma cúpula.


Ícaro, Fléreri e Áquary, além dos outros estavam na ilha, observando que as tropas da Metrópole estavam paradas, sem fazer nada, após lançar algumas rochas.

–Nossa! Viram aquele pedregulho que eles lançaram contra a gente?-perguntou Áquary com seu coração pulsando mais forte. –Sorte que ele sumiu no ar...

–É mesmo.-disse Ícaro, meio irônico, pensando. –Sabe, tudo que entra, tem que sair...

–Cara, se você tá querendo fazer alguma coisa, é só ir na praia e se lava lá...-disse Áquary querendo rir, até pensando besteira. –Não precisa ficar avisando.

–Cala a boca!-disse Fléreri já se enjoando. –Só você que não entendeu o que o cara disse!

Ícaro levantou suas asas, arqueando-as no ar.

–Se a pedra entrou ali, ela deve ter saído em algum lugar...

Ícaro já ia voar quando Gabriel lhe intervém.

–E você não tá pensando em ir lá.. Ou está?

Ícaro abaixou suas asas, olhando para o garoto que nem conhecia.

–Por quê?

–E se ela foi pra lugar nenhum.-Gabriel começou, percebendo que Ícaro estava começando a refletir sobre isso. Atrás de Gabriel comentários puderam ser misturados. –Mas se quiser ir ver, pode ir.-Gabriel virou-se, sentando-se no chão e olhando Ícaro. –Só não diz que não teve opção.

Ícaro se calou, olhando para o mar querendo esconder a vergonha que sentiu quando um mísero garoto lhe deu uma moral. Foi aí que um cara gordo, portando uma machadinha de madeira e ferro pediu a palavra.

–Venho de um lugar onde o medo não existe. Sou de um reino de bárbaros mortais que não fogem de uma luta!-ele coloca a mão esquerda no ombro direito de Ícaro. –Sua coragem me surpreende e mesmo sem meu machado original, não ousarei fugir de uma batalha.

–O que ele tá dizendo?-perguntou Fléreri. –Será que é da Metrópole ou do ataque?

–Deve ser isso mesmo...-Áquary cruzou os braços, olhando o cara fazer um discurso para Ícaro. –É cada maluco que eu vejo pela minha vida, que eu desconfio até de mim mesmo.

–... Por isso meu povo!-o cara diz, virando-se para todo mundo. –Temos que nos unir para derrotar essa criatura nefasta!

–Ele serve para ser político.-diz Áquary rindo tanto que quase caiu no chão.

–Mas ele tá certo.-diz Fléreri levantando a mão junto com todo mundo que levantava também.

Ícaro ergueu suas asas e voou rapidamente.

–Todos que possuem poderes à distância. Desse lado!-Ícaro aponta pra sua direita. –Poderes defensivos ou que ajudem os outros, desse lado.-ele aponta para a esquerda.

Muitos foram para o lado esquerdo. Somente cinquenta foi pro lado direito.

–Meus irmãos, vamos ao ataque!-o cara apontou seu machado para a Metrópole. –Juntem seus ataques e façam combinações, pois a Metrópole vai cair!


–O que é aquilo?-perguntou Eclésias olhando pela janela do Palácio de Mármore Carrara, na Metrópole, através de uma luneta. –Lord Flamareon, olhe lá.

–Eclésias.-Flamareon dirigiu-se a mulher, com um sorriso sensual, após se distanciar de uma incrível maquete feita de ouro e prata, com base em bronze. –Não precisa me chamar de Lord...-ele a abraçou. –O que quer?

Eclésias então apontou para a parte da ilha que era visível do palácio. Flamareon debruçou-se para a luneta que estava apoiada numa haste de madeira e então pegou-a.

–Parece que eles tem um garoto alado. -referindo-se à Ícaro. –Há muitos deles... Pensei que a ilha estivesse destruída.

–Lord... Desculpe. Flamareon, os soldados que estavam operando as catapultas resolveram cessar fogo contra a ilha...-Eclésias começa a falar, mas para, mudando de assunto. –Recebemos um pássaro do comandante Nigazat Nara dizendo que perdemos na luta contra Lockhaven e ele está voltand...

–O que?!-Flamareon se exalta, quebrando uma enorme e larga mesa de marfim com um soco. –Perdemos para aquela cidadesinha inútil?

–Lord Flamareon...-pediu Eclésias, com gestos que diziam para ele se acalmar. –Por favor...

–Quantos morreram em batalha?-perguntou Flamareon apoiado na parede, com a cabeça abaixada. –Quantos?!

–Não sabemos, my Lord.–respondeu Eclésias indo ao encontro de Flamareon, para abraçá-lo, até que ela recebe um tapa em seu rosto.

–Não chegue perto de mim!-Flamareon apontou seu dedo indicador para ela, saindo da sala. –Resolverei isso eu mesmo.

Flamareon subiu as escadas do palácio, até que chegou ao topo do castelo, onde deu um grito forte e lançou um forte jato de lava na direção da ilha, que por algum motivo se aproximava da Metrópole.

–Pessoal...-disse Áquary surpreso. –O que é aquilo?

–Não sei...-Respondeu Fléreri, até que todos começam a correr. –Foge!

–Meu povo!-chamou o homem. –Não fujam da bata...-o homem foi coberto por uma camada de lava, que dissolveu seu corpo, restando apenas o machadinha e uma parte da mão.

–Estão fugindo...-Flamareon, raivoso. –Preparar!-ele grita para as catapultas e o pessoas que as operava. –Lançar!

Novamente dezenas de pedras foram lançadas na direção da ilha, acertando muitas pessoas. Ninguém lá dobrava terra, então ninguém ousava tentar pará-las. Até que Gabriel, junto com algumas pessoas que tinham raios ópticos, miraram numa rocha e as despedaçaram, dando coragem aos outros.

–Pessoal, sei que somos fracos quando um só.-disse Ícaro aterrissando no chão. –Mas juntos, somos invencíveis!

Todos pararam, pensando também, até que dão um enorme grito.

–Então “vamo” lá!-gritou Áquary. –Povo que não tem poderes, vem comigo!

–Vai pra onde?-perguntou Ícaro. –Pro navio?

–Sim.-Áquary. –Muita gente pode ser acertada.

E novamente as pedras caíram, dessa vez ninguém foi acertado.

–Vai lá, mano.-disse Fléreri, dando um abraço no irmão.

–“Vamo” lá, pessoal-disse Áquary. –Segue aê.


Algumas pessoas saíram de lá, indo para o navio que eles haviam reconstruído. Então, em quatro fileiras, as pessoas ficaram juntas, tendo Fléreri e Gabriel à frente.

–Dobradores de fogo!-gritou Fléreri, lançando uma rajada de fogo que produziu uma barreira na frente de cada fileira. –Já!

Da parede de fogo que estavam na frente de cada fileira uma forte rajada de fogo foi lançada contra as catapultas da Metrópole. Uma, em especial, estava no formato de Fénix, produção de Fléreri. Não atingiram com muito poder a Metrópole por causa da distância, mas o calor afugentou algumas pessoas.

–Isso!-comemorou Ícaro, voando. –Continuem!-ele se empolgou.

Os guerreiros começaram a usar outra rajada. De repente, do jato de fogo, uma forte rajada de raios ópticos surgiu, atingindo uma das catapultas. Flamareon não gostou nada.

–Não vão destruir meu império!-gritou ele, lançando outro jato de lava. –Tomem, seus vermes!

Da mão direita de Flamareon um jato de lava foi lançado, mas quando estava para chegar na direção dos caras que estavam com fogo, uma lâmina de vento golpeou a jato pelo meio, enquanto uma garota surgiu e, esticando seu braço direito, com os dedos mínimo e indicador eretos, enquanto os outros dobrados (mão chifrada ou heavy metal), fez um tipo de força, que desviou parte do ataque de lava. Ícaro voou na direção do castelo, lançando duas ondas de vento que foram na direção de Flamareon, mas esse, com dois socos, desfez as ondas. Ícaro lançou uma lâmina de vento, mas quando ia lançar outra, uma flecha atingiu-lhe a asa esquerda, fazendo com que perdesse o equilíbrio e caísse em direção ao mar.

–“Azera Fulvus Centrus!"-disse a garota, conjurando um encantamento, que parou Icaro no ar.

A garota trouxe Ícaro até a margem, até que o garoto de asas caiu no chão, com a asa sangrando.

–Vamos ter que quebrar.-disse Fléreri após avaliar a gravidade da situação.

–A asa?!-Ícaro, surpreso.

–Não, seu burro.-Gabriel, com os olhos baixos. –A flecha.

Então eles quebraram a flecha e puxaram a haste, deixando Ícaro repousando próximo de uma cúpula de metal.

–Não precisa se preocupar.-disse Gabriel, indo até Ícaro. –Eu fico te protegendo e …

Ícaro lhe interveio.

–Não precisa se preocupar.-disse Ícaro. –Eu me curo sozinho... Só que demora um pouco.

–Tá bem, então.

Foi quando o chão começou a tremer e algumas raízes começaram a sair do chão. Foi aí que os guerreiros responsáveis por proteger a ilha apareceram.

–Vai me dizer que é agora que eles se mexem!-disse Fléreri enquanto se agrupava com os outros no meio do descampado onde estavam, enquanto eram rodeados por dezenas de guerreiros da aldeia, entre eles Silas. –Viemos em paz, apenas proteger a ilha.-ele levantou a mão.

–Sabemos disso.-disse Silas virando-se para a Metrópole. –Viemos ajudar vocês.

–Isso não vai ficar assim!-gritou Flamareon pulando em direção ao mar.

–NÃAAAAAAOOOOOO...!!!-gritou Eclésias chorando, que via a tudo da janela.

Flamareon caiu na água do mar. Tudo ficou calmo durante alguns segundos, até que das águas uma grande nuvem de vapor surgiu, emergindo do oceano, um enorme monstro que deixou até o mais forte guerreiro da ilha tremendo de pavor.

–Um gigante de lava...-falou Fléreri engolindo a seco.



Plantmort dava socos e mais socos na cúpula onde Edward estava protegido. Lá dentro estava escuro, apenas iluminado fracamente por uma energia verde, que estava curando a pele de Edward. A cúpula era o coração do castelo, pois estava absorvendo uma parte da energia que todas as plantas da ilha, aldeia e castelo estavam recebendo.

–...Como eu posso lutar contra ele? –perguntou Edward na frente do portão onde Pain estava aprisionado.–Como vou lutar contra ele? Nem com a sua ajuda eu to conseguindo.

“Você controla plantas...”–começou Pain. “Plantmort é uma planta.”

–Mas eu posso controlar o Plantmort?-perguntou Edward incrédulo. –Assim, do nada?

“Com o poder do equinócio você pode qualquer coisa.-Pain estava começando a sumir nas sombras. “Ande logo, pois a tormenta se inicia.”

–AH!-Edward “acordou”, como se estivesse em baixo d'água, sem ar, voltando à tona.

Então, da cúpula, seis grandes tentáculos agarraram Plantmort, que tentava sair. Edward saiu da cúpula, sem nenhuma proteção de madeira nem nada. Manipulando as raízes, tentou espremer Plantmort, mas ele se soltou, manipulando as raízes. Foi então que Edward jogou-lhe seis sementes. Estas agarraram Plantmort, que tentou controlá-las, mas não conseguiu.

–O que?! Como?!

–Você não controla as minhas plantas...-descobriu Edward, enquanto correu para Plantmort e, dando um chute, fez com que ele caísse no chão. –Você vai me pagar!

Estendendo a mão, Edward então começou a atrair Plantmort para sua direção. Quando ele veio, com uma mão ele jogou Plantmort não chão. Foi quando as vinhas que estavam em Plantmort começaram a enrolar nas mãos de Edward, produzindo assim um efeito de broca, girando. Quando Edward ia cravar a broca em Plantmort, centenas de vozes foram ouvidas, zumbindo nos ouvidos do garoto, que caiu no chão contorcendo-se, com as mãos na cabeça.

–O que?!-Plantmort voltou ao “normal”, ficando mais calmo. –O que aconteceu?

–Me ajuda!!!-gritou Edward estendendo a mão à Plantmort. –Por favor...

–Edward!-Plantmort foi ao seu encontro. –O que tá sentindo...?

–Vozes. Muitas vozes.-disse Edward, tentando ouvir só uma. –Estão falando em um ataque... Monstro de fogo. Atacando a ilha.

–Essa não...-disse Plantmort, olhando para a janela mais próxima. –Temos que proteger a árvore principal.

–Por quê?-pediu Edward, tentando se acalmar. –O que acontece com ela?

–Se ela morrer ou for danificada...-Plantmort abaixou a cabeça. –Ficamos presos aqui, para sempre.

–Temos que ir para lá, rápido, então.-disse Edward enquanto andava em direção a porta, com as mãos na cabeça, massageando-a.

–Coloque isso na cabeça.-Plantmort retirou uma tiara de metal de sua cabeça. –Vai ajudar, acho.

–Está bem.-disse Edward colocando a tiara e vendo que melhorou um pouco. –Vai na frente e chame os outros.-disse Edward. –Tenho que ir no meu quarto.



–Como vamos detê-lo?!-perguntou Fléreri, tentando manipular o calor do monstro de lava, que estava atacando a ilha, com Flamareon em cima dele. –Ele é indestrutível!

–Nada é indestrutível.-Gabriel tentou atirar-lhe eletricidade. –Só nossos poderes que são fracos.

–Vocês pagarão caro por atacar a Metrópole.-gritou Flamareon, com raiva, fazendo o monstro lançar jatos de lava, poderosos. –Destruirei a ilha e tudo que nela existe!

–Não se eu puder evitar!-gritou Fléreri produzindo um redemoinho de fogo, que foi na direção do monstro, que apenas deu um soco no chão e dissipou o redemoinho. –Ah!

Os elfos tentaram jogar plantas nele, mas a lava as queimava. Ninguém naquela ilha podia ajudar. Flamareon atacava a ilha com toda a fúria. Na aldeia, Plantmort correu até a rua, onde chamou a todos para sair de lá. Muitas pessoas já estavam lutando contra o monstro e algumas foram para o lado do labirinto do Fauno. Haviam apenas Helleonora, Nilo, Caio e Oliver e Larienne, Sophie e Vëloci, além da moça e Caio, o filho, na aldeia. Plantmort chamou-os, até que viu Helleonora na porta, ficou com um pouco de raiva, mas então avisou a todos do perigo. Todos saíram.

–Edward!-gritou Natanael, após ver Edward correr para seu quarto, num dos corredores do castelo. –É você?

Edward parou, até que notou Natanael.

–Minha espada!-gritou Natanael todo contente, vendo sua espada enrolada numa capa de couro. –Você a achou... Como a encontrou...?

–Não posso falar agora!-Edward correu para seu quarto, pegando seu livro e sua aljava, além do arco. –A ilha tá sendo atacada!

–Isso eu já sei.-disse Natanael tentando acompanhar o ritmo acelerado de Edward. –Nós estamos atacando e..

–Não é isso.-disse Edward puxando Natanael. –Há um outro monstro lá fora.

Todos já haviam saído da ilha e Edward e Natanael estavam correndo até a árvore-principal, sem olhar para trás. Natanael estava quieto, com sua espada em punho e suas botas. Edward estava na frente da árvore-principal, até que segura nas mãos de Natanael, entrando nela.

–Você vai ajudar os outros?-perguntou Natanael do outro lado. –Vai precisar de ajuda.

–Tenho que proteger a árvore, se não toda a aldeia vai se perder, além da ilha.-disse Edward com as mãos nela. –A fumaça está forte!-Edward começou a tossir.

–Vai ficar aqui protegendo essa árvore?! -Natanael, incrédulo. –Com o pessoal precisando da sua ajuda!

–Eu sei o que faço!-disse Edward. –Agora vai!

–Você quem sabe...-ele virou de costas, correndo até o monstro.

Vamos lá, plantinha...–pediu Edward com as mãos na árvore, em meio a vários “me ajuda”. Por favor...

“Eu posso lhe ajudar melhor.”-disse Pain enquanto mais energia saía do portão. “Basta usar com sabedoria”.

Foi aí que Edward entrou na árvore, dessa vez para ajudar. O monstro estava caminhando em direção ao descampado, deixando um rastro de fogo que a energia das plantas não podia reparar. Áquary viera da praia, após deixar os outros no navio e estava atacando com água, apagando uma pequena parte do fogo produzido pelo monstro de 16 metros. Então todas as árvores começam a brilhar um verde cristalizado, então, dentro do esconderijo de Edward, suas plantinhas que se mexiam começam a ganhar braços e pernas, junto com grandes mandíbulas. Cerca de trinta plantas estavam lá. Cavando o solo, chegaram à superfície. Todas as árvores que estavam brilhando então começaram a ganhar vida extra, seus galhos se transformaram em braços e de seu caule, olhos ferozes e bocas famintas apareceram. Flamareon intimidou-se.

–O que é isso?

Foi quando toda a ilha começou a tremer bruscamente. Do solo, raízes enormes de espessuras incríveis desafixaram do chão, e um grande monstro gigantesco se levantou. Parecia um tipo de monstro sem chifres, de 35 metros,com uma fileira de grandes troncos expostos onde é a coluna vertebral. Sua pele é coberta por placas de cascas de árvores e sua face é intimidadores, furiosa. Em sua testa estava uma árvore brilhante verde: a árvore-principal, com Edward preso até a cintura em seu tronco. Seus olhos estavam verdes brilhantes e seus cabelos estavam brancos. Ele então dá um rugido forte, mas saiu de dentro da boca do monstro.

–Há milênios adormecido.-o monstro falou através de Edward. –Finalmente estou livre. Sou Ghor! A Ilha!


Continua no próximo episódio


Notas finais
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