Os Legados do Esquecido
4 Capitulo 4
Notas iniciais
E o ultimo por enquanto semana que vem vejo se posto mais
P.S esse símbolo indica que eles já acharam a número um então cuidado." Terminei de ler e fiquei sem reação era muita coisa para se acreditar e depois se eu for acreditar o que eu faço. Uma coisa era certa minha cicatriz era verdadeira então o restante deveria ser também, nesse tempo em que fiquei congelado mandy se aproxima e pega minha mão.– tudo vai ficar bem eu vou te ajudar. Por alguma razão eu sabia que ela estava certa ficamos na cabana por aproximadamente uma semana depois descemos pela floresta até a auto estrada e lá conseguimos carona com um caminhoneiro até seattle, ele nos deixou em um ponto qualquer da cidade não tínhamos dinheiro e com isso não podíamos ficar em um hotel então acabamos ficando em baixo de uma ponte, comíamos o que conseguimos trazer da cabana o que não foi muito e durou mais ou menos uns três dias, mandy dormia abraçada a mim por causa do frio que começava a se instaurar no ambiente ao nosso redor, depois de uns dias sem comida acabamos nos desesperando, mandy começou a chorar.– e agora Thi não temos mais comida e não sei o que fazer.– eu estaria mentindo se falasse que eu sei, a nossa escolha e sair daqui e procurar comida.– mais já fizemos isso e ninguém vai nos dar somos mendigos agora.– vamos tentar de novo nas casas tenho a impressão que hoje será diferente. Então fomos e como ela previra as pessoas desviavam de nos na rua, batíamos nas casas e as pessoas quando viam nosso estado batiam as portas nas nossas caras o pouco que conseguimos foi um pouco de carne e uma garrafa de água que um açougueiro nos deu, fomos para um beco perto do açougue e acendemos uma fogueira dentro de uma lixeira para nos aquecermos e cozinhar a carne quando escutamos alguém gritar.– ei pirralhos o que fazem aqui? Era um cara de aparentemente uns vinte anos com cabelos longos e traços asiáticos e ele estava rodeado de várias pessoas umas dez talvez mais.– respondam essa área e nossa.– só estamos querendo nos aquecer um pouco já vamos sair. Eu digo.– E esse pedaço de carne parece bom nos de ele. Mandy ficou branca essa era a nossa única comida em dias e eu não podia deixar eles levarem, me enchi de coragem ou pelo menos fingi eram pelo menos onze contra um eu não poderia brigar com todos e não podia deixar levarem a comida e muito menos machucarem a mandy eu me postei em frente a eles e falei.– não podem levar, o local e da cidade não de vocês nos deixe em paz. Eles pararam, não acho que por medo e sim por não esperarem que um garoto de dez anos os enfrentasse. Já recuperados da surpresa o chefe se aproxima de mim e me da um soco que me faz ir parar na cerca próximo completamente tonto.– Isso e por ter me desafiado, agora vou levar essa garota ela será minha agora. Ele começou a rir e se aproximar de mandy que começou a recuar mais não foi muito longe já que tropeçou e caiu o homem chegou até ela e a levantou pelos pulsos. Depois deste momento eu me levantei e fui em direção deles um dos capangas tentou me acertar lateralmente com um taco, eu vi o movimento como se estivesse em câmera lenta e me abaixei fazendo-o rodar e acertar as costas do companheiro que o acertou com um soco que o fez largar o taco e se atracar com ele, pôs outros bada fizeram só ficaram parados, fui em direção ao chefe deles e no momento nem reparei mas eles não tinham se movido quase nada, me aproximei e ameacei com o taco.– Largue ela! Ele me olha e cê seus colegas no chão.– como você fez isso seu merdinha! Ele estava visivelmente irritado pela situação dos seus companheiros que a essa altura já estavam apagados ele larga mandy e vinha em minha direção mais antes que fizesse algo ataco com o taco mais rápido do que qualquer coisa que já vi, o acerto no braço jogando-contra a cerca e com certeza quebrando o seu ombro. Me viro para os outros e grito.– VÃO EMBORA ANTES QUE EU FAÇA PIOR COM VOCÊS. A maioria corre, alguns pegam os companheiros e o chefe e também fogem mais um rapaz de provavelmente uns quinze anos vem até nos e eu me preparo para ataca-lo.– opa opa flash calma não vou machuca-los.– quem e você?– meu nome e Delsin Rowe.– e o que você quer? A raiva em minha voz era óbvia mas o rapaz só sorriu e respondeu.
– eu pessoalmente quero ajudá-los, admito eu era um dos membros da gangue mas depois do que o Hank quase fez com sua amiga quase que eu faço pior que você, se bem que nessa velocidade não sei se seria capaz, e aliás apaga o taco antes que se queime. Ele não parecia ser ma pessoa mais eu não confiava nele, mas o que ele falou me espantou principalmente quando olhei para o taco e ele estava igual a uma tocha aceso na ponta; o jogo dentro do latão que era nossa fogueira aonde jazia nossa refeição carbonizada. Mandy vem correndo e me abraça chorando.– calma mandy acabou. Ela não falou nada só continuou abraçada a mim e chorando.– Acho que ela está bastante assustada, porque não vem para a tribo aonde moro a Beth vai adorar recebê-los. Eu não entendi o que ele quis disser com tribo, ele não era índio pelo menos seus traços não indicavam isso, mas eu não ia a lugar nenhum com ele.– não obrigado, como vou saber que não irá me levar para seus amiguinhos. Ele pareceu ofendido mas se recuperou e sorriu.– entendo, então vamos a delegacia meu irmão e ajudante do xerife e pode ajudá-los. Com isso eu concordei, era arriscado pois os magadorianos podiam nos achar mas não havia alternativa. Chegando na delegacia o irmão dele apreceu correndo.– Delsin o que você anda fazendo na cidade?– calma Reggie só vim dar uma volta e encontrei esses dois quase morrendo de fome em um beco e como sou muito gente boa resolvi levar eles até a Beth mas como não confiam em mim trouxe até o homem da lei. Reggie era o típico homem da lei roupa impecável e pronto para servir e proteger. Foi só então que ele pareceu nos ver e nos ofereceu algo para comer na lanchonete do lado da delegacia e foi conversar com o irmão. Terminamos de comer e um tempo depois Delsin vem falar com agente.– e me encrenquei, ele vai levá-los para a tribo mais eu vou ter que passar a noite preso.– porque? Pergunto Mandy não falava nada desde que saímos do beco.– ora ele já sabia que eu estava com a gangue e já havíamos discutido sobre isso e agora ele disse que só não me denunciaria para o xerife se eu dormir na cadeia hoje.– não entendo mais ele não ta errado.– então ele vai levá-los agora confia em mim?– não confio não mais ta melhorando. Ele riu e foi para a cela e Reggie veio até nos.– meu irmão e um irresponsável mais não e umas pessoa mais as vezes me preocupa. Não respondo e ele nos guia
Notas finais
Esse e o maior ate agora, vou ver se posto um grande sempre que for dar uma parada longa
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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