Notas iniciais
Tá ai mais um capitulo pra vocês!!! *-* *Novamente, se Alguém estiver interessado em dar uma conferida na minha outra fic, por favor, sintam-se a vontade para ir no meu perfil e ver o que acham dela kkkk * E hoje a noite talvez eu poste mais um capitulo, ok? Bom, boa leitura a todos e nos vemos nas notas finais!!!

Albuquerque, Novo México

Magnus Thorson

Cara, eu só queria ter uma vida normal, como a de qualquer garoto de 17 anos. E eu até tinha isso, até algumas horas atrás.

Eu nunca conheci meu pai, aquele idiota largou a mim e a minha mãe quando eu tinha apenas alguns meses de vida e nunca mais deu as caras. Eu nunca tive vontade nem curiosidade de saber quem ele é, mesmo minha mãe dizendo que ele era um cara bom, que ele não tinha culpa por não poder esta com a gente e que quando eu fizesse 18 anos eu iria entender e blá, blá,blá. Tá bom...

Eu moro com a minha mãe no novo México, e ela é a pessoa mais maravilhosa de todo o mundo. Eu estudo em uma escola bem perto da minha casa, e meu melhor amigo, Thomas, é filho da melhor amiga da minha mãe, Darcy. Eu sou bem popular, faço parte da equipe de basquete da minha escola e também faço parte o clube de astro física, uma coisa que eu adoro, assim como minha mãe.

Foi no recreio que as coisas começaram a dar errado.

Quando Thomas e eu entramos no refeitório, o lugar estava um caos. Os valentões do time de futebol americano, se achavam melhores do que todo mundo, e então estavam zoando com os garotos do clube de ciências. Típico não? Só que aquilo me deixava irado. Então eu decidi comprar a briga deles, como eu sempre fazia. Thomas percebeu e tentou me impedir.

— Hey cara, você já foi expulso de uma escola, e já levou advertência! Mais uma e você vai ser suspenso!

— Você acha que eu ligo pra isso? – Eu dei um sorriso e andei até a roda de espectadores.

— Hey Tyler! Que tal pegar alguém do seu tamanho? – Eu gritei chamando a atenção dele e dos amigos dele.

Thorson...- Tyler me olhou. – Fica fora disso cara.

— Não, deixe eles em paz.

— Magnus...se não parar de se intrometer, eu vou...

— Vai o que? Chamar a mamãe pra me bater? – Pronto, eu tinha conseguido o que queria.

Tyler largou o garoto magricela que estava enchendo o saco e então veio pra cima de mim, ele e seus amigos. Eu sabia lutar muito bem, e não tive problemas para acabar com seus amigo idiotas. O problema é que Tyler também sabia lutar muito bem, então ele me tomou mais tempo. Eu apanhei dele em alguns momentos, mas sempre estive ganhando. No final, eu sem querer, dei um choque nele, e ele caiu no chão. As vezes eu dava choques nas pessoas. Não aqueles choquinhos que você dá nos seus amigos quando esfrega seus pés num tapete. Os meus eram um pouco mais fortes, não sei por que.

O resultado disso tudo? Uma visita á sala do diretor, um telefonema para a minha mãe, uma suspensão e uma promessa de que quando eu chegasse em casa, eu teria uma conversa séria com a minha mãe. Normal.

Assim que saímos da escola, eu não estava nem um pouco a fim de voltar pra casa tão cedo.

— Quer jogar um pouco? – Thomas me perguntou, e eu aceitei.

Passamos a tarde toda jogando basquete na quadra que havia perto das nossas casas. Quando estava começando a escurecer, Thomas me disse que tinha de ir embora, e me deixou sozinho. Eu ainda não estava pronto para voltar pra casa, então continuei jogando. Eu estava tão concentrado no jogo, que nem vi o homem se aproximando.

— Você joga bem garoto. – Eu me virei e encarei o homem. Ele era alto, usava um tapa-olho e um sobretudo preto.

— Uhm...obrigado. – Eu respondi, um pouco desconfortável com a presença do homem. – Quem é você?

— Meu nome é Nick Fury. Queria falar com você.

— O que quer comigo? – eu não estava gostando do rumo da conversa.

— Soube o que fez hoje na escola. Defendeu aqueles garotos dos valentões.

— Como sabe disso? – E perguntei alarmado.

— Tenho fontes. Eu sei muito mais sobre você do que você imagina.

— Pera ai...pera ai... o que? Olha, você é maluco. – eu me virei e arremessei outra bola.

— Eu sei o que você pode fazer com a eletricidade, Magnus.

— Como sabe disso? – Eu perguntei me virando, comecei a sentir raiva.

— Eu também sei quem é seu pai. – Ele continuou, e Eu ri

— Então é por causa dele que você está aqui? Bom, perdeu sua viagem, eu não tenho contato com aquele babaca.

— Ah Magnus...se você soubesse o que ele fez por você e sua mãe...teria muito mais respeito.

— Abandonar a nós dois é uma coisa respeitosa? – Eu definitivamente estava com vontade de socar a cara deste homem. – Afinal, o que você quer?

— Quero que me acompanhe. Você corre perigo e eu posso ajudá-lo.

— Tá brincando né? Eu não vou a lugar nenhum!

— Esperei que dissesse isso, então, trouxe alguém que vai te convencer.

Ele olhou para trás, e do carro, minha mãe saiu. Sua expressão era difícil de ler.

— Mãe, o que está acontecendo?

— Filho...é uma longa história, mas temos de leva-lo para Nova York.

— Por que? Eu não estou entendendo nada!

—No caminho vamos te explicar tudo, achei que teria mais tempo para te contar sobre tudo isso, mas a situação mudou.

Ótimo, agora eu estou sendo levado para Nova York, por que eu estou correndo perigo, provavelmente por culpa do meu pai. Entenderam agora por que eu só queria uma vida normal?

Phoenix, Arizona

Heather Banner

Assim que as aulas acabaram naquele dia, eu fui para o laboratório de Biologia, como sempre fazia.

Eu adorava passar um tempo fazendo pesquisas, eu queria seguir a carreira de geneticista assim que terminasse a escola. Acho que foi influencia dos meus pais, pois ambos são cientistas. Minha professora de biologia percebeu que eu gostava disso e me deixa fazer trabalhos e pesquisas no laboratório da escola, e me ajuda em alguns casos.

Eu também gostava muito de fica um tempo sozinha, isso não me incomodava nem um pouco, isso eu com toda certeza puxei do meu pai. Mas hoje eu iria ficar menos tempo no laboratório, pois minha mãe estava sozinha em casa, e eu odiava deixa-la sozinha. Meu pai estava viajando para uma conferencia ou alguma coisa de ciências. Eu insisti para ir com ele, mas ele não deixou.

Fiz minhas coisas rápido e então resolvi ir para casa. Nós morávamos um pouco afastados do centro da cidade, em um bairro onde as casas eram separadas pelos jardins enormes e ruas largas, o que dava uma sensação de isolamento e privacidade entre as casa, mas era mais como um condomínio fechado. Era bem aconchegante.

Assim que cheguei em casa, mamãe estava fazendo a janta. Ela parecia um pouco apreensiva, mas disfarçava bem.

— Voltou cedo hoje querida, o que houve? – Mamãe me perguntou quando eu me aproximei e me sentei na bancada da cozinha.

— Ah, queria voltar logo e passar um tempo com a melhor mãe do mundo! – eu disse dando um beijo em sua bochecha, o que a fez sorrir. – Hey, pra que tanta comida?

— Seu avô vem jantar com a gente hoje .

— É sério??? Que legal! – Eu disse abrindo um sorriso

Eu adorava o vovô Ross. Ele era um militar, o General Thunderbolt Ross, mas agora ele está trabalhando somente na parte de burocracia e de escritório no exército. Eram raras as visitas dele, geralmente ele só aparecia em casa quando meu pai não estava, pois ele e meu pai nunca se deram bem.

—Por que não vai se arrumar? – Mamãe me perguntou. – Logo logo seu avo chega.

— Ok! – eu sai da cozinha e subi as escadas até o meu quarto.

[x]

Assim que terminei de tomar banho e terminei de me arrumar, eu coloquei meu relógio, que na verdade era um monitor cardíaco, que meu pai me deu. Eu nasci com algum problema cardíaco, que eu nunca entendi muito bem, e quando meus batimentos estão muito elevados, tipo quando estou nervosa ou com muita raiva, eu preciso tomar um remédio. Passei minha vida inteira fazendo exames, mas nunca tive nenhum ataque, sei lá, do coração. Me disseram que é uma doença genética, da família do meu pai, mas eu sempre achei que fosse outra coisa...o que eu não sei.

Ouvi vozes lá em baixo, e deduzi que o vovô havia chegado. Assim que desci as escadas, acabei escutando uma parte da conversa entre minha mãe e ele, e digamos que eles não pareciam muito felizes.

— Bruce não dá noticias a dois dias...isso é muito estranho.

— Filha, ele sabe se cuidar, estou preocupado mesmo é com a Heather...eles vão vir atrás dela a qualquer momento.

— Andei pensando nisso...eu não sei o que fazer, pai. Como estão as coisas no exercito? Vocês tem alguma informação do que está acontecendo?

— Bom, parece que eles já declararam o desaparecimento deles, e provavelmente o que veio atrás deles vai vir atrás dos adolescentes. – Vovô suspirou. – Eu não tenho muito acesso aos arquivos da Shield, isso é tudo o que eu sei.

— Bom, então temos que começar a pensar no próximo passo.

Eu tive que me afastar rápido antes que meu relógio me denunciasse. Eu estava um pouco perturbada com aquela conversa...do que eles estavam falando? E por que eu estaria correndo perigo? Eu queria fazer todas essas perguntas a eles, mas não tive coragem. Então resolvi entrar na sala e cumprimentar meu avô, fingir que eu não tinha ouvido nada e depois pesquisar por mim mesma o que era a S.H.I.E.L.D.

[x]

No dia seguinte, após as aulas, eu fui para a sala de computadores ao invés de ir para o laboratório, e fiquei por lá pesquisando. Não achei muita coisa sobre a S.H.I.E.L.D, só descobri que era algo do governo, o que de nada me ajudava. Então após algumas horas, eu resolvi ir embora. A escola estava vazia, e o dia estava quase ficando escuro. Quando eu cheguei na porta da escola, vi que eu estava com problemas.

Parados em frente a escola, estavam três carro pretos enormes e dois menores, pretos também. Um deles tinha um símbolo, do qual eu reconheci como sendo da S.H.I.E.L.D, pois tinha acabado de ver no computador. Quando eu sai, uma mulher mais ou menos do meu tamanho saiu do carro menor com o símbolo. Ela tinha cabelos castanhos e olhos azuis, e usava uma roupa formal.

— Heather Banner? – A mulher perguntou, e eu gelei. Ela me conhecia mas eu não a conhecia.

— Sim. – eu respondi assustada.

— Meu nome é Maria Hill, e tenho ordens de leva-la para a S.H.I.E.L.D.

— Ordens? Ordens de quem? – Eu não iria a lugar nenhum com ela, eu entrei em pânico e senti meu coração pulando como nunca. Meu relógio começou a apitar feito louco e eu comecei a sentir algo me dominando por dentro, como uma raiva descontrolada.

— Heather, se acalme! Não vamos machucá-la. – A mulher pediu um pouco assustada, como se soubesse o que estava de errado comigo.

— Quem são vocês? – Eu perguntei cm mais raiva do que pretendia.

— Somos amigos do seu pai! Heather, se acalme por favor! – Eu já não conseguia mais ouvir com clareza o que ela estava falando. Ouvi ela dando uma ordem a alguém, e depois, eu levei uma picada. Eu levei uma injeção de alguma coisa, e então, tudo ficou preto.

Notas finais
Então é isso ai gente, o que acharam? estão curtindo? Me contem o que estão achando!!! *-* Personagens: William Moseley como Magnus Thorson Alexandra Daddario como Heather Banner Alexander Gould como Thomas Lewis