Notas iniciais
GENTE TO CORRENDO AQUI Estão mandando eu ir embora, por isso estou com super pressa. O cap extra vai ser postado esse final de semana por culpa dos meus problemas pessoais. Amo vcs e aqui está o cap. Boa leitura Link música em Inglês: https://www.youtube.com/watch?v=xP6qehspvBE Link da música em japonês: https://www.youtube.com/watch?v=EKFZEAcJPB4

Capitulo 29

Narrador

­ — Você não iria se ocupar dos Uchiha e Uzumaki? — Ela pôde sentir o tremor da sua voz grave através do seu peito, seu sorriso cresceu mais um pouco.

— Eu estou me ocupando dos Uchiha e Uzumaki, a Haruno foi só... Uma diversão.

O moreno suspirou pesadamente e começou a acariciar toda a extensão da sua costa nua e alva, em um movimento lento de sobe e desce.

— Às vezes você é bem...

­­— Cruel? — Ela completou, erguendo a cabeça do seu peito e o encarando. Então seu sorrisinho maroto se tornou maldoso. — A vida me fez assim, querido. É a realidade. E ver todos os que fizeram isso acontecer tão felizes... Me consome de ódio.

— Eu sei como a vida pode ser cruel. — E ele sabia... E como sabia. Até porque, ele era apaixonado por aquela mulher cruel e linda, uma mulher que ele conhece a muito tempo. Tempo suficiente para ter conhecido a sua outra face. A sua antiga face. Ele assistiu de camarote seus momentos de glória, e então... Começou a assistir sua queda. E isso o destruiu. Por isso seguia om isso, seguia a ela.

— Eles não precisarão esperar muito. — ela ergueu-se levemente e lhe deu um selinho nos lábios — O que está por vir vai ser tão divertido quanto, ou mais, que o que aconteceu a mulher Haruno. Agora...

Ela ergueu seu corpo nu e sentou-se sobre o quadril do homem. Ele observou toda a sua beleza pálida e levou as mãos aos seus quadris estreitos, enquanto ela curvava o corpo para frente, permitindo que ele tivesse uma ampla visão dos seus seios medianos.

— Vamos nos divertir. — Ela sorriu maliciosa e corou levemente, descendo os lábios até os dele, mas diferente da ultima vez ela não lhe deu um selinho e sim um beijo longo, lento, doce e apaixonado. Até porque todos são capazes de amar, mesmo as pessoas cruéis. Mas isso não quer dizer que seja um amor saudável.

Haruno Sakura

"Só damos valor ao que realmente vale quando estamos prestes a perdê-lo.

Esse é um mal que todos temos,

Mas que apenas alguns sabem identificar.

Perdoe, ame, peça desculpas...

Antes que seja tarde e você não possa mais fazer isso."

— Vamos Sakura! O que aconteceu? — As perguntas eram repetidas, e repetidas e repetidas.

Por que ninguém entende que eu não consigo falar?

Por que ninguém entende que eu não consigo me mover?

Por que ninguém entende que a minha mãe pode estar morrendo?

Por quê?

— Sakura! — Hinata. Sei que é ela.

Mas porque não consigo olhá-la?

Porque minha vista está embaçada?

Será que foi assim que ela se sentiu quando estava perdendo a mãe dela?

— Olhe para mim. Olhe para mim! — Sinto suas mães envolverem meu rosto. Mãos suaves... E olhos da cor da lua. — O que aconteceu?

— Eu... — Tento falar algo. Mas nada sai. E então tento mais uma vez.

— M-mi... Mi-minha mãe... — Engulo em seco. Nunca gaguejei, porque agora? — Acidente... Celular.

Hinata assente e pega o aparelho do chão. Ela fica alguns momentos com o aparelho no ouvido. Momentos que pareceram uma eternidade.

— Hospital Geral de Konoha. — Foi à única coisa que ela anunciou a todas, pegou um vestido qualquer no cabide e o jogou em mim. O peguei prontamente e o vesti o mais rápido que pude, como se estivesse ligada no automático. Ino, Tenten, Temari e Hinata fizeram o mesmo. Mikoto e Kushina estavam dando ordens para mandar o carro para a porta do local e avisar a Tsunade.

Em apenas alguns instantes todas nós já estávamos no carro. Sentei na janela somente para olhar a paisagem sem ver nada.

O grito da minha mãe repetia-se na minha memória a cada momento. Assim como a buzina do carro e o grito do meu pai.

E tudo por minha culpa. Tudo porque não quis escutá-la.

— Vem Sakura... — Mikoto disse docemente, sua mão apoiada no meu ombro direito de uma forma tão maternal... — Vamos ver sua mãe.

Desci do carro na frente dela. Todo o caminho para a recepção passou como um borrão. Eu não via ninguém, não conhecia ninguém, não me importava com ninguém.

— Haruno Mebuki, por favor. — Mikoto apoiou-se no balcão e eu me postei ao seu lado. As outras meninas e Kushina pairavam as minhas costas como se estivessem me guardando. Me protegendo de algo que não sei o que é. Talvez de mim mesma?

— A senhora é alguma parente? — Perguntou a mulher loira sentada em frente ao computador.

— Não mas-

— Então não posso informar nada. — Ela agia como se aquilo não fosse nada. Como se só porque Mikoto não era um parente, ela não poderia se preocupar. Sua careta irritadiça fez meu sangue ferver. Mikoto começou a tentar falar que eu era filha dela, mas a mulher a cortava a cada instante.

E esses instantes poderiam significar um momento a menos na vida da minha mãe. Um segundo a menos no meu tempo para pedir perdão. E isso me enfureceu.

Não sei como aconteceu e nem o que me moveu. Mas eu ja tinha pulado o balcão e estava em cima da mulher, minhas mãos apertavam firmemente seus ombros magros.

— Você pode para com isso? — Meu grito ressoou pelo hospital, todas as pessoas da sala de espera nos encaravam. — Você esta aqui por quê? Você trabalha em um hospital por que!? Minha mãe pode estar morrendo nesse instante, e você não nos deixa nem chegar perto? Qual a merda do seu problema!? Essa cara irritada... — Solto um riso sarcástico e falho. — Você não deveria nem mesmo estar irritada por ficar com a porcaria da bunda sentada nessa cadeira o dia inteiro. Você não pensa nas pessoas que estão sentadas aqui, angustiadas por ao menos pensar em perder alguém que ama? Você é tão egoísta assim? É tão sem coração?

— Sakura... — A voz grave, forte e que me trouxe tanto conforto durante quase toda a minha vida, soou atrás de mim. E foi ao ouvir essa voz que eu desmoronei.

Minhas mãos escorregaram dos ombros da mulher, sem forças para continuar ali, e eu sai de cima dela, ignorando seu olhar arregalado. Ela mereceu. Virei-me lentamente e encarei o homem alto e de cabelos longos e arrepiados, de um rosa bem escuro, olhos azuis brilhantes e terno azul-marinho.

— Como ela está?

— Na UTI. Fazendo uma cirurgia.

— Uma... Cirurgia?

— Sim Sakura, ainda não sei o que realmente houve, teremos que aguardar o médico para nos informar o seu estado... — Ele parecia acabado e antes que eu pudesse fazer qualquer coisa mais, seus longos e fortes braços me envolveram. E depois de muito tempo... Eu permiti que meu pai me abraçasse.

***

Três horas. Três horas e nada. Suspiro pesadamente. Não consigo nem mesmo chorar! Qual é o meu problema? Sou tão cruel assim? Sou tão-

— Senhor Haruno? — Tsunade? Espera um instante... O que a diretor Tsunade está fazendo aqui? E de jaleco branco e crachá? Como uma médica?

— Doutora Senju. — Meu pai respondeu, pondo-se de pé no mesmo instante. Doutora Senju? — Como ela está?

— Seu quadro está instável. Ela quebrou a bacia, uma costela e uma pequena hemorragia interna, devido a força com a qual o veículo atingiu-a. — Tsunade fez uma pausa. — A fratura na costela quase perfurou o pulmão e ela está com pequenos problemas para respirar, mas isso irá regular com o tempo. Teremos que começar a fisioterapia assim que seus ossos estiverem restaurados, isso impedirá sequelas devido a quebra da bacia.

Respirei fundo, tudo aquilo me atingia como um soco. Em todos os lugares ao mesmo tempo.

— Sua situação era grave quando chegou, por isso ela ficará em observação regular e checaremos se não houve nenhum dano cerebral durante esse tempo.

— Entendo. — Meu pai responde. Mikoto e Kushina começam a trocar informações com meu pai enquanto Tsunade se preparava para sair. Segurei seu braço e a chamei de volta.

— Sim, Sakura?

— Eu... Posso vê-la? — Minha voz soou tão baixa que nem mesmo eu a ouvi direito. Mas pelo visto ela ouviu.

— Você só tem dez minutos. E isso somente porque você é minha aluna e eu tenho contato direto com você. Seja rápida.

Era o suficiente.

***

Karakuri Pierrot

Same reason as before.

I'm standing here alone

As always all alone

Waiting for you to come

But I know that wouldn;t happen

Passengers walking by Floating clouds in the sky

I'd better laugh it off

All the things

I've done for you

Karakuri Pierrot

Pela mesma razão, como antes.

Estou aqui sozinho

Como sempre sozinho

Esperando você vir

Mas eu sei que não iria, acontecer

Passageiros que andam por

Nuvens flutuando no céu

É melhor eu rir com isso

Todas as coisas que eu fiz para você”

Ergui a mão para a maçaneta, barulhos de bips ressoavam por aquele longo, branco e vazio corredor, e pareciam desafiar qualquer um a entrar ali. No corredor da UTI. Vozes baixas, pertencentes aos enfermeiros e médicos, eram o único indício de que havia pessoas além de mim.

Nem mesmo percebi que minha mão tremia até que a pousei sobre o ferro frio e de uma cor cobre desgastada, empurrei a porta o mais lentamente possível e mesmo que não queira admitir... Estou com medo do que vou ver. Mas sei que devo ver.

Assim que a abro totalmente, meu olhar recai sobre a cama de hospital, o barulho do aparelho que media seus batimentos cardíacos parecia querer perfurar meus pensamentos, se repetindo e repetindo e repetindo... Minha mãe estava deitada ali, pálida, frágil... Com apenas a perna envolvida por um gesso a mostra, uma máscara estava em seu rosto para ajudá-la a respirar, através do tecido fino da coberta era possível ver o movimento lento de sobe e desce que seu peito fazia, sua aparência era doente. Mais doente do que fui capaz de presenciar algum dia.

E foi nesse momento que eu desmoronei.

Desmoronei de verdade.

Is it an easy thing to do

Or is it difficult to do

Except the fact that you have gone without me

Then take another step

I can't believe that this is true

Don't wanna hear the words from you

How can you not find out

What you've been meant to me

I'm a stupid little clown

I can't see, I can't hear, I can't be away from you

I can't breathe, I can't breathe, so hard to breathe

Yes look at it, this is it, the fate between you and me

There'll never be a chance for me to get to you

É uma coisa fácil de fazer

Ou é difícil de fazer

Exceto o fato de você ter ido embora sem mim

Em seguida, dar mais um passo

Eu não posso acreditar que isso é verdade

Não quero ouvir as palavras de você

Como você pode não descobrir

O que você tem feito para mim

Eu sou um pequeno palhaço estúpido

Eu não posso ver, não posso ouvir, eu não posso ficar longe de você

Eu não posso respirar, não posso respirar, tão difícil de respirar

Sim olha para ele, é isso, o destino entre você e eu

Nunca haverá uma chance para eu chegar até você”

“— Mamãe! seu grito foi alto o suficiente para afastar alguns pássaros que estavam por perto. Ela tinha somente seis anos.

Sakura? Mebuki chamou, aparecendo a porta da grande mansão e encontrando a filha logo em seguida, sentada ao chão agarrando joelho. O que houve meu amor?

A Haruno menor chorava copiosamente enquanto sua mãe se aproximava, mulher ajoelhou-se a sua frente e se debruçou sobre a pequena escoriação.

Eu caí... Queria ir à casa da Hina-chan para chamá-la para brincar, mas... Sua voz falhou e ela deixou um soluço escapar. Dói muito mamãe.

Mebuki soltou uma risadinha.

Você é tão dramática quanto seu pai... Sakura fez bico e cruzou os bracinhos, contrariada. Mas para sarar logo... Mamãe vai beijá-lo. Mebuki sorriu e aproximou-se mais da filha. Dizem por aí que o beijo de uma mãe que ama muito sua filha pode curar qualquer ferida."

Sakura caminhou até a cama, as primeiras lágrimas, desde o momento em que "presenciou" o acidente, começaram a rolar pela sua face. E ela não conseguia fazê-las parar. Ela não conseguia fazer as lembranças pararem de vir.

— Você tem que parar de arrumar briga na escola, Sakura. – Mebuki afirmou séria.

— Mas mãe! Ela estava falando mal de mim! Só porque meu cabelo é rosa. — Sakura cruzou os bracinhos magricelas e fez bico. Invejosa. resmungou.

O que disse? Mebuki curvou-se para a frente, fingindo não ter ouvido.

Que você é linda e maravilhosa mamãe! Mebuki riu quando Sakura jogou-se em cima de si e a abraçou pela cintura.

Você é inacreditável... Sussurrou, a abraçando de volta e rindo mais ainda."

A rosada agarrou a mão esquerda de sua mãe e ajoelhou-se no chão, apoiando a fronte na mesma. Sentia saudades dela, assim como culpada pelo que aconteceu a ela.

— Seu tivesse sido só um pouquinho mais paciente... Se eu tivesse te escutado... Talvez você não estivesse aqui... Mamãe. Me perdoe.

As lembranças do ultimo encontro delas começaram a borbulhar pela sua mente, como um vulcão prestes a entrar em erupção.

Even you put me down

The world still spins around

Spinning around and around

As if I am nothing at all

With just a blink of an eye

You took my breath away

It must be what they call

Love at first sight

Is it by chance to be us two

Or is it meant to be us two

It might be better for me to leave behind the answer you've said

I can't resist the warmth from you

No matter what I've tried to do

The smile on your face

The happiness you bring

Every single little thing just makes me drown

Mesmo que você me colocar para baixo

O mundo ainda gira em torno de

Girando em torno e ao redor

Como se eu não sou nada e tudo

Com apenas um piscar de olhos

Você me tirou o fôlego

Deve ser o que chamam de

Amor à primeira vista

É por acaso para ser nós dois

Ou é para ser nós dois

Poderia ser melhor para mim deixar para trás a resposta que você disse

Eu não posso resistir ao seu calor

Não importa o que eu tente fazer

O sorriso em seu rosto

A felicidade que você traz

Cada pequena coisa só me faz afogar"

" Você não pode fazer isso! Vocês não podem! O grito da rosada reverberou pela casa. Seus olhos estavam embaçados pelas lágrimas e sua voz esganiçada. Eles estavam tirando sua chance... Destruindo o seu sonho.

Podemos e fizemos sakura! Mebuki gritou de volta. Havia acabado de anunciar a Sakura que ela estaria se mudando de cidade.

Vocês vão mudar tudo na vida de vocês? Vão mudar tudo para me impedir de fazer um show? Sakura estava inconsolável. Seu pai estava no andar de cima preparando suas malas.

Nós... Mebuki fez uma pausa, não sabia como contar isso a filha. Mas teria que fazer. Nós não vamos ficar lá com você, Sakura.

A Haruno menor sentiu como se o chão tivesse aberto debaixo dos seus pés, ela deu um passo para trás e sentiu todos os vestígios de sangue sumirem do seu rosto.

O-Oquê...? Ela não podia acreditar. Devia ser alguma piada... Não é?

Nós temos a empresa e tudo mais... Temos uma vida aqui, uma vida que vai preparar o seu futuro. Não podemos largar tudo assim... Mebuki sabia que aquilo não era uma desculpa, sabia que ela a odiaria e odiaria ao pai, mas era necessário. Estavam desconfiados que alguém queria destruir a Gravadora U&H, não podiam permitir que as meninas ficassem na cidade.

Mas podem me largar? Sakura tinha os olhos transbordando de lágrimas, em um choro silencioso, não podia acreditar... Não podia. Vocês estão me trocando pela empresa... Pelo trabalho... Eu valho tão pouco assim?

o quê?! Mebuki arregalou os olhos, não era isso! Sua filha valia mais que tudo! Ela não podia acreditar nisso realmente! Poderia odiá-la por deixá-la sozinha, mas pensar isso? Jamais. Não é isso Sakura! Nã-

Não precisa explicar mais nada. Já entendi. A rosada secou as lágrimas do seu rosto e caminhou em direção a escada. Só não... Me procure mais. “Vou tornar as coisas mais fáceis para você.”

I can't see, I can't hear, I can't be away from you

I can't see, I can't hear, I can't be away from you

I can't breathe, I can't breathe, so hard to breathe

I can't breathe, I can't breathe, how can

I breathe Everything won't be the same

Everywhere I go is you

No I can't stand no more, lying down right here waiting

For you to pick up every single piece of me

All I see, all I hear, all I fear is fading out

All I breath, all I breathe, it's you I breathe Yes,

I'm the one that you always call pierrot-san

Will always stay the same cause

I know you Will never set me free

Eu não posso ver, não posso ouvir, eu não posso ficar longe de você

Eu não posso ver, não posso ouvir, eu não posso ficar longe de você

Eu não posso respirar, não posso respirar, tão difícil de respirar

Eu não posso respirar, não posso respirar, como eu posso respirar

Tudo não será o mesmo Onde quer que eu vá é você

Não, eu não aguento mais, deitado aqui esperando

Para você pegar cada pedaço de mim

Tudo o que vejo, tudo que ouço, tudo o que eu temo está desaparecendo

Tudo que eu respiro, tudo que eu respiro, é você que eu respiro

Sim, eu sou o único que você sempre chama de pierrot

Vai ficar sempre a mesma causa que eu sei que você Nunca vai me libertar”

Eu fiz o que fiz, senti o que senti... E agora estou aqui. Fiquei mais de um ano longe dos meus pais... Quando voltei para Tokyo eles já não estavam mais aqui, haviam ido fazer uma viagem a negócios até os Estados Unidos.

— Me desculpa mesmo... — Apertei mais ainda sua mão embaixo da minha. — Espero que me explique tudo direitinho quando acordar. Quero realmente te perdoar. — Ergui a cabeça de sua mão e sorri, sentindo o gosto salgado das lágrimas quando elas se infiltraram por entre os meus lábios. — Até porque... Você me ensinou que quem ama, perdoa.

***

Narrador

— As garotas desapareceram. — Naruto comentou, sentando-se em sua cama no quarto, depois de um dia cheio de aulas.

— É... — Sasuke foi evasivo, estava com um pressentimento estranho e não sabia bem o que era. — Acho que seria uma boa ideia mandarmos uma mensagem marcando o lugar para ensaiar... Temos que começar o mais rápido possível.

— Verdade. — Neji concordou, pegando o seu celular. — Tenho o número de todas, anotem aí.

— Tudo bem. Pode falar. — Gaara anunciou. Estava eufórico para ensaio com Ino. Agora sim resolveria tudo. Finalmente.

Notas finais
Digam oq acharam nos coments hein! KKKKK Até