Os Herdeiros do destino - EM CORREÇÃO
33 Capítulo 32
Notas iniciais
Capitulo 32
"Escolhas são feitas a todo o momento,
Pão ou bolo?
Aceito ou não?
E a cada uma delas a nossa vida muda."
*música*
Ino deslizou as mãos pelo peitoral de Gaara, sentindo cada músculo por baixo do tecido fino do casaco, até finalmente chegar à barra do mesmo e começar a erguer o tecido. Estava com saudades, estava feliz, aliviada e pronta. Pronta para entregar-se a ele mais uma vez. Mas agora não haveria mentiras, não haveria apostas e não haveria lágrimas. Eles estavam juntos de novo.
— Eu te amo... — O ruivo murmurou, fazendo uma trilha de beijos da boca, pelo queixo e então pelo pescoço, enquanto deitava o corpo de Ino contra o sofá que havia ali no telhado. Gaara deslizou a mão direita pela perna nua da loira, até as suas nádegas, apertando seu quadril ao dele e deixando a loira ciente do que estava fazendo a ele.
Ela rodeou seu peito nu e arranhou suas costas, fazendo um gemido escapar por entre os lábios de Gaara antes de ele voltar a beijar os seus, sua língua deslizou sensualmente para dentro da boca de Ino e o beijo se tornou lento enquanto as mãos do ruivo iam para as costas de Ino e ele começasse a abrir o zíper do vestido roxo que a mesma usava, se livrando da peça logo em seguida.
— Agora é a sua vez. — Ela sussurrou e soltou uma risadinha, enquanto abria o botão da calça jeans de Gaara.
Em sua pressa, Gaara retirou a calça e a jogou para o lado, ficando somente com uma cueca Box azul escura enquanto Ino estava somente com um conjunto branco sutiã e calcinha. O ruivo distribuiu beijos pelo colo de Ino, fazendo o corpo da loira se arrepiar e a mesma impulsioná-lo contra ele, o Sabaku soltou o fecho frontal do sutiã, jogando-o longe, e se permitiu encarar por alguns segundos os seios medianos de Ino, relembrando a primeira vez que os viu, há muito tempo atrás.
— Você continua linda...
— Eu diria que você está mais gostoso que antes. — Ela brincou, deslizando as mãos pelos ombros de Gaara e tentando esconder o rubor que se espalhou pelo seu rosto e, ironicamente, pelos seus seios expostos.
Gaara riu e desceu o rosto até os mesmos, dedicando um olhar pícaro a Ino, que corou mais ainda, tomando-os nos lábios logo em seguida. Ino arqueou as costas e agarrou os cabelos de Gaara ao sentir seus lábios ao redor do seu mamilo direito e sua mão ao redor do esquerdo, todas as sensações ficavam a flor da pele quando Gaara a tocava. Com um só beijo seu mundo se desfazia.
O ruivo continuou se deliciando com os seios de Ino enquanto deslizava a mão livre pela sua barriga lisa, para agarrar a alça da sua calcinha e começar a deslizá-la para baixo, ele separou os lábios do seio de Ino tempo o suficiente para retirar a calcinha, em seguida ele soprou levemente sobre o seio de Ino e observou com satisfação seu corpo se arrepiar. O ruivo dedicou-se então ao seio esquerdo e com a mão brincou com o direito.
Gaara pôs a mão livre sobre o sexo de Ino, fazendo o corpo da mesma se arquear e a loira enlaçar as pernas a sua volta de forma instintiva, ele deslizou um dedo pela sua fenda, fazendo um gemido sair pelos lábios de Ino, seguido de outros quando o ruivo enfiou outro dedo e começou a movimentá-los em um entra e sai sucessivo.
— Você está quase pronta. — Gaara sussurrou contra seu ouvido com a voz rouca, antes de voltar a beijá-la, agora com luxúria e exasperação. Ele estava eufórico, sentir Ino embaixo de si novamente, seus seios esmagados contra seu peito, suas respirações ofegantes, sua perna envolta da sua cintura, seus gemidos... Era gratificante, o fazia feliz. Como nunca mais fora desde o dia em que ela o deixou.
Quando a pressão foi aumentando, Ino sentiu que iria explodir. Ela não controlava mais seu corpo e muito menos seus gemidos. Ela só queria liberar o que tanto desejava sair. E ele nem mesmo tinha entrado dentro dela! Quando a loira sentiu que estava prestes a se libertar, Gaara retirou os seus dedos, fazendo-a o encarar estática.
Ele deu um sorriso de lado e pegou um pacote do bolso da sua calça jeans, que estava jogada no chão ao lado do sofá. Deslizou a cueca para fora do corpo e abriu o pacote com experiência. Logo Ino agradeceu mentalmente pela prudência do Sabaku quando o viu deslizar a camisinha pela sua ereção.
— Não vou nem perguntar o porquê de você andar com uma camisinha no bolso da sua calça jeans quando nós ainda não estávamos juntos. — A loira lhe lançou um olhar feio.
Gaara riu. Ino nunca esteve mais linda. Seu rosto estava corado e sua respiração falha, mas mesmo assim ela não perdia a teimosia.
— Eu tinha minhas esperanças. — Gaara lhe deu um selinho e sorriu. Ino sentiu seu coração se acelerar mais ainda. — Agora chega de conversa, porque você está me matando.
E dito isso, Gaara posicionou seu membro e olhou Ino nos olhos, enquanto entrava lentamente dentro dela. Ele se deliciou vendo como seu corpo se arqueou e ela agarrou seus ombros, seus cabelos loiros estavam espalhados pelo sofá e alguns fios grudavam em sua testa e pescoço. O Sabaku deslizou a mão entre seus fios loiros e gemeu quando se viu completamente rodeado por ela.
— Você não sabe o quanto eu senti falta disso... — Ele sussurrou entre um gemido e outro, aumentando a velocidade das estocadas a cada segundo.
— Com certeza eu sei Sabaku. — Ino afirmou sob a respiração, apertando mais ainda as pernas em volta dele.
Eles sentiram a pressão aumentando ainda mais, muito mais potente do que a que Ino sentiu antes. Seus corpos se moviam em uma sincronia perfeita, suas respirações eram uma, seus corações eram um, eles eram um. Ino procurou os lábios de Gaara e o beijou, abafando seus gemidos enquanto sentia a liberação cada vez mais próxima. E esta não tardou a chegar. Ino soltou um grito e permitiu que seu corpo caísse contra o sofá no mesmo segundo em que Gaara urrou e deixou que seu corpo caísse sobre o de Ino por alguns segundos. E quando o Sabaku estava prestes a sair de cima e de dentro dela, Ino o impediu, abraçando-o ainda mais forte.
— Não... Vamos ficar assim mais um pouquinho. — Ela disse arfante e encontrou seus olhos, sorrindo — Eu te amo Gaara. Sempre te amei e sempre te amarei.
***
— Ei minha problemática... Me perdoa... — Shikamaru agarrou o cotovelo de Temari, fazendo a loira parar de andar, e a puxou contra si. — Eu realmente não vi que ele estava desligado.
— Eu te liguei várias vezes Shikamaru, e se eu estivesse precisando de ajuda? E se fosse eu que tivesse sofrido o acidente? — Temari se afastou e bufou. Sim, tinham se passado dois dias e a Sabaku não havia perdoado Shikamaru por tê-la ignorado. Até porque, Temari odeia ser ignorada. Odeia.
— Eu iria saber. — O Nara, agora realmente sério, agarrou seu braço mais uma vez, a trazendo contra si e abraçando a sua cintura, para impedir que a loira se afastasse.
— Ah é? E como? Por que se você não atende as minhas ligações, não terá como. — Ela irou o rosto, fazendo bico.
— Porque se algo acontecesse a você, Temari, eu sentiria no meu coração.
Temari o olhou surpresa. Eram raras às vezes em que Shikamaru dizia coisas assim, por essa razão, quando acontecia, Temari sentia seu coração bater mais forte e suas pernas virarem geleia. Ela nunca agradeceu tanto por ele ter a abraçado.
— Eu estou morrendo de saudades de você. — O moreno foi aproximando o seu rosto do de Temari, que não conseguiu se afastar, e nem queria. — Eu sinto saudades de te abraçar. — Ele a apertou mais ainda contra si. — De sentir o seu cheiro. — Ele aproximou o rosto do seu pescoço e a cheirou, fazendo um arrepio atravessar o seu corpo. — Da sua respiração ofegante. — Ele sussurrou, aproximando o rosto mais e mais. — Dos seus beijos... — Ele murmurou contra os seus lábios, para logo em seguida a beijar.
Temari ergueu as mãos e as entrelaçou no pescoço de Shikamaru, entregando-se ao beijo. Mesmo que eles estivessem juntos há muito tempo, a loira ainda sentia os tremores pelo corpo e todos os sintomas de uma garota apaixonada. Até porque, Temari já havia aceitado o fato de que sempre seria apaixonada por Shikamaru, sempre o amaria.
— Agora que estamos bem... — O moreno murmurou contra os seus lábios mais uma vez. — Que tal uma passadinha no meu quarto? Aproveitando que ninguém está lá agora e que existe algo chamado chave?
Temari jogou a cabeça para trás e riu, acertando um tapinha de brincadeira no obro do namorado.
— Você não presta Shika. — Ela lhe deu um selinho novamente, para logo se afastar e começar a seguir caminho para o prédio dos dormitórios, mas antes de dar três passos, ela parou e sorriu maliciosamente para o namorado. — Bem que dizem que os quetinhos são os piores.
— Você não sabe o quanto... — O Nara riu e começou a seguir a namorada, abraçando sua cintura quando chegou ao seu lado.
***
Hinata entrou no estúdio e olhou em volta, encontrando Naruto deitado no chão. Dormindo. A morena riu e caminhou até ele, levando o rádio consigo e alguns CD's.
— Naruto-kun...? — Ela sussurrou, o cutucando levemente, mas o loiro nem mesmo se moveu. — Ei... Naruto-kun! — Ela ajoelhou ao seu lado, curvando-se sobre ele e o sacudindo levemente. Nada.
Hinata suspirou, apoiou as mãos em cada lado da sua cabeça e o olhou, ele estava esparramado pelo chão, usando uma calça de moletom cinza e uma camiseta branca, que marcava todos os músculos salientes do seu peito, seu cabelo estava um pouquinho maior e caia levemente pela testa enquanto seus lábios estavam um pouco abertos. Ele estava lindo. Ela aproximou mais um pouco o rosto, e foi quando Naruto abriu os olhos.
Eles se encararam por um segundo, como se o mundo tivesse parado e somente eles existissem.
— Hinata? O que você está fazendo no meu quarto? — Naruto questionou ainda sonolento, e passou os braços em volta da cintura de Hinata, fazendo-a corar violentamente e cair em cima dele. — Deixa pra lá, vamos dormir. — O loiro sorriu e abraçou Hinata mais ainda, entrelaçando suas pernas.
Hinata não sabia o que fazer. Seu coração estava batendo muito forte e ela sentia que não conseguiria se mover; não sozinha, até porque, os seus músculos fizeram o favor de virar água.
Naruto mergulhou o rosto por entre os cabelos negros e lisos de Hinata, um sorrisinho em seus lábios. Ele não sabia como aconteceu e nem o porquê, mas quando viu, já tinha feito. Era óbvio que ele não estava mais dormindo, mas Hinata era inocente demais para perceber isso.
A morena tremia entre os seus braços e ele podia ouvir sua respiração falhar a cada tentativa. Naruto nunca se sentiu mais satisfeito, mesmo sem saber o porquê daquela satisfação toda.
— Hm... Naruto-kun... — A morena sussurrou contra seu ouvido, fazendo os cabelos da nuca de Naruto se arrepiarem. — Nós precisamos... Precisamos ensaiar. — Sua voz estava trêmula, o loiro a apertou mais um pouquinho e a soltou, se espreguiçando.
— Tudo bem Hinata, você me pegou. — Ele abriu um sorriso largo e Hinata sentiu seu coração bater eloquentemente de excitação, como só acontecia quando Naruto sorria daquele jeito. — Vamos começar! Eu acho que encontrei a música perfeita para nós dois.
Naruto levantou-se do chão e foi até o rádio, deixando a morena para trás, na mesma posição em que ficou depois que o loiro a soltou: sentada no chão, com o rosto corado e as mãos espalmadas atrás de si, a mantendo erguida.
***
Sábado
— Vocês irão né? — Kushina perguntou, esbaforida.
— Eu... Eu não sei Kushina-san... A tia Mebuki sofreu um acidente recentemente, então... — Hinata suspirou ao telefone.
Kushina bufou.
— Passe esse telefone para a dona Sakura, por favor.
Hinata riu com o sarcasmo da ruiva e passou o telefone para a rosada, que estava deitada em sua cama.
— Hm... Sim? — A voz de Sakura estava normal, mas sua aparência estava péssima. Ela não tinha mantido contato com Sasuke desde a saída do hospital. A Haruno alternava o seu tempo entre ir visitar a mãe e estudar, mas ela tinha a leve impressão de que o Uchiha estava fugindo dela. E estava fazendo isso de forma excepcional.
— Você vai vir à festa hoje à noite, já mandei o motorista levar os vestidos de todas vocês.
Sakura arregalou os olhos, sem acreditar no que estava ouvindo.
— Mas Kushina-
— Sem mais, eu gastei meu tempo e o da Mikoto fazendo cada um desses vestidos, com o intuito de levar vocês e ajuda-las a se divertirem. — Kushina deu uma pausa e botou o cabelo atrás da orelha. — A Mebuki não gostaria de ver você assim. Acredite em mim.
— Como você sabe disso? — Sakura perguntou, na sua ultima esperança de fugir disso, embora ela já estivesse certa de que seria em vão.
— Porque eu conheço a sua mãe melhor que ninguém. Agora levanta dessa cama e vá ver a luz do sol! Às 19 horas o motorista estará na porta esperando por vocês. Venham arrumadas para matar, eu sei que você gosta do Sasuke-kun e que a Hinata gosta do meu Narutinho. — Sakura sentiu o seu rosto corar violentamente, quase tanto quanto o de Hinata era capaz de corar. — Agarrem esses bofes queridas! Vocês já conseguiram as melhores aliadas: as mães! Agora vou indo, beijos.
E então ela desligou, sem esperar pela resposta.
— O que houve? O que ela disse? — Hinata perguntou, sentando-se a sua frente.
— Ela sabe... Elas sabem... — Sakura tinha os olhos arregalados e o rosto vermelho. Hinata sentiu um desespero diferente, Sakura não estava normal, será que algo ruim tinha acontecido? — Elas sabem! — A rosada soltou uma risada, assustando Hinata. Ela agarrou os ombros da amiga e informou — Elas sabem que nós gostamos deles e vão nos ajudar!
Hinata sentiu seu rosto corar violentamente com a perspectiva do que a Haruno queria dizer. Ah não...
— Hahahahahahahahahahahahahaha! Meu deus, eu estou rindo desse jeito porque estou morrendo de vergonha! Hahahahahahahahaha! — Hinata não aguentou ver a amiga rindo sem se juntar a ela.
Ino entrou no quarto e piscou confusa. A loira estava toda amores com Gaara, desde o dia em que fizeram as pazes e assumiram o namoro.
— Do que vocês estão rindo...?
— Se prepare Ino! — Sakura anunciou, parando de rir para conseguir falar. —Chame as meninas, porque hoje à noite nós vamos agarrar certos bofes! — Ino ergueu as sobrancelhas. — Bom... Pelo menos algumas de nós. — Sakura lhe dedicou um olhar sapeca.
— Nós iremos à festa das empresas. — Hinata explicou, secando as lágrimas dos olhos. — A Kushina-san disse que irá nos ajudar com o Naruto-kun e o Sasuke.
Ino sorriu abertamente e saiu correndo do quarto, gritando pelos corredores.
— Tenten! Temari! Elas vão desencalhar! Isso é um fato histórico!
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