Os Guardiões dos Cinco Mundos
5 Ele...
Notas iniciais
Oi gente!!
Novo capitulo pra vocês! Hj o papo das notas é rápido, só quero que dêem review e indiquem minha história. Brigada por estarem lendo e continuem acompanhando.
Bjss😘
Acordo com um barulho ensurdecedor, caindo da cama de susto, literalmente. Um alarme infeliz. Olho o relógio de parede que se localiza bem de frente. Eu só dormi durante 4 horas?! Ah você deve estar brincando. O alarme finalmente para. Eu me levanto do chão e estou com torcicolo. Não posso virar o pescoço pra lado algum, nem para cima ou para baixo. Minhas costas estão completamente doloridas. De repente começo a escutar um barulho distante, parecia uma buzina, e ele ia se aproximando, de repente a buzina toca alto e eu bato a cabeça na parede ao pular de susto.
– Ai!- Grito A buzina continua tocando cada vez mais distante. Percebo que estou molhada de suor, não há janelas no dormitório minúsculo e é tudo muito quente. Minha respiração estava ofegante, alguém caustrofóbico não poderia fica ali. Eles forneciam uma regata e um short preto colado um pouco acima do joelho para dormir. O short pinicava e eu só queria sair dali. Abro a porta subitamente e escuto um grito, quando olho pra baixo tem uma loira caída com a mão na cabeça, ela tem o nariz empinado e o cabelo perfeitinho, usa a mesma roupa que eu.– Ai me desculpa!- Eu grito ajudando-a a levantar. Ela me empurra e diz: – Sai de perto de mim, sua ridícula. Não da pra tomar cuidado pra abrir a porta? Infeliz!- Ela grita e sai desfilando. Quando presto atenção, todas as outras meninas olham para mim com o olhar estranho. Eu só consigo pensar: começou o pesadelo. Decido andar para longe, eu já estava me sentindo constrangida. O que aquela loira estava pensando? Eu não costumava aceitar provocações calada, o que aconteceu comigo naquela hora? Juro para mim mesma que isso não vai se repetir, se eu quisesse "sobreviver" naquele lugar imundo, eu ia ter que ser eu mesma, e me defender. Onde eu estava? Pra onde estava indo? De repente leio a placa no final do corredor. É difícil decifrar o que estava escrito. A placa era de madeira e as letras estavam escritas á mão com tinta branca. "Vestiário feminino" e do lado: "Banheiro feminino". Decido que devo ir primeiro ao vestiário. Chegando perto da porta, olho para lado, percebendo que a parede não vai até o final do corredor, leio nas portas ao lado: "banheiro masculino" e "vestiário masculino". Então era separado, dormitórios femininos separados dos masculinos. De repente percebo que tem um garoto me observando. Seus olhos são castanhos claros, quase que cor de mel e seus cabelos são castanhos também. Ele tem um corpo bonito, e... Percebo que estou encarando muito, dou um sorriso sem nem mostrar os dentes e entro. De repente percebo que entrei no banheiro com a distração. Ok, vejo uns chuveiros e decido ir tomar banho. O banheiro é do mesmo padrão dos dormitórios, paredes e piso de madeira escura, as pias de pedra, tem umas janelas acima de cada cabine de banho e cada cabine com vasos sanitários, então é mais fresco. Vejo a loira que eu derrubei saindo cá cabine de banho com um roupão. Assim que me viu, ela passou por mim me empurrando com o ombro. – Ei! Olha por onde anda!- Ela disse– Ei! Olha por onde pisa!- Disse e na mesma hora coloquei o pé na frente dela, que tropeçou mas não caiu. – hm.. Boa tentativa- ela disse saindo. Eu balancei a cabeça pensando no quanto eu estava ferrada naquele lugar e o quanto eu já sentia falta de tudo na minha casa. Percebo que há sete cabines com chuveiros e ao lado, 14 roupões pendurados. Lembro-me da carta. "28 jovens" provavelmente 14 meninas e 14 meninos. Entro numa das cabines de banho, onde tem 3 pequenos potes: 1 shampoo, 1 condicionador e 1 sabonete líquido. Todos com cheiro de lavanda. Havia também uma toalha pendurada atrás da porta. Entro embaixo do chuveiro após tirar as roupas. E ligo um chuveiro. – Ahhhh!!!!- Exclamo quando a água gelada cai em mim. Muito gelada, de congelar os ossos. Começo a tremer. Decido passar logo o shampoo para cabelos normais. Meus cabelos eram castanho avermelhados, meio cobre e lisos com umas ondas leves. Me ensaboei toda. Passei o condicionador também e sai do banho tremendo. Pego a toalha e me enrolo nela. Me enxugo e visto o roupão. Vou em direção ao vestiário segurando minhas roupas na mão. Ao entrar, vejo um cesto escrito "roupas sujas", jogo as roupas ali. O vestiário é bem grande, é uma sala aberta, com armários em todas as paredes, cada um com um nome. No total: 14. Tinha algumas meninas por ali. Uma delas chamada: Tereza. Cabelos castanhos bem cacheados e olhos castanhos bem escuros, a pele morena e macia. Parecia que estrategicamente as meninas eram todas perfeitas, com o corpo em forma e provavelmente com capacidade física, menos eu. Eu não conseguia correr nem um quarteirão, estava perdida, seja lá o que iríamos fazer ali. De repente uma voz feminina começa a falar, olho para os lados e vejo umas pequenas caixas de som grudadas no teto. – Olá, meninas e meninos, ontem vocês entraram aqui como meninas e meninos, no final, vocês serão homens e mulheres, guerreiros e guerreiras, mas para isso, nada de moleza, antes de mais nada, aulas teóricas serão necessárias. Você precisam entender como tudo funciona, e exatamente o que está acontecendo porque imaginam que estão se perguntando, ou pelo menos alguns de vocês. Sem mais delongas, vocês tem 2 minutos pra se reunirem nas salas de aula 1 e 2, na parte leste. Listas estão ao lado das portas para vocês saberem onde devem ficar. 2 minutos. Se apressem.
Absorvo tudo aquilo em minha mente e me troco rapidamente. O armário está bem organizado. Em cada estante está escrito: roupas do dia e roupa da noite. A do dia era uma regata cinza, em um material próprio para exercício físico e uma legging preta. Tinha um elástico de cabelo também, mas decidi colocá-lo no braço, até meu cabelo secar, era o tempo da tal aula teórica, provavelmente. Tinha também um tênis, nada demais, só um tênis de qualidade pra correr. Não muito segura de mim, saio do vestiário sem olhar mais para ninguém, eu não queria me meter em encrenca ou arrumar mais inimigas, ou inimigos. Uso meu senso de direção para ir até a parte leste, que era também a parte nova e tecnológica que eu decidi chamar de parte prateada. Consegui descer umas escadas escuras, bem largas, onde também passavam outras pessoas. A escada descia até a porta que levava para a parte prateada. Haviam lamparinas nas paredes para iluminar todo o caminho. –Ei!- Escuto, e de repente. Me viro para o lado e só vejo o cabelo louro antes de ser empurrada e cair. Foi tudo muito rápido. Eu nem mesmo cheguei a cair no chão, isso porque tinha um garoto na minha frente que me segurou. Corei ao ver o cara de cabelos castanhos que eu encarara esta manhã. – Me desculpa- Eu digo saindo de seus braços. –não foi nada!- Ele diz sorrindo- Uau, você podia ter... Se machucado feio– Sim, muito obrigada mesmo por isso- Eu digo, e vejo a loira passando pelo meu lado jogando o cabelo pro lado com a maior cara feia. – Não foi nada- Ele diz e da uma risada tímida- Eu... Sou o Dylan, prazer– Astrid- Eu digo e apertamos as mãos timidamente. Descemos as escadas lado a lado sem dizer nada. Pelo visto, a loira queria me causar muitos problemas ainda. Mas acho que... Isso da escada me trouxe uma coisa bem boa. Ou não, eu me encontrava confusa, só sei que Dylan mexia comigo. E mexia muito.
Notas finais
Então, é isso! Oq acharam do capitulo?? Comentem!! E o Dylan hein? Tbm já to apx por ele, oq será que está por vir?!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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