Os Guardiões Das Chaves

4 Para um mundo mais calmo


Notas iniciais
Eis aqui o 4° capítulo pessoal, espero que gostem, caso sim, não esqueçam de comentar, criticas só ajudam na hora de formar um novo capítulo!

Para um mundo mais calmo

Erick e Nicolau (Neto e avô) estão voltado de viajem. Férias no Rio de Janeiro são muito boas, mas já está na hora de voltar.

Nicolau — Vamos Erick, essas férias foram ótimas, a praia estava maravilhosa, mas já esta na hora de voltar.

Erick – Está bem Vovô! Realmente já está na hora de voltar, eu também gostei bastante destas férias, foram as melhores, e só eu e você. Espero fazer isso muitas outra vezes na minha vida com o senhor.

Nicolau – Está bem Erick, Voltaremos ano que vem se tudo acontecer como planejado. Agora vamos, entro no carro, já está escurecendo.

E assim partiram. Voltando para casa, cansados e muito felizes. Mas aquela tarde, quase noite, estava longe de ser normal.

Já no meio do caminho, eles avistaram uma luz no céu, uma luz forte, branca, e vinha descendo pelas nuvens em alta velocidade.

- Vovô olhe! É uma estrela cadente. Exclama Erick.

Nicolau – Acho que não meu filho. Isso me parece um...

- O que? Com o que isso se parece? Indaga Erick meio confuso.

Depois de 10 segundos a luz desaparece. E os dois seguem. De repente uma grande explosão ocorre bem à frente. Na estrada. Nicolau para o carro e ambos vêem pairando bem próximo ao chão, e descendo lentamente, um garoto. Aparentemente desacordado.

Eric- É um menino Vovô! Vamos ajudá-lo.

- Não pode ser, será mesmo que depois de tanto tempo? Não! Não pode ser. Pensa Nicolau.

Nicolau – Sim! Vamos Erick, ele pode estar ferido.

Correram e bem próximo dali estava o garoto, agora no chão, desmaiado.

Erick – Temos que levar ele para o carro.

E assim o fizeram! Levaram o garoto para o carro, em seguida partiram. Foram direto para a casa de Nicolau. Lá colocaram-no na cama e deixaram-no descansando.

Erick ainda não entendia nada. Não compreendia o motivo de uma aparente estrela cadente guardar algo tão misterioso. Erick realmente estava errado. Aquilo não era uma estrela cadente, aquilo era Sarloz trazendo Zafus para a Terra. Trazendo-o ele para um lugar mais calmo. Voltando em seguida para Aonéria.

Erick – Vovô eu não estou entendendo nada, eu não entendo! Como pode um menino cair do céu? Hein vovô me responde! Me diz o que está havendo aqui! Isso não é normal.

Nicolau – Calma Erick, meu neto, existem coisas neste mundo que não são tão bem compreendidas. Dragões, Serpentes intermináveis de enormes, Aves de fogo. Tudo isso soa estranho não é mesmo?

Erick – Sim!

Nicolau – São todas criaturas fantásticas, que saltam na nossa mente. São tantas dessas criaturas que eu não posso contar. Você acha que tudo isso é apenas a imaginação dos sonhadores?

Erick – Não estou te entendendo. Está querendo me dizer que isso que aconteceu é uma coisa sobrenatural? Algo que não é deste mundo?

Nicolau – Filho, você só vê o que quer ver. Se não pode ver, pode sentir. Cheguem mais perto, feche seus olhos! Agora vou tocar em uma parte do seu corpo (...). E então onde eu toquei?

Erick – Em minha testa! Mas o que isto tem haver com tudo que aconteceu hoje?

Nicolau — Pois bem! Você me viu tocar em sua testa?

Erick – Não!

Nicolau – Então como sabia que eu havia tocado nela?

Erick – Eu senti.

Nicolau – É isso que eu quero te mostrar. Você só vai ver algo se querer, e mesmo que não possa ver você poderá senti-lo. Agora vamos lá ver se o garoto acordou. Ai você pode tirar todas as suas dúvidas com ele.

Erick – Tudo bem! Vamos lá.

E assim o fizeram. Foram para o quarto ver ser o garoto havia acordado. Chegando lá, notaram que sim! O pequeno havia descansado o bastante.

Erick – Oi! Me chamo Erick. Qual o seu nome?

Zafus – Eu me chamo Zafus. Minha cabeça está doendo. E eu não estou entendendo nada. Braltar está em chamas. Foram vocês que me tiram de lá?

Erick – Braltar? Isso é um lugar?

Zafuz – Sim! É onde eu moro. Nuca ouviu falar de lá?

Erick – Não! Sou daqui mesmo. Do Brasil

Nicolau – Braltar? Braltar onde existe o mercado de peixes?

Zafus – Sim! Lá mesmo.

Erick – Você conhece esse lugar vovô?

Nicolau – Sim! Já fui lá, mas... Zafus você disse que lá está em chamas. Me explica isso.

Zafus — Eliano retornou. Como ele havia dito quando foi banido, ele voltou e está destruindo tudo em Aonéria, começando com meu lar.

Nicolau – Entendo!

Erick – Eu não estou entendendo nada. Alguém me explica o que está acontecendo aqui!

Nicolau – Erick eu era um protegido por um Guardião, ele havia me dado a sua chave. Essa chave me dava habilidades surpreendentes, eu podia ir para onde minha vontade mandasse. Tinha a responsabilidade de manter junto com meu Guardião a paz entre os mundos, Espiritual, material, Aonéria e Terra. Quando meu tempo estivesse se acabando eu deveria escolher uma pessoa para me substituir. Só que em um dia sem nuvens, o sol brilhava e com um vento forte balançando as folhas pra lá e para cá, nesse dia, o meu Guardião não voltou. Ele se chamava Kanturo. Batalhamos juntos e éramos melhores amigos. Mas ele não voltou. E hoje 57 anos depois esse jovem aparece, Falando ser de Aonéria. Minhas lembranças voltam e... Não importa. O que importa mesmo é que está na sua hora e na hora de Zafus entrarem em uma aventura. Hora de Brilharem do mesmo modo que o sol brilhou no dia em que Kanturo se foi.

A noite fica clara como se fosse dia! Uma luz Forte dentro do quarto. A mesma luz que aparecera quando Zafus descia para a Terrra. E ali estavam. Sarloz e Kanturo. Frente a frente com os humanos.

Sarloz – Você está bem pequeno Zafus?

Zafus – Estou sim!

Kanturo – Olha só que cresceu!

Nicolau – Kanturo? É você mesmo meu amigo?

Kanturo – Sim Nicolau.

Nicolau – Por que me deixou? Achei que você iria estar comigo para sempre. Achei que você iria ficar ao meu lado por toda a eternidade.

Kanturo – Eu estive sempre ao seu lado esse tempo todo. Onde quer que você fosse eu estava lá, te protegendo. Embora não precisasse. Te deixei por isso. Você não precisaria mais de mim. Olha só, até neto você tem.

Nicolau – Oh meu, eu nunca me esqueci de você. Dos momentos bons juntos e dos momentos de tensão também.

Kanturo – Nem eu Nicolau, Nem eu.

Nicolau – Erick é o novo escolhido não é verdade?

Kanturo – Sim! Vejo que ele tem o mesmo caráter do Avô dele.

Erick – Eu o que?

Kanturo — Sou seu Guardião De agora em diante. Você possui caráter e conhecimento suficiente para receber a minha chave.

A Chave da perseverança. Exclamam Kanturo e Nicolau.

E você Zafus Receberá a chave da Piedade. Exalta Sarloz.

Notas finais
Próximo capítulo, Zafus e Erick vão entrar em batalha pela primeira vez! Resistirão e superarão um enorme desafio juntos.