Os Guardiões da Galáxia-Evolução
1 Capítulo 1: Visitantes inesperadas
Notas iniciais
P.O.V. Hope.
Eu fugi com o Roman e ele era um traidor. A minha prima me salvou, mas eles cercaram a gente.
—Hope, segura minha mão e respira fundo.
Eu sabia o que ela ia fazer, ela ia saltar. E ela saltou.
Mas, ao invés de levar a gente para um lugar seguro, novamente estávamos cercadas de inimigos e dessa vez eles tinham armas.
—Que merda Alex!
—Foi mal. Eu não tinha um lugar na cabeça!
—Quem são vocês e como entraram na nave?
—Nave? Estamos numa nave?
—Alex, a garota é verde!
—É, eu to vendo! Olha, eu sou Alexandra Mikaelson e essa é a minha prima Hope Mikaelson. A gente veio parar aqui sem querer.
—E de onde vocês são?
—Eu nasci na Lousiana, Nova Orleans, Quartel Francês Terra.
—E você?
—Eu sou de Nova York. Estava lá quando os alienígenas caíram matando encima da cidade. Mas, depois do ocorrido minha mãe decidiu que era melhor mudar de cidade.
—Onde fica Nova York?
—Na Terra.
—O Quill vai ficar feliz de ver conterrâneas.
—Quem é o Quill?
—Eu voltei e... Quem são elas?
—Viemos parar aqui sem querer. Eu sou a Hope e ela é a Alex.
—Ouviu isso?
—O que?
—Tem gente vindo ai.
—Eu não fui seguido.
—Eu posso senti-los. Estão aqui.
—É. Tem gente aqui sim.
Ela sacou as facas dela. E começou a tocar uma música.
—Branca de Neve e o Caçador. Eu adoro esse filme.
P.O.V. Gamora.
Eu nunca tinha visto nada igual aquilo. Elas fatiavam aquilo que não conseguiam ver. Elas geraram fogo espontaneamente.
—Foram todos. Até que enfim. Que bichos horrorosos.
—Vamos para Xandar. Elas precisam de uma avaliação Médica para ter certeza de que não trazem nenhum gene contaminante pra dentro da Nave.
—Sério?!
—Sério.
A porta da nave fechou e do nada tínhamos decolado.
—O papai deve tá surtando agora.
—E o meu pai tá desmemoriado e dormindo com aquela vagabunda da Antoniette.
—Acho que a sua situação é pior que a minha.
—Hope, você viu o corpo carbonizado da sua mãe a menos de vinte e quatro horas.
—Ela se sacrificou por mim. De novo, e dessa vez de vez. Mas, quando a gente voltar eu vou fazer um exército de híbridos e eu vou matar aquela vadia.
—Eu fico pensando em devolver as memórias do meu pai, mas não sei se é uma boa ideia.
—Porque não?
—Ele passou mil anos sofrendo, mil anos matando gente e agora que ele tá desmemoriado ele tem uma nova chance. Uma chance de ser diferente.
—É. Eu acho que você tá certa.
—Mas, eu ainda vou matar a vadia da Antoniette.
A outra riu.
—Perfeitamente justo.
—Mil anos? Nenhum ser humano vive tanto.
Alexandra respondeu para o Quill:
—Eu sei.

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