Os Guardiões Das Chaves
1 O Início de Aonéria
Notas iniciais

Os Guardiões das Chaves
O Inicio de Aonéria
Eliano, Baranor, Tutarramon e Alazar eram filhos de Elaur e o primeiro rei de Bagantur, que fica em um mundo chamado Aonéria. Elaur já foi um grande encantador, sua mente poderosa o fez rei sobre as outras criaturas que ali viviam. Construiu, pensou, planejou, fez, mas... Como nenhum ser vivente é capaz de vida eterna a hora de Elaur estava chegando. Para os que em seu reino viviam Elaur era abençoado um ótimo rei, era muita angústia por parte de quase todos de Bagantur. A beira da morte ele teve o papel de decidir quem seria o próximo rei, já que para ele um filho primeiro não tem maiores direitos sobre um filho segundo, terceiro, quarto ou até o vigésimo, o importante para ele era que um de seus filhos se tornasse rei, pois se seu sangue era abençoado o de seus filhos também era, Ralunia esposa de Elaur e mãe dos quatro irmãos não tinha o requisito no sangue. Eliano era o mais velho dos irmãos ele tinha 26 anos, ele era sábio, contudo ele era mentiroso, ambicioso e cruel. Baranor tinha 25 anos, ele era bravo, tinha muitas virtudes, uma delas era sua lealdade. Tutarramon era impaciente meio ranzinza, tinha 19 anos e mais parecia que tinha 50, ele gostava de lutar, só havia perdido em uma luta para Baranor, não sabia nada sobre encantamentos, magias ou até mesmo matemática. Alazar era o mais novo, ele tinha apenas 15 anos, era muito engraçado, sempre andava sorrindo, diferente de seu irmão Tutarramon.
Elaur decidira a quem ele cederia o trono de Bagantur. Ele pediu para que todos os seus filhos se reunissem em volta da cama em que ele havia passado seus últimos meses. Dentre Vocês não consegui determinar quem seria o novo rei, então tomei uma decisão, tornarei não apenas um em rei, mas sim os quatro, a partir de minha morte tomarão como seu, o reino que eu construí, e, portanto, cuide dele e das pessoas que nele moram do mesmo modo que sua mãe está cuidando de mim em meus últimos momentos em Aonéria. Disse Elaur, vá para o sul Tutarramon, lá é muito árido, desértico, contudo tem sua população e, dentre meus filhos você é o único capaz de se adequar ao clima desértico. Baranor tu cuidaras das terras rochosas nevadas e aquosas do leste, dentre todos os meus filhos serás o único a poder convencer e as criaturas que lá moram já que tua lealdade e incomparável. Eliano tu reinaras sobre as terras altas do norte, terras pequenas mas que com tua sabedoria terás ideias suficientes para ternar lá uma nova grande área em Bangatur. Você ainda é muito novo Alazar, fique com tua mãe aqui em meu castelo até completar 19 anos, até La tua mãe e teus irmãos de algum modo te guiarão, te passando sabedoria, lealdade, e perspicácia, para cuidar do povo que eu tanto amo.
Tutarramon estava muito empolgado para testar resistência num deserto. Alazar rindo dos irmãos, pois eles haveriam de partir brevemente. Baranor já se preparando para a maior jornada de sua vida. Mas, Eliano não ficou contente com o que o pai havia lhe deixado, ele achava que deixar a maior parte de um reinado para um adolescente era asneira de um velho. Esperou sua mãe sair do quarto e foi até onde seu pai para contestar o que ele havia lhe dito. Foi falha a tentativa, já que o que Elaur dizia era quase impossível de se modificar. Eliano era mau, frio e não tremeria se para conseguir o que queria tivesse que matar alguém ou alguma coisa, mesmo esse alguém sendo seu próprio pai. Carregando consigo sempre uma ADAGA DE DENTE DA SERPENTE MARINHA DAS TERRAS AQUOSAS, ele era perigoso, só que ele era tão mentiroso e dissimulado que ninguém percebera o quão malévolo ele era. Suplicando ao pai para mudar de decisão, e, falhando de novo, Eliano sacou sua adaga e falou em voz alta – Muda teus planos seu burro e diga a todos que me tornaras o novo e único rei de Bangatur. Alazar entra bem na hora em que Eliano está ameaçando o pai – o que está fazendo Eliano? Deixa o pai quieto. Eliano manda Alazar sair senão ele o mataria. Alazar corre para onde o pai e nesse momento Eliano finca a adaga afiada no coração de seu irmão mais novo dizendo – O que eu te falei? Elaur grita – Alazar! Eliano seu maldito o que fizeste? Eliano sorrindo enquanto vê seu irmão mais novo morrer diz – Pai, oh papai, com tua mente monstruosa como não percebeu sobre minha verdadeira intenção? Eu achei que você podia fazer tudo, mas não pode não é? Seus encantamentos estão fracos e minha mente é muito elevada para cair em truques seus não acha? Elaur tenta se levantar só que não consegue, ele viu que Alazar estava gravemente ferido e que não existiam encantamentos, magias ou até mesmo feitiços que pudessem reviver as pessoas mortas, mas... Alazar não estava morto ainda, e Elaur sabia um encantamento que curava qualquer ferida, então ele a invocou, curando seu filho. Corra Alazar disse Elaur, chame teus irmãos. Nesse momento Eliano tenta acertar o seu irmão de novo, só que Alazar escapa e grita por socorro. No quarto Eliano corre na direção do pai para mata-lo e com muita destreza Tutarramon defende o pai do golpe da adaga, Eliano também tem habilidades com encantamentos e invocações e acaba invocando fogo por toda parte, Elaur Deitado cancela a invocação de seu filho e invoca uma parede que ficou envolto ao castelo impedindo a fulga de qualquer um. Eliano corre e no caminho encontra Alazar abraçando a sua mãe e Baranor na frente deles em posição de ataque. Eliano fala para Baranor – Somos irmão Baranor, eu você é tão leal a mim ou qualquer um da nossa família que não teria coragem para fazer nada a mim! Ao tentar passar Baranor dá um soco no rosto de Eliano e o chama de idiota. Eliano volta despista Tutarramon e entra no quarto do pai novamente e invocando uma parede no lugar da porta, se trancando com ele. Elaur diz – filho porque fizeste isso? Eu não tenho outra escolha a nãos ser te banir. Eliano diz — me banir? Se você me banir você vai morrer, além do mais eu duvido que mesmo com sua mente, saiba algum encantamento de banimento! Sim eu sei, disse Elaur. Sem acreditar Eliano saca sua adaga e corre na direção do pai para matá-lo, a distancia entre Elaur e Eliano eram de 30 metros e Eliano estava correndo a 10 metros por segundo, para Elaur completar de falar o encantamento seva-se 4 segundos, a diferença era que Elaur era o melhor encantador e podia fazê-los apenas mentalizando o som das palavras, quando ele ainda estava pensando no encantamento, Eliano cortou a garganta do seu pai na esperança além de deixá-lo sem encantamentos ou invocações ele morresse por asfixia, só que como eu havia dito, Elaur podia Conjurar seus encantamentos apenas por mentalizar o som das palavras,e um segundo depois Eliano ficou imobilizado, e seu pai falou por sua mente – me desculpa filho mas você não me deixou outra escolha a não ser bani-lo, esse encantamento vai fazer com que você nunca mais volte, e para mim restará a morte certa. Eliano grita seu desgraçado, por que me baniu? Eu te odeio pai, eu te odeio e um dia eu voltarei e me vingarei de todos em Aonéria por sua culpa.
Muito tempo se passou e Bangatur acabou se dividindo em três impérios, que tinham os respectivos nomes de seus primeiros reis que foram Baranor, Alazar e Tutarramon. Pouco se sabia sobre o paradeiro de Eliano, apenas que ele tinha havia sido banido pelo pai. A paz reinava nos impérios, as criaturas viviam em harmonia com a natureza. De toda a Aonéria os impérios dês irmãos eram os mais sucedidos. Baranor, Alazar e Tutarramon já morreram há muito tempo, só que sua linhagem sanguínea imperadora ainda domina as terras irmãs. Braltar uma cidadela no império de Baranor já chegando na divisa tripla dos impérios, próximo das montanhas nevadas e às margens do lago Iluminado, também vivia nessa paz imperial, que reinava por sobre quase toda a Aonéria. Em Braltar seu porto garantia a eles o titulo de maior porto de exportação de peixe, seus peixes eram da melhor qualidade, já que o lago Iluminado é rico em algas, o alimento desses peixes. Sua economia girava em torno dos peixe e da troca de produtos, além de seu enorme porto, havia também um enorme mercado, e era nesse mercado que a venda, troca e compra eram feitas. Mas, como em tudo no universo não é perfeito ou duradouro a ponto de se tornar o sempre ou imortal ali em Braltar não era diferente, sua paz estava a ponto de afundar, do mesmo modo em que uma pedra afunda no lago Iluminado. Na verdade o problema não era apenas dos moradores de Braltar e sim em Aonéria. Mas o que eu seria tão atormentador a ponto de fazer com que a paz se esconda, fuja ou até mesmo desapareça? Existe uma resposta, o ódio e a dor! Baranor era do tipo de pessoa que suportava a dor dos outros, o ódio dos outros por isso era um rei tão aclamado e bondoso. O tipo de pessoa perfeita para acabar com esse problema. Só que o tempo passou e Baranor morreu.
Haviam rumores de que Eliano haveria voltado para se vingar a todos de Aonéria. E era isso que assolava a paz que ali reinava. Como Eliano poderia estar vivo, já que todos os seus irmão já haviam morrido a milênios? Aconteceu que, por ser um encantador conseguiu fazer com que o encantamento de banimento de seu pai não funcionasse perfeitamente. Ele ficou isolado em uma dimensão paralela a de Aonéria por muito tempo, e lá ele aperfeiçoava seus encantamentos, invocações e até mesmo e praticou magia e feitiçaria. Tornando-se um Marvaron, classe de encantador a qual só Elaur conseguiu chegar.
Eliano – Então a velha história das chaves não eram apenas lendas.
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